História Mil historia de um vampiro - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Um pulo uma gota


— Não poder ser — falava repetidamente desde o pé da montanha, seu braço deslocado e sangrento, cambaleava tentando correr desviando de árvores e pedras, o odor de Pânico e medo era altamente perceptível nele — droga, droga não é possível — seu rosto estava paralisado em uma expressão de terror por suja de sangue como todo seu corpo, mas não era apenas seu sangue, mas dá cigana, a mulher que tanto amou loucamente — não, não — repetia até chegar no topo da montanha, não era uma ponta, mas seu chão era uma única rocha dando um ar de belo e perigoso com sua queda reta e sem esperança, dava por volta de três mil metros dando a (fim) dezenas pedras que pareciam mais lanças esculpidas no solo rochoso — não quero mais… — ele rastejava até o fim da montanha-sem você… — ele falava com lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas logo se perdiam na ventania feroz do topo da montanha, mesmo vampiro era difícil de enxerga nitidamente as lanças naturais no fim da vida, em um último passo em falso ele despencou da montanha seguindo seu destino de péssima sorte.

— vamos, diga algo — a garota de mochila enorme rosnou, era assustador o esforço quase inexistente que ela fazia para segurar aquela imensa mochila

— quem é você? — pergunto me recompondo

— já disse, a lendária vendedora, caracol fantasma — ela berrou animada, mas tudo que pude prestar atenção era sua estrutura corporal de uma garota magricela de catorze anos, um rosto fino como todo seu corpo o máximo de músculos quentinha eram em suas coxas que seguravam a meia calça preta rasgada em alguns pontos dando um ar especial no calçado da geração atual, branco e roxo neon — saia da frente — ela berrou me empurrando com aquela mochila enorme cheia de trapos e adesivos de doces — espero que tenha doces pra mim — ela sustou seguindo pra casa da Elizabeth.

Ainda estava paralisada depois daquele beijo do nada, a boca dele era tão quente pensava que era gelada igual a um defunto-meu deus — suspiro caindo na cama abraçando o travesseiro manchando de café e assim fiquei até escuta as batidas violentas na porta, com o susto pulo da cama agarrando a espada de madeira que tinha ficado no chão des do fim do treinamento, corro em disparada para a entrada — quem está aí? — grito cerrando os nós dos dedos no cabo da espada, sem resposta volto a gritar obtendo não uma voz de um monstro, mas a de uma garotinha, pela voz devia ser uma menina perdida

— abra logo a porta sua pilha insignificante — foi oque pensei antes de escutar oque ela dizia.

— por favor deixe lá entra — Elizabeth disse, fazendo eu sentir um arrepio na espinha não tinha percebido ela atrás de mim, repousando em sua poltrona de couro velho. Sem opção abro a porta me afastando de pressa, mas tudo que pude ver era uma garotinha devia ser uns cinco anos mais, nova que eu, porém, carregava uma bolsa gigante que eu mesma não poderia carregar, me afasto mais temendo ser uma jogada para nos matar então saiu andando até Elizabeth.

— não vai me convidar para entrar suas insetas — ela berrava estatelada na entrada.

— trouxe oque pedi? — Elizabeth perguntou tentando segura o sorriso de satisfação. Mas não obtém respostas então cede — entre logo vendedora lesma — ela bocejou obviamente tentando provocar a garota e consegue.

— sua filha da puta hostil — isso me assustou não esperava que ela falasse algo do tipo.

Ela da, alguns passou e logo solta sua mochila gigante no chão a largando fazendo que quando ela caísse no chão fizesse pó subir e o solo tremer, logo vejo Manuel entrar na rua cima expressão parecida comigo.

A garota não falou, mas nada apenas soltou a bolsa á abriu tirando de la uma bolsa menor algo vazava dela por baixou algo como água — aqui está, não foi nada fácil conseguir essas coisas não nascem fácil — ela falou soltando na mesa, a curiosidade quase me consumiu na vontade de ver oque tinha dentro — dois mil por favor—sei la fala se aproximando de Elizabeth.

— ainda não — a própria fala preciso de algo mais, um livro sobre treinamento de caçadores.

— pra quê? Sem um caçador isso não serve pra nada e como sabemos os caçadores foram ia raça extinta como baratas.

— nada sútil como sempre — Eliza fala apontando para mim — oque sério? — a garota logo se animou correndo em minha direção, em poucos segundos estavam cutucando minha pele e me analisando com os olhos.

— é realmente está nos paramentos aceitáveis, como você está viva? — ela pergunta coisas que não saberia responder — bom de qualquer forma, vocês têm o suficiente para me pagar, é algo né caro por ser raro — ela logo volta sua atenção maliciosa para Eliza, tinha ignorado Manuel completamente.

— quanto vai querer? — Elizabeth pergunta impaciente.

— quero apenas um pouco só sangue dela, deve ser bastante valioso no mercado dos vampiros

— nem pensar — Manuel finalmente fala crescendo sua existência no lugar.

— cale a boca, você merece minha opinião.

— ora sua — Manuel retruca — estou de acordo, Manuel precisamos disso para concluímos nossos objetivos — falo me impondo a proteção demasiada de Manuel mesmo uma humana tinha uma força maior que os outros humanos.

— ótimo — ela responde com malícia voltando pra bolsa, algumas medidas e alguns barulhos de ferro depois ela tira uma grande Barra de ferro, não lembro o nome, mas era aquela coisa do hospital que segura o soro no alto, droga, logo ela tira uma bolsa de sangue vazia, acopla a barra e põe perto da cadeira, ela era rápida sem enrolação, logo me sento na cadeira para ela colocar a agulha e o tubo no meu braço, mesmo isso não parecendo certo confiava que Eliza e Manuel não deixariam nada acontecer comigo.

— vamos logo com isso — falo jogando meu cabelo pra trás minha regata preta estava grudando por causa do suor frio.




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