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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 18


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Capítulo 18 - Duas horas perdidas


— só mais um pouco de sal e vai ficar perfeito — Alexander fala pegando vários fracos de tempero da mesa de madeira escovada e os jogando na panela de barro, parecia aleatório para um olho destreinado, mas ele sabia muito bem oque estava fazendo a tarde toda feliz por ter várias pessoas para experimentar seus pratos deliciosos, pelo cheiro ele preparava uma típica feijoada — agora sim só precisa cozinhar bem — ele sussurrou despejando algumas gotas de molho negro em sua mão com a colher de madeira — talvez umas gotas de limões — ele saiu de frente do fogão jogando seu avental na mesa indo até um armário no canto da cozinha.

Saltitando ele abriu a porta do armário revelando vários condimentos naturais e surreais, porém, não pegou nada nem os limões, quando sentiu uma mão cobrir sua boca e outra percorrer todo seu pescoço dando lhe um (mata) leão, o erguendo, mesmo pequeno ele se debatia ferozmente agarrando o braço fino que o fazia sufocar sem respirar, por longos segundos ele se debateu até parar sem poder respirar acabando de desmaiar.

— isso descanse — a voz masculina fina fala saindo da cozinha para fora com o pequeno mestre cuca em seus braços.

— muito bem — a voz falou mesmo feminina não tinha corpo, ela falava na cabeça do garoto de cabelos brancos e olhos amarelos.

Andou por longos minutos por sorte ele não encontrou ninguém até chegar em uma árvore, ela parecia diferente, o garoto de roupa de estudante e cicatrizes no braço se aproximou da árvore seca seu olho brilhou um amarelo morto.E como magia a árvore se abriu, não para um novo lugar, mas sua casca se alargou o bastante para uma criança entrar, sem nenhuma surpresa o garoto de unhas negras socou o corpo do ogro dentro da árvore, logo ela se fechou.

— acabou?—pergunto impaciente vendo a bolsa quase cheia, suando frio com um calor enorme — que droga, já, você pergunta isso a cada minuto que verme irritante — a garota da bolsa gigante fala arrancando com força o tubo do meu braço e logo jogando uma terra verde no lugar que começou a sangrar-aqui esta — ela fala após mexer um pouco já sua bolsa guardando os equipamentos mágicos, ela joga o livro de capa dura azul com escrituras douradas na mesa.

— mais algo verme? — ela pergunta aprontando sua mochila.

— fique está noite e veremos de manhã — Eliza fala saindo da cadeira e pegando na mão da garotinha boca suja, sem que ela pudesse responder Eliza a arrastou corredor adentro.

— Vanessa — Manuel fala do nada me fazendo saltar de susto — queria pedir desculpas por antes…-ele começa a falar, mas de verdade não queria ouvir desculpas então ando pra fora.

Vanessa se esvai para fora sem me deixar falar nada isso realmente me incomodava, mas não a sigo acho que ela precisa de um tempo — Alexander? — pergunto ao entrar na cozinha percebendo o seu sumiço repentino.

— Se… senhor-ele fala aí tropeçando correndo em minha direção, fiquei decepcionado a não ver nenhum prato ou um banquete.

— prepare algo para Vanessa ela vai ficar faminta,

Sem, mas nada pra fazer fui me deitar.

Meu peito inflamava a cada salto e a cada movimento da espada de madeira que parecia mais pesada-droga falo jogando a espada pra longe de raiva — que merda eu tô fazendo — grito pegando a espada e a jogando pro alto, meu pulmão queimava com a raiva, eu tinha acabado de beijar algo que minha mãe achava repugnante que tinha jurado destruir, lanço minha mão ainda cabo da espada agora sujo Dale terra. Sem falar mais nada piso leve na terra úmidas até a porta da entrada passando pelo corredor, pela porta aberta, pelo corpo sonolento de Manuel até minha cama.

— desculpe por te machucar — ele falou em tom leve, um tom e uma frase que me aconchegaram, então sem falar nada me deito pra dormi, dois segundos foi o tempo pra fechar meus olhos e logo os abrir de novo com Eliza gritando em meu ouvido, não tinha descansado nada quando ela me puxou para fora, à terra estava molhada talvez uma chuva rápida.

— vamos logo garota, li e entendi um pouco não é uma língua morta, mas antiga muito antiga, quatro eu diria, por sorte passei umas dezenas de anos presa em um quarto com nada além de ratos para conversa, você não faz ideia de qual sábios ratos podem ser, passando sua mente para o seu filho junto sua sabedoria, uma vez conheci um que jurava conhecer o próprio rei dos ratos — ela parecia alegre revirando oque conseguia do livro,

— então vamos logo — falo pegando no tranco, me animando tentando ler mãe tudo parecia estranho pareciam runas nórdicas e outra página, latim misturado com egípcio ou chinês, sei lá nunca entendi nem o português direito, o máximo que sabia era pra que cada planta que tinha na bolsa servia e algumas coisas sobre seres mágicos.

— aqui está — ela finalmente berra — vamos testar sua magia, um feitiço simples, mas com eles podemos saber a que lado da natureza você presta. Não entendi nada, mas acho que não foi pelo fato de percebe que a tal vendedora de caracol, estava nos olhando pela porta de saída, na verdade, quase babando isso me deu um arrepio na espinha.

— acho que isso serve — recobro a atenção a Eliza quando ela levanta segurado uma folha em sua mão-segure isso nas palmas de sua mão, com as palmas juntas, segundo o livro você deve sentir a natureza em cada átomo do seu corpo.

— á claro vou vira uma entidade mágica só preciso fazer isso, que fácil — retruco agarrando a folha com a mão.

— não é literalmente bobinha, seria algo como um arrepio uma sensação especial como, deixa eu ver pense em uma lembrança especial.

Então fechei meus segurando aquela sensação, parecia adequado fecha-los, mas a parte difícil foi escolher, primeiro pensei no meu primeiro beijo, depois na minha primeira festa de aniversário assim foi revirando cada lembrança que pudesse me causar alguma emoção forte até que decidi tentar não o beijo de Manuel, mas a sensação mais forte que já vivi, o primeiro e mais agressivo ataque de minha mãe quando ela vomitou sangue e marcas negras apareceram por todo seu corpo após duas semanas assim ela simplesmente melhorou, mas as marcas negras de mãos gigantes nunca sumiram do seu corpo.

Então como pura mágica sentir minha mão aquecer junto ao meu corpo, no começo uma sensação boa, mas logo aumentou, como oque sentia que ia acontecer se colocasse o dedo na tomada.

— VANESSA! — o grito de Elizabeth me tirou do transe com minha vista recuperando, mas não em um breu como você acorda, mas um branco, também não era minha vista falhando, mas todo o lugar estava branco.



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