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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 19


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Capítulo 19 - Perca da esperança


É assim ficou por longos minutos, meu corpo estava leve sentia como se tivesse flutuando no espaço, até o mundo deixar de ser uma longa mancha branca, mostrando aos meus olhos o jardim antes úmido e verde agora chamuscado, estava de pé ainda na mesma posição, mas desta Eliza estava caída com uma esfera verde a cobrindo da mesma forma que sua casa, Alex, a garota e Alexander que estava caído com uns pratos jogados no chão totalmente chamuscado.

— oque?—pergunto confusa antes de cair em um baque surdo com meu corpo paralisado e pesado, como se tivesse um elefante em meus ombros ou ter carregado dezenas de coisas o dia todo.

— calma—exclamou Eliza com a esfera verde se desfazendo e se jogando em mim, minha vista estava escurecendo e ficando manchada logo apaguei de vez.

— Droga, Manuel me ajuda — Eliza grita, alguns minutos paralisado em pura admiração e susto com todo aquele poder, um relâmpago fora invocado acertando todos nós, recobrando a noção corro em uma velocidade anormal provocando um rastro de fumaça verde em um milésimo até o corpo caído de Vanessa.

— ela tá bem vamos levá-la pra dentro — afirmo escutando seus batimentos, a pego no colo e corro pra dentro a deitando em sua cama, logo Elizabeth chega atrás de mim

— está tudo bem, ela descarregou toda sua energia espiritual, precisa apenas repousar, Eliza logo afirma ao ver meu olhar de profundo medo.

Após alguns minutos Eliza e Carol deixaram o quarto, nem sombra de Alexander aparecer, provavelmente tinha ficado assustado, porém, eu fiquei em silêncio sentado do lado do seu corpo desacordado até perde as horas.

— e leve isso depressa — o pequeno ogro falou com o sendo apontado na direção de um besouro grande com um pedaço de papel preso na parte de cima—o senhor Drácula vai adorar essas novas informações, sorte eu achá-lo, não, diria que o sangue fresco me atirou direto pra cá — ele falava mexendo nas panelas.

— já me vou—a caracol ou Carol favela jogando sua bolsa nas costas — bons negócios, mas quase morrer não é algo legal.

— não descordo — Elizabeth falou se apoiando na mesa — espero não ter perdido minha vendedora favorita

— relaxa quando tiver algo interessante trago pra você

— por favor, senhorita me permita ir com a senhora, a uns minutos têm uma pequena casa queria poder compra umas verduras e frutas para Vanessa melhorar logo — o ogro pediu acanhado com olhos de um cão pidão.

— só não me atrase—a garota caracol fala tentando parecer má, mas seu rosto inocente não ajudava muito.

O ogro logo pegou uma mochila apropriada para o seu tamanho, seguindo a mulher pouco maior que ele tentando não deixar aparecer o sorriso malicioso.

— a senhora já viajou o mundo todo-ele pergunta ao se afastarem consideravelmente da casa soterrada.

— á sim, milhares de vezes, meu pai era um vendedor cresci andando por esse mundão-ela falava dando pequenos saltos de alegria, parecia que ia perder o equilíbrio a qualquer momento com aquela bolsa imensa.

— que de mais, meu pai era um ogro zelador, cuidou a vida toda de um estábulo, onde o seu está?

— ele morreu a uns anos já — ela falava tentando manter o sorriso no rosto—foi um grande homem, se chamava Gabriel, o grande vendedor lendário, já vendeu para teus e lordes do mundo todo, o criador dos tênis eternos — ela tagarelava apontando para os tênis brancos encardidos — antes disso eu e ele andávamos com bolhas e feridas nós pés assim como vários vendedores mundiais, grande pai…

— que legal, mas cale a boca, kuklenijudski — ele recitou como uma música, momento seguinte a garota paralisou como se tivesse visto algo terrível na sua frente suas pernas tremeram.

— boa menina — ele falou sorrindo de orelha a orelha, andava ao redor da garota paralisada, com seu corpo rachando aos poucos ganhando altura ao som de passos rachando e pele rasgando, sua pele ficava mais clara junto a fios e depois tufos de cabelo negro de pontas brancas crescia em sua cabeça que se deformava até parecer com algo humano, suas mãos rasgaram deixando seus ossos a mostra até a pele crescer os cobrindo, seu olhar amarelo morto havia voltado junto a roupa que se costurava em seu corpo aos poucos, sua boca perdida todo o volume ficando com lábios finos e rachados, aos poucos linha saia de dentro de sua mão, formando uma típica trança de linhas grossas custura em sua mão esquelética.

— você não estava nos planos, acho que não teria problema brinca com você um pouco — ele falava olhando nos fundos dos olhares, passando seus dedos no rosto dela—desespero—ele cochichou em seu ouvido, alguns minutos depois suas pernas paralisaram e lágrimas caíram, como ela mês caindo de bunda no chão com um olhar de profundo medo e desesperança — aumente em mil vezes — ele falou sorrindo — ao mesmo tempo, suas mãos começaram a pressionar à terra até suas unhas quebrarem e começarem a sangrar, junto as lágrimas que caíram até começarem a despencar vermelhar a urina foi inevitável com um odor repugnante, a cena fez ele gargalhar até seu estômago doer-boa, boa, agora esperança em zero porcento—ela não gritou ou algo do tipo, se levantou caçou por um momento em sua bolsa logo tirando da mesma uma corda, ele ficou apenas observando com um olhar perverso e doentio de profunda alegria enquanto ela jogava a corda por cima de um galho dando um nó e colocando sobre seu pescoço, subindo em uma rocha, seu rosto estava sem expressão quando deu um passo caindo da rocha com seus pés sendo impedidos de alcançar, seus pés começaram a se debater junto ao seu corpo, o ar escapando de seu pulmão—não — ela tentou dizer sem ar quando sua mente voltou, mas era tarde seus olhos revirando ela desmaiou sem ar logo morreu.

— esplendido—ele gargalhava vendo o corpo imóvel suspenso no ar balançando de vagar como um balanço. Seu olhar era de profunda paixão ao ver o rosto dela torcida em desespero em salvar a vida nos momentos finais, aquilo o excitava muito.

— agora essa bolsa—ele falava arrumando suas roupas—vou ter que chamar alguém para levá-la para o senhor Drácula, mas antes vamos ver oque tem nela—ele se aproximou da bolsa, mas quando tentou abri-lá, foi jogado para longe e um alto som saiu dela uma voz masculina dizendo “está é a bolsa da minha amada filha Coraline, se afaste dela seu verme, minha filha vai usá-la para ser a maior vendedora do mundo para orgulhar seu pai” a voz grossa terminou em longas risadas.

— Droga de proteção mágica — ela berrava batendo no chão com raiva.



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