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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 21


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Capítulo 21 - Falso Rei, falso companheiro


— oque é isto? — a atual Drácula perguntava repousando em seu grande trono de ouro maciço e almofadas vermelhas, não usava uma roupa tradicional de um rei como a grande capa vermelha, estava com sua armadura de ouro e joias finas, mas ainda usava uma Coroa negra como ferro enferrujado a centenas de anos.

— é uma bolsa de vendedor majestade, o senhor Manstrol a mandou, ordenou que a entregassem isto — os dois seres de pele cinza e olhos fundos e vermelhos entraram carregando a bolsa com dificuldade, não pareciam der dá realeza, pois, usavam trapos, ínguas como uniformes, na verdade, os dois eram iguais corcundas, magricelas com mãos grandes. Quase derrubavam a bolsa pesada, no grande salão, cor de ouro e vinho mal iluminado, porém, fino e detalhadamente reluzente com um longo tapete vermelho-escuro que ia das portas de madeira dourada até o trono que fica em um palco baixo.

— ótimo — ela falou arrumando sua postura — deixem a bolsa e vão, avisem que descerei em breve preparem minha carruagem.

Os dois seres tremeram então saíram do salão sem olhar para trás com medo de serem decapitados.

— vamos ver oque você preparou para mim-ela falou se levantando e caminhando lentamente até a bolsa, a armadura fazia um barulho que preenchia o salão todo, andando lentamente como se tentasse não ter um caminhado feminino, estendendo sua mão com uma luva grossa que escondia suas mãos femininas assim como aquela armadura também fazia por está razão ela nunca a tirava.

— seu verme se afaste — então novamente a voz de proteção começou a falar, mas o Drácula, Taxa não teve reação apenas estendeu sua mão para a bolsa e logo a voz parou e com barulho abafador a mochila se abriu, tinha quebrado o feitiço usando magia algo que apenas os Dráculas eram capazes usar.

— interessante — ela falou com seu nariz coçando, já reconhecendo o odor asqueroso ela socou as mãos na bolsa, alguns segundos passando por várias coisas ela tirou uma bolsa de sangue.

— droga de caçadores nunca morrem, como baratas.

Seu olhar não mudará, mas era visível sua frustração e raiva por ter um sobrevivente do que ela nomeou “lua de sangue” a guerra que selou o destino dos caçadores, foi oque ela pensou. Com um único movimento ela apertou a bolsa de sangue que espirrou em sua armadura, e logo queimando seu rosto.

— entre de uma vez Frederico, ela falou — percebendo o odor do seu braço direito.

— me desculpe majestade, confesso que reconheci o odor e decidi vir imediatamente para apoiar a senhora — o homem alto e de terno pinguim falou com sua mão em seu peito e a outra atrás das costas como uma saudação, seus cabelos negros faziam seu rosto branquíssimo se destacar com sua pele lisa e rosto semi perfeito com seus olhos extremamente escarlates.

— sabe oque isso significa? — Jorge falou ainda irritado, seu rosto havia parado de vaporizar.

— devemos cancelar a viagem? — ele falou arrumando seus óculos meia-lua.

— Manuel e um caçador juntos, decerto vão tentar me matar na cerimônia, vamos ir agora mesmo — ele falou sorrindo maliciosamente — vamos pegar dois coelhos com uma cajadada só.

— ok senhor, estaremos prontos quando o senhor descer, eu mesmo cuidarei de sua proteção — então ele saiu fechando a porta atrás dele seu punho estava cerrado e olhos comprimidos e raiva.

— vamos nos ver em breve meu amado — taxa pensou com raiva e receio.

— ela vai ficar bem? — medo era perceptível em minha voz, ao ver Vanessa naquele estado, mesmo depois de horas ainda desacordada.

— vai sim, pelo que vi seu braço está se curando rapidamente anoite já deve estar bom, nunca vi algo assim, o brilho em sua mão além de não desaparecer quando ela desacordou, ainda está curando, Manuel eu nunca vi magia assim, eu diria quê é magia negra, magia comum não traria um membro de volta tão rápido assim, mesmo raspas de caroços de aboboras com absinto demoraria pelo menos dois dias, isso me dá medo Manuel, tome cuidado com essa garota.

Sem falar mais ela saiu do quarto me deixando só com Vanessa, não importa se é magia negra eu sei que ela é uma boa garota.

— acorde logo, você tem apenas mais alguns dias — um gosto amargo subia até minha boca junto ao pensamento de não a levar comigo.

— mestre? Está chorando? — não havia percebido Alexander entrar no quarto.

— claro que não, não seja tolo — respondo rápido — onde você estava?

— tinha saído para compra algumas coisas, mas não tinha ninguém naquela vila que formos antes, com licença, mestre terei irei fazer o jantar — então Alexander saiu do quarto.

— a garota teria enterrado os corpos? Os devorados? — penso confuso, mas logo volto minha atenção para Vanessa que aparentemente estava acordando.

— oque ouve? — ela pergunta tentando se levantar, mas falhando — minha cabeça está doendo.

— você acabou caindo não se mexa muito, tem que descansar — falo segurando sua mão para que ela não prestasse atenção no que havia acontecido.

— onde eu estou? — Alexander se perguntou confuso tentando se mover, logo percebeu que estava em algum lugar muito apertado-mestre? Ele pergunta confuso desespero começou a nascer quando ele tentou sair do lugar que estava, mas era impossível, começou a se debater sentindo que o ar estava fugindo do seu pulmão, suas mãos estavam batendo com força contra seja oque fosse que estava lhe prendendo.

— calma — ele escutou quando a luz do luar invadiu seu rosto com uma porta se abrindo.

— não faça barulho já está anoite — oque — Alexander se perguntou confuso vendo ele mesmo em sua frente, algo parecido com ele — quem é você? — ele perguntou se preparando pra lutar, vapor sua do seu corpo.

— a não, não vai se transformar — o Alexander, chamado Manstrol, pois, a mão na testa do ogro preso e repetiu sua palavra-chave pra magia de controle do ser — kuklenijudski, existência clonada — mais uma vez Alexander adormeceu, Manstrol voltou a fechar a árvore, caminhando alegremente da filha daqueles dois velhos, lembrando dela se debatendo após arrancar seus olhos, dos seus órgãos estourarem quando ele a fez a sede da pobre garota crescer e não a permitiu beber o sangue dos seus pais.



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