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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 22


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Capítulo 22 - Partida curta


— Manuel já acordou?

— mal dormi — respondo Elizabeth, me levantando ainda no escuro, ainda não havia amanhecido, coço meus olhos ainda com sono — oque foi Elizabeth? — pergunto vendi ela na porta entre aberta, usava um roupão vinho.

— temos um problema, venha cá — Elizabeth cochichou logo sumindo da porta, sem alternativa me levantei de vagar para não acorda Vanessa ou Alexander, então sigo para o corredor escuro, por sorte consigo enxergar como fosse dia — oque foi Elizabeth?

— um problema chato — ela falou, se debruçando na mesa de maneira que o roupão deixava seus seios ficavam mais a mostra — não tenho o livro, um livro com informações sobre o castelo, quê vão usar para cerimônia, mas sei quem tem.

— onde — pergunto acordando e tentando ignorar ela seu corpo.

— a uns dias daqui a uma cidade, tome este homem é o dono, a casa atrás é onde ele mora vai ser fácil de achar.

— ok — vou assim que Vanessa acordar — vejo uma foto amarelada, um homem rechonchudo estava sorrindo na foto, poucos cabelos nas laterais, olhos fundos, coberto por uns óculos meia-lua, atrás dele havia uma mansão imensa digna de filmes exagerados de bilionários, com várias janelas, um quintal gasto com duas arvores — quem é está? — pergunto vendo uma garotinha robusta do seu lado com vestido longo e tranças grossas.

— a filha dele, gustavo e rebeca charles — ela viu meu olhar exitante — são duendes não dão as coisas de bom grado.

— vou arrumar minhas coisas, tudo que importa é estarmos preparados no dia certo — soco a fofo no bolso.

— onde você vai? — Vanessa pergunta se levantando, parecia disposta — que bolsa é esse? — ela me bombardeia de perguntas, se levantando e vendo eu socar umas roupas na bolsa de ombro marron.

— tenho que ir atrás de algo para nós ajudar, vou voltar em alguns dias-respondo colocando a bolsa em meu ombro — dias? — ela repete ansiosa — se cuide, por favor vamos precisar de você — com um ar de frustração ela saiu do quarto, alguns minutos após arrumar minhas coisas também saiu do quarto, passando por Alexander que parecia estar cozinhando algo.

— Vanessa? — pergunto vendo que o lugar todo estava vazio, saiu pela porta, para ver às duas se batendo segurando espadas de madeira, era realmente incrível, a velocidade da Vanessa era muito alta quase tão rápida quanto eu, porém, Elizabeth não ficava atrás, realmente também era muito veloz até mais que Vanessa.

— já vai? — Elizabeth gritou, suada e bufante ainda dando conta de impedir os ataques da Vanessa.

— já, espero chegar lá em dois dias, já preparou a carruagem? — pergunto indo até Vanessa, ela provavelmente disse sim, mas estava concentrado na Vanessa, seu olhar determinado, seu lindo rosto, me lembrava daquele beijo, talvez um novo beijo.

— até — falo recobrando minha consciência e indo de encontro com a carruagem, depressa jogo a bolsa dentro da carruagem oca e sento me pegando no laço dos cavalos.

Logo Manuel disparou com as cavalgadas pesadas, perdendo ele de vista então Elizabeth me puxou de volta para o treinamento, voltando a posição seguro a espada com força, ela saltou em minha direção preparada para fazer um corte horizontal, mais rápida ergo minha espada e às duas se chocam me lançando para o lado, consigo permanecer de pé, mas logo Eliza estava em cima de mim se preparando para me chutar, consigo ergue minha espada acertando sua perna, a espada logo racha não aguentando o chute pesado, com o choque acabei caindo com tudo no chão segurando a espada de madeira quebrada.

— esta tudo bem? — Eliza pergunta vendo que tinha exagerado no chute.

— está sim vamos continuar, pego os dois pesados da espada indo a trocar.

— você está boa, se não fosse de madeira teria amputado minha perna, pegue às duas espadas quero dizer as de verdade, acho que você está pronta — ela fala sorrindo animada.

— ótimo — o ogro falou, olhando às duas garotas treinarem intensamente, uma barata em seu ombro-avise para ele pequenina — ele sussurra para a barata, a própria voo de seu ombro caindo já fora da casa, em um musgo barrento, logo luzes roxas emergiram de la saiu um rato, rastejando por muito tempo, quando já fora do território de Elizabeth o rato se contorceu sua pele rasgando e pernas entrando na gosma cinza que q o rato se tornara, ganhando penas e penas, um bico torno debaixo de seus grandes olhos, havia se tornado um pombo amarrotado, lançou voo em direção ao palácio que o Drácula se encontrava.

Passando horas voando em uma velocidade anormal, suas penas começaram a se soltar caindo em gosma, quando chegou ao palácio era apenas uma bola de carne cinza.

— ótimo — O braço direito do Drácula fala vendo a bola de carne se dissolver em uma janela aberta.

— uma carta de Manstrol, novas informações, bom garoto — ele fala segurando o sorriso largo e emocionado, indo em direção ao Drácula que estava se preparando para a sua renovação.



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