História Mil historia de um vampiro - Capítulo 24


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Capítulo 24 - Um vampiro curado


— falta pouco amigos — falo olhando para os cachorros, cavalgaram por dois dias inteiros, mas logo iam descansar, dois dias já tinham se passados dês que deixei às duas — você está se esforçando muito Nessa — falo percebendo que estávamos nos aproximando de um grande muro que corria até onde os olhos podiam ver seguindo em linha reta longo o bastante para um vampiro não enxerga o final.

— quem é você? — um dos dois homens perguntaram da estrada da cidade, usavam uniformes militares e portavam rifles-vamos, fale — o mais velho de pele avermelhada de bigodeira branca falou apontando seu rifle na minha direção.

— calma aí Joaquin — o mais novo falou se aproximando de mim quando finalmente parei — vamos, diga quem você é? — o mais novo rodeou a carroça até mim, o velho rodeou a carroça a procura de algo suspeito.

— me chamo Manuel, estou aqui pra buscar algumas verduras, oque esta acontecendo? — pergunto ainda sem entender o muro gigantesco em volta da cidade.

— a meu senhor, varias coisas, não sabia estamos em guerra, que estranho alguém não saber — ele tal pegando um cigarro em seu bolso dando uma tragada rápida como um professor prestes a contar uma história de vida — a guerra, alguns paraguaianos ou paraguaia, não sei bem, bom estão tentando tomar nosso território por isso construímos esse muro para proteger os cidadãos, além de ser bom de impedir que ratos cheguem, esta é uma boa cidade, mas afastada de mais da capital, aqui falta tudo comida, estrutura, médicos, se a tuberculose chegar aqui não vamos poder fazer nada — seu olhar parecia vazio e preocupado com a vida enquanto tratava seu cigarro, parecia esta observando cautelosamente esperando uma tosse ou alguma amostra de eu estar doente, não parecia desconfiado de mim, mas preocupado com sua família, ele acenou para o mais velho dando outra e a última tragada antes de jogar o cigarro no chão e apaga-lo a uma pisada brusca — pode passar, boa estádia — ele falou abrindo completamente a porta da cidade. Tomo novamente as rédias dos cavalos cansados e irritados e adentrarmos a cidade, quando entrei me surpreendi era uma cidade simples com vielas e várias casas amontoadas, mas coloridas transmitindo vida e riqueza mesmo com suas ruas apertadas de terra, não dava pra andar de carruagem pelas vielas comprimidas.

— vocês vão ter que fica aqui, amigos não vou demorar — então pulo para fora da carruagem, mas caiu no chão sem forças me apoio em um dos cavalos para não cair no chão, estava tonto.

— mas que diabos — tento fala, o mundo girando e minha cabeça doendo como nunca acabo cambaleando até um beco segurando ni que via para não cair — só preciso descansar um pouco — sufoco caindo em sacos perdendo a consciência.

— ei acorde! Saia logo seu vagabundo.

Acordo depressa com um homem imenso quase o dobro do meu tamanho me chutando para fora do beco ou da frente de suas casa, um garotinho nos olhava da porta quase fechada — droga, sempre esses vagabundos.

Me levanto dos sacos de lixo — cale a boca, verme — falo pronto para quebrar o seu braço.

— como que é? Está bêbado? — ele fala rindo e logo me pegando pelo colarinho do meu sobre tudo com duas mãos gigantes como as de um gorila raivoso, seus olhos miúdos emitiam uma profunda raiva, mas não de mim acho que da cidade ou da situação.

Voltando a mim simplesmente fecho meu punho, um soco poderia quebrar suas costelas, levanto meu punho rapidamente o acertando no peito maciço esperando o cuspir de sangue ou o barulho dos ossos quebrando.

— chama isso de soco, fracote — ele berra dando um murro no meu estômago, foi oque senti um pesado murro do estomago que me fez perde o ar e me dobrar em dor me sentindo humano.

— é assim que se faz — ele grita me jogando no chão — agora vaza!

Sentindo meu estômago torce, como nunca em anos eu não sabia oque estava acontecendo, de repente estava rastejo para longe tentando não vomitar fraco como um humano, após alguns segundos rastejando finalmente consegui me levantar parando de correr pelas vielas apôs percebe que não via mais um lugar nem o brutamontes.

— mas que droga ta acontecendo? — me cobro por uma resposta — estou fraco além de lento, e com fome? — me questiono ao percebe que estava quase babando por uma fornada de pães da padaria em minha frente, era pequena com nada além de um balcão branco visível com vários tipos de Paes-onde esta meu dinheiro? Onde caralhos está minha carruagem? — grito apalpando todos meus bolsos visíveis percebendo que tinha sido roubado-oque? — paro, paralisado — por que quero comer? — sento em uma quina de uma casa na viela de terra com inúmeras portas de casas — eu sou humano de novo? — paraliso ao percebe tantas mudanças-preciso falar com Elizabeth, ela vá saber oque está acontecendo comigo, não, vou achar logo oque precisamos não posso gastar mais tempo-penso me levantando, a imagem ainda ardia viva em minha mente, sorte, não por uma peculiaridade vampira, mas minha, Manuel o humano, também o escritor de cartas falido antes de ser um vampiro, um passo de cada vez, começo a caminhar pensando nas coisas que devia fazer agora comer, dormi não seria mais uma escolha para me sentir mais humano, o cheiro daqueles pães não saia de mim, então sorrio, pensando nos sabores que eu poderia voltar a sentir de novo, comer um chocolate e sentir o sabor, não mais sentir como se tivesse comendo algo sem sabor.

— sorte — rio socando a mão no bolso, um bolso dentro do meu sobre tudo preto, um bolso uso para guarda algumas coisas, por sorte consigo toras de lá algumas moedas cerca de 5 reais e…

— minha aliança…

Pego entre meus dedos a aliança de falsa prata e um rubi escarlate no topo… a aliança que ia usar no nosso casamento… Paraliso de medo lembrando de quando ela provou o vestido, era a mulher mais bela do mundo, sua aliança era de prata verdadeira com um rubi menor, escolha dela.



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