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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 25


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Capítulo 25 - Uma prostituta com sonhos


— após me descontrolar e acabar comprando alguns pães e os devorando — que delícia, melhor que beber sangue, humanos sortudos podem comer coisas gostosas todos os dias — penso procurando um bar, sempre foram bons lugares para conseguir informações, e alguns minutos andando pela cidade foi o bastante para percebe que precisava conseguir informações — esse não serve — falo passando por um bar, com suas letras douradas em uma placa verde que fazia as paredes e a porta beje se destacar de mameira simples, era um bar novo demais, passo direto pelo bar e varias casinhas amontoadas uma em cima da outra até começar a ir para o centro da cidade mudando o chão de terra para asfalto barato — este serve, acho — penso ao entrar no bar de madeira velha como sua fachada, uma entrada com a porta apodrecida e um cheiro forte de cachaça barata e carme queimada, o interior não me surpreendeu, mal iluminado com várias mesas redondas com várias pessoas desmaiadas sobre elas e ao fundo um balcão longo de madeira, com várias garrafas nas prateleiras atrás dele.

— posso ajudar? — o cara falou, penteando sua barba longa alva, seus olhos eram quase invisíveis atrás das lentes grossas, marrons.

— tenho apenas isso, me dê algo para Beber — falo me sentando no banco e jogando as moedas no balcão, logo ele traz um pequeno copo e o enche com algo amarelado.

— novo na cidade, né se quiser alguma acompanhante posso fazer um presso especial, e ele sussurrou apontando para uma porção de mulheres sentadas na mesa de um cara que com certeza não tinha consciência do quanto está gastando.

— preciso de informações, to procurando um tal de Gustavo char…

— não posso ajudar, por favor saia logo daqui — ele falou rispidamente, então frustrado tomo um gole do que presumir ser cachaça barata com água, me levantei do banco vermelho e sai do bar velho chamado “taverna do lixo, luxo”

— e agora? — me pergunto pensando no que poderia fazer — talvez se eu subir em um lugar alto possa ver a casa… — penso saindo de perto do bar, pensando se já tinha visto algum edifício alto o suficiente.

— ei, o moço não quer se divertir um pouco? — na hora me viro para trás, para ver uma mulher de cabelos curtos, cor escarlate — ta afim ou não? — ela fala meio com raiva, oque combinava com sua expressão mesmo com um rosto redondo e ligeiramente delicado ela conseguia parecer com raiva.

— preciso chegar em um lugar, posso te pagar bem — falo já esperando que ela negasse.

— claro, quanto pode pagar eu sou bem cara — ela fala arrumando seu vestido verde (esmeralda), curto mesmo para uma mulher baixa como ela, não chegava nem ao meu ombro.

Era trágico, mas já conhecia como esse mundo funcionava, não perderia ela, mas eta o jeito.

— é de verdade, vale no mínimo dois mil — falo mostrando minha aliança para à prostituta — fique com ela como garantia, irei te pagar pelo menos quatro vezes mais.

Por uns dois minutos ela não falou nada, ficou apenas observando o anel em minha mão como muitos a pedra vermelha parecia brilhar ao som de pura ganância.

— quero cinco vezes mais ou nada feito e se for mentira irei vender seu anel — ema aceita o serviço pegando o anel e o depositando no sutiã — onde você quer ir?

— preciso ir até Gustavo, Gustavo Charles ele…

— mudei de ideia, ele é o pior verme do mundo — ela voltou a mão ao sutiã me devolvendo o anel.

— por quê? Não é dinheiro suficiente?

Ela olha pra baixo, aparentava estar pensando nos pros e contras.

— você é oque? Outro corrupto? — ela levanta seu rosto com um olhar de ódio

— não sei oque está acontecendo nessa cidade e não sou um político, só vim pegar um livro que estou procurando a um tempo.

— um livro, está de brincadeira né?

— não, não estou

— quero sete vezes mais — ela sussurrou pegando o anel de volta — vamos logo é meio longe — ela fala começando a andar na minha frente, parecia estranha, já vi, varias prostitutas, ela não tinha o olhar ou o cheiro de uma, começo a segui-lá.

Passamos por uma dúzia de vielas ora de chão de terra e casas amontoadas umas, nas outras, ora chão de asfalto e belas casas imensas.

— por que não gosta dele? Te fez algo?

— ele fez algo pra todo mundo, é o pior presidente que já tivermos — ela bufou olhando pra baixo — a desigualdade sempre foi um fardo pesado para este país, mas ele… Aqui você não pode escolher, se é um garoto pobre você rouba, traficá faz tudo pra viver, como uma iniciação na vida você perde seus sonhos, se você é uma garota bonita pode ter a chance de vencer na vida, sendo uma puta particular de algum velho rico ou apenas vive sendo um pote de esperma… Mas com essa grana vou poder sair daqui, então não tente me enganar — ela fala olhando pra cima, já estava anoitecendo — é só um sonho talvez impossível mas, fala aí que livro é esse — ela pergunta fazendo a gente entrar em uma via apertada

— é só um livro que quero muito.

Viramos outra vez subindo uma fuá curta.

— pra vir aqui, espero que seja algo melhor que "o cortiço” ou “Sherlock Holmes" — ela acaba me fazendo rir um pouco.

— vai ter que vim comigo, pegar o dinheiro — descemos a rua chegando a um parque pequeno, mas logo entramos em uma rua larga.

— chegamos — ela finalmente fala, estávamos a frete a casa da foto, mas essa parecia maior com uma placa “casa do prefeito de joão Santos” — vou esperar aqui fora enquanto você pega seu precioso livro.

Logo abro o portão curto entrando no jardim gramado com una trilha de pedra, subi as escadas escassas até uma imensa porta branca, bato duas vezes e logo ema se abre, estava apenas encostada me permitindo ver uma sala branquíssima com moveis finos, um sofá bege, um tapete de tigre, uma televisão grande e uma possa de liquido vermelho espalhado no chão.



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