História Mil historia de um vampiro - Capítulo 27


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Capítulo 27 - O desiquilíbrio de Vanessa


— bons sonhos, bons — o ogro sussurrava entrando no quarto escuro onde havia dormido ao lado de suas presas esperando as ordens para os eliminar e onde Vanessa dormia pesadamente coberta com um grosso coberto marrom de peloa grossos e cheiro de vinho, havia quatro dias que Manuel havia partido para conseguir informações sobre o castelo que planejavam invadir em uma missão suicida, dois dias depois dele parti o frio veio repentinamente fazendo os animais se esconderem e a lareira ficar sempre acesa, logo Elizabeth tinha trocado os decotes volumosos por grossas camisas com Vanessa, ela tremia com seus nervos machucados e cansados, mesmo com o frio e os ventos cortantes, mesmo dormindo ela se lembrava vividamente dos saltos e de correr no gramado congelando nunca soltando sua espada de madeira determinada em salvar sua mãe, a contra gosto de Elizabeth, Vanessa saiu pela manhã e até a noite ficou balançando sua espada de madeira, não parou quando ficou fom fome ou quando seu pulmão chiou e queimou sofrendo pelo frio, nem quando suas juntas ficaram vermelhas e duras, parou apenas pela noite quando caiu no gramado gelado, seu corpo queimava em febre alta e sua consciência estava longe, mesmo Elizabeth a trazendo para dentro perto do fogo, Vanessa não melhorara muito, e sua magia Não pudera ajudar, sua magia não era capaz de burla a natureza humana, sem opção ela deitou Vanessa, junto deixou uma chama quente azul que flutuava agora apagada.

— vamos ver, oque farei com você — ele falava tateando pela cama, observando a garota dormi, passou seus dedos grossos como estojos de couro cinzento, olhando a garota tremer de frio

— que tal… — ele alisava o rosto gélido e trêmulo — emoções, trezentos e seis porcento — com essas poucas palavras ele sorri se virando de costas e indo para sua cama, segurava um sorriso gigantesco no rosto.

— Vanessa acorde, acorde logo — Elizabeth a sacudia.

— oque foi?

— ora menina, você está melhor? — Elizabeth me sacudia como louco.

— sim acho, oque ouve? — pergunto pensando no gosto amargo na boca, Eliza parecia esta nervosa, mas tudo que pensava era em Manuel, ele esta bem? Sentia meu peito inflar a cada momento.

— ta me ouvido? — Eliza grita me olhando com raiva.

— to… to, desculpada — peço quase chorando, por que ela tava brigando comigo? Eu fiz besteira?

— vem logo vou te examinar — ela me puxou pelo braço me arrastando até a sala e me sentando na cadeira — fique paradinha ai.

Ela levantou suas mãos de forma ameaçadora e logo uma luz azul começou a andar pelo meu corpo, com medo me levantei e comecei a me debater tentando tirar aquela coisa de mim, confusa Elizabeth me pegou pelos braços — calma vanessa — ela grita me assustando, tentava me debater me soltar dela, ela queria me machucar.

— ME SOLTA, DROGA — a empurrou pra longe, estava com muita raiva, ela bateu a cabeça na mesa caindo desacordada no chão.

— oque ouve? — minha cabeça doía muito, me levantando do chão — Vanessa? — a via ainda com a visão turva, ela estava encolhida tremendo de panico em um canto debaixo da mesa — você esta bem? — pergunto engatinhando até ela, minha cabeça doía e meu corpo estava fraco no momento.

— desculpa, desculpa, desculpa eu não queria.

— está tudo bem — aquilo não era normal, pela minha intuição e experiência acreditava que aquilo não era normal, uma maldição ou consequência de usar magia todos os dias talvez.

— venha comigo querida — falo a pegando pela mão, a sentando novamente — fique calma minha querida isso não vai doer — ela tremia de medo, aquilo era deveras estranho e assustador, mas logo Ergui minha mão — datgelu eich melltith — pronunciei e logo uma névoa azul se formou no topo de sua cabeça.

— OQUE É ISSO?

— calma minha querida logo, logo vai melhorar — a fumaça trovoava ameaçadoramente, quem fez isso não estava de brincadeira, magia, nível 7 algo como nunca vi a anos — espere aqui querida — no momento seguinte corri para o meu quarto, abrindo a porta em bruscamente, passei rapidamente pela cama grande com cobertores cor de vinho, me abaixando no criado mudo feito de baldaquino.

Abrindo uma gavetinha pequena, logo saltaram sapos azuis e vermelhos de dentro — ONDE ESTA DROGA — jogo a gaveta pra longe derrubando tudo que havia dentro, me lanço para a comoda de porcelana — AQUI! — pego de uma portinha, um pequeno pedaço de madeira, logo corro de volta a sala batendo meu ombro na porta entre aberta do meu quarto.

— abra a boca meu bem — falo acariciando seu rosto, mas ela recusa.

— por favor, podemos fazer oque você quiser depois.

Alguns minutos tentando a convencer sem sucesso resolvi tomar outro caminho — iluzija Manuel — um segundo depois uma ilusão de Manuel entrou pela sala.

— Vanessa por favor tome por mim.

A ilusão falou ao meu comando, era exatamente como Manuel mas com o objetivo de mexer com as emoções da garota, e como magica vanessa meio vermelha abriu a boca, me permitindo quebrar lascas da madeira em sua boca, logo em seguida a nuvem se desfez diminuindo lentamente e Vanessa caiu no chão se quatro quase vomitando, parecia estar tentando cuspir algo preso em sua garganta — amiga você esta bem?

Ela nada respondeu, ficou muda com a nuvem voltando a sua cabeça, porem estava menor e e mais clara com poucas trovoadas e com menos forças.

— oque você ta fazendo Elizabeth? Está tentando me matar? — ela sussurrou Quase chorando de medo, então correu para o seu quarto trancando a porta, atrás dela, por um segundo eu não a alcancei, mas fiquei sentada lá por horas esperando ela sair, esperando aguentando o frio.

— madame — o ogro cochichou sentado na cama, a garota se virou estava claramente assustada — a senhora precisa de algo? — ele segurava seu sorriso incrivelmente grande e medonho como sua sede de sangue, ambos escondidos atrás do sorriso meigo que prendia em seu rosto.

DOI minutos esse foi o tempo para que eu pidesse perceber — droga, VANESSA SAIA DAI AGORA, NÃO FIQUE PERTO DELE — eu berrei tentando destrancar a porta, a porta que encantei para não se abrir para ninguém alem deles, como uma proteção agora uma armadilha.

— VANESSA ABRA ESSA PORTA — grito batendo e usando feitiços na porta, oqiebfoi inútil



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