História Mil historia de um vampiro - Capítulo 28


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Capítulo 28 - O mentiroso suspeito


— vamos, repita para ver se entendi tudo — Gustavo sentará no sofá depositando a bandeja com intercílios de chá na mesinha de baldaquino.

— me chamo, Manuel vim aqui em busca de.

— quer uma ou duas colheres de açúcar? — ele perguntou servindo uma xícara de chá para Manuel.

— quatro por favor, este livro é sobre um castelo que estamos estudando, queria que me desse ele.

— aqui pegue, é o castelo que o Drácula estará Certo? Não precisa responder — tomou um gole de chá — Elizabeth já te falou que isso não ira sair de graça né? Não esta muito doce? É bem gosto né, entendo.

Ele estava agitado, querendo subir para ao lado da filha, mas tinha uma chance de ouro nas mãos, uma chance de conquistar a cura que tanto ansiava.

— vou querer, que pegue alguém pra mim, um velho conhecido — ele pausou tomando um longo gole de chá de bordo, da xícara branca com pétalas rochas pintadas cuidadosamente no item caro — um mau feitor, como prefeito preciso que o capture, mas a polícia será inútil neste caso, um leprechau audacioso e fujão, este sera seu trabalho, se conseguir te darei o livro. Claro — ele completou vendo minha expressão — te darei uma pequena quantia para se manter na cidade até pegar aquele facínora.

Ele então se levantou com sua xícara vazia, até á lareira, virando o grande quadro de um pêssego e de um cofre tirou algumas cédulas e a foto do homem, me entregando ligeiramente.

— agora vai, não temos tempo a perde, ela costuma ficar no outro lado da cidade com sua raça — o prefeito Falou rapidamente fechando a porta atrás de mim.

— eae como foi? — esqueci dela, ainda estava me esperando, sentada no escuro da noite.

— bem, já tenho uma parte do seu dinheiro, quando puder trago o resto — balanço o dinheiro em sua frente para que ela o pegasse.

— ai você some e eu ficou sem minha grana, não mesmo, vou com você pegar minha grana — ela tem uma reação negativa, mas concordei de certo modo fazia sentido.

— vou pro outro lado da cidade, vem junto?

— esta tarde, vamos descansar — ela começa a andar na minha frente sem escolha a sigo, logo virando a esquina entrarmos em um pequeno motel.

— ele vai pagar, quero um quarto.

Ela simplesmente foi, joguei umas notas na balconista ela seguiu pelo corredor estreito e mau cheiroso.

— não gaste um dinheiro que não é seu — falo alto entrando no quarto, era pequeno com uma grande cama redonda em panos vermelhos como a luz que iluminava o quarto, além da cama havia uma cadeira e uma mesa.

— que lugar, em — resmungo olhando pela janela, a rua vazia e escura com o único lampejo de luz sendo de um bar no fundo da rua.

— então oque ouve com o seu livro?

— vou ter que fazer uma coisa para conquistar ele, que lugar é esse? Não parece seguro.

— é, pra mim — ela sussurra se deitando na cama — vai ser uma longa noite, não que se diverti um pouco? De graça obvio.

— abra a porta madame, a senhorita Elizabeth só quer ajudar — insistia a ogro tentando tirar Vanessa da porta, ainda trêmula.

— VANESSA FIQUE LONGE DELE, ELE NÃO É CONFIÁVEL — frio forçando a porta

— CHEGA — escutei ela gritar, e logo a porta se abriu, a expressão de Vanessa era de ódio, estava furiosa, mas a ignoro indo em direção ao ogro.

— QUEM É VOCÊ?

— madame por favor — ele guinchou de medo se encolhendo — sou eu Alexander.

— proteção grito e logo uma bolha verde cobre a criatura — é isso que vamos ver — balanço meus braços fazendo um formato de um círculo em sua direção — oque? — estava perplexa, no tipo de sua cabeça mostrava apenas um pouco de mana, pouco de mais para um feitiço daquele, quem mais poderia ter feito aquilo se não ele, aqueles três íncubos de suem eles falaram talvez.

Antes que outra palavra pudesse ser solta naquele quarto, Vanessa caiu em um baque surdo.

— Madame — o ogro berrou correndo até ela

— finalmente fez efeito — fique perto dela, quando a acorda deverá vomitar, mas estará melhor, preciso planejar o próximo treinamento.

— entendido, senhorita.

Escuto ele dizendo, antes de deixar o quarto e ir até meus aposentos, para planejar o treinamento e pensar no que acabara de ver, afinal para um ogro como Alexander não era normal ter tão pouca mana, definitivamente era algo estranho.

— acorde logo bicho preguiça — escutei gritos, grosso no meu ouvido, era uma lástima, mesmo no chão aquela era a melhor noite que havia em séculos, interrompida por uma mulher irritante.

— calma já estou me levantando!

— vamos logo, não quero passar a minha vida toda do seu lado, vou te esperar la em baixo, desça logo, ou a conta do café da manhã vai sair caro — ela berrou e logo bateu a porta com força fazendo me acorda no tranco, sem esperanças de volta a dormi me levantei do chão úmido, na noite passada havia ignorado ela e repousado no chão.

— vamos logo, hoje mesmo vou captura esse facínora, mas antes preciso compra algo para me proteger — estava acostumado a lutar como um vampiro, mas como humano as coisas seriam diferentes estava muito limitado — uma espada talvez — recordava os tempos de lutas, grande usuário da espada meu professor, l Sr.zumbi, mesmo que preferisse um velho revolve sabia como ninguém usar uma espada ou como chamava peixeira.

Sem mais devaneios saiu do quarto, dando de frente logo para a saída, ela comia perto da janela, não sei oque houvera comigo, mas tive a sensação súbita que a conhecia de outros tempos.

— esta, pronto? — ela perguntou socando outra fatia de torna na boca, parecia realmente faminta.

— precisamos ir em um lugar antes.

— claro, um fracote como você precisaria se proteger nessa cidade principalmente sem suas habilidades — ela falou saindo da mesa jogando umas notas na mesma.

— oque? — me pergunto confuso a seguindo para oque pensei ser um lugar que poderia arranjar algo que precisasse.



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