História Mil historia de um vampiro - Capítulo 29


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Capítulo 29 - Traição e poder


— cliente difícil — o homem esquelético cantarolava guardando sua adaga velha e segundo ele uma adaga chines rara, era a terceira adaga americana e velha que me apresentava, segundo ele era uma francesa, una inglesa e a última chinesa.

— queremos algo mais pragmático. — ela sussurrou para o seu conhecido, e logo sorriu com seus dentes amarelados, se abaixando atrás das caixas velhas naquele beco escuro e sem saída, logo se ergueu em suas mãos, continha um revólver, enferrujado e gasto, mas em bom estado.

— com 12 balas, 200 uma pechincha

— eae oque acha? — ela olhava pra mim desconfiada.

Sem falar nada jogo quatro notas de cinquenta na caixa e pego as balas e a arma, saiu rapidamente do beco.

— aonde vamos agora? — ela pergunta me acompanhando.

— atrás desse cara — mostro a foto do homem robusto de olhos miúdos, barba negra e grande diferente do seu tamanho minúsculo, ela parou os passos por um momento, acho que estava andando muito rápido com pressa, por sorte seu rosto era conhecido e o traficante de armas soubera por onde esse homem andava, bar sem mundos, lavadeira oliver baras e a praça central, era complicado, mas já me habituava ad placas confusas e cheias de nomes, funcionava de uma forma estranha, mostrava primeiro o nome da rua e o nome da próxima, as placas tinham até quatro nomes e cada um com uma seta para identificar a rua.

— aqui — paro diante ao bar, passo pela porta pela metade, sem surpresa várias messas em um bar escuro, algumas pessoas desmaiadas nas mesas e nos cantos do bar. Loo o avisto, facilmente era visível no fundo do bar com várias pessoas ao seu lado.

— fique aqui, volto logo — falo para ela, entrando no bar, o chão de madeira rangia em som único e alto, segurava a arma dentro do meu sobre tudo amarrotado e sujo.

— ei você ai, venha comigo — exclamo apontando a arma para o seu rosto.

— QUE PORRA É ESSA CARA — ele grita se encolhendo as pessoas correram.

— que porra é essa cara — a prostituta berra, atrás de mim.

— esse é meu trabalho, vou levar ele, o resto sai de perto.

Me aproximando para o pegar pelo pescoço, mas na hora que dei um passo, sentir um baque surdo e forte na minha nuca, como um humano caiu direto no chão sem forças e desmaiando, mas antes de desmaiar escutei vozes.

— lamento cara, mas sua grana não é mais importante que minha família.

— como vai lucas? O homem alto e de olhos grandes perguntava no escuro atrás de uma grande mesa de escritório escura e com várias coisas em cima, do outro lado da mesa, havia um homem ajoelhado no chão árido, surrado com o olho roxo e grande hematomas na sua pele clara.

— me perdoe Sr.Leprechau, semana que breve terei o dinheiro — começou a choramingar — por favor senhor — levou sua cabeça ao chão em forma de reverência a procura de misericórdia, lembrava vividamente do que aconteceu quando demorou três dias para pagar os (quinhentos) conto, as marcas de uma surra bem dada ainda estavam no seu corpo fraco.

Um dos, dois brutamontes sorrio ligeiramente atrás do azarado homem, seus punhos estavam cerrados implorando para quebrar outra costela daquele rato-de-esgoto, ou talvez uma perna, ou alguns dedos.

O outro, era menor e magrela, segurava uma faca como um sorriso escancarado em sede por corta a pele seca do verme em sua frente.

— agora são quinhentos — o homem atrás da mesa respirou fundo — se eu deixar você ir serão setecentas, o senhor vai ter essas setecentas? — ele se, pois, mais afrente, olhando atentamente o medíocre homem, ainda não era possível enxergar seu rosto escuro.

— sim senhor eu juro

— e como planeja me pagar? — ele pega um lápis da mesa e o parti no meio, fazendo o homem se assustar, tremendo mais que antes.

— eu imploro, tenho família meu senhor

— os venda então, quero meu dinheiro.

— senhor? Ela chegou, a senhora Para — um homem esquelético e palio, uma palidez não natural, mas de medo, não estava acostumado a quilo.

De pronto o homem mistério estalou os dedos, os dois guardas atrás do azarado o pegaram pelo braço fazendo o gritar "EU PROMETO PAGAR"

— demais uma lição nele, vamos fazer ele pagar logo — o misterioso falou demostrando misericórdia de sua própria maneira.

— vamos, mande a entrar — ele falou acendendo um cachimbo.

— se-senhor ela esta com alguém.

— mande que entrem também oras.

— vamos ter que trazê lo até aqui — o novato saiu quase perdendo o equilíbrio por causa do medo, não deu outra logo a prostituta conhecida como Lara entrou seguida por três homens, dois arrastavam outro conhecido como Manuel, o jogaram para dentro o amostrando pelos braços em um cano de ferro na tubulação.

— oque foi desta vez irmã — ela falava cansando, não era a primeira vez que ela vinha até ele com algum problema, não era irmã de sangue, adotada por seus pais por ser útil nos trabalhos de roubo extorsões, mas o misterioso Se.leprechau a amava como sua irmã de sangue.

— esse, cara, ele te caçou pela cidade toda, não sei oque ele quer, mas antes de vim aqui foi falar com o nojento do elfo prefeito.

— que interessante — o misterioso cochichou se levantando e saindo das sombras, tinha um rosto quadrado e robusto barba por fazer e olhos miúdos, era corpulento sem pescoço usando um terno festival verde-esmeralda.

— sabe o nome dele?

— é Manuel, não Seibo segundo nome.

O homem apagou seu cigarro na própria mão, analisando Manuel cautelosamente, sem aviso colocou a mão na cabeça pequena, e a apertou com força.

— DROGA— Manuel acordou gritando — onde estou quem é você?

— eu que pergunto meu (chara), quem é você e por que estava com minha linda irmã?

Logo Manuel entendeu a situação, tinha sido traído, preso em um lugar estranho, em sua mente passava possibilidades de fugir, por azar ou sorte não era a primeira vez que ficava numa situação destas quando humano, mesmo que não lembrasse de muita coisa.



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