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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 31


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Capítulo 31 - Lembranças amargas


— calma filha, logo, logo ele vai chegar — ele sussurrava para a filha — em sua mente dançava a imagem dos intercílios na mesa da sala, preparados para extrair o sangue do leprechau, o último ingrediente para a fórmula que poderia curar sua filha, uma fórmula que continha pelos de unicórnio, algo muito raro para se conseguir de maneira correta, raízes de mandrágora irlandesa e outras coisas do tipo, mas nada tão empolgante. Alisava o rosto lívido e gélido, ela dormia pesadamente a doença roubava toda sua energia, lembrando dela correndo com o sorvete, se balançando no balanço do parque aquela manhã, o demônio da tristeza então veio, sentando no seu ombro, no outro o demônio do “e se” fazia o pai pensar.

— e se, não fosse seu pai você poderia estar melhor, e se eu tivesse percebido a doença mais cedo, você estaria bem agora e pensamentos do gênero.

No quarto escuro pensava na bebida brilhante esmeralda, refletida pela luz do luar. O velho absinto, ganhou a três anos, um infeliz presente de seu colega de trabalho, a dois anos tinha completado o “AA”, por que nunca a jogou fora? Ele pensa rastejando ate o líquido verde.

— como se sente Vanessa? — Eliza perguntara organizando seus livros na mesa, des. de ontem Vanessa continuava descansando com suas emoções a flor da pele, mas já estava melhor Não curada, mas melhor.

— s-sim estou — ela respondia socando um pãozinho doce na boca, de geleia, Alexander sempre fizera ótimos pratos — desculpa eu não queria causar problemas — ela choramingou apertando suas mãos, parecia nervosa e ansiosa, seus olhos rodeavam todo lugar menos os olhos de elizabeth.

— Ficarei fora essa noite — ela socava dois ou três livros em sua bolsa de ombro quase a rasgando — tenho quase certeza que uma rosa colhida na luz do luar, se eu triturar e misturar com canábis — ela bufou colocando a bolsa no ombro — são famosas por curar varias doenças com um pouco de magia, até logo, Alexander cuide dela voltarei apenas pela manhã — ela falou fechando a porta atrás dela impedindo que o ar gélido voltasse.

Se afastou pisando firmemente com suas botas cor-de-vinho da mesma cor da capa que usava para cobrir seu corpo todo, “capa dos loucos” exclamou ao pegar e vesti-la.

— fique bem, amiga — ela pensou caminhando pela rua escura e deserta.

Dentro da casa, não se fazia tanto frio, os ventos congelantes não os alcançavam.

Vanessa estava mais disposta, porem ainda emocionalmente desestabilizada, por vezes se encontrava chorando com a lembrança de sua mãe, praticamente uma que insistia em atormenta-lá, a lembrança de sua deitada, os hematomas em seu rosto, produzidos pela maldição, seus olhos vermelhos de desespero e medo, a última vez é que vira sua mãe, antes de sai de uma provável cura, decidida em salvar sua mãe depois que vou à maldição em um dos livros que sua mãe sempre escondeu, ainda após tanto tempo lembrava do que leu em completo desespero.

Três anos de azar, três libras de ouro.

Dois goles de veneno dado pelo inimigo.

Ira dormi quem beber do líquido maldito.

Pele de dragão olhos de caipora?

Absinto concentrado e o néctar dos Deuses.

Dado pelo seu inimigo, melhor amigo.

O néctar da ambição

trazendo gloria à quem beber.

Essa bebida, maldição reinará para sempre no seu sangue.


Para curar a maldição, o sangue sera derramado.

O sangue do seu assassino

Para se salvar, a morte do assassino é preciso.

Ao fim do objetivo.

Se lembrava de todas as histórias sobre os caçadores que sua mãe a contou, mas sempre pulava uma história do livro de conto dos caçadores o “mil contos de mil caçadores”, mas quando ela desmaio, Vanessa sentiu que Precisava saber de tudo dos caçadores talvez achasse uma cura, e lá estava o conto que nunca ouvira, onde contava sobre a maldição que fazia todos de sua linhagem ter que se vingarem, a bebida que o Pai do terceiro caçador fez o tomar, com a vingança de matar sua mãe, Alexandre o Grande.

Era algo simples ela pensava, só tinha que matar o último ser que matou se descendente, até ela ver nos registros o nome grande e vermelho Jorge-Drácula, como agora sentada na mesa nervosa, o gosto amargo subiu na sua garganta, e um arrepio venenoso pela espinha.

— esta tudo bem? — o ogro perguntava sentando na cadeira, seus olhos superavam um pouco a mesa, estando de pé de igualdade com os doces bolos, frutas e outras guloseimas.

— eu só preciso treinar — ela se levanta desnortista seguindo para o jardim, Elizabeth tinha deixado alguns objetos para que ela praticasse.

Assim que ela saiu o ogro, logo correu para o quarto, tinha que apagar qualquer resquício de magia que pudesse ter deixado, abrindo a porta sentiu o odor forte de sangue — aquele traidor — ele pensou com raiva — como teve coragem — a aura raivosa subia no ar — maldição — bruscamente ele ergueu sua mão — diluidomana — e logo uma chama verde apareceu centralizada em alguns lugares, chamuscando e queimando algo invisível e logo desaparecendo, sem mais palavras deixou o local.

— MAS QUE DROGA — Vanessa grita socando um urso de pano, ele não revidava apenas recebia os socos furiosos da garota, sua raiva fazia o frio parecer fraco — você vai ficar bem — ela grunhia fazendo o urso de pano ir pra trás á socos pesados — você não pode me deixar, não você mãe — você não mãe — ela chorava caindo de joelhos no chão, o urso ficará imóvel.

— por favor, mãe — ela tinha Se encolhido no chão chorando, faixas de relâmpagos saiam do seu corpo eventualmente trazendo uma luminosidade angelical para a noite sem estrelas.



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