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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 33


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Capítulo 33 - Livro queimado


— você realmente melhorou com o tempo — Gustavo berrava, estava ferozmente empurrando o leprechau para fora, estavam em pé de igualdade, segurava no tronco do outro homem, apertando as costelas do leprechau, o próprio socava e batia nas costas e cabeça de Gustavo. Ninguém mais havia entrado, Lara estava parada nas escadas junto a outra garota e um homem de meia-idade.

— você também — o leprechau grunhi-o sempre fôlego, suas costelas pareciam estar se rompendo a barulhos desesperadores de rachado, aos poucos Gustavo empurrava o homem, aos poucos eles iam para fora, o fato de sua filha estar no andar de cima dormindo, lhe dava uma força incrível que nunca tivera.

— mas, é previsível — o leprechau gritou, puxando uma faca de sua manga, acertando as costas de Gustavo.

— papai? — perguntou a garotinha descendo a escada, já havia descido quase todos estava no terceiro degrau em cima do sal.

— querida? — Gustavo perdeu a atenção dando uma brecha para o leprechau remexer a faca, sentindo sua carne ser rasgada e o sangue vazar fracassou caindo de quatro, sem chances levou uma joelhada no rosto caindo quase desmaiado, com a visão borrada caiu ao tentar levantar.

— querida suba — bufou sem ar — papai logo vai ficar bem.

— que meigo — o leprechau sussurrou, pegando o velho pelo colarinho, o erguendo como se não fosse nada jogou Gustavo até o outro lado da sala, suas costas bateram na parede fazendo a faca se cravar rasgando mais pele e entrando até o fim do cabo, em um grito aterrorizante Caiu sentado em cacos de madeira, o grito fez a garotinha correndo em sua direção, os olhos do leprechau se preenchiam de ódio.

— SAIA DA QUI NÃO VAI MACHUCAR MEU PAI — a garotinha gritava se pondo na frente do pai com as mãos estendidas para o proteger.

— saia da frente mocinha, seu pai é um homem muito mau, merece ser punido — ele falava pegando um pedaço de pau da antiga mesinha e levantando como um machado — saia logo garota.

— NÃO! — ela parecia um gato, se esticando para parecer maior.

— lembro querida, isso é maior que vivê — ele sussurrou desviando o olhar, começou a descer o braço com força na direção da garota, em um estalar de ossos rachando ela caiu no chão com seu ombro sangrando, gritando tão alto quanto possível.

— saia logo por favor…

— não vai machucar meu… Pai — ela guincha de dor se forçando a levantar, forcava um rosto de determinação na cara mesmo com seu braço quebrado ergueu o outro — SAÍA DA QUI.

sem falar nada ele a acertou de novo, dessa vez ela caiu com seu rosto sangrando, os olhos deles estavam perdidos em ódios se lembrando de sua Família que morreu na miséria por causa daquele homem.

— não vou deixar — ela grunhiu se levantando com dificuldade, mas caiu, acento sua mão no chão guinchou levantando com seu ombro estalando, quase não enxergava com sangue nos olhos.

— PARE JÁ CHEGA — ele gritou abaixando mais uma vez o bastão que tinha rachado, com mais força na direção do rosto da garota, estava prestes a acerta o rosto daquela criança corajosa, quando o bastão sumiu.

— oque? — ele cochichou quando a criança caiu desmaiada no chão, ele percebeu que não apenas o bastão havia sumido, mas também metade do seu braço ele gritou quando notou o sangue escorrendo, tinha percebido apenas um vulto negro.

— QUEM DIABOS É VOCÊ? — ele gritou vendo uma criatura escura que emitia chamas negras que se dissipavam em fumaça. Era um ser terrível algo que nenhum deles havia visto, com medo caminhou pra trás com a não na ferida tentando parar o sangramento, da porta todos viam paralisados de medo, Lara estava em choque com as ações do leprechau.

— como se atreve? — a criatura falou com uma voz mansa, se virando, seus cabelos negros longos ondulavam seus olhos vermelhos brilhavam como lampadas.

— Manuel? — ele guinchou vendo seu braço suspenso nas garrafas afiadas de Manuel.

— morra — o ser falou erguendo sua mão, em um estalo suas mãos apertavam o pescoço do homem, seu braço estava caído no chão.

Lara e os outros tremeram, vendo o ser de fogo e fumaça com sua pele branca e olhos vermelhos demoníacos, apertando o pescoço do leprechau, eles paralisavam de medo sabiam que iam morrer se tentassem fazer algo.

O barulho de ossos rachando e carne se comprimindo continuou, os olhos de Manuel brilhavam com intenção de matar, suas garras perguntavam a pele grossa do homem, sangue amarelo escorria deixando o vampiro faminto.

— por favor, pare — o velho tentava falar com sangue escorrendo pela boca — preciso dele vivo.

Naquele momento Manuel recobrou os sentidos e como mágica a fumaça e o fogo se dissiparam sua pele voltando a coloração menos branca.

— oque ouve? — ele perguntou saindo de perto do homem, estava confuso e assustado.

— por favor… Minha filha — Gustavo falou quase se afogando em sangue, logo ele se virou vendo uma garota pequena e muito machucada, de aproximando dela sentiu um alívio, estava consciente sem demora ele mordeu seu dedo pingando poucas gotas de sangue na boca da garota que em segundos estava totalmente curada com seu braço voltando ao normal com estalos assustadores e suas feridas se curando em segundos, logo foi pro pai fazendo o mesmo, Manuel correu abraçando ela e se derramando em lagrimas, enquanto isso a faca escorregava para fora sendo empurrada para fora caindo ainda suja se sangue.

Logo depois Manuel amarrou com os fios do telefone, retirando as luvas, despejou algumas gotas do seu sangue, nas feridas se curaram, mas o braço não voltara a crescer.

— não fale nada — ordenou Manuel pegando a faca e rasgando sua barriga, Gustavo logo extraiu um pouco com a siringa misturando com os outros ingredientes, bufando injetou na sua filha. Alguns segundos depois ela caiu ni chão desacordar, Manuel pulou a desesperado, mas se acalmou quando Gustavo o informou que era normal, mas voltou ao se desesperar quando viu o livro carbonizado não sabia oque havia acontecido, vendo o susto Gustavo o acalmou prometendo todos os livros que tinha, ambis não haviam percebido que Lara e os três junto ao Leprechau tinham sumido.



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