História Mil historia de um vampiro - Capítulo 34


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Capítulo 34 - O diário


Após os acontecimentos e de Lara e os outros sumirem o Sr. Gustavo ficou alegre de mais para dormi então ficaram brincando quase anoite toda até a garota cair no sono lentamente ao ser levada para o andar de cima, e como estava anoite e ainda era humano, segunda Gustavo isso não duraria muito mais de dois dias, acabei por dormi no sofá da sala para poder ficar de olho se alguém tentasse entrar.

Uma noite de sono diferente, acordei com meu corpo doendo, realmente é algo estranho ter que me preocupar em como dormi.

— bom dia rapaz — ele falou alegre saltitando com umas tigelas, estava realmente feliz quando sua filha desceu pegando uma das tigelas.

— ha obrigado — agradeço quando ela me da á tigela, era algo colorido como pedras doces.

— quem é você? — ela me pergunta balançando suas pequenas pernas, mas antes que eu pudesse responder Gustavo entrou na sala o curativo que percorria seu abdômen ate suas costas pareciam estar incomodando.

— Manuel eu sei que já te pedi muito, mas — ele começou — como sabe não posso e n preciso mais ficar nessa cidade, estava aqui por causa do leprechau, irei aprontar umas coisas e só poderei voltar a tarde — e claro irei tratar de te dar o livro que precisar.

Antes que eu pudesse negar ele agarrou seu chapéu correndo de terra e saiu pela porta.

— você gosta de brinca de boneca? — a garotinha me perguntou balançando suas pernas no sofá de forma frenética, com seu rosto sujo de doces.

Vanessa acordou tarde naquele dia, cansada e podendo descansar por um dia optou por ficar mais algumas horas na cama pelo menos até senti uma dor de barriga acompanhada por um estrondo assustador, reclamando levantou da cama, seus nervos doíam por causa do treinamento da noite passada, tinha ficado até os primeiros raios do sol.

— bom dia Alexander — ela falou de forma automática ao passar por ele no corredor, estava concentrada em chegar até as frutas e pães na mesa, calmamente se sentou na mesa e abocanhou um pão com geleia, quando Elizabeth entrou triunfosa, depois de dois dias de sua partida, pela porta da frente a empurrando com força.

— consegui, finalmente consegui — ela gritou jogando sua bolsa na mesa — lembra daquele cara que falei? O do relâmpago — ela se sentou na mesa, estava suada e cansada — bom, ele morreu, mas deixo seu filho, que desapareceu — ela fungou, parecia alegre de mais — mas, ele deixou isso — ela tirou um pequeno livro marrom, sem gravuras na capa parecia uma bíblia muito velha — esse era seu diário, as primeiras páginas são sobre como ele se sente com a morte do pai, mas olha aqui — ela abriu o livro de páginas amareladas e velhas, como não conseguir ler, tentei tirar a poeira, mas quando toquei o livro um faísca surgiu da ponta dos meus dedos até as paginas não as queimando, mas nos ligando, como se me reconhece.

— esplendido, olhe aqui — ela falou animada pegando o livro, acho que estava com medo que eu o explodisse — "dia 147, hoje aconteceu algo estranho, vi que estava chovendo e fui de pronto tirar as roupas, mas quando botei um pé pra fora uma luz me atingiu, mamãe insisti em falar que eu estava confuso, mas sei que foi um relâmpago” — foi aí que sua magia foi ativada eu acho, agora olha isso — ela pulou algumas páginas — "dia 153, sinto meu corpo agitado dês daquele relâmpago, sinto que estou mais forte, é estranho? Me sinto diferente e acho que mamãe percebeu ela disse que quer conversa comigo" — uma pausa estranha aconteceu quando começou a chover — "dia 158, mamãe me deu um livro velho, é azul e eu adoro azul, ela disse que o papai escrevia algumas coisas nesse livru, ela também falou que o papai matava monstros acho isso empolgante mais acho que é brincadeira" — ela pulou varias página impaciente — dia 207 passei dias tentando fazer as coisas do livro do papai, mais nada deu certo” "dia 220, mamãe me mostrou oque eu devia fazer deu certo, me senti tão bem eu parecia uma luz brilhava muito" — agora olha esse — "dia 507 pai era realmente, não acredito que ele caçava essas coisas, mesmo rápidos eu consigo as acompanhar, não acredito que meu pai descobriu tudo isso, hoje usei os hologramas de nêutron, foi incrível sentir meu corpo formiga, consegui fazer um holograma e cansei, meu pai conseguia fazer sete isso é tão empolgante ele era o máximo”.

— eu sabia você pode fazer coisas incríveis — ela completou jogando algo no meu colo, pareia nojento, petá-las esverdeadas que sumiram rapidamente — agora beba, isso vai ajudar um pouco com sua maldição.

— não, estou bem já — aquilo parecia nojento não queria de jeito nenhum, mas ela me olhou de cara feia, parecia e com raiva então tomei era bom tinha gosto de melhor com uva.

— não é assim, você tem que fazer desse jeito — a garotinha falou de forma autoritária me ensinando a como brincar com suas bonecas e assim seguiu o dia com Gustavo voltando no começo da tarde, parecia alegre.

— vamos logo não podemos perder tempo — ele falou pegando sua filha no colo, nos guiou pelas mesmas vielas, parecia com medo de ser pego, mas deu tudo certo chegarmos até uma área afastada era um grande pasto de plantio de trigo mais ainda estava duas carruagens quase invisíveis á distância, nada falamos até chegar nas carruagens passando por cima do trigo, ele colocou sua filha dentro da carruagem preta em detalhes dourados, ela se aconchegou com sono nos acentos brancos.

— desculpa, mas não vou ser preso tenho que aproveitar a vida com minha filha.

Sem responder subi na carruagem, parecia muito familiar o mesmo com os cavalos, olhando dentro da cabana da carruagem, não tinha um livro, mas dezenas deles velhos, novos. Grandes, pequenos de todos os tipos.

— lamento não achei o mesmo livro, mas tem vários do tipo, tenho certeza que vai achar o que deseja.

— tudo bem, não foi sua culpa — falo meio frustrado, então seguimos nossos rumos, ele foi para o lado oposto e eu finalmente poderia voltar para ela, esses dias foram muito problemáticos.

— vou voltar para pegar minha aliança Lara — penso virando para a rua de terra.



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