História Mil historia de um vampiro - Capítulo 36


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Capítulo 36 - Um segundo beijo


Os primeiros raios de sol já tinham surgido no horizonte quando avistei a cabana no pé do morro, era engraçado a entrará e sala ficavam fora e o resto ficava dentro do morro, Elizabeth não era muito boa em planejamento de imóveis.

Realmente era desconfortavelmente irritante não poder sentir o gosto bom da comida novamente, pensando em retrospecto as comidas de Alexander deviam mesmo ser deliciosas como também lindas.

— voltei — sussurrei para ninguém acorda logo estacionando a carroça no quintal vasto, decidi a comer enquanto fosse humano, mas tropecei em algo e acabei caindo de quatro sujando minhas mãos — droga — berro sem querer, mas não me importo estava concentrado — oque é isso? — me viro agachado novamente puxando algo da terra, estava com pouca terra o cobrindo, uma pequena caixa cor preta e gravuras em marrom logo apanhei com minhas mãos avermelhadas correndo o sangue — deve ser algo de Elizabeth — penso ao bater na porta, logo a lombada da porta se abriu em dois mostrando oque não se podia confundir, um olho negro com pingos em verde me olhava analisando até em alguns segundos abriu a porta para mim poder entrar.

— olá? — ainda estávamos dormindo presumir colocando a caixa na mesa, andei pela casa mal iluminada até o quarto, Vanessa estava dormindo.

— até que fim — escutei o nome reconhecível de Elizabeth — que droga de cheiro humano é esse?

— algo para comer e um café, seria bom agora estou faminto.

— que droga, venha logo tem os restos do que Alexander cozinhou, nos três não damos conta de comer tudo que ele faz.

Ela grunhiu irritada indo até à cozinha a passadas pesadas.

— que delicia — comemoro abocanhando pães, doces e todos os biscoitos que tinha no armário, era tudo tão deliciosos enquanto contava tudo que acontecera nesses últimos dias e ficando surpreso em saber o quanto, Vanessa tinha evoluído, mas o clima mudou quando me contou sobre a maldição o clima ficou pesado, afinal ela esteve sempre em minha proteção verdadeiramente estranhei, ficamos dividindo teorias até ficar claro algo que nunca pensamos.

Naquela mesma noite, Alexander se levantou sorrateiramente saiu pelo luar estrelado, andando pelas árvores quase dançando de felicidade por tudo estar perto do fim, chegou finalmente mais árvore certa movimento seus dedos grossos até a casca-grossa da árvore se abrindo revelando o verdadeiro Alexander desmaiado de fome, agora não precisava mais dessa fantasia desagradável, então alisou o bolso de sua calsa tirando sua velha adaga de cobre, realmente amava aquela adaga e agora ela poderia sentir novamente o sangue de alguém.

— hora de beber velha amiga — ele cantarolou erguendo sua mão observando aquele pequeno ser desacordado, a primeira vez que cravou sua lâmina a própria prendeu um pouco na carne dura, mas da segunda e terceira vez, foi mais fácil rasgar seu rosto, mas cansou então cortou seu peito só conseguiu ver seus órgãos quando desferiu o décimo terceiro golpe suja de sangue verde.

— descanse em paz — ele falou limpando a lâmina na camisa dele — você foi útil, parabéns — ele ergueu sua mão fazendo a árvore se fechar, e sem problemas voltou para a cama completando sua noite de sono.

— ha, lá vem ela — Elizabeth falou alegre quando Vanessa alegremente pulou em cima de mim, infelizmente não ha vira quando se moveu simplesmente rápida de mais para um humano do meu porte conseguir aguentar, então caímos no chão, mas logo ela saiu de cima de mim, parecia nervosa, realmente estava diferente, mas não tínhamos tempo até ele aparecer.

Enquanto ela vasculhava suas coisas a procura de algo que pudesse me ajudar mesmo eu que eu quisesse aproveitar mais um pouco essa oportunidade, explicou tudo para Vanessa, suspeitávamos fortemente de Alexander, mas queria conversar com ele ante.

— droga! — Elizabeth estava furiosa voltando para a sala de mãos vazias, não tinha achado nada, com raiva jogou aquela caixinha suja de barro no chão — ALI! — ela gritou quando a caixa caiu aberta mostrando uma árvore esverdeada amarelada — pétalas de um girassol banhado em sangue de rá — ela explicou fazendo eu engolir algumas, tinha um gosto horrendo como peixe pobre recheado de jujubas, quase vomitei tudo que tinha comida á pouco, mas logo piorou quando minha garganta secou e senti todo meu corpo queimar, minha pele esbranquiçar e minhas veias secarem, mas o pior foi escutar meu coração parar de bater, acho que foi como morre de novo trágico.

— como se sente? — ela perguntou com raiva de mim, ainda não sabia se tinha algum motivo, mas vanessa veio ao meu socorro dando pancadas nas minhas costas, realmente era forte de mais para um humano mesmo que fosse modernamente musculoso.

— onde ele esta? — pergunto parando de sufocar e acalmando Vanessa.

— mandei que fosse compra algumas coisas na cidade vizinha vai demora por volta de uma hora, foi com uma velha lambreta que guardo a algum tempo.

— antes dele voltar, podemos comer algo? Sinto que logo vou para de sentir o gosto.

— NÃO! — ela negou com raiva — você devia saber se tem algo errado com ele droga.

Ela saiu com raiva para o seu quarto, Vanessa e eu ficamos a sós na sala com um clima tenso.

— sobre aquele dia eu, eu quero que saiba que te beijar não foi um erro, foi algo que eu não esperava, desculpa se te fiz achar algo…

Ela fez um barulho estranho como de surpresa — sinceramente eu nem lembrava daquilo, e não é ora pra falar disso, eu, eu vou treinar — ela gagueja pegando sua espada totalmente atrapalhada e com vergonha, mas em um frenesi que nem mesmo Manuel entedia, ele a pegou pelo braço aproximando seus rostos, suas respirações ficaram afobadas estavam paralisados de mais para se afastarem, então lentamente se aproximaram medo reinavam em seus corações, mas não puderam ou não quiseram impedir o beijo que pareceu uma eternidade suas bocas coladas em um beijo lento transformando tudo em volta em nada, tudo que existia eram eles juntos em um único sentimento em um beijo eterno, acabou antes que desejassem perdendo o ar, quase Manuel não se deu conta que Vanessa se esgueirou para fora totalmente vermelha e confusa.



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