História Mil historia de um vampiro - Capítulo 38


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Capítulo 38 - A partida regada a álcool e sangue


— Vamos logo, ele logo vai chegar, não! Coloque as cadeiras ali, diabos não, ai esta perto da saída vai atrapalhar tudo, ali! — o garoto de cabelos em espinhos gritava irritado, vários ghouls carregavam cadeiras e mesas de mármore pesadas, quase quebraram algumas tentando colocar aonde o Sr. Geroch ordenava, reclamavam em um sussurro sobre o quanto trabalhavam carregando e decorando o castelo para a tal inauguro — quem se importa não vamos trabalhar menos — uns ghoul cochichou endireitando a toalha alva da mesa, uma ghoul de pele branca e quase sem lábios, veio trazendo uma pilha de pratos brancos de bordas em ouro, — cale a boca se não vai arranjar problemas.

— eu sei, droga — começou a ajudar ela com os pratos e logo depois foram buscar algumas cadeiras de carvalho pintadas de branco á mão.

— Não, essa vai ali à cadeira dos lobisomens não podem ficar perto dos seres aquáticos, não vamos arriscar o tratado de aquamaria gente — o Sr.Geroch gritava apontando para distintas mesas, logo Gustam voltou trazendo uma cadeira diferente preta e de latão — essa vai ao canto, tem que fica no escuro para o rei dos ratos não se sentir mal — falou olhando para Gustam — essa é do primeiro-ministro de Londres, acha mesmo que um homem porco vai ficar bem perto do banquete?

Após organizar as mesas, enfeitar todo o jardim com rosas-brancas pela segunda vez, afinal lírio era uma péssima ideia mortal para lobisomens, pode finalmente descansar com suas costas doendo não teve ânimo ou forças para reclamar de ter recebido uma remessa de sangue menor que os demais.

— amanhã vai ser corrido — Jorgina falou se sentando perto de Gustam, ainda estava cedo, mas ninguém quer um ghoul descontrolado ao luar, ele entendia que era preciso, mas ficar preso em um quarto toda noite era desagradável.

— podemos entrar por aqui — Elizabeth fala determinada, apontando para uma planta que tinha desenhado em base nos livros — essas tubulações de esgoto não devem mais esta funcionando — ela falava, mas só conseguia prestar atenção na foto do livro, não era um castelo característico tinha grossos muros e dentro uma grande e robusta construção parecendo mais um prédio de três andares de blocos marrons ou o beijo tomava minha atenção.

— PRESTE ATENÇÃO — ela gritou me dando um cascudo — idiota — estava estressada e acho que sabia oque eu estava pensando — vamos sair no banheiro central, aqui, vamos poder subir para o grande salão aonde provavelmente estará acontecendo ou descer para a cozinha, vários ghouls estariam lá, sugiro acabarmos com eles e subirmos para á ala dos quartos podemos pegar alguns seres antes mesmo da cerimônia — logo Vanessa entrou na sala, usava sua roupa de costume como a conheci, sua calsa preta rasgada e sua camisa de rock, mas agora estava com um porte mais robusto e portava uma amarra em seu busto, nas costas a espada guardada em uma roupa de coro ainda com pelugem, botas grossas cobriam sua pele.

— esta protegida com alguns feitiços — logo Elizabeth falou quase rasgando as paginas do livro ao virar elas — sejam uteis e coloquem alguns mantimentos na carroça, e meus livros também, não quero um imprevisto.

Sem querer puxar obedeci puxando duas sacas de livros perto da sala, mas pensava na conversa que tive com Alexander, não lembrava de muito coisa, culpa daquela planta eu supôs, mas com certeza ele era meu velho amigo.

— sobre ontem… — Vanessa falou receosa, mas estava concentrado de mais para escuta jogando varias sacas na parte de trás da charrete quatro ou cinco sacas arrumadas ni canto, no outro havia um banquinho feito pela manhã por magia.

— agora falta — falo alegre para Vanessa, não parecia animada — vamos manter o foco, amanhã vai curar sua mãe e poderá ter uma vida normal — pego ma sua mão a arrastando para dentro — agora vamos comer algo, precisamos guarda energia — a olhando de relance parecia ter se animado um pouco, ela foi para a cozinha Elizabeth me barrou me entregando um caixa de madeira branca e fina de madeira.

— achei que iria gostar de ter ela de novo — abri a caixa com um cheiro de mofo que logo sumiu quando Eliza balançou seus dedos.

— não acredito, á tempos não vejo esse terno, a última vez foi no baile que fomos juntos a décadas.

— guardei para um momento que pudéssemos ficar juntos… mas vai ser útil, está completamente cheio de feitiços e contra feitiços de proteção…

— muito obrigado, mas sabe, não sou bom pra você Eliza vai achar o seu perfeito em algum momento.

Ela saiu sem falar nada, parecia frustrada e magoada, não tinha nada a falar infelizmente não sentia o mesmo que ela. Então fui pra cozinha a procura de um dos potes de sangue que estranhamente Elizabeth guardava.

— oque fara depois? — Vanessa me acertou com uma pergunta difícil.

— nunca pensei, sempre pensei em morrer logo depois que me vingar, e você?

— acho que descansa ver minha mãe e depois sair pelo mundo caçando criaturas que mereçam, talvez ter um lar um dia — ela parecia diferente de antes, talvez só percebesse ágora, mas ela era linda.

— bom vamos logo quero fazer uma coisa antes de partimos para o pior lugar que poderíamos estar — logo a puxei limpando meus lábios mortos do sangue, na sala estava Alexander e Elizabeth arrumando oque seria a câmera polaroide, sem pestaneja a puxei contra mim, ficando nós quatro em posição para o flash que os cegou por alguns segundos, a foto estava perfeita, Vanessa sorria de vergonha e nervoso.

Pareciam felizes quando Eliza fez os copos flutuarem, whisky para ela, cerveja para Vanessa por que não estava acostumada a beber, já para Alexander foi rum envelhecido e para mim uma (especiaria) sangue de unicórnio o sangue mais delicioso que existia, mas foi difícil convencer a Alexander beber conosco e Eliza estava mesmo com vontade de fazer ele beber oque fez eu e Vanessa gargalharmos ainda vergonhosos.

Foram apenas dois copos para cada e apenas um para Vanessa, não era apropriado ficarem bêbados hoje, já eu pode beber todo o sangue que podia também para recuperar minhas forças, já era anoite quando partimos na carroça, Vanessa e os outros dormiam na parte de trás o silêncio foi bom para presenciar a lua imensa.



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