História Mil historia de um vampiro - Capítulo 39


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Capítulo 39 - A cerimônia


— cale a boca e descanse — Elizabeth gritou me mandando ir pra trás e logo assumindo a carruagem pela manhã, não tinha muito oque fazer então na maior parte do tempo Ficávamos conversando ou repassando alguns feitiços básicos para Vanessa, mesmo que não fossem muitos itens por não ter um elemento (base) ainda poderiam ser uteis.

— que tal esse — olhava as paginas esverdeadas de um livro velho "7 feitiços uteis para lidar com criaturas noturnas” — um feitiço de luz, aqui diz que vai fabricar uma bolha de luz física, "Fit lux", requer uma movimentação como se desenroscasse uma lampada.

— tudo bem, então — logo Vanessa começou a movimentar sua mão concentrada em uma projeção imaginária de uma bola de luz, até que ela surgiu fracamente iluminando nossos rostos, e assim ficamos por horas recitando feitiços dos mais diversos tipos, o que achei mais interessante foi descoberto em Minas Gerais á cinquenta anos "petrificação enriquecida" era um feitiço comum de petrificação, mas tornava o alvo em um minério como ouro ou rubi podendo apenas ser desfeito quando fosse derramado vinho pelo corpo do alvo, ou teria que esperar três dias até perde o efeito, havia uma nota sobre um acontecimento logo abaixo "o senhor Baronel utilizou esse feitiço para dar golpes em todos que podia como bancos e lojas de penhores, petrificando objetivos sendo mais comum uma pedra, o penhorava ou vendia e depois fugia com o dinheiro, com o objeto em questão voltando ao normal em alguns dias.

Com o tempo isso foi descoberto pelos caçadores que o julgaram culpado, e com a punição de passar o resto de sua vida minerando a procura de minerais, com a promessa todos que fizerem algo parecido podem receber a mesma punição".

Quando anoiteceu paramos para descansar, vanessa amarro os cavalos em uma árvore velha negando minha ajuda, e logo começou a balançar sua espada animada de mais para dormir.

— esta do seu agrado Sr.Drácula? — Gerouch perguntava preocupado, o salão antes sujo e desagradável agora estava totalmente decorado com cortinas de seda branca e flores na parede, varias mesas circulares com jarros de rosas-vermelhas.

— logo, os convidados iram chegar, como os quartos estão?

— inteiramente perfeitos meu senhor, os serviçais estão preparados para carregar as bagagens de todos — nesse momento um dos ghouls serviçais que trazia os restos dos pratos, acabou por tropeçar estilhaçando todos os pratos.

— MISERÁVEL COMO OUSA — Gerouch gritou em um acesso de raiva, desesperada a começou a recolher os pratos finos, mas Gerouch continuou gritando parando apenas quando o Drácula olhou para ele.

— venha cá minha criança — falou olhando para Jorgina á própria se aproximou com muito medo, suas pernas quase não aguentaram o peso do seu corpo, a dois metros ela parou abaixando sua cabeça, mas Jorge pediu para que se aproximasse até que ele pode acariciar seu rosto.

— não precisa ter medo, minha filha — sussurrou acariciando levemente o seu rosto paralisado — todos erram, agora que tal você pegar uma vassoura para limpar essa bagunça e — então olhou para a mão dela estava cortada, acabou por tirar um caco do prato que estava cravado em um dos cortes, Jorgina sorriu de canto de bolca se levantando, achava que tinha sido boba em temer um ser tão caridoso, então saiu pelo corredor que levava para a área de serviço.

— ele é bom, afinal eu fui descu… — ela não conseguiu mais andar, seu cérebro não funcionava com um pequeno buraco feito pelo caco do prato que jorge tinha retirado de sua mão.

— não queria sujar o salão — ela pode escutar antes de cair no chão sem forças, sangue escorria pela parte oca em sua testa.

— tire ela daqui, quero ver isso limpo logo — estava visivelmente irritado quando se levantou do seu trono branco e verde de porcelana que jazia diante de todas as mesas — irei para o meu quarto, quero algo para beber imediatamente — sumiu como fumaça, logo gerouch gritou furioso saindo espalhando o sangue — ALGUÉM VENHA LIMPAR ESSA NOJEIRA.

Naquela mesma tarde os convidados começaram a chegar, primeiro foram os lordes, Sr. Tom e Sra. Alessa de boolting lobisomens dinamarqueses, logo depois chegaram dragonboys, irmãos da corte de londrês esses dois foram criados por dragões na sua infância e acabaram adquirindo uma mandíbula anormal e olhos cor de fogo claro sem esquecer suas asas, por causa delas tiveram que ficar um pouco afastados sentados em bancos igualmente de porcelana, um dos últimos foram o casal que reinava o medo em Madri o senhor e senhora estripadores filhos de jack estripador o maior homem fera ou (homem felino um humanoide com garras e características de gato, ele mesmo rasgou sua calda como seu filho fez uma dor que transcendia sua espécie) que já existiu, estavam conversando e bebendo até que ele chegou trajado de um manto negro, todos se calaram quando viram a máscara da peste-negra com grandes olhos vermelhos acompanhados por um odor forte que lembrava um bicho morto apodrecido, foi um sacrifício convencer os lobisomens e os estripadores á ficar, tinham um olfato ampliado, ele então se sentou em sua poltrona negra, quando um rato cinza caiu de dentro de sua roupa correu alguns segundos e então morreu, os estripadores fizeram o favor de sumir com eles discutindo para ver quem ia o devorar.

— por favor, senhores — Jorge começou se pondo em pé na frente de todos — é uma festa tentem aproveitar, seus pertences foram levados para os seus aposentos, amanhã acontecerá a coração. Quando todos se sentaram alguns á contra gosto, os ghouls surgiram trazendo vários pratos, figado humano para os lobisomens, queijo velho para o casal Sr. Rodolfo e Sr. Agnaldo pessoas (insetos), viviam mais debaixo da terra em seu próprio mundo particular, mas todos julgaram quando viram os restos de seres mortos no prato do Rei dos ratos, uma cabeça de cerveja de 3 semanas e lesmas secas.

Jorge sentia que aquilo não seria fácil, mas tinha que agradar a todos e ainda esperar a invasão de seu amado manuel.



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