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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 40


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Capítulo 40 - O sacrifício


— É aqui? — Elizabeth falou estasiada com a vista angelical, mas estranha — tem certeza você não viu a localização errada nesse livro?

— sim, é devem te reconstruindo ou mudado de lugar — não estavam parados diante de um castelo rústico modelado e destruído com o tempo, mas sim diante de um pequeno prédio de cor branca detalhes como em dourado como os gargalos de outro maciço nos cantos de todos os 3 andares, a temática desse estranho prédio no meio do nada parecia ser o oriente com seu telhado do gênero.

— não, é aqui mesmo — Elizabeth falou abaixada no chão, seu colar com uma gema verde brilhava forte oque significa que ela estaria usando magia de verdade, olhava para o lugar como se analisasse cada centímetro — esta, cheio de selos de proteção, estranho, vamos com cuidado não sei oque pode ter mais.

Decidirmos recuar por enquanto, não estávamos esperando um problema desse tipo acabamos voltando para a carruagem vanessa ficou relendo aquele livro velho em marrom, quando marcaram meia-noite, saímos para vistoriar aquela construção de longe sem janelas no primeiro e segundo andar ou outras portas, apenas uma grande porta de madeira escura para saída e entrada, mas por sorte, Alexander achou a tubulação de ar, um pequeno ferro que partia do chão até uma abertura no terceiro andar.

— vai servir — Elizabeth parecia irritada ou tensa, mas logo tirou um pequeno frasco de vidro de sua pochete preta e roxa como a de vanessa, porém, menor — fungos do pé de curupira, peguem e coloquem no céu, que tal rasga esse cano senhor sangue suga — tentei compreender sua tensão, meus olhos ficando vermelhos com veias negras, minhas unhas cresceram se tornando adiadas e rasgando as pontas dos meus dedos e como se fosse papel, parti o metal do cano.

— vão sentir uma náusea e um pequeno desconforto atrás das orelhas — foi quando ela começou a diminuir como se derretesse, então aquela massa bege rastejou como uma gosma viva entrando pelo cano, como se fosse olho grosso entrando aos poucos no ralo da pia, sentir que ia vomitar meu pulmão quando vi que estava diminuindo e meu pé junto ao sapato estavam virando uma bolha preta aos poucos como se tentasse andar deitado de bruços consegui entrar pelo cano sentindo meu corpo roçar no metal, mas de forma estranha como meu pé e minha mão junto e minha orelha debaixo do meu queixo, foi um alívio quando aquela subida terminou e escutei meus ossos trincarem e minha altura voltar ao normal, apalpei todo meu corpo para ver se não tinha nada em um lugar estranho, vanessa quase vomitou quando voltou ao normal. Só depois de checar se ela estava bem percebi onde estávamos, um quarto mal iluminado de paredes cor de vinho com várias caixas jogadas no canto — um depósito?

— parece que sim, vamos com cuidado não queremos chamar atenção, abriu a porta única lentamente revelando uma luz forte.

— entrem logo não se acanhem — eles escutaram paralisando todos seus nervos, vanessa serrou os punhos, manuel arregalou os olhos em puro medo já Elizabeth levou a mão á boca perdendo o ar. Sem alternativa obedeceram saindo em um quarto vazio com nada além de uma porta.

— maldito — manuel rosnou olhando ele parado ali o próprio Drácula.

— não vamos no exaltar só quero uma coisa — quando falou isso vanessa sumiu como se tivesse sido sugada pelo chão, manuel avançou em sua direção, mas Elizabeth o impediu o empurrando, estava sem folego devido à pressão descomunal que Jorge empunha no lugar mesmo com um terno parecia estar escondendo varias armas.

— Já tenho oque quero, Manstrol cuide deles por favor, servos arrume a carruagem temos que voltar para a cerimônia e mande uma carta para Gustavo quero que saiba que deixaremos eles em paz, temos oque queremos agora. — ele falou para duas criaturas que manuel não reconheceu de principal nem as tinha percebido, achava lastimável ainda usarem ghouls como escravos, então ele sumiu pela escuridão que a porta escondia.

Não tiveram tempo para raciocinar quando escutaram uma risada em suas costas, Alexander se transformava deixando seus traços antigos para virar um garoto de uns 15 anos com mechas pretas e brancas escondendo um poucos seus grandes olhos amarelos mortos.

— sim senhor — sussurrou com suas toupas virando uma calça social e uma camisa branca grossa, Elizabeth logo lançou um olhar na ara manuel e balançou suas mãos fazendo uma pequena explosão na criatura.

— MERDA — vanessa gritou ao cair com força no chão após descer todo o prédio em um baque surdo.

— a senhorita esta bem? — uma criatura corcunda de pele branca morta perguntou se aproximando, mas vanessa logo saltou empunhando sua espada. — não estou aqui para te fazer mal — mas vanessa o ignorou partindo para cima, o ghoul se viu com a lamina da espada em seu pescoço, mas não fez nada apenas abaixou a cabeça, mesmo desconfiada vanessa abaixou a espada pronta para decepar aquele monstro.

— não temos tempo, só tem ele e eu e mais dois ghouls aqui, pegue a carruagem e fuja você é quem ele quer e não pode ter.

— por que ele me quer? — vanessa perguntou enquanto era puxada até uma carruagem preta e dourada

— por causa da lenda dos caçadores, sobre viajar pela realidade, ele acredita que pode mudar algo importante em seu passado — então voltou o prédio disparado, Gustam subiu as escadas com uma faca em sua mão.

— ai esta você seu maldito — ele gritou para Jorge — vai pagar por matar minha amada — disparou em direção ao Drácula a sala vazia, em um salto rápido estava preparado para arrancar a cabeça daquele desgraçado, mas sentiu mesmo no ar sua cabeça desprender do pescoço, Jorge havia o decepado em segundos com suas propiás mãos.

No andar de cima Eliza tentava acertar uma lamina de gelo em Manstrol, mas ele segurava manuel em um mata-leão.

— maldito, você nem se alimentou o bastante para vim aqui, kuklenijudski, — ele sussurrou no ouvido de manuel e logo o soltou — mate ela.

Quando manuel escutou caminhou em direção a Elizabeth de maneira torra deixando suas presas crescerem e seus olhos brilharem em puro vermelho.



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