História Mil historia de um vampiro - Capítulo 42


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Capítulo 42 - Perdas e traições


— olá velho amigo — disse o Drácula sentado em sua poltrona totalmente cordial — vejo que ele não pode te parar — ele falava, mas no meio de uma sala também vazia de paredes cor baia e chão de madeira com nada além de uma grande janela do tamanho de um homem, Manuel não parecia esta escutando estava rosnando com fumaça começando a sair do seu corpo, O Lorde Drácula estremeceu de levantando, portava uma armadura aparentemente medieval porem era negra com detalhes em vermelho — a hora de brinca acabou Manuel — falou seriamente cerrando seus olhos, Manuel começou a andar em sua direção sua pele ficando esbranquiçada.

— você vai pagar — ele rosnou, O lorde disparou em sua direção sem chances dele fugir acertou Manuel com um soco no estomago em um som de ossos se partindo, Manuel se dobrou caindo no chão cuspindo sangue, mas nada falou se erguendo novamente, porem caiu novamente com um chute bem acertado em seu rosto deixando sua visão borrada.

— você é fraco — o Drácula falou seriamente pisando no rosto de Manuel, pisando de novo e de novo esfregando sua bota no rosto de Manuel que nada falou tentando se livrar daquela sensação se debatendo, até que (conseguiu) agarrar a perna dele e a torce rachando a armadura superficialmente, de pronto Jorge recuou se afastando de Manuel que pode se recuperar se levantando, mas não se endireitou quando foi pego pelo pescoço e arrastado até a parede ficando suspenso no ar com seu pescoço sendo esmagado pelas garras do seu inimigo.

— vamos ver o quanto sobrevive sem seu coração — ele ergueu sua mão de garras longas o mirando no peito de Manuel, sangue sujou seu rosto quando disparou sua mão no peito de Manuel, mas não fora o peito acertado, mas sim o braço de Manuel o usando como escudo, mas a dor foi certa ouvindo seu guinchar enfurecido o bastante para deixar o lorde extasiado e deixando de apertar o pescoço roxo de Manuel, o próprio caiu em direção ao pescoço do homem, mas errou acertando o ombro, mordeu e puxou em segundos tinha entre seus dentes sangue e carne.

— maldito — Jorge berrou se afastando, Manuel, ou melhor, a fera se ergueu do chão, em um piscar de olhos estava a centímetros do Lorde que tropeçou para trás assustado caindo em sua poltrona, a fera olhou ele faminta desejando beber seu sangue, pegou seu pescoço, mesmo Jorge o socando e rasgando sua pele, Manuel continuou apertando até seus ossos trincarem e o Lorde cuspir sangue.

— ela, ela esta viva — Jorge gaguejou se afogando com seu próprio sangue, três palavras simples que trouxeram Manuel de seu transe o paralisando pasmo, tempo suficiente para Jorge se ergue e balançar sua mão suas garras longas brilhando em vermelho — adeus meu amor — Taxa pensou com sua mão disparando em direção a Manuel para corta-lhe a cabeça.

— OQUE!? — ela guinchou paralisar quando sangue jorrou em seu rosto, mas não sangue de um vampiro, lá estava Elizabeth com seu peito rasgado com a mão de taxa o perfurando, a própria parou impossível de ser mover demérito do veneno que percorria pelo sangue de Eliza.

— não me deixe para trás — a própria guinchou com dor, sangue espumava de sua boca e de suas vestes as manchando.

— não, não — Manuel gaguejou vendo ela perdendo o ritmo da respiração suspensa pelas garras do maldito sem forças no corpo.

— não fique aí pasmo, não temos tempo te darei cobertura para fugir então saia logo daqui seu desgraçado.


— nunca, eu vou… eu vou

— vai, oque? — ela sorriu com seu lábio sujo de sangue — não tem oque fazer, apenas vai e sobreviva leve ela com você, sei que á ama da pra ver nos seus olhos idiotas — fracamente ela apanhou o colar de seu pescoço retirando a gema verde — não achei que teria que usar isso tão cedo — ela tentou falar tossindo sangue — agora vai, não temos tempo.

Manuel sentiu seu peito rachar quando deu as costas para ela se equilibrando na janela aberta queria falar, mas as palavras lhe fugiram, Elizabeth sorria aceitando seu final olhando furiosamente para o Drácula quebrou a delicada gema, uma ventania jogou Manuel para fora o arremessando com força, uma luz esverdeada consumiu a sala e rapidamente toda á construção, ainda confuso Manuel sentiu um abraçar apertando e caloroso enquanto despencavam sentiu o cheiro de coco e margaridas o cheiro dos cabelos de Elizabeth, acabou por causa em cima de alguém que segurava a espada de Vanessa a lamina perfurou o homem o matando junto ao braço de Manuel.

— Porra! — ele escutou uma voz familiar gritar, a voz de Vanessa, se ergueu com dificuldade arrancando sem forças a lamina atravessada em seu braço.

— Oque houve? — Vanessa perguntou devastada em ver seu parceiro naquele deplorável estado.

— acha que vai fugir — eles escutaram, olhando para cima viram uma armadura cintilante caindo tiveram tempo de fugir de serem esmagados, mas Manuel caiu no chão suas feridas não fechavam — seu tumulo vai ser aqui, maldito — eles escutaram e viram saindo da poeira, Drácula, seu peito um imenso corte que sangrando seu rosto parcialmente queimado, mas não parecia fraco caminhando pesadamente — Sua amiga realmente parecia inteligente porem fraca.

— SEU CRETINO — Vanessa gritou empunhando sua espada, disparou rápida o bastante para se torna um borrão, observando aquela mulher tentando achar um ponto exposto, a ultrapassou e logo voltou para á atacar pelas costas, mas foi inútil em segundos Taxa tinha a pego pelo cabelo dando vários tapas em seu rosto que atingiu rapidamente a cor vermelha e logo a cor baia e escura, Vanessa estava levemente desacordada quando foi arrastada por metros até finalmente parar.

— você sempre acaba assim maldito, pessoas morrendo por sua culpa.

Ela estava furiosa não percebendo que uma rajada de luz violeta tinha rasgado o cabelo de Vanessa e junto a ela sumiu, mas Manuel viu sorrindo caiu no chão, o próprio se fez negro com vários vermelhos saindo da terra negra aos poucos Manuel adentrou a areia movediça, mesmo correndo Taxa não conseguiu o pegar antes que ele sumisse dentro da terra, apanhou apenas terra e vermes.

— maldito — ela grunhiu esmagando um rato que sairá da terra com os pés.



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