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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 43


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Capítulo 43 - A resistência de cães


— onde estou? — ela se pergunta flutuando em um líquido — eu falhei? — ela flutuava em um líquido, seus ferimentos fechavam — sim eu falhei.

— esta acordada? — ela escutou e assustada abriu seus olhos mesmo não conseguindo mexer seu corpo — me chamo Eduardo, você esta muito ferida, descanse por favor — com sua vista turva revelou um garoto de pele clara e cabelos desarrumados brancos azulados, ele sorriu para ela, mas tudo que ela sentiu foi um profundo aperto no peito, fechando seus olhos.

— ela esta melhorando, sim eu sei, mas não posso deixar que ele á pegue você sabe muito bem oque aconteceu com os outros, tudo bem eu darei meu jeito — ela escutou abrindo seus olhos, agora deitada e algo duro.

— oque houve? — ela se ergueu, mas parou quando sentiu seu corpo latejar logo deitando de novo, olhando parecia estar em uma casa não em um castelo — Manuel? — Vanessa sussurrou tentando olhar ao redor, mas apenas vou pilhas de livro e panelas sujas.

— calma, você ainda não completamente esta bem — ela escutou novamente a voz e viu o garoto, parecia preocupado, mas não com ela — calma, você já está melhor, só deixa eu tirar isso — ele falou puxando a garota até ela sentar e aos poucos tirou a faixa de sua barriga e seu braço, logo á dando uma camisa, da conta roxa e folgada o suficiente para parecer em Vanessa um pequeno vestido.

— quem diabos é você e onde estou? — Vanessa se ergueu olhando bem parecia estar em uma pequena e funda caverna revestida em mármore bege, com umas panelas jogadas em uma pia feita de qualquer forma provavelmente erguida por magia e logo ao fundo vários livros jogados quase uma pilha do tamanho de um carro.

— ha, me chamo Eduardo, basicamente te salvei daquele cara, sabe o Drácula — ele tirava do que parecia um forno de barro, um pedaço de massa chamuscada — esta com fome?

Vanessa se ergueu com um pouco de dificuldade caminhando de maneira manca até a saída, sem uma porta apenas á abertura da caverna a luz forte cegava seus olhos.

— por favor espera, você não pode ir — ele falou irritado pegando o pulso de vanessa á força no momento, faíscas violetas saltaram do seu braço — por favor, ele ta cassando pessoas como nós — ele falou assustado.

— ela está certo — ela escutou outra voz, mas não humana ou algo monstruoso era pior, vinha da cabeça dela — ela esta te caçando, quer usar você, como usou os outros usuários do relâmpago então vai morrer — finalmente ela percebeu um homem entrando, era alto e Magro de mais para ser humano ou qualquer monstro que ela vira nos livros, sem falar no cheiro pútrido e os vários vermes que sugiram.

— ele é o rei dos ratos, e não você não está louca é assim que ele se comunica, só tenta não incomodar ele.

— ele ta cassando a séculos, ele acha força e quando vê que falhou ele mata, não sei oque ele quer exatamente, acho que quer canalizar o poder do relâmpago — ela escutou novamente em sua mente. — se sente por favor, tem que descansar não somos seu inimigo.

— onde está, Manuel? — ela perguntou com medo tentando não olhar para aquela criatura, mas a máscara da peste-negra.

— ha sim, ele esta aqui, mas esta demorando para se curar — o garoto falou erguendo um panico da cor do mármore, Manuel estava deitado respirando fracamente, Vanessa se aproximou, mas parou chocada vendo Manuel com dezenas de hematomas pelo corto além do seu braço cortado até o tendão, mas o pior foi a coloração roxa que sua pele tomou.

— já vi isso antes — o garoto falou tristemente — ele bebeu sangue de vampiro, no início te deixa forte, mas depois… Ele ta lutando, mas tudo depende dele se ele for forte o bastante para resistir.

Ela ficou paralisada olhando ele lutar para respirar, logo ficou sozinha aparentemente tinha mais pessoas naquele lugar.

Como ela esta? — um homem irritado com um braço de argila perguntou abocanhando um grande pedaço de rapadura, sua mandíbula era incrivelmente forte para poder mastigar aquele doce.

— ela vai ficar bem, ele provavelmente vai morrer — eles escutaram em suas cabeças, o homem da rapadura sentiu um embrulho no estômago, não simpatizava com o sujeito, mas por sua causa o lugar que morava poderia em fim progredir e ser justo.

Já o homem que garfava pequenas porções de verduras fungou em baixo tom — ele vai sair dessa não vai filhota? — a mocinha se deleitava de um grande copo de suco de graviola, estava feliz de mais comendo e podendo brinca livremente ninguém vasto gramado que tinha em sua frente, logo o garoto de roupas coloridas e cabelos esbranquiçados se sentou na mesa abocanhando um, sanduíche, era uma ter o Sr. Gustavo lá com eles um ótimo cozinheiro e sua filha era muito divertida, só o homem e sua irmã tinha um ar assustador de puro perigo, mesmo ela sendo charmosa e bela era assustadora, mas o seu irmão tinha uma pressão pesada em volta de pura agressividade, o garoto via ele mesmo ele comendo era agressivo a comida parecia estar prestes a jogar a toalha.

— digam de uma vez, quem diabos são vocês? — Vanessa saiu da caverna ou casa-Caverna furiosa empunhando sua espada achada debaixo da cama feita de retos de madeira, a lâmina estava rachada.

— sente-se coma um pouco minha querida — sugeriu o velho musculoso.

— nós somos — o garoto trilhado falou se levantando em uma saudação debochada — nós somos a Grande associação de resistente do imenso e falso Lorde Charlatão que nôs caça feito, cães Ou pode nos chamar dos idiotas que resistem ao imperador Vampiro — ele se sentou sentindo que todos estavam rindo dele.

— Sente-se garota a história é longa — o homem mal morar falou limpando sua boca suja de doce oque fez a garotinha gargalha derramando suco em cima das bolachas que estava comendo.



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