História Mil historia de um vampiro - Capítulo 45


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Capítulo 45 - Taxa de gêmeos


— meu senhor está tudo bem? — o corcunda perguntou se encolhendo no tapete vinho, no corredor vasto e sombrio, estava trêmulo esperando morrer como sua amiga e ninguém se importaria com ghoul nojento, ele pensou olhando para o ser imaculado e grandioso, o mesmo lhe lançou bondoso e seguiu seu rumo para o quarto imaculado, quase todos estavam dormindo naquele castelo, logo seria sua renovação e como tinha dando um jeito em quem poderia impedir mesmo que fosse o suficiente apenas por alguns dias.

— hora de descansar — ela fungou desmontando aquela armadura pesada, se encontrava nua de frente para o espelho observando seu corpo, mesmo com aquela armadura, um grande hematoma fazia sua pele ficar em um tom escuro medonho e dolorida, do seu ombro até suas costelas — maldita bruxa — fungou pegando um pijama masculino grande o suficiente para ser importante vestido, o vestindo pode finalmente desamarrar as faixas dos seus seios, um problema que poderia ser resolvido ao prensar seus peitos, afinal seria um tanto suspeito Jorge aparecer com seios do doa pra noite, sentou se podendo finalmente descansar um pouco.

— droga — sussurrou olhando cada parte do seu quarto, o guarda-roupa grande e escuro feito de madeira, a comoda enxotada de livros não apenas de feitiços, mas também de poesia e fantasia de todo gênero, eles a ajudavam a esquecer de sua vida, o fato de ter que se passar por seu irmão, o fato de estar apaixonada, o fato de Manuel não á amar, tudo que podia fazer era sentar e deixar suas lagrimas lavarem sua alma confusa, e assim fez chorando baixinho pensando se teria mesmo que matar seu amado, tudo que queria era deixar essa farsa ser ela mesma.

— apenas um sonho — ela sussurrou deitando em sua cama imensa, mas solitária como sua vida fora dessa que seu irmão faleceu, com o tempo conseguiu dormir com seus olhos inchados pelas lágrimas.

— até que fim meu amor — ela escutou, estava um gramado alguém segurava sua mão.

— Manuel? — ela perguntou vendo ele segurando sua mão — oque esta acontecendo? — estava confusa, mas sentia algo bom, sentada debaixo da árvore em uma sombra aconchegante junto á Manuel.

— não lembra? — ele sorriu sussurrando em seu ouvido — ontem seu irmão deu uma festa e você bebeu muito — então mordeu a orelha dela á abraçando forte, ela queria ficar ali para sempre.

Acordou cansada seu corpo doía mais que antes, de sai preparou sua cerimônia, voltou a amarrar seus seios forte o suficiente para não serem perceptíveis, sorte serem pequenos, logo vestiu sua roupa masculina desejando se embelezar como uma mulher de verdade passando maquiagem e deixando seu cabelo crescer como antes.

— maldito sonho — ela pensou amarrando suas botas, finalmente pronta saiu do quarto, como sempre seu mordomo á esperava do lado de fora segurando um cálice de sangue, eta uma tortura para o pequeno ghoul não tomar, e talvez tomasse poucas gotas, taxa nunca perceberia afinal, porem o ignorou e partiu direto para o subsolo descendo vários lances de escada com o ar ficando pesado, chegou finalmente a uma única portinhola pequena e década com modo se abaixando pode entrar em uma sala modera mente grande, mesmo que mal desse para ver suas paredes escondidas por várias prateleiras de madeira e latão, algumas tinhas frascos e potes com coisas das mais variadas como pólvora ou raspas de chifre de unicórnio, já as maiores tinham coisas como um braço, não humano parecia ser de caranguejo, porém, era imensamente maior do que um braço humano, taxa teve que desvia de várias maquinas como uma serralheira ou um compressor.

— esta, ai Angela? — ela perguntou escutando o barulho de latão sendo batido, mas não teve resposta escutando batidas resolveu ir mais fundo naquele mundo estranho, sentia que isso pedaços de armaduras iam se ergue a qualquer momento.

— Droga — ela sussurrou quando derrubou um frasco com uma gosma verde, quebrando a gosma saiu rastejando parecia ter olhos, viu no caco de vidro um papel com o nome “néctar de Glindus”, então seguiu andando por aquele lugar que parecia não ter fim.

— majestade? — taxa escutou dr baixo dela, era uma anã, não por sua altura, mas pelo seu povo, os vistosos e incomuns anões não gostam de ficar com outros seres então a maioria vive em topos de montanha nos lugares mais longe do mundo mais sorte que os outros Angela foi acolhida por Taxa após ter que fugir do Everest quando se tornou um lugar alcançável, se tornou a cientista armamentista só reino do Drácula.

— a armadura funcionou, mas preciso de mais poder, isso seria possível?

— claro minha senhora, porem quanto mais poder mais ela vai exigir de você — a pequenina falou tirando seu avental cinzento sujo de várias coisas esquisitas, revelando seu vestido florido em um tom chocante de amarelo.

— eu aguento, preciso que fique pronta quanto antes.

— me dê uma semana e estará pronta.

— obrigada, por favor não podem saber que eu sou uma.

— eu sei senhora, mesmo assim eu poderia fazer uma armadura linda para o seu corpo.

Taxa apenas lhe lançou um olhar impiedoso e se, pois, para fora.

— mulher confusa, bom, hora do almoço nada melhor que um pouco de néctar para acalmar os nervosos — ela sabe rindo passando por vários projetos, segundo sua visão quanto mais destrói mais lindo deve ser.

Após sair, taxa decidiu visitar a estalagem, pobres criaturas, segundo ela eles deveriam se livres.

— oque o senhor deseja? — Hugo estremeceu se encolhendo, paralisado de medo por estar deitado com febre, sabia muito bem oque acontecia com preguiçosos, taxa se abaixou para ficar na altura dele, e coloco a mão em sua testa.

— você ta queimando de frente, vou mandar te darem mais sangue vai melhorar rapidinho agora descanse — ela então saiu do quarto quase saltitando, falou brevemente com a sua nova mordomo inferior ao Gerouch, mas Isabel realmente tentava ser útil, ela pareceu estranhar como ajudante de Gerouch nunca viu o Drácula ser tão bondoso, mas havia rumores que ele der repente ficava de bom humor, mas era algo definitivamente estranho e belo com uma delicadeza angelical.



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