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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 50


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Capítulo 50 - Segunda tentativa


— estão todos prontos para parti? — Jorge perguntou caminhando lentamente pelos soldados, estava no grande pátio verde do castelo, a coroação não era o único motivo para irem tão longe.

— sim majestade, partiremos assim que o senhor ordenar — o garoto falou, trajando um uniforme esverdeado como todos os outros, deviam parecer soldados do exército nacional.

— vão assim que anoitecer — Jorge falou voltando para o castelo rapidamente quase correndo.

— que droga é essa — ele resmungou mais alto que devia, limpando o sangue que escorria do seu nariz — droga — ele falou limpando com a maga se se smoking preto, logo andou para o seu quarto em pânico.

— você não é o Drácula certo? — ele escutou Quando entrou no seu quarto.

— você? Maldito — ele grunhiu vendo o manto negro amarrotado acompanhado pelo fedor — oque faz aqui Rei dos ratos? — ele perguntou andando até sua comoda tentando desfaçar o sangramento nasal até pegar um pano marrom secando o sangue de costas para o Rei.

— já vi isso, antes de todos vocês antem mesmo do seu reino — Jorge escutou em sua cabeça — Vampiros não deviam ficar doentes, lamento de verdade.

— saia da qui maldito — Jorge gritou, então o manto se desfez chamuscando e queimando até não sobrar nada.

— droga — ele exclamou saindo do quarto, disparando quase correndo desceu as escadas em caracóis passando pelo salão onde renovou seu contrato de Drácula, então desceu outra escada voltando para a construção de coisas da pequena anã.

— esta, ai? — ele perguntou quase quebrando a porta com um forte empurrão ao entrar.

— Se… senhor? Oque deseja? — a pequena mulher perguntou tirando de seu rosto uma grande máscara de metal — me desculpa tava fazendo uma braçadeira.

— como anda minha armadura? — Jorge pareceu extremamente irritado a olhando com furor.

— esta aqui majestade, só falta achar um canalizador para suporta a expectativa de magia natural, acho que vai demorar pelo menos um mês pra conseguir — ela falou puxando com dificuldade o grande e empoeirado de uma roupa metálica, quase caindo ao puxar, não era uma armadura medieval, era fina em uma única peça dividida pelas joias, sem capacete e com pedras ocas no peito, nos ombros e no joelhos, era inteiramente reluzente e chamativa.

— não tenho tempo — ele falou passando as pontas do dedo na roupa gélida — você tem dois dias — ele falou saindo em silêncio, estava ciente que estava acontecendo, subiu de volta para o seu quarto em silêncio.

— esta perto do fim, ótimo — ela sorriu se deitando na cama com seu nariz sangrando.

— oque ouve? — Vanessa sussurrou abrindo seus olhos pesados, logo percebeu onde estava — oque ouve?

Ela perguntou vendo Manuel sentado ao seu lado, mas ele nada falou á abraçando com força, um pouco mais forte do que queria.

— Graças á Deus, você esta bem — ele fungou quase chorando, aos poucos ela tomou coragem e o abraçou acanhada.

— parece um garoto amedrontado — ela falou rindo.

— então você já está melhor? — ele a soltou a erguendo, um pouco envergonhado.

— me sinto um piuco cansada, mas estou bem — ela se ergueu em um pulo sem percebe que a arma estava em sua mão, seguiu Manuel para fora, já tinha anoitecido e Gustavo e o Leprechau ainda conversando sobre uma pilha de papel rabiscado, a pequena Isabel dormia sentada na cadeira, só haviam eles ali.

— está melhor senhorita? — Gustavo perguntou jogando os papéis por toda parte, o Leprechau o olhou como se tivesse se segurando para não o socar no rosto.

— valeu, mas to bem — vanessa falou se sentando.

— bom vamos lá, essa foi a nossa ideia para — ele falou alegre — esta tendo uma guerrilha sobre terras nos limites do país, os argentinos querem tomar uma parte de pernambuco, o Drácula vai usar esse estardalhaço para invadir a cidade industrial “bela vista”, é habitada por bruxos minerais, basicamente eles são especialistas em minérios então eles têm varias armas e coisas do tipo, isso poderia intensificar drasticamente o exército dele e ai já era — ele fungou — vamos ter que impedir isso, eu e o Leprechau vamos ir até lá podemos piorar as coisas pra ele, o plano é, fazer que todas as forças dele sejam mandadas para lá, então vocês poderão invadir o castelo, o foco é o “cálice eteno” com ele, podemos tornar o Manuel no Próximo Drácula…

— que? — Vanessa perguntou confusa, mesmo antes não parecia esta prestando atenção, ficando balançando a arma com seus olhos brilhando.

— é uma longa história — Manuel fungou se sentando.

— e sobre eu não conseguir usar meus poderes? — quando ela falou, de maneira tão despreocupada todos gelaram, estava pensando como dariam tal notícia para ela á própria parecia estar lidando bem com isso, com os pés na mesa bebendo suco de maracujá feito pelo leprechau, extremamente doce oque ela adorou.

— relaxa gente, não preciso dos meus poderes pra ser fodona — ela falou pegando um dos grandes biscoitos de caramelo.

Meio paralisado e sem reação, Manuel voltou a se recostar na cadeira.

— bom voltando, a prioridade é conseguir o cálice para torna o cara pálida virar o fodão — o leprechau falou rindo — vocês dois a Lara e o apressadinho, falando nisso aonde aqueles dois (pestes) foram.

— bom — Gustavo voltou aos papeis — eu e o ranzinza partirá ao amanhecer, vocês terão um dia inteiro para se preparar, ao anoitecer vocês devem partir ao anoitecer e esperar o nosso sinal, segundo o rei dos ratos todos já partiram, a corte licantropica deixo cerca de seis soldados para a proteção pessoal do Drácula, fora eles têm O mordomo pessoal, fica o tempo todo com ele.

— não vai ser fácil, nada fácil, mas é a única esperança depois de amanhã, se ele conseguir as armas pro (seu) exército.

— e ela? — Vanessa perguntou apontando para a garotinha que dormia pesadamente.

— minha filha vai ficar aqui mesmo, vai estar protegida e escondida ela tem o Eslei e o Hanrry, são estátuas que servem para proteger ela — ele falou apontando pros bonecos caídos no chão perto dela, os bonecos que ela vivia brincando.



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