História Mil historia de um vampiro - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Sonho pútrido


O céu estava mais claro do que o comum fazendo com que os barulhos gritantes de carroças puxadas por cavalos velhos, se tornasse distante.

Com dificuldade me levanto da cama dura, mas a culpa não era da cama, mas sim do ser que está me privando de comer à semana, me lembro bem na primeira semana estava ótimo, na segunda as dores começaram e a sede virou uma necessidade de vida ou morte já na última semana, está as dores aumentaram drasticamente, boca ressecada copiando todo meu corpo que se tornará esquelético e rígido.

— miséria, irei morrer deste jeito — falo olhando minha mãos ossudas com as pontas dos dedos vermelhas de sangue, infelizmente vampiros não podem se alimentado seu próprio sangue.

— ora, ora você já acordou, como se sente? — a mulher de pele parda e olhos estranho pergunta ao entrar no quarto com uma bandeja de prata reluzente cheia de comidas como bacons ovos e cafe.

— droga vou morrer assim, vai me matar-falo bambeando lutando para não cair de fraqueza — seu tolo, já estão desconfiando de você, não pode mais beber sangue humano por isso tem q se purificar desse vídeo.

Ela resmunga, devia estar linda como sempre, mas não conseguir ve-la com minha vista fraca e cansada, mas pude sentir ela sentar do meu lado afundando o colchão.

— vou já está na hora, se não vai começar a decompor — ela fala puxando a blusa largo pro lado deixando seu ombro a mostra.

— droga, odeio isso — falo abrindo minha boca descascada lentamente as presas surgiram crescendo rasgando minha gengiva, logo estavam cravadas no ombro dela, a própria geme de dor apertando minha mão.

— mais, mais, mais — penso mordendo o ombro dela com minhas forças se recuperando rapidamente.

— já chega querido, já teve o bastante por hoje… ei, ei, já chega — ela fala, mas não consegui parar de beber minhas presas cravadas no seu ombro que em segundos já estava jorrando sangue.

— pare — ela grita se contorcendo.

— se cale — falo apertando seu pescoço o apertando e logo o quebrando.

Após minutos bebendo como louco.

— oque? — grito vendo o corpo dela seco — não pode ser, não pode ser — grito paralisado — por favor não.

— cale-se verme — escuto uma voz grave que ecoava por todo lugar, de repente estava ajoelhado completamente acorrentado em um imenso salão dourado.

— como ousa seu verme — um dos sete velhos que estavam em minha frente em grande poltrona grita com um olhar de ódio — você ousa nos trair por essa coisa? — ele grita apontando pro outro lado do salão.

— não, não, não, não, não — grito vendo o corpo dela seco apodrecido jogado no chão completamente acorrentado.

— sua sentença será a morte — ele fala batendo o punho na poltrona.

Logo em seguida as correntes dela se soltaram, ela se mexia um pouco.

— amor porquê? Porquê? — ela fala com uma voz fina esganiçada enquanto se contorcia de uma forma não humana rastejando até mim — sou apenas comida certo? — ela fala mostrando seu sorriso e seus olhos vazios com vermes caindo de sua boca — você me matou seu verme.

A este ponto ela estava em cima de mim, babando vermes, faminta.

— HAAAA — grito pulando de minha cama-droga — berro chutando a escrivaninha que se projeta até outro lado do quarto — droga, droga, droga — grito assustado por conta do pesadelo.

— preciso de ar fresco — falo saindo do quarto, as paredes á cada vez que eu passava por elas se tornavam mais vazia.

— mais que droga, falo com o vento da noite bagunçando meu cabelo, sempre ventava forte no alto da Torre.

— logo agora esses pesadelos voltaram, será um sinal? — falo rindo — acho que é só medo — falo olhando minha mão totalmente normal — logo estarei com você, provavelmente esta garota ira morrer quando o ver, mas de qualquer forma não espero voltar pra casa depois de amanhã — falo olhando as nuvens negras no céu — talvez com esse novo eclipse eu possa o matar, mas ele também será afetado, droga você adora essa vista né — falo rindo completamente sozinho — logo estarei com você só precisa quebrar uma promessa.

O céu estava especialmente negro naquela noite junto aos ventos fortes me lembravam do meu antigo lar.

— será que aquela antiga estalagem ainda existe? — me pergunto sorrindo — espero que você não tenha matado todos bruxa vermelha.



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