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História Milagros - Capítulo 11


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Notas do Autor


Oii leitor!!
Aviso:Esse capítulo contém cenas de sexo explícito.Se vc não se sente confortável lendo esse tipo de cena,por favor,pule o cap.
Boa leitura!!

Capítulo 11 - Capítulo 10 - O próximo mundo


Fanfic / Fanfiction Milagros - Capítulo 11 - Capítulo 10 - O próximo mundo

Leia o aviso nas notas do capítulo antes de continuar!

Daryl caminhava sob o Sol fraco da manhã,quando viu Dulce no gramado da casa,que seu grupo dividia,com Miguel no colo.Ele sorriu para cena e se aproximou.

- Ei Daryl._comprimentou a mulher.

Já se passaram alguns dias desde de o jantar e a adaptação do grupo recém chegado estava muito melhor.Eles ajudavam na vigia,inventário e Nancy foi de grande ajuda na enfermaria.Agora,Alexandria tinha duas médicas.

- Aonde está indo?

- Procurar suprimentos com Rick.E você?

Com sua clara inexperiência em socialização,o Dixon ficou preocupado de que aquele E você?  tivesse soado estranho.Por sorte,ela apenas riu.

Daryl percebeu a mudança na jovem desde de que ela reencontrou seu grupo.Ela sorria e ria muito mais,e saber que alguns daqueles sorrisos era para si,já podia fazer o arqueiro entrar em combustão.

- Eu vou ficar de vigia nos muros._contou ajeitando o filho no colo.

Nos poucos minutos de conversa,Miguel passou de um bebê quieto para um agitado que lançava os bracinhos em direção ao caipira.

- Parece que ele quer ir com você._riu a moça._Tudo bem?

- Me dá ele aqui._bufou com um levantar de lábios.

Dulce gostava da imagem de Daryl com Miguel nos braços,mas diferente da noite no posto de gasolina,a sensação gostosa parecia vir do estômago,e não do ventre.

Quanto mais ela assistia o caçador acariciar o menino,mais o calor crescia em seu estômago.

Para a infelicidade da mexicana,Rick já estava chegando no portão,pronto para sair com Daryl.

- Tenha cuidado._disse Dulce quando o Dixon devolveu o bebê.

- Eu vou._um típico meio sorriso foi lançado antes do caçador partir.

Enquanto se afastava,meio contragosto,da casa ocupada pela latina,o arqueiro viu Denise descendo a rua.

- Ei._chamou o arqueiro tirando um pedaço de papel do bolso._Isso aqui não é uma bebida e....protetor solar?

- Sim.Eu fiz uma linha entre os remédios e as outras coisas não necessárias._a loira ajeitou os óculos._Tara fala o nome deles enquanto dorme,então,ou ela gosta ou odeia...Seria uma boa surpresa,eu acho.

- E o protetor solar?

- É para a Nancy.Até agora,ninguém do grupo dela saiu para uma ronda e as queimaduras estão piorando.Só quero ajuda-la,afinal,ela também é uma de nós,agora.

Daryl gostava de ver que o grupo do Tennessee/Kentucky estava sendo bem aceito pelos alexandrinos.

- Tá bom._a conversa encerrou e o Dixon partiu rumo ao carro.

...

Em sua nova casa,Dulce esperava Meredith chegar de seu serviço de guarda para que ficasse com Miguel e ela pudesse ir para guarita cumprir seu turno.

O que Dulce mais gostava em Alexandria era a segurança.Já fazia dias que ela não tinha que ficar decidindo se sua prioridade era o grupo ou Miguel,e isso à deixava aliviada.

Ela estava sozinha,até ouvir a porta da frente abrir e Santiago entrar.

A colombiana caminhou em direção à  cozinha e a mexicana seguiu acreditando que esse era o momento certo para a conversa que elas tanto precisavam.

Dulce percebeu que a caçadora era a que mais estava com dificuldade de se encaixar em Alexandria,e ela também sabia que o luto dificultava muito mais.

- Você não me contou o que aconteceu com Peter.

Apenas a menção do nome do namorado fez o estômago de Santiago embrulhar e a vontade repentina de chorar.

- Atiraram na cabeça dele._respondeu ainda de costas no corredor.

Aquilo foi dolorido de ser dito em voz alta,Dulce tinha certeza disso,mas como uma imigrante criada ao redor de caçadores em um estacionamento de trailers,Paola Santiago havia aprendido que chorar era demonstração de fraqueza.

A mexicana caminhou e abraçou a amiga por trás,colocando o rosto entre o ombro e os cabelos negros.

- Você sabe que não precisa se segurar perto de mim,não sabe?_sussurrou.

Desde de que os grupos se encontraram na divisa entre o Kentucky e o Tenesse,as duas se aproximaram de forma lenta,criando uma forte relação construída pela experiência de ambas como imigrantes latinas.

Demorou,mas logo os soluços e lágrimas foram ouvidas e Dulce continuo lá segurando Santiago para que ela pudesse colocar para fora toda aquela dor internalizada.

...

No carro,Rick percebeu que o humor de Daryl estava mais leve que o comum,ele continuava com sua carranca,mas parecia se desmanchar com mais facilidade.

- Hoje vai ser um bom dia.Vamos encontrar comida,remédios,talvez algumas pessoas.

- É.

Desde de que o grupo do Tennessee começou à se adequar à Alexandria,Rick ficou mais motivado,e menos desconfiado,para buscar sobreviventes.

- Não dá pra ser ruim toda vez,o grupo da Dulce foi uma prova,tivemos sorte com eles._o outro concordou._Por que confiou neles?Antes,você não queria que as pessoas chegassem até Alaxandria...mas com eles foi diferente.

O besteiro se sentia desconfortável quando questionado sobre sua atitude com os novatos,e ele,no fundo,sabia que era porque sua confiança foi mudando conforme os sentimentos por Dulce ficavam mais fortes.

- Eles têm um bebê...e não foi diferente,eu passei dias com um deles e vi que podia confiar.

Percebendo que a resposta saiu com um tom rude,Rick preferiu não continuar com aquele assunto e colocou o CD no rádio.

Mesmo com a conversa anterior,e a música alta,Daryl ainda sentia que seu humor estava mais positivo que o comum.E só ficou melhor quando encontraram um caminhão cheio de suprimentos.

Em meio as caixas,o Dixon encontrou um par de sapatinhos de bebê,no momento em que viu os sapatos lembrou de Denise e como ela queria deixar Tara feliz com o refrigerante.Talvez,com os sapatinhos,ele pudesse arrancar a mesma reação de Dulce.

Sorrindo para si mesmo,guardou o saquinho no bolso do colete

...

Havia acabado seu turno de vigia e Dulce caminhava para casa,quando viu Daryl vindo em sua direção.Estava se tornando comum encontrar o caipira nas ruas de Alexandria.

- Ei.

- Ei.

Pela voz mais grossa que o comum,o caçador estava de mal humor e Dulce imaginou que o homem desacordado que Rick trouxe da ronda fosse o motivo.

- Quem era o homem no carro?

- Um idiota.

- Ele é perigoso?

- Não._respondeu dando segurança pra ela._Eu e Rick dêmos um jeito.Não é nada.

A mexicana concordou.

- Eu trouxe uma coisa pra você._disse o motoqueiro tirando do bolso o sapatinho._Pensei no Miguel.

Dulce ficou tão feliz que sentiu que o sorriso poderia rasgar suas bochechas.Também precisou conter a vontade de agarrar Daryl e beija-lo.

- Muito obrigada,Daryl.

Enquanto caminhavam,a morena continuo alisando o pacotinho e sorrindo.Assistindo as reações da garota,Daryl percebeu o quanto gostava de vê-la sorridente e despreocupada.

Quando o caçador parou,Dulce demorou um pouco para entender,até que viu a casa dele e de Carol.

- Eu já vou..._ela foi cortada pelo motoqueiro.

- Você quer ficar?

Os olhos castanhos pularam de surpresa.Nunca que ela imaginaria aquela frase vinda do caipira.Pensando que o fato das pessoas verem ambos entrando na casa juntos o incomodasse em algum nível.

- Eu pensei que você..._ela começou mas novamente foi homem à cortada.

Para um homem tão quieto,hoje,o besteiro queria falar demais.

- Eu não quero te beijar com todos nos olhando,mas eu também não quero ter que pular janelas e me esconder como um adolescente.

Foi então que Dulce entendeu:Daryl se sentia desconfortável com a exposição,e pressão,de demonstrar afeto em público,mas não queria que aquele relacionamento estranho dos dois fosse algo secreto.

Complexo,mas aquele era Daryl Dixon,afinal.

O caipira conduziu o caminho até chegarem ao quarto,aonde ele trancou a porta e a prensou contra a mesma.

- Posso?_sussurrou encostando a testa na dela.

- Você não precisava nem pedir._então ela o puxou para um beijo de tirar o fôlego.

O beijo foi ficando mais profundo.Língua e lábios se chocando,deixando o casal excitado e os fazendo lembrar da noite na estrada.

Dulce se assustou levemente quando Daryl à levantou em seus braços e a colocou na cama.

Enquanto ele tirava as calças,a garota percebeu que ele não pretendia despir o colete e imaginou que as cicatrizes ainda fossem uma questão para ele.Mas ela não ia pressiona-lo,então ignorou,chateada por não conseguir ver o peitoral duro.

Já sem as calças,o corpo grande e forte cobriu o da garota,e tê-lo em cima de si foi uma das coisas que mais deixaram Dulce molhada naquela noite.

Logo as roupas dela também já estavam jogadas em um lugar qualquer do quarto,Enquanto a boca de Daryl beijava e lambia o ponto atrás da orelha da moça.

As mãos grandes desceram pelos lados até chegarem às coxas fartas e o caçador afastou para melhor acesso.

Os beijos também desceram pelo pescoço,seios e barriga até chegar na região íntima da mulher.Como se por reflexo,ela fechou as pernas.

- Calma...isso é bom.Eu vou te mostrar._prometeu o homem abrindo novamente as pernas da garota._Posso?_ela assentiu.

Assim como a masturbação,Dulce também já tinha ouvido falar de sexo oral em mulheres,mas ela imaginou que fosse algo fantasioso,que apenas acontecia em livros de romance erótico ou algum tipo de conteúdo idealizado para mulheres.

Começando com beijos na parte interna de sua coxas que logo se tornaram lambidas,ela finalmente descobriu o quão bom era a barba de Daryl raspando na pele lisa entre suas pernas.

- Gosta da minha barba?_o sorriso malicioso foi inevitável para o Dixon.

Envergonhada,ela assentiu.

Com o cavanhaque,o arqueiro fez uma trilha de arrepios até chagar no topo das coxas.Ele ficou surpreso quando percebeu que ela já estava encharcada,e aproveitou para lamber uma faixa da intimidade da garota.

Dulce soltou um gemido surpreso,um daqueles gemidos manhosos que o besteiro gostava.Os olhos azuis brilharam com a reação desconcertante que ele tirou dela.

Motivado,Daryl continuo subindo a boca e chegou ao clitóris,sugando e usando a língua para lamber a ponta.Naquele momento os olhos da garota quase voaram para nuca.

Quando a mulher já parecia totalmente entregue ao prazer,a língua habilidosa do caçador penetrou a fenda apertada.

A latina não conseguia acreditar em com bom era aquela sensação.Era como ganhar um beijo profundo,mas de uma forma muito mais íntima e excitante.

Quando ela pensou que não poderia ficar melhor,o Dixon enganchou as pernas dela em seus ombros,aprofundando a língua em sua intimidade.

Mas o que a fez chegar no orgasmo,foi o olhar azul assistindo à cada reação dela com um brilho malicioso.

Dulce ficou longos segundos tentando equilibrar sua mente e se recompor do grande prazer que seu corpo havia sentido.

- E-Eu...eu quero fazer em você._afirmou ainda ofegante do orgasmo.

Sorrindo para a repentina confiança da mexicana,Daryl deitou na cama.

Todos os movimentos da morena foram cuidadosos,desde de ela tocando da base até a cabeça do comprimento,até o momento em que enfiou na boca.

A boca era quente e molhada,além dela ser mais habilidosa do que o caipira pensava.Um flash de Dulce chupando Oliver passou pela cabeça de Daryl e ele sentiu algo novo...Seria ciúmes?Ou raiva do homem que tanto machucou a garota?Talvez um misto dos dois.

Assim que a morena conseguiu colocar a ponta em sua garganta,um gemido gutural junto da retirada repentina do membro do homem de sua boca mostrou que o Dixon também havia chegado ao clímax.

Quando terminou de agradar o homem,Dulce se sentou sob seus pés na cama,Daryl também sentou e a colocou em seu colo.

Os dois ficaram longos minutos abraçados tentando regularizar a respiração e eufória do pós-orgasmo.

Apesar do momento pacífico,uma questão martelava na cabeça do arqueiro:

- Ele..._o caçador buscou a palavra certa._alguma vez,te forçou?

- Não,mas eu não sentia nada...nem dor ou prazer...achava que o problema era comigo,que eu não gostava de sexo ou que havia algo de errado com o meu corpo._respondeu sem encara-lo._mas acho que no fim,era falta de atração ou desejo.

Daryl se amaldiçoou por ter tocado naquele assunto logo em seguida de um momento tão bom para Dulce,ainda qie fosse algo que ele precisava saber.Como forma de se "desculpar" as mãos grandes acariciaram os longos fios cacheados da mulher.

- Eu achei que era você que ficaria vigiando o homem desconhecido._disse a latina sem saber se a sensação de relaxamento vinha do carinho em seu cabelo ou do orgasmo.

- Era,mas eu pedi pro Abraham ficar.Queria te ver.

Aquela foi uma das coisas mais bonitas,ainda que simples,que Dulce já ouviu.

Os braços femininos apertarem mais o abraço íntimo e Daryl sentiu a garota sorrir em sua pele com a frase,o caçador ficou satisfeito por ter conseguido tirar um sorriso dela depois da declaração.

Uma batida na porta da casa cortou o momento entre eles.Dulce sentou na cama enquanto o Dixon colocava as calças com pressa,já imaginando que o tal Jesus deu um jeito de escapar.

- Fica aqui._resmungou o homem afivelando o cinto e saindo pela porta.


Notas Finais


Ei leitor!!
Espero que tenha gostado do capítulo^^
Se vc tiver alguma crítica,pergunta ou qualquer outra coisa,deixe nos comentários!
Muito obrigada por ler!!


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