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História Minakushi. O amor que eu não posso ter. - Capítulo 44


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Capítulo 44 - Capítulo 44


Capítulo 44


Kushina 


Eu estava preocupa com o que aconteceu no final daquela conversa, eu não é tendi nada, mas o Minato tinha ficado sério. Agora eu estou tentando fazer com que o Minato me fale o que aconteceu. 


Pois eu achei que o Minato ia tá sorrindo que nem um bobo por aí, mas ele está sério. 


- que aconteceu no final da conversa? - perguntei preocupada. 


- não aconteceu nada. - Minato falou pegando minha mão para atravessarmos a rua.


- corta essa, o que aconteceu que eu não entendi nada. - eu falo e o Minato aperta minha mão, deu pra perceber que ele não quer falar disso.


- não é nada, tá bom. - Minato falou me dando um beijo na minha testa.


- ok, se não quer fala não fala. - eu saí andando irritada e deixo ele pra trás e entrando na lanchonete. 


Fiquei muito irritada com ele por não querer me falar o que era, se ele não confiava em mim, agh.. que raiva por que sempre escontem as coisas de mim. 


- Kushina volta aqui. - Minato me chamou mas eu finjo que não escutei. - por que tem que ser tão infantil as vezes. 


Minato tinha conseguido me acompanhar rapidamente, eu tentava ignorar sua presença ao meu lado. 


- sou infantil mesmo. - eu me viro para o Minato e fasso uma careta.


Ao entar na lanchonete eu avisto de longe Umi e Hiashi sentados em uma mesa do canto. Para não mostrar que estou irritada eu sorrio pra todo mundo presente no local m, Minato aparece logo atrás de mim e sussura no meu ouvido. 


- em casa a gente precisa conversar tomatinho. - Minato falou e começou a andar logo em seguida. 


Se ele não que me contar tudo bem, mas eu vou fazer o Minato ficar muito irritado, eu seu qual é o ponto fraco dele. 


- eu que não quero mais conversa. - eu dou um sorrisinho de deboche pra ele.


- se continuar assim vou começar a te tratar como uma criança. - Minato falou baixinho.


- mais você adora que eu seja assim na cama. - eu falei começando a andar só que o Minato me segura pelo braço e me trás pra perto dele. 


Eu tinha falado algo que eu sabia que ia deixar o Minato desconcerto, e eu sabia que ele ia retrucar. 


- na cama é uma coisa aqui é outra. - Minato falou com a voz roca no meu ouvido. - tá querendo ficar de castigo tomatinho.


Ele me quebrou todinha com aquela frase, ele sabia como me deixar na palma da mão dele, depois do que ele falou isso começo a andar até a mesa onde Umi estava. 


- chegamos. - eu falei toda alegre.


Eu me sento do outro lado da mesa e o Minato senta logo em seguida, eu fiquei no cando da mesa, Minato só me olhava de canto de olho. 


- e como foi o seu primeiro utrasom? - Umi perguntou toda empolgada. 


- foi incrível, eu até chorei. - falei no mesmo tom de empolgação. - é uma coisinha tão pequenininha.


- no início sim mais depois eles começam a crescer e ficam até difícil de carregar. - Umi falou fazendo um gesto com as mãos em forma de barriga grande.


Eu e a Umi começamos a conversa entre só nós duas deixando os dois homens presentes de lado, eu ainda estava meio irritada com o Minato.


- Kushina vai querer algo pra comer? - Minato falou dando uma olhada no cardápio.


- vou querer um sorvete de flocos. - eu o respondi e o Minato chama a garçonete e faz os pedidos.


- mas e você Umi, como foi? - Eu perguntei e ela riu e olhou pro Hiashi.


- eu estava certa, é uma menina e um menino. - Umi falou cutucando o Hiashi. 


- o Hiashi parabéns, mais só uma dica o bebê da Mikoto é menino. - eu falei o cutucando.


- é o que isso tem a ver? - Hiashi falou inocentemente. 


- se eu não tiver um menino o filho da Mikoto pode substituir. - eu falei dando risada. 


- da pra parar de arrumar namorado pra minha filha. - Hiashi falou irritado. 


- nossa filha um dia vai ter que arrumar alguém Hiashi. - Umi falou rindo do marido enburado. 


Nós conversamos por mais um tempo, o sorvete da lanchonete era delicioso, depois cada um foi pra sua casa.


/#/


Nós dois chegamos em casa e eu juro que tentei fazer a minha curiosidade ir embora, só que ela não colabora comigo aí fica difícil. Assim que colocamos as pés no meu apartamento eu já fui logo falando. 


- pronto para começar a falar o que aconteceu lá. - falei me sentado no sofá. 


- por quê tem que ser tão teimosa e curiosa. - Minato falou parando a mão no rosto em forma de irritação. 


- Minato você me conheceu assim. - eu falei convencida. - e é assim que eu sou. 


Minato: olha eu não sei. - Minato falou soltando uma lufada de ar. -mas parece que o médico quer ver seus exames por que talvez possa a ver algum problema. - Eu me assustei com o que ele falou. 


- pode trazer risco pro bebê? - eu perguntei em pânico colocando a mão na boca.


Isso não pode acontecer, meu bebê não pode se machucar por minha causa, eu sou um ser humano horrível. 


- calma Kushina isso é só uma hipótese minha. - Minato falou se ajustando na minha frente e pegando as minhas mãos.


- mas o médico não falou nada disso. - Eu apertei forte as mãos do Minato. 


Minato me olha nós meus olhos com um carinho que vai me acalmando de pouco a pouco. 


- isso foi só uma dedução minha tomatinho. - Minato falou tocando a ponta do meu nariz e eu dou uma risadinha. 


- mas você acha que isso pode acontecer? - perguntei aflita.


Só a hipótese disso acontecer eu já fico muito preocupada, pois não quero trazer riscos para o meu bebê. 


- eu não sei, mas não se preocupe com isso. - Minato falou segurando firme minha mão. - eu vou está junto com você em tudo.


- eu sou uma pessoas horrível. - falei escondendo o meu rosto na almofada. - vou acabar prejudicando o meu bebê, tudo por que eu fui uma idiota e não me cuidei. - falei desabando o que eu estava sentindo.


- ei, amor não fale assim, eu acho que o bebê não ia gosta de ver a mamãe dele triste por algo que não se sabe se é verdade. - Minato falou se sentando ao meu lado e me abraçando.


Nós ficamos juntos sem falar nada por mas um pouco até que ele foi embora, afinal não poderia ficar dormindo aqui na minha casa todo dia, depois que ele saiu eu fui tomar um banho e dormir.


/#/


Eu acordo com a empregada batendo na porta me chamando para o café da manhã, quando eu olho a hora já era tarde, eu dormir de mais. 


A empregada continua a me chamar. 


- senhorita Kushina o café tá pronto. - A empregada falou dando três batidas na porta.


- já, já vou. - falei meio afobada pra acorda.


Eu me levanto e mim arrasto até o banheiro e tomo um banho pra espantar a preguiça do corpo, depois do banho vou até o guarda-roupa e pego uma blusa cinza e uma saia preta, eu saio do quarto e vou para cozinha, quando eu chego tem uma mesa do café da manhã incrível, tinha de tudo até coisas que eu nunca vi na vida.


Quando o meu pai falou que ia me ajudar nas despesas de casa, eu que ele ia pagar um pouco das coisas, não que ele ia pagar tudo para mim. 


Eu me sento na cadeia e sinto meu celular tocar, Minato estava me ligando. 


Ligação 


- oi. - eu falei. 


- oi, bom dia. - Minato falou de forma carinhosa. 


- bom diaaaa. - respondi abrindo boca.


- tô vendo que o meu tomatinho acordou com preguiça, deve está toda despenteada. - Minato falou rindo, sorte a dele por está do outro lado da linha.


- um pouquinho. - na verdade eu estou morrendo de sono, pra me importa em está bonita quando acordo. - mais o que você quer essa hora? 


- tem compromisso hoje a noite? - ele perguntou, eu ainda conseguia ouvir as risadas dele através do telefone.


- acho que não. - eu falo em quanto tento tomar para começar tomar o meu café. 


- que tal a gente sair pra jantar e se divertir. - Minato falou a última parte usando o duplo sentindo. 


- pode ser. - eu não tinha nada pra fazer então resolvi aceitar. - que horas? 


- eu tava pensando que podia ser 18 horas. - Minato sempre pensa em tudo.


- pode ser. - o que eu vou falar ele sempre tem tudo sobre controle.


- só mais uma coisa. - Minato falou e esse mais uma coisa veio meio de uma maneira inesperada e isso me deixa em alerta. - temos que contar pro Menma sobre o novo integrante da família. - eu sabia que vinha algo para me deixar preocupada.


- você conta. - era óbvio que ele ia contar não eu. 


- não. - Minato falou de maneira mais seria mais sem perde a forma divertida. - vamos contar juntos. - meu coração gelou na hora.


- você é o pai então é você que tem que contar. - falei me aceitando na cadeira e sentando em cima do meu pé. - será que ele não vai ficar com ciúmes? - perguntou e ele demora um pouco pra responder.


- e você é a mãe, o Menma vai amar ter um irmãozinho. - ele falou é eu fiquei pensando será mesmo que ele vai gostar.


- se você diz, agora eu vou desligar tem um café da manhã incrível mim esperando. - eu com muito custo consigo tomar coragem para começar a comer. 


- tenha um bom café da manhã e te amo tomatinho. - Minato falou desligado o celular. 


Ligação off 


O Minato é o ser mais fofo da face da terra, sempre pensa em tudo e sempre disposto a ajudar, as vezes eu me pergunto, como pode existir alguém como ele nesse mundo.


O café da manhã parecia tão gostoso, as frutas estavam deliciosas só não gostei muito da quela frita azul que eu não sei o nome, os biscoitos caseiros e o bolo estavam incríveis.


Mas na hora que eu coloco um gole de café na boca meu estômago se revira que parecia um tsunami e eu saiu correndo pro banheiro o mais rápido que minhas pernas ião, eu coloco tudo que eu tinha pra fora, o meu café maravilhoso todo colocado pra fora e é horrível essa sensação de que nunca vai acabar, quando eu acabo de colocar tudo pra fora um me levanto com dificuldades, pois eu tinha sentado e abraçado o vaso sanitário.


Eu estava muito tonta e a minha dor de cabeça estava no limite e a única coisa que eu queria era minha cama e o Minato pra cuidar de mim.


Quando eu chego na cama o mundo parece estar ficando todo escuro, e eu apago em cima dela. 



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