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História Mindnight ( HyunIn ) - Capítulo 1


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Notas do Autor


ola anjinhos, finalmente debutei nessa categoria! confesso que estava pensando em postar algo aqui a muito tempo, mas nunca tive ideias.
bom, o plot é bem conhecido por muitos e se você não conhece cinderela, me diga a caverna que você mora kkkkkkkkkk!

então eu quis fazer uma hyunin porque eu acho que nunca vi uma assim, mas não tenho muita certeza
mudei algumas coisas, o felix vai ser amigo do IN porque eu acho um absurdo a cinderela passar a vida só conversando com animais.

separei os flash em dois capítulos para não ficar muito confuso e tentarei manter a frequência de 2 capítulos por mês.

bom, vou avisar que a fanfic não ocorre nos anos originários e sim próximos ao século 21 (não tem um ano específico para está história) .



mas vou parar de enrolar e deixar vocês com o capítulo

Capítulo 1 - Flashback I


Fanfic / Fanfiction Mindnight ( HyunIn ) - Capítulo 1 - Flashback I

Um dia, um pequeno garoto nasceu, seu nome era Yang Jeongin e ele via o mundo não como ele era, mas sim como deveria ser: com um pouquinho de magia.

Para sua mãe e seu pai, ele era um príncipe, na verdade ele não possuía títulos, nem coroas, nem castelos. Entretanto era o governante de seu próprio reino, cujo as fronteiras se limitavam a casa e o prado na beira da floresta, onde sua família viveu por gerações.

Seu pai era um mercador que trazia tributos de cada cantinho do reino, e aquela era mais uma tarde em que o homem voltava e consigo trazia presentes, tanto para Jeongin quanto para sua esposa.

O pequeno garoto estava ajudando sua mãe a alimentar os animais, nem fazia ideia que seu pai estava voltando de sua longa viagem.

— Tatá, você é um ratinho de casa, não de jardim! – Repreendeu o amiguinho pequeno. — Não pode comer a comida do senhor ganso!

— Você ainda acredita que eles podem o entender, querido? 

Sua mãe perguntou agachando ao seu lado e acariciando suas madeixas escuras, Jeongin tombou a cabeça para o lado em sinal de confusão.

— Mas eles podem, não podem?

— Podem sim, acredito que os animais possam escutar e falar conosco se prestarmos atenção. – Disse sorrindo. — Assim aprendemos a cuidar deles 

— E quem cuida de nós?

— Fadas madrinhas, meu amor.

— E você acredita nelas?

— Claro.

— Então eu acredito também! 

Sorriram e a atenção foi dirigida até a carroça que se aproximava, Jeongin não pensou duas vezes até sair correndo e envolver o pai num abraço, quase o derrubando. A mãe do pequeno se levantou riu, se aproximando também porém ainda mantendo distância, apenas os observando de longe 

— Puxa, como você cresceu, filhão. 

Disse enquanto colocava o filho sentado num banco próximo, o fazendeiro que lhe acompanhou na viagem o entregou um objeto, este que fora estendido para a criança.

— O que é isso papai?

Perguntou encarando a espécie de caixinha com curiosidade.

 — Isso? Encontrei pendurado em uma árvore, acho que que dentro pode ter alguma coisa.

Sorriu entregado o item nas mãos do pequeno Yang, estimulando este a abrir o que lhe fora entregue. Ponderou por alguns minutos, mas por fim desfez o laço no topo da caixinha, a abrindo e revelando uma borboleta dali. Riu contente e segurou o cabinho preso a ela.

— Oh, é lindo papai!

— Em francês, ela é papillon.

Mon papillon

Pronunciou enquanto brincava com a pequena borboleta, o senhor Yang acariciou os fios e a criança deixou seu presente no banco, ficando por cima dos pés do pai.

— Aí, você está pisando nos meus pés. – Comentou divertido.

O pequeno Yang fora surpreendido por uma dança, rodopiavam pelo gramado e era possível ouvir os risos dos dois.

— Olha, mamãe, eu estou dançando! – Gritou animado.

A mais velha assentiu e sorriu, observando o marido e o filho se divertirem. Eles eram a família mais feliz do universo, na visão de Jeongin eram um reino feliz, tudo parecia ficar melhor quando estavam juntos.








Por fim, a noite caiu, e o pequeno Jeongin já se encontrava na cama e sua mãe se encontrava ajoelhada ao seu lado, a senhora Yang segurava o livrinho infantil enquanto cantava uma música de ninar, não demorando muito até o garotinho dormir.

Que cor é a flor maravilha, verde e azul… – Cantarolou enquanto se afastava lentamente, tentando não o acordar. — … deves me amar maravilha, porque eu te amo.

Jeongin virou para o lado e ajeitou a coberta, a mulher sorriu e fora abraçada pelo marido, logo ambos saíram do quarto. Todavia, até os reinos mais felizes às vezes eram abatidos com a tristeza. Já fora do quarto, o senhor e senhora Yang conversavam baixinho enquanto caminhavam para seu quarto, mas de repente a mulher parou de responder e petrificou no lugar.

— Querida? Está tudo bem? – Indagou preocupado.

Não obteve resposta, entretanto a mulher se sentiu fraca e acabou apagando, sendo segurada por seu marido. No dia seguinte, a mulher pediu para deixar o acontecimento para trás, alegando que só estava a algumas horas em jejum, mesmo relutando o senhor Yang acatou o pedido da esposa. 

Após aquele ocorrido, cenas semelhantes passaram a ser constantes, sendo presenciadas pelos funcionários e até mesmo por Jeongin, que não entendia o porquê de sua mãe estar tão magra e pálida – comparando com antes.

Era mais um almoço na casa dos Yang, estavam em um completo silêncio, podendo se ouvir apenas os animais que estavam do lado de fora. Jeongin comia apressado, enquanto ouvia algumas repreensões de seu pai, que também estava comendo, a única que mantinha seu prato intacto era a senhora Yang.

— Gahee, o médico local virá em nossa casa hoje. – Suspirou. — Não aguento mais ver você assim, querida.

— Aposto que não é nada, querido.

Lhe assegurou, mas o homem não estava tão confiante assim, conhecia a esposa e sabia que ela não era de ficar doente fácil, ainda mais por tanto tempo. Jeongin observava os dois com os olhinhos afiados com curiosidade, não entendia nada do que estava acontecendo, apenas desejava que voltassem a ser como antes.

Como o prometido, o doutor chegou e prontamente fora examinar a mulher, não deixando os Yang permanecerem na sala. Algumas horas se passaram e finalmente o senhor saiu da sala, contendo um semblante melancólico, o que deixou o pai de Jeongin desesperado.

— E então doutor? Está tudo bem, certo?

— Sinto muito, filho. – Disse sentindo o olhar cortante do Yang. — Ela tem leucemia aguda, está em estado terminal e lhe faltam poucos dias de vida. 

— Não tem nenhuma chance de cura?

— Não, sinto muito.

Sorriu triste e virou as costas indo embora, Jeongin adentrou a sala apressado e parou ao lado da mãe, sentindo lágrimas grossas percorrerem por seu rostinho.

— Mãe…!

— Escute querido, provavelmente eu estou partindo daqui uns dias e eu queria que você me prometesse algo.

— O que, mamãe?

— Tenha coragem e seja gentil, mesmo quando for passar pelas provações da vida. – Sorriu fraco. — Você promete isso para a mamãe?

— Sim, eu prometo!

— Me perdoe por tudo.

— É claro que eu perdoo, mãe.

Disse em meio ao choro, sendo abraçado pelos braços acolhedores da mulher, soluçava baixinho entre os braços da mãe e a mulher também chorava, mas em silêncio. Aquela cena partira o coração do senhor Yang, este que se aproximou e envolveu ambos em seus braços, chorando também.

— Eu amo vocês, meus amores, amo muito. – Disse a senhora Yang.

E naquela casa onde tudo era sempre muito colorido e feliz, se tornou um lugar cinza e triste, principalmente após a morte da senhora Yang, deixando Jeongin muito mais próximo de seu pai.




Notas Finais


obrigada se você leu até aqui! me dêem um feedback caso tenham gostado e prometo que atualizarei logo.

ps: sei que tenho uma threeshot pra atualizar, logo ela estará completa kkk


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