História Mine - Capítulo 12


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Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Seohyun, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Taeny, Yoonhyun, Yulsic
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Palavras 2.890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, FemmeSlash, LGBT, Orange, Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje um capítulo bem levinho..

Capítulo 12 - Na trave!



Pov Yuri


Segunda-feira de manhã, argh. Pelo menos era intervalo. Eu apenas estava caminhando pelos corredores do colégio com a minha amiga Jessica, que me contava o chute, ou melhor, o TKO que ela deu no namorado.

- Eu também fiz questão de passar na cara dele que te beijei, claro, omitindo que foi só um selinho. – selinho esse que viraria um beijo se o próprio não interrompesse, então ok. – E dei a entender que aconteceria de novo.

- Mas não vai acontecer de novo, vai?

- Eu quis que ele fosse dormir pensando nisso. – não respondeu à minha pergunta, Sica. – Agora só quero que ele se foda, e nunca mais ouvir falar dele.

- Nunca mais falarei dele. Já foi tarde. – sussurrei a última parte pra que ela não escutasse, e ruborizei quando a ouvi dar um risinho, indicando que eu falhei, e que ouviu.

- Ah, tem a última parte. Eu o xinguei da janela, aí ele me deu dedo, eu mandei ele enfiar na bunda e depois mandei-o pro inferno.

- Pera, da janela?

- É. Parecia que eu estava experimentando a liberdade, sabe?

- Não mesmo. – falei, rindo. – Mas pera, seus pais não estavam em casa? – ela assentiu. – E não falaram nada?

- Meu pai nunca simpatizou com a ideia de um marmanjo me tocando, a princesinha dele, e tal. – tive rápidas lembranças do meu pai, mas não deixei isso me dominar, senão ficaria com saudades demais. – E a minha mãe não gostava do viado lá, de qualquer jeito. Eles ouviram praticamente tudo, inclusive a parte em que eu falei que te beijei. – arregalei os olhos, porra, não precisava, como eu vou entrar na casa dela agora? – A minha mãe até foi lá perguntar se era verdade, mas eu dei a volta nela, falei que não foi de língua. – preocupadíssima com o que a mãe dela, uma pessoa tão legal, estava pensando de mim agora. – Meu pai me olhou bastante estranho depois, mas não disse nada. Não sei o que a minha mãe falou pra ele, mas funcionou, eu deveria estar de castigo e não estou. – fiquei na dúvida se seria castigo por o nosso selinho ter acontecido ou castigo pela cena feita com o Tyler. Mas não perguntei.

- Bom, eu não conheço o seu pai, então não sei.

- Se ele soubesse que foi você, então. – já o imaginei me encarando com aquele olhar julgador. – O que fez ontem? – ahn, eu só recebi o Eunhyuk e a Taeyeon em minha casa pra jogar videogame e ver uns filmes, rs.

- Nada de produtivo, e você?

- Dormi mais da metade do dia. E eu vi sua selfie com o Eunhyuk, brigadeiro e pipoca. Parece bem legal pra mim. – ela me olhou, recordei-me de que ela tinha curtido a minha selfie, inclusive. Eu estava muito lesba fofa (lê-se passiva) na foto, quem não conhecesse (e ela que tem ciúme u-u) poderia dizer que somos um casal, até porque eu coloquei “Meu Princesu [emoticons felizes]” como legenda.

- É, eu o convidei junto com a Taeyeon pra passar a tarde lá em casa, pra ver uns filmes e jogar.

- Me responde um negócio: ele sabe que você é lésbica?

- Não, inclusive eu até dei pra ele ontem. – ela me deu um olhar quase assassino – Mentira Sica, calma. É claro que ele sabe, relaxa. E isso só nos aproximou mais.

- Que tipo de cara prefere passar a tarde com duas lésbicas ao invés de fazer qualquer outra coisa?

- O tipo que é maneiro, não é homofóbico, e sabe que vai chover mina na horta dele só por causa da gente, ele não é burro. E é muito gato, pode ser útil em situações diversas na balada.

- Ah sim, vai chover mina. Certo.

- Me responde um negócio você, agora. Por que todo esse ciúme com ele, hein?

- Não é ciúme.

- É sim, Sica.

- Cala a boca.

- E aí, suas lindas? Saudades da Tae? – brotou do nada essa palmita.

- Viada preferida do meu core. – abracei-a com força demais, ela estranhou essa empolgação, mas me abraçou de volta. – Nada de falar de ontem, a Sica já tá possessa de ciúme aqui, obrigada. – sussurrei no ouvido dela, que deu uma risada maliciosa.

Vagabunda, vai foder tudo.

- Jess meu amor! – ela disse e abraçou a pequena, que correspondeu até animadinha. – Soube que tá na pista, assim que eu gosto, bate aqui. – elas bateram um high-five. – O que fez ontem? Nossa tarde foi muito legal, sabia que eu agora shippo Yulhyuk? Eu shippava secretamente vocês duas, mas agora Yulhyuk chegou, né?

- O que diabos é Yulhyuk? – bati na testa, mato a Taeyeon de voadora um dia.

- Yuri Eunhyuk, ué. Uma lésbica curiosa e um menino inclinado à viadagem, haha. Perfeitos. – lésbica curiosa foi foda. – O nome de quem é ativo na relação vem sempre na frente, já sabe né? Hahaha – pff, até eu ri dessa.

- Não acredito nisso.

- Tô zoando, Jess. O Eunhyuk é super hétero. E só teve Yulhyuk na hora que a gente resolveu assistir Sempre ao seu lado, a Yuri começou a chorar por causa do cachorro, daí os dois ficaram agarradinhos no sofá, e eu segurando aquela vela maravilhosa.

- Ahn, desculpa por ser sensível e não aguentar quando os cachorros morrem, mesmo em filmes. Ele só fica lá esperando o dono até morrer, até o dia em que ele vai chegar, só que o cara já morreu e tipo, é foda, machuca demais aquele filme. E foi ele quem veio me abraçar.

- E você molhou a camisa dele de lágrimas. E depois sujou a cara dele de brigadeiro quando ele ficou rindo.

- É, ele abusou da minha dor, nada mais justo.

- Deixa eu adivinhar: ela também limpou o sujo no rosto dele com a língua? – Sica disse, aparentemente sem saco pra esse assunto.

- Não, tá louca, vou ficar lambendo homem? Eca. – ela cruzou os braços e olhou pro outro lado. – Se fosse você suja de brigadeiro, eu até lamberia, hm? – me abaixei, aproveitando que ela olhava pro outro lado e encostei a língua na sua bochecha. Ela passou a mão, limpando e virou num movimento brusco, quase que ela me beija, mas eu esquivei a tempo, meu reflexo foi mais rápido.

- Na traaaaaaaave! – isso foi a Taeyeon, claro.

Queria saber onde enfiar a minha cara, apenas.

- Ér... Eu tava brincando... – falei, claramente sem graça.

- Tá... Tudo bem...

- Falem direito, pontuem as falas, porra!

- Eu... – até tentei falar, mas minha cabeça parecia feita de nada, as palavras simplesmente não saíam.

- Af, que climão. Vou procurar uma mina por aí, fiquem no silêncio de vocês. Eu hein.

Ela saiu e ficamos caladas ali. Eu comecei a ficar inquieta, claro, não saber o que falar é uma merda.

- Daqui a pouco você engole esse maldito lábio, de tão forte que morde. – notei que eu realmente mordia e com força meu lábio inferior. Maldita mania.

- Se isso realmente acontecesse, já teria acontecido comigo há muito tempo. – ri nervosa.

O sinal tocou logo em seguida.

- Vem gata, vamos pra sala. – passei o braço pelos ombros dela como se nada tivesse acontecido, ela colocou a mão na minha cintura, também agindo como se nada tivesse acontecido. Na verdade não aconteceu nada, né. – Já sabe que eu vou te proteger, né?

- Como assim, Yul?

- Tem um monte de cara aqui que vai querer te dar uns pegas quando descobrir que você está solteira, eu não vou deixar esses assanhados encherem seu saco, para o seu bem.

- Tem? Mas eu sou tão quieta, como saberiam que eu namorava, e que eu terminei esse namoro?

- É, eu odeio dizer a verdade parecendo que estou me gabando, mas todos sabem quem eu sou nessa escola. E você está sempre comigo. Claro que eu não espalho fofoca nenhuma, não sou dessas, as pessoas me contam as coisas, mas eu nunca repasso, não acho prudente. As pessoas pesquisam, Sica, descobriu seu nome, sobrenome, Facebook, já era. Já fui alvo de certas perguntas indiscretas sobre você, e pode crer que não respondi nenhuma.

- Hm, então tem gatos de olho em mim? – ela disse com um sorriso malicioso, af – Acho que também vou pegar vários, tô no clima de fazer isso.

- Mas nem pensar!

- Por quê?

- Porque aí você vai virar a mais nova vadia, imagina se eu quero isso.

- Mas eu quero dar uns pegas nos gatos daqui sim, por que não? Aquele mesmo lá da sala, que é apaixonado pela Tae, é um lindo.

- O Luhan? Eca.

- Você diria e diz “eca” pra qualquer homem, menos o Eunhyuk. Não entendo.

- O Hyuk é meu amigo, assim como o Heechul, e outros garotos.

- Heechul?

- O DJ da festa.

- Não me lembro das feições do DJ Heechul.

- Ok, mas eu tenho amigos homens, só amigos, e nunca ficaria com eles, você sabe porque, não sinto nada.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Claro, eu sou um livro aberto. Se for íntimo demais te respondo mais tarde, essas paredes têm ouvidos.

- É um pouco, eu acho.

- Pode mandar.

- Você já beijou um homem, Yuri? Um homem que te pegasse e te beijasse? – fiz uma careta meio de nojo e obviamente só conseguia pensar no Hyuk.

- Ahn... Já, mas eu não deixei que ele me “pegasse” totalmente, do jeito que você fala, porque achei desconfortável, não nojento, mas bem estranho.

- Foi seu primeiro beijo?

- Não, nem de longe.

- Então foi recente?

- É... bem recente.

- Pode me dizer quem foi?

- Se você não me bater...

- Por que eu faria isso?

- Sei lá.

- Fala!

- Foi o Eunhyuk. – ela arregalou os olhos e me largou na hora, na mesma hora. Fiz um beicinho.

- Você beijou o Eunhyuk? E ainda quer me dizer que ele sabe que você é lésbica depois de terem beijado?

- Bom, depois que eu ,nada educadamente, o afastei, tive que falar. E não foi ontem, foi na festa. Ele me puxou pela nuca, me beijou, e ia até aprofundar, mas eu juntei forças pra empurrá-lo. Juro que não significou nada, ele só está mais próximo de mim, claro que como amigo. Não mudei de sexualidade, nem vou mudar. Agora volte aqui, Jessica.

- Não quero.

- Vem aqui, sua ciumentinha. – a abracei por trás.

- Me larga.

- Birrenta, pra que tanta birra? Eu sei que você me ama mesmo.

- Não vou nem falar nada.

- Te amo também.

- Hm.

- Magoada, eu digo que amo e ela responde “hm”. Mas só me fodo nessa vida.

- O que queria que eu respondesse?

- Não me ama? – esse diálogo todo acontecia comigo a abraçando por trás, só pra lembrar.

- Não.

- Não fala mais comigo. – a soltei e já ia sair andando.

- É mentira, Yul. – ela pulou nas minhas costas, obviamente sem que eu visse, mas eu segurei suas pernas antes que nós caíssemos. – Amo você, sua convencida. – ela disse no meu ouvido e eu quase a soltei pelo arrepio que cortou meu corpo. – Ui, ficou toda arrepiadinha. – ela disse, passando a mão pelos pelinhos arrepiados do meu braço que a segurava, na parte de trás das suas coxas macias (que eu iria adorar dar uma pegada, tava ali me aproveitando também, não sou de ferro).

- Já avisei que não se deve mexer com meu pescoço.

- Posso descer agora? – soltei suas pernas e ela desceu, voltando a me abraçar pela cintura, a abracei de volta pelos ombros, assim caminhamos até a sala. Quando entramos no corredor onde ficava o segundo ano... – Yul, que status foi aquele?

- Qual? “Pega e não se apega”? – sim, esse era meu status antigo, e eu sabia que ela estava falando do que eu coloquei ontem.

- Não, aquele da música de Justin Bieber, Boyfriend.

- Ah, aquilo? – foi uma brisa na minha mente que colocou aquilo pensando na Sica, mesmo querendo (e conseguindo, hunf) esquecê-la. – Deixa pra lá, eu já vou trocar de novo.

- Eu quero entender, ué.

- Você não sabe o que tá escrito lá?

- A tradução eu sei, até fofinha. Queria entender o porquê, considerando que você não é fofa e não liga pros sentimentos do monte de meninas que você pega. – e olha que eu não pego ninguém (excluindo o dia da festa) desde que me vi com um sentimento por ela, e isso já tem uns meses.

Ah, mas na festa eu me joguei mesmo, não tava nem aí.

- Não tem exatamente um porquê, só gosto dessa música. Acho dançante e eu fico muito sexy dançando.

- Não brinca, sério?

- Claro, eu sou uma delícia dançando rap. Dançando até o Tchan eu sou uma delícia. “Pau que nasce torto, nunca se endireita...” eu poderia ser a nova Morena do Tchan. Só que não.

- Você se acha. Dança boyfriend pra mim? – tínhamos acabado de entrar na sala, o segundo sinal tocou. O professor (a) de não sei que matéria que a gente teria aula agora estava atrasado (a).

- No meio da sala de aula? Jamais. Algum dia eu me apresento pra você, mas só pra você porque tenho vergonhinha, e não filme. Aí eu danço o rap, o axé, o passinho que você quiser.

- Vai fazer pra mim hein, vou cobrar.

- Só não vale ser pelo Skype, tem que ser ao vivo pra você sentir a emoção. E ficar seduzida, claro.




Pov Jessica


Dá pra prestar atenção numa aula de Sociologia imaginando a Yuri dançando qualquer dança muito sexy?

Resposta: não, não dá.

Porra, tava foda isso de ficar pensando nela. Pessoas normais na minha situação estariam pensando no ex, né? Mesmo sendo o terminante, pessoas pensam sobre o ex ou a ex.

Eu estava era pensando na minha queda por garotos com aquelas calças folgadas, que me dão vontade de puxar de uma vez. Aí o meu cérebro junta isso com o corpo perfeito, feminino e curvilíneo da Yuri.

Porra Cérebro, tá de sacanagem? Sacudi a cabeça e mexi no cabelo, pra ver se parava de visualizar isso. Mas quem disse? Ele ainda me jogou flashes dela tirando a roupa, e sensualizando pra mim, ai ai. Socorro gente, que coisa pra se pensar durante uma aula. Alguém me leva daqui?

Sim, eu não tô surpresa, eu sei e admito que sinto coisas pela Yuri, falando em desejo, em atração. É, ela é uma garota, assim como eu. E eu sou uma adolescente de 15 anos, virgem, cheia de hormônios e tenho tesão nela, eu acho, não sei direito o que é tesão. Mas eu não posso ter esse tipo de pensamento em público. Pelo menos ninguém consegue ler mentes.

Ninguém consegue, né?

E aquilo continuava na minha mente, via/imaginava a Yul de tudo quanto era jeito, enquanto meus olhos estavam focados na professora. Viajando mesmo. Cocei os olhos e olhei para a esquerda, má ideia, encontrei a Yuri debruçada na mesa mordendo o lábio como quem não entendia bulhufas do que a professora falava. Eu não fazia ideia do que ela estava falando, era como se tivesse deixado de escutar. E de onde eu estava, conseguia ver o vale dos seios da Yuri, o que não ajudou em absolutamente nada.

Ela ajeitou a posição, fazendo os seios balançarem e eu tive que virar o rosto. Por que eu estava assim por ela justo agora?

Comecei a sentir um incômodo quase insuportável entre as pernas, maldita calça apertada. Eu precisava levantar dali, já estava beirando à dor. Reparei na sala, uns poucos prestavam atenção, os outros viajavam assim como eu.

- Professora, posso sair? – perguntei.

- Sair pra onde?

- Pra fora... Quer dizer, ao banheiro.

- Ah sim, pode.

- Se fosse eu não deixava, ia me fazer perguntas. – Yuri resmungou, porém alto o suficiente pra que ela escutasse.

- Com licença, professora. – falei.

- Yuri, me responda uma pergunta. – ela disse.

- Por que eu? Ela que vai sair!

- Mas sua atitude foi desrespeitosa, e quando a Jessica voltar eu farei uma pergunta a ela. – taporra. Apressei o passo até a porta e o pessoal deu risada.

- Não vou responder não. – ainda ouvi a Yuri dizer quando estava do lado de fora, aí fiquei ao lado da porta escutando. Ah, eu queria saber, me deixa.

- Ou responde ou sai da sala, prefere o que? – responde Yuri, que porra!

- Tá bom professora, pergunte. Eu tenho certeza de que não sei a resposta, mas pergunte. – sinto que ela vai se complicar.

- E quer passar na minha matéria assim?

- Foi mal, não tô entendendo, a senhora não explica direito, ou não pelo menos de um jeito que eu entenda. E desde o ano passado é assim, eu tenho que me virar pra descolar um 6.

- Bom saber disso. – prevejo a Yul na recuperação de Sociologia, sim.

Resolvi ir logo ao banheiro porque o incômodo não melhorou praticamente nada, e percebi que não era a minha calça que incomodava lá, talvez fosse a calcinha.

Que estranho, cara. E andar era pior ainda. Tenho que descobrir o que é isso, tá muito esquisito.




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Notas Finais


kkkkkkkkk gente eu tô rindo


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