História Mine - Capítulo 1


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Categorias Lili Reinhart, Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Lili Reinhart, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Supernatural
Visualizações 40
Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fic é um piloto, a continuação depende de vcs leitores lindos ❤️📖


Espero que gostem (Desculpe se tiver erros)
Boa leitura ❤️

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction Mine - Capítulo 1 - Piloto

Dean Winchester


Antes...


– Demorei muito para chegar até aqui para não pegá-la em meus braços...


 – Não pode Dean... Temos que ir agora!


Olhei para o meu bebê no berçário do hospital central de Lawrence, Kansas. É minha cidade, e ela é minha filha.


 – Espera Sammy...


 – Dean não...


 Deixei Sammy no corredor, e entrei rapidamente no berçário, a enfermeira sorriu para mim ao me ver...


 – Quem é o seu?


 Perguntou referindo-se aos bebês ali.


 – É aquela pequena loirinha...


 Passei por ela, e fui até meu bebê, o peguei em meus braços a primeira vez, sentindo o melhor dos sentimentos, o amor que jamais senti por ninguém antes.


 – Lili... – a enfermeira olhou para a ficha no berço que mostrava o nome dos bebês – É um belo nome, senhor...


 – Winchester... – disse e voltei a olhar para minha pequena – Eu te amo Lili...


 – Dean! – Sammy bateu no vidro da enorme janela – Temos que ir, agora!


 Assenti, e beijei Lili, me despedindo...


 – Nos veremos novamente, baby.


 A deixei em sua caminha de hospital e saí dali rapidamente.


 Encontrei Sammy no corredor e começamos a andar, quase correr para a saída do hospital.


 – Pra onde agora?

 

 Perguntei quando passamos pela porta avistando nosso carro logo ali na entrada.


 – Califórnia... 


Sammy abriu a porta do passageiro e entrou, fiz o mesmo do lado do motorista dando partida no Impala.


 – Não tinha lugar melhor para aquele imbecil se esconder?


 Sempre odiei aquela cidade.


 – Esquece isso... Se não formos agora, não o achamos mais!


 Assenti e saímos dali.



                          X


 O endereço enviado por Castiel Novak na tela do celular do meu irmão indicava aquele hotel, cinco estrelas, em uma cidade na Califórnia... Já procurávamos Dick Roman a quase dois anos, e o maldito sempre fugia... Precisávamos encontrar ele, era uma questão de família. 


 Entramos no hotel, sem sermos notados, espreitando pelos corredores até encontrar aquele quarto, número 223, era ali...


 Por trás daquela porta estaria tudo o que eu precisava... 


 A justiça, a vingança, e o caminho de volta pra casa.


 Sammy puxou a arma, me fazendo sinal para que entrássemos em seguida, puxei a minha também, e fui na frente, a pressa era minha! 


 A porta bateu na parede do quarto depois que a empurrei, não estava trancado.


 – Vejo no armário...  – Sammy sussurrou.


 – Vou até o banheiro.


 Tirei meus olhos do meu irmão e fui, até o banheiro do quarto, que era enorme, ele não estava lá...


 Voltei até o centro, onde Sammy já me esperava.


 – Eu disse que tínhamos que sair na hora! O maldito fugiu de novo!


 Disse irritado, jogando o cabelo para trás com as mãos e se sentando na cama.


 – Eu precisava ver ela Sammy...


 – Você aproveitou bem? – disse sério – Por que não vamos poder voltar nem tão cedo pra casa, Dean!


 – Eu sei... Droga!


____________________________________



                    Lili Reinhart


 (Agora)


 – Já disse que eu não quero ir Madeleine!


 – Sabe que deveria, Lili! Você é linda, e inteligente e…


 – E nada disso vai fazer com que alguém goste de mim instantaneamente e me adote!


 – Mas ainda dá tempo! 


 – Dois anos, Mad! Mais dois anos e terei que sair daqui e me virar sozinha nas ruas…


 Madeleine revirou os olhos e se levantou da cama, onde ela estava. Sentada à minha frente tentando me animar para ir a esse evento de interação do orfanato.


 – Quer saber! Você vai e pronto, Lili Reinhart!


 Mad pegou minhas mãos e me puxou com toda a força dela nos fazendo cair no chão!


 – Você é louca! 


 Rimos juntas, Madeleine era louca mesmo!


 – Vai por bem… – ela se levantou, estava em cima de mim no chão – Ou vou ter que te arrastar até lá fora?!


 Colocou as mãos na cintura, toda mandona como sempre… 


 – Tá… – revirei os olhos e me levantei – Vou pelo seu esforço, não por que tenho esperanças…


 – O importante é que vai! Agora… – ela foi até o armário velho que usávamos juntas e tirou um vestido dela – Veste isso e vamos!


 Era um vestido rosa, era dela mesma, mas não briguei, peguei e vesti, sabia que era um dos melhores que ela tinha.


 – Obrigada…


 – Obrigada nada, coloca um belo sorriso nesse rosto e vamos lá!


 – Sim dona Madeleine!


 Ela riu finalmente, pegou no meu braço e saímos do pequeno quarto, do velho orfanato.



 Fomos até a área do jardim, onde estavam todas as outras garotas e garotos, e vários adultos também, conversando com eles. 


 – Tá vendo isso, Lili?


 Mad me deu um cutucão!


 – Aí… – reclamei, doeu – O que foi?!


 – Olha ali o Jason… estão falando com ele!


 O irmão dela… 


 – Vai lá! – disse tentando animar ela – Quem sabe aqueles são seus novos pais!


 – Tá… Eu já volto.


 – Não tem pressa.


 Ela correu na direção deles. E eu, olhei em volta, quase entrando e desistindo de tudo aquilo. Passei minha vida toda nesse lugar… não seria adotada nos meus dois últimos anos aqui!


 Fui até uma das mesas do jardim e me sentei sozinha… mas alguém se sentou à

minha frente e sorriu pra mim.


 – Você é a Lili Reinhart?


 – Sou… Quem é você?


 Perguntei ao homem mais velho que estava com um sorriso sentado à minha frente.


 – Eu perguntei sobre você para a Madre superiora, Lili… E se você aceitar, eu quero te adotar. Prazer, me chamo Marv Metatron.


 – Eu…? Por que?


 – Você é uma garota inteligente, e é… a cara da minha filha, quando ela tinha a sua idade… Desculpe. 


 – O senhor perdeu uma filha…?


 – Sim… A alguns anos… Então, se aceitar, sei que posso te ajudar a ser alguém e sei que ela iria gostar disso.


 Disse simplista, mas parece que ele estava sendo honesto. Meu coração me dizia…


 – Tudo bem senhor Metatron… 


 – Marv. 


_________________________________



 Dean Winchester


 Os anos se passaram, e a verdade é que nunca encontramos quem estávamos procurando… Isso não queria dizer que poderíamos parar. Mas o tempo não pára, e só temos uma vida… Convencer meu irmão que precisávamos tentar esquecer aquela vingança, ao menos por um tempo, foi a coisa mais difícil que fiz. Mas ele aceitou.


 Lawrence era a mesma de dezesseis anos atrás… mas a notícia de que Joana Beth estava morta a quinze anos foi a pior… 


 Paramos o Impala em frente ao único lugar que minha filha poderia estar… Joana não tinha família, e eu a abandonei por uma vingança…


 – Tem certeza que quer fazer isso?


 Sammy perguntou quando ia sair do carro.


 – Já perdi tempo demais, Sammy… E ela também é da família.


 Ele assentiu, e eu saí do carro.


 Caminhei pela velha entrada daquele lugar… Horrível, um nó se formou em minha garganta ao pensar na minha garotinha correndo pela grama seca e pedras no quintal…


 – Droga… 


 Disse pra mim mesmo antes de entrar na casa… Aquela visão estava me matando. E a culpa me consumia.


 Uma senhora, na verdade uma freira sorriu ao me ver entrar no recepção e veio ao meu encontro.


 – Posso ajudá-lo? Veio adotar um dos pequenos? Senhor…


 – Winchester. Dean Winchester.


 – Oh… – acho que o nome Winchester estava firme na cidade, a expressão no rosto da freira me mostrava isso – Dean… sou Ana, prazer. 


 – Senhora, vim procurar minha filha… Eu soube que ela estava aqui só agora. Não via a mãe dela a anos.


 – Quem seria a menina?


 Disse sorrindo.


 – Minha filha é Lili Reinhart, filha de Joana Beth Reinhart.


 – Ohn senhor Winchester… – a expressão de susto voltará – Lili foi adotada a dois dias pelo senhor… Marv, Marv Metatron!


 De repente, todo o sentimento de culpa se transformará em raiva e eu sentia meu sangue ferver… alguém estava com minha garotinha e isso não ia acabar assim! Me aproximei da freira a olhando nos olhos.


 – Me diz onde encontro Metatron!











 

 


 


 





Notas Finais


Continuo?


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