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História Mine (Version Camren) - Capítulo 14


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Notas do Autor


Sim, demorei, mas pra acalmar o facho de vocês, tirem a calcinha e apenas leiam. Bjos, amanhã tem mais ;)

Capítulo 14 - Little Bit Of


Fanfic / Fanfiction Mine (Version Camren) - Capítulo 14 - Little Bit Of

Point Of View Camila

– Sabe Mani, não sei por que você é tão fresca. Qual o problema de tomar cerveja? – falei, dando um último gole na minha 3ª garrafa. Ela tinha ido buscar sei lá o que pra beber no frigobar, eu jogava uma partidinha de futebol no Xbox: Real Madrid versus Atletico de Madrid, eu jogava, claro, com o time do CR7. Estava no início do segundo tempo e eu ganhava por 1 a 0.

Ah, a gente estava na sala de jogos, sim.

– Não gosto, caralho! Além de contribuir pra barriga, tem um gosto amargo, eu não gosto e...

– Que barriga que você tem, pelamor? – aquela feladaputa tem a barriga dos sonhos de qualquer mulher.

– Verdade. Eu tenho mesmo é um abdômen sarado. – ela levantou a blusa e encolheu a barriga, forçando-me a dar um pause no jogo.

– Isso, mostre-me esses músculos, eu quero lhe usar. – falei e voltei a jogar.

– Hoje não vai dar...

– Tá negando foda pra mim? Maldade, hein?

– Hoje eu transei com uma moça no banheiro do colégio e ela realmente me cansou.

– Tsc, tsc.

– Por que você parou de pegar as meninas? Elas vieram me perguntar, sabia?

– Sei lá, não quero mais.

– Não quer mais? Amiga, você tá apaixonada, isso sim.

– Ah e por quem, pelo Austin, que me deixou? – é, em outubro, o pai do Austin o levou embora, pra Espanha. Meu Princesu me deixou.

É, esse ano passou voando. Eu mal senti. Pior que ainda tinha que buscar os resultados da escola e tinha a certeza de que ficaria de recuperação em sociologia. Maldita mal comida, ela não vai me aprovar.

– Você sabe por quem. Eu odeio você por mandar tanta indireta pra ela e não tomar uma atitude sequer. Ela te quer, Camila! – ela disse e sentou no chão, com as costas encostadas à base do sofá, onde tinha espaço.

– Como você sabe? Ela por acaso te disse isso? – perguntei, sendo rapidamente interrompida por ela abrindo a latinha de red bull.

– Não, mas é perceptível! Você tá sendo lerda, nem parece à mesma Camila.

– Vou mostrar quem é a Camila quando eu te foder nesse chão onde você está sentada. – cutuquei o rosto dela com meu pé, rindo.

– Ai, você sabe que eu adoro isso, não me tenta. – ela se virou um pouco e deu um beijinho no peito do meu pé, que estava agora apoiado em seu ombro. Eu tinha tomado banho mais cedo, não me vem com nojinho não.

– Passiva.

– Só pra você. – daí ela ficou de costas para a TV, segurando meu pé entre as mãos e começou a massageá-lo e, ah, aquilo é perfeito. – Sabe que eu só tô te fazendo esse carinho pra te torturar, né?

– Faça isso e quem se fode é você. – falei soltando um gemido manhoso, aquela massagem estava ótima. – E continua, tá gostoso.

– Claro que tá, são as minhas mãos. – ela massageava todo o meu pé, me relaxando de uma forma absurda. – Enfim, como eu dizia, você devia parar de indiretas, de olhares, de mimimi e tomar uma porra de uma atitude. – respirei fundo e me peguei ronronando.

– Às vezes, me pergunto o que fará você parar com essa coisa de pegar, pegar e nunca ter nada sério.

– Nada, eu tive um relacionamento e você sabe, foi um fracasso e eu levei chifre, a prova que eu precisava pra nunca mais namorar ninguém.

– Um dia você vai conhecer uma garota que vai te fazer sentir diferente. – ela revirou os olhos.

– Eu sei o que me tiraria dessa vida que eu estou. – forcei-a a massagear meu outro pé, também, ela não reclamou.

– E o que seria?

– A little bit.

– Hã?

A little bit of Monica in my life, a little bit of Erica by my side, a little bit of Rita is all I need, a little bit of Tina is what I see. – ela cantarolou Mambo Number Five, ri pela sua idiotice.

E tive que completar.

A little bit of Sandra in the sun, a little bit of Mary all night along, a little bit of Jessica, here I am...

A little bit of you makes me your man! – cantamos juntas e rimos igual a duas retardadas. Pausei o jogo novamente e batemos um high-five. Voltei a jogar.

– Eu precisaria de “A little bit of” cada gostosa que existe, só assim.

– Falando sério, Mani. Um dia você vai gostar, mas gostar mesmo, de uma garota. Vai sofrer por ser trouxa, igual a mim.

– Eu acho que sim, irei ser trouxa, mas só daqui a um tempão, sabe? Muitos anos depois desse momento. – ela jogou os cabelos para o lado e riu.

– Não tenha tanta certeza. Daí você vai saber o que é se apaixonar, o medo de foder tudo, de não ser correspondida, de não dar certo... – divaguei começando a pensar na Lauren.

– Mas você sempre que tinha medo, ia com medo mesmo.

– É, mas agora eu tenho o que perder. – suspirei, pelo gol que havia perdido no jogo. E pelo que eu disse, também.

– Lauren? Mas ela já é sua, Mila.

– Morro de medo de ela me dizer não e se afastar de mim...

– Não vai, pode confiar, é sua melhor amiga que tá falando. Eu sei que eu tô meio bêbada, mas não tanto assim, tenho equilíbrio e sei o que tô falando. Ela só precisa aceitar. Precisa daquele empurrãozinho pra querer sair do armário.

– Não acho que a Lauren seja dessas, Mani.

– Você não acha? – jogou a cabeça para trás em uma risada alta – Um dia desses ela tava falando da sua bunda, que tava gostosa.

– Normal ué. – todo mundo fala isso, não vejo nada demais isso vindo da Lauren.

– Normal pra mim, que sempre te taro. Pra ela não! “Sua barriga é muito sexy, Camz”. Lembra disso? Não dá, amiga, ela é gay, daquelas bem encubada, você só precisa fazê-la sair do armário!

– Mas isso tem que ser uma decisão dela, não minha.

– Quer ver como isso vai acontecer? Vou marcar um encontro pra gente amanhã. Aliás, vamos à praia. E com a rede de vôlei.

– Mas eu marquei de ver a Lauren amanhã!

– Você vai desmarcar e nós vamos à praia jogar vôlei, como nos “velhos tempos”.

– Hmm. O que eu ganho se eu for?

– Ganha umas gatinhas legais, ganha a confirmação de que pode avançar o sinal com a hétero-não-tão-hétero, e... Não tá bom pra você?

– Quase. Eu quero mais. – sorri maliciosa, sem olha-la. Pois estava concentrada no jogo.

– Quer mais o que, Camila?

– Comer você. Se for direitinha comigo, eu vou à praia com você amanhã.

– Vem aqui, você não vai se arrepender.

– Eu tô jogando, pera.

– E eu te querendo, tenho que te convencer a largar esse jogo? – ela disse, sexy, mas eu não estava olhando – O jogo vai estar aí qualquer hora, já eu, eu não.

– Pera. – murmurei enquanto criava outra bela jogada, trocando passes no meio de campo pra avançar ao ataque com calma. Fiz um lançamento para a lateral, livre pra que meu jogador pudesse correr. Dei o comando quando ele dominou a bola.

Senti um peso ao meu lado, não liguei. Quando ele chegar pertinho da linha de fundo eu cruzo a bola na área, falta pouco...

– Você tem certeza de que não quer pausar? – ela sussurrou no meu ouvido, fazendo um arrepio forte cortar meu corpo. Desconcentrei-me totalmente e perdi a jogada, meu lateral saiu com bola e tudo pela linha de fundo. Grunhi frustrada, mas ela não parou. – Larga esse jogo... – um beijo um pouco abaixo da minha orelha (estava de cabelo preso, o que facilitou). – Anda, Camila.

– Normani... – até tentei falar, mas não consegui completar quando seus lábios tomaram meu pescoço carinhosamente. Meu pescoço não... – Hmm, pera aí... – eu estava perto do ataque outra vez.

– Eu sei que você me quer... É só pegar, hoje eu sou sua. – ela sussurrava no meu ouvido. Deu uma mordida no lóbulo da minha orelha e eu perdi outra vez o gol pelo estímulo. Já estava começando a me excitar.

– Calma Mani, calma... Já... Já vai acabar. – senti sua mão pousar em minha coxa e apertar de leve.

– Eu não quero esperar. – ela disse e prendeu entre os lábios a parte superior da minha orelha, dando uma pequena arfada que me arrepiou novamente. – Você vai me fazer esperar? – outra vez essa boca no meu pescoço, aff Normani, desce essa boca pra onde você quer, de uma vez.

Pensando nisso, percebi que não mais apertava os botões do joystick em minhas mãos. Mani deu um risinho quando notou isso também. Sacudi a cabeça e pressionei o botão central com o polegar.

Me. Fode. – ela disse no mesmo segundo em que o menu de desligar apareceu na tela. Selecionei “Desligar console” e dei uma pegada na nuca da Normani, aquela que pega o cabelo junto. Ela mordeu o lábio inferior, parcialmente contendo seu sorriso safado.

– Se é o que deseja. – repousei o joystick no chão e ataquei seus lábios num beijo apressado, ela sentou no sofá, empurrei-a até que estivesse deitada e deitei por cima, quebrando o beijo rapidamente.

Desci a boca pelo seu pescoço, sentindo suas mãos passearem pelas laterais do meu corpo, minha bunda, parando finalmente na minha cintura por dentro da blusa. Beijei sua clavícula e ameacei descer, ela me parou com um apertão na cintura e colou nossos lábios novamente.

– Eu não quero aqui, eu quero no seu quarto. – ela disse quando eu ameacei descer pela segunda vez.

– Por quê? Aqui tá bom. – fui beijá-la, mas ela me parou com dois dedos na frente da minha boca.

– Quando você terminar comigo, eu tenho um trabalho contigo.

– E...? – arqueei a sobrancelha.

– Digamos apenas que o seu quarto tem isolamento acústico.

– Mas não tem, só o da minha mãe que tem e provavelmente, a porta está aberta.

– Se estiver aberta quando a gente passar, você fecha.

– Já que você quer tanto a minha cama, vamos então. – levantei e ela fez o mesmo, desliguei a TV e fomos pro quarto. Ao passar pelo quarto da minha mãe, e checar se a mesma estava na cama, fechei cuidadosamente a porta. – Pronto. Agora vem cá. – puxei a Mani pelo braço e a mesma veio ao meu encontro de forma apressada. Cambaleei e pra me equilibrar, encostei seu corpo de forma brusca na parede oposta enquanto segurava em sua coxa esquerda e a erguia para conseguir me colocar no meio de suas pernas.

– Isso doeu. – ela sussurrou, provavelmente havia batido o ombro ou qualquer coisa na parede.

– Desculpa, já vai parar. – falei contra sua boca, subindo as mãos até sua bunda. Ela puxou a blusa que eu usava pra cima, deixei que ela tirasse.

– Não quero que essa foda seja no corredor. – ela falou, passando a minha blusa pelo meu pescoço e me puxando pra mais perto.

– Ok, não será. – a desencostei da parede e fomos caminhando a tropeços até meu quarto. Após passarmos pelo mesmo, fechei e tranquei, a empurrei na cama e engatinhei sobre o colchão até ficar por cima dela. – Alguma reclamação agora, senhorita? – falei depois de começarmos novamente a nos

– Nenhuma, vai logo. – ri enquanto mordia seu ombro com certa delicadeza. Deslizei minha mão até sua intimidade, coberta por um short todo coladinho. Apertei seu sexo e dei uma tapa de leve, ela soltou um gemido baixo. Ela era só gemidinhos até eu tocar seu ponto de prazer por baixo daquele short. – Tira, tira tudo, pra que essas roupas?

– Tiro o que primeiro? – sentei sobre sua barriga. Ela levantou o braço até que tocasse meu seio, que ela apertou. – O sutiã, ok. – me livrei do sutiã que usava tacando pra qualquer lado.

Daí ela sentou e tirou a própria blusa, eu me encarreguei de tirar seu sutiã em seguida. Ela puxou meu corpo até que eu estivesse deitada sobre ela, suspirei quando nossos mamilos se tocaram, nessa distração ela ficou por cima.

Em vez de fazer algo com a dominada aqui, ela simplesmente ficou de quatro e abaixou muito sensualmente o short e a calcinha juntos, ficando completamente nua. Tive de fazer o mesmo.

Após sentar e voltar a beijá-la, dessa vez com mais mordidas, voltei a ficar por cima, sentada sobre sua barriga. Caí de boca em seus seios, ela já gemia mais alto.

– Isso está me deixando molhada.

- É o propósito, Normani. – a vi negar com a cabeça, desci um pouco os lábios até o final das suas costelas, com beijos e pequenas mordidas, vendo seus arrepios. Ela dobrou a perna, roçando levemente sua coxa na minha intimidade, arrancando de mim um gemido surpreso.

Quando percebeu o que fez, continuou a provocar, repetindo o movimento. Até eu estar de frente à sua intimidade. Mas não fiz nada, resolvi dar a ela o que ela queria. Sentei sobre sua coxa esquerda, com a minha mão esquerda sobre seu sexo, e, no mesmo ritmo em que a masturbava com dois dedos, rebolava sobre a sua coxa.

– Você sempre fazendo as coisas... Do jeito mais gostoso possível. – ela disse enquanto sentava. Desci meus dois dedos até a sua entrada e a penetrei, ao mesmo tempo em que rebolei com mais força. Ela abraçou minha cintura com o braço esquerdo e contraiu o músculo da coxa, me tirando um gemido mais alto.

– Você sempre colocando mais fogo no incêndio... – falei quando sua mão apertou meu seio e sua língua rodeou meu mamilo um pouco rígido. Revirei os olhos e senti o exato momento em que molhei sua coxa, ela gemeu junto comigo.

– Coloca... Mais um. – ela disse e eu abri espaço para pôr o terceiro dedo. Ela arqueou as costas e gemeu mais alto, e mais ainda quando usei meu polegar numa masturbação com um pouco de força.

Usei seu ombro como apoio enquanto aumentei o ritmo das minhas reboladas na sua coxa agora encharcada por culpa minha. O que eu sentia era a prévia do que seria um orgasmo daqueles. Atingi o ponto da Mani, que começou a tremer com certa violência, fazendo pressão na minha cintura contra a sua coxa.

Pra conter o gemido mais alto quando chegou ao ápice, ela mordeu e chupou meu pescoço com força, acabando por ser o estopim para que eu também tremesse e gozasse gostosamente na sua coxa.

– Ai... – falei baixinho quando a boca dela deixou meu pescoço, mas estava ainda atordoada e ofegante pelo orgasmo, ela deixou o corpo cair sobre a cama e eu caí também. Até que as respirações fossem recuperadas, demorou um tempo.

– Vai limpar a bagunça, Camila?

– Oi?

– Você me melou toda.

– Foda-se.

– Já pode tirar os dedos. Devagar, vagabunda! – ri quando tirei a mão do seu sexo. Obviamente, minha mão estava toda “suja” também. – Ri da minha desgraça mesmo.

– Vai ficar dolorida, ow, você quem pediu, se fodeu. – continuei rindo, ela me tirou de cima dela num movimento brusco, mas eu não parei de rir. – Ah! – foi minha única reação quando ela apertou seus dedos sobre meu sexo relativamente sensível. – Porra...

– Quer que eu seja delicada? Se fodeu e eu vou acabar com você.

– O que eu posso fazer? Vai fundo. – eu disse, ela riu e me penetrou com dois dedos. Depois três. Depois... – Quatro não né?

– Calada.

– Sério Normani, seu dedo é grosso e... Ah, que puta que pariu, fode. – depois daí eu só sabia gemer, muito mais alto do que eu costumo. Nem sei quando parou de doer, mas naquele momento eu me sentia satisfeita.

Quatro dedos!

– Geme mais alto, pra todo mundo saber que eu estou em você, anda.

– Cala a porra da boca e me deixa gozar.

– Só hoje, mas não abusa. – ela fez aquilo de roçar o maldito polegar no meu clitóris, forte e fraco, forte e fraco. Daí ela para.

– Não ouse parar, cachorra! – arranhei as costas dela com força (ódio), Mani respondeu com o polegar no meu clitóris novamente, somado a estocadas mais fortes, somado à sua língua brincando em meu mamilo. Não é preciso ser muito inteligente pra saber no que isso dá. – Eu vou... – não terminei a frase antes de explodir num orgasmo em espasmos violentos. – Porra, Normani...

– Como eu sou um amor, vou tirar a mão devagar, pra você aprender. – senti a mão dela sair da minha intimidade com certo cuidado e pousar sobre a minha barriga, carinhosamente até.

– Não sei se agradeço ou se te bato.

– Bate uma pra mim como agradecimento. – dessa eu ri.

– Sua escrota. – falei, ainda rindo. Fiquei de lado, imitando a posição dela. – Já sei o que eu vou fazer.

– Ah é? E o que? – não respondi, apenas me coloquei de frente para o seu sexo, e, sem cerimônias, comecei a chupá-lo. – Camila! – ela gritou, forçando mais minha cabeça em seu sexo.

A chupei até gozar na minha boca. Limpei a área e subi pelo seu corpo, deixando um chupão praticamente igual ao que ela deixou em mim no seu pescoço.

– Porra, agora eu vou ficar parecendo uma puta exibindo essa marca. – ela passou a mão pelo pescoço e aquilo definitivamente iria ficar meio inchado.

– Foi como vingança por ter deixado em mim e você já parece uma puta.

– Você também, querida. E isso baixa minha credibilidade quando eu chego em uma menina, odeio chupão por isso. – reclamou e se ajeito na cama.

– Bem feito.

– Ainda vai à praia comigo amanhã?

– Depois disso, você ainda quer ir à praia amanhã? Achei que te faria esquecer disso.

– Não mesmo. Você vai.

– Ok, eu vou, pode relaxar.

– E vai pegar uma menina.

– Pra que, Normani? – de novo aquele assunto. Aff.

– Pra se distrair disso tudo e pra você ver o ciúme que a branquela vai sentir.

– E o que isso vai mudar?

– Tenho quase certeza de que a cabecinha dela vai logo chegar à conclusão que te ama.

– Mas ela não me ama.

– Abre os olhos e enxerga, Camila! Todo mundo já percebeu. Faltam vocês duas admitirem e ficarem juntas de uma vez.

– Eu me saí bem seguindo em frente, acho que foi bom pra mim.

– Você não seguiu pra lugar nenhum, pelo contrário. Gostar da Lauren pra você é como estar na areia movediça, quanto mais você tenta sair e correr, mais você afunda. E acho que, nessa situação que você está hoje, já se afundou completamente. Nem te puxando você sai dessa.

– Que metáfora perturbadora.

– Mas é exatamente assim. – fiquei calada. – Você odeia quando eu tenho razão, né?

– Muito.



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