História Mine (Version Camren) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 3.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Só pela mídia do capítulo vocês já devem imaginar o que vem né, haha, aproveitem.

Capítulo 7 - Pobre Liam, Maldito Liam


Fanfic / Fanfiction Mine (Version Camren) - Capítulo 7 - Pobre Liam, Maldito Liam

Point Of View Camila

Túlio parou às 15h10min na porta da casa dos Jauregui, me atrasei colocando o lixo pra fora, no caso o lixo vivo, a Normani.

Se ela lê isso, te amo miga <3

Bati na porta, estava vestindo apenas uma calça folgada, uma regata que não deixava as pessoas verem que metade da minha bunda - ou da calcinha que eu usava - estava à mostra e que falhava um pouco em cobrir os peitos, por isso o top cinza e a jaqueta de couro preta por cima. Um cordão com uma pedra que eu não conhecia completava minha aparência, juntamente com meus óculos escuros.

A porta foi aberta pela Lauren, linda de parar, com uma calça jeans rasgada, bem colada e uma camisa preta, com os dizeres “Don’t look for the perfect boy, he doesn’t exist”, que eu realmente gostei. [Traduzindo: Não procure o garoto perfeito, ele não existe]. Seus cabelos caíam por seus ombros ondulados nas pontas. Sorri pra ela e subi os óculos até o topo da cabeça.

– Você está... – ela parou em algo perto do meu rosto e não completou.

– Linda? Obrigada, você que é, Lo.

– Eu ia dizer atrasada, mas tá linda também, mesmo que isso não faça diferença. – nossa, que tapa.

– Depois dessa, vamos?

– Oi Camila, como vai? – a mãe dela apareceu na porta e sorriu pra mim. Oi sogra.

– Oi tia, vou bem e a senhora?

– Estou ótima, ela vai sair com você, não é?

– Aham, vamos dar um passeio pelo shopping, tarde de meninas. – tarde de meninas, que coisa mais gay. Só podia vir de mim, né.

– Ok, podem ir. – ela beijou o topo da cabeça da Lauren e veio me abraçar, abracei de volta.

Um pensamento atravessou minha cabeça: será que ela me trataria bem assim se eu fosse a nora dela?

Nossa, viajei. Eu nunca vou conseguir ter nada com a Lauren.

– Tchau tia. – acenei para Clara.

– Tchau mãe.

– Tchau meninas. Juízo, e filha, não faça nada que eu não faria. – e piscou pra Lauren, que revirou os olhos. Não entendi bem essa fala da mãe dela, mas ri mesmo assim. Abri a porta pra ela e entramos no carro.

– O que a sua mãe quis dizer?

– Nada demais.

– Hm. Você tá muito gata.

– Parece o Liam falando. – revirei os olhos. – Brincadeira boba, só queria ver sua cara. – riu.

– Já tá ótimo, né? Já. – peguei um Halls no meu bolso e coloquei na boca. – Quer?

– Isso explica seu hálito de cereja. Quero. – dei uma a ela.

– É a melhor bala que existe, não sei se isso vai me trazer alguma consequência futuramente, mas eu chupo todo santo dia, além do gosto bom, deixa a língua vermelha. – mostrei a ela minha língua. Eu adoro doce, meu Deus.

– Acho que não tem nenhuma consequência pra quem chupa muita bala. Cárie, talvez.

– Nunca tive, engraçado.

Em meio a aquela conversa sobre cárie, saúde bucal e sabores de bala, chegamos rapidamente ao shopping.

– Que horas eu venho busca-las, Mila? – Túlio perguntou ao nos deixar no estacionamento.

– Só à noite, eu ligo.

– Ok.

– Aonde a gente vai primeiro, Camz?

– Comprei o filme pra daqui à uma hora e meia, mais ou menos, daí a gente pode andar ou ir jogar naqueles parques de shopping, você gosta daquilo?

– Claro, você vai me levar?

– Se quiser... – nem precisei dizer mais nada, ela me puxou pelo braço e fomos andando até aquele parque. O mais legal é que é segunda e tá super vazio.

A Lauren, ao que me parece, brincou em tudo ali. Surpreendi-me quando ela não pôde ir ao circuito por ter mais de 1,35m, sério que ela é mais alta que isso?

Brincadeirinha.

– Aff Camz, você parece uma velha, não brinca. – ela reclamou enquanto eu apenas a seguia com as mãos nos bolsos, distraída.

– Sei lá, não me atrai.

– Nem o carrinho de bate-bate? – arqueou as sobrancelhas, me olhando com um sorrisinho torto.

– Tem carrinho de bate-bate aqui?

– Logo ali, tá lerda? – apontou para o brinquedo.

– Licença que eu sou a melhor motorista, pera aí que agora é minha vez de arrasar. – saí correndo pior que uma criança e entrei no bate-bate que estava sem fila, oh Glória.

– Nem me espera. – Lauren falou quando eu sentei no carrinho preto, andando até o azul, que estava lá do outro lado da pista. – Eu vou bater em você tantas vezes que você vai chorar.

– Você não me conhece nessas pistas. – o rapaz riu e ligou os carrinhos, só fiz fugir da Lauren, escapando das batidas com todo o estilo que me cabe, até que ela me encurralou e bateu no meu carro. – Mayday!

– Mayday é quando os aviões vão cair, Camila. – ela riu. Eu sabia disso, claro que sabia.

– Eu sou um avião, e você não me pega. – acelerei quando o carrinho dela me deu passagem e assim continuamos até eu notar o rapaz que liga e desliga levantar da cadeira, tentei fazer algo pra que ele não desligasse.

Como ele estava me olhando, fingi vergonha pela sua encarada com uma mordidinha no lábio inferior, ele sorriu, aí eu pisquei, nisso foram mais umas cinco voltas até ele se lembrar de que devia desligar.

Quando eu já estava satisfeita e até cansada de fugir da Lauren, ele desligou. Destravei meu cinto e saí, fui ajudar a soltar o cinto da Lo porque ele estava um pouco emperrado, mas não tive muitas dificuldades, exceto o perfume que ela usava me embriagando.

– Tá cheirosa hein? Que delícia. – arranquei um riso gostoso dela quando cheirei seu pescoço.

Desculpa a atiração, eu sou assim. Não resisti.  

Ela saiu do brinquedo ao meu lado, o rapaz abriu o pequeno portão de ferro que eu pularia, mas resolvi esperá-lo. Deixei Lo ir na frente e fui parada por ele.

– Oi, ér... Me dá seu número? – o que aconteceu com “oi, qual o seu nome?” Essa geração moderna, viu.

– Prazer, meu nome é Camila.

– Desculpa Camila, me chamo Austin. – ele me deu dois beijinhos nas bochechas. – É que eu te achei muito linda e parece ser bem legal, também. Pode me dar seu número?

– Posso, se você quiser ser meu amigo. – ele não pareceu decepcionado, nem um pouco. Anotei meu telefone no celular dele. – E só isso.

– Sem problema pra mim. – ele sorriu. Que fofo, se eu gostasse...

– Mas achei que tivesse rolado um interesse da sua parte.

– É, mas linda desse jeito, você com certeza deve ter namorado.

– Não, não tenho. Eu... – a Lauren segurou meu braço.

– Ela tem que ir agora. – foi tudo o que ela disse antes de me puxar pra longe dali. Arrastou-me até a saída, só tive tempo de acenar paro pobre Austin, recebendo um sorriso e um gesto de “te ligo”. Tentei soltar meu braço, ela apertou mais forte, com as unhas.

– Pera aí, me deixa assimilar a situação. Lauren, você está cravando suas unhas no meu braço, por favor. – ela finalmente me largou, bufando. Massageei o meu braço, agora com marcas vermelhas que ardiam. – Qual o problema?

– Você é o problema! – oxe – Sério que você deu seu número pra aquele cara? Você não é lésbica? – olhei em volta e duas pessoas pararam o que estavam fazendo pra prestar atenção. Suspirei. O problema não é eu ser lésbica, o problema era aquela situação toda.

– Fala mais alto, acho que o velhinho surdo ali não ouviu. Não estou entendendo você agora, isso é ciúme? – minha voz denunciava ataque, mas estava baixa, além de contida, o que a fez baixar também o tom, estávamos em público. Claro que eu estava surpresa pelo que ela fez, mas também estava com raiva, poxa, eu estava falando com um cara legal.

– Lógico que não, eu gosto de homem e tenho um namorado. – revirei os olhos.

– Eu não questionei sua sexualidade, eu perguntei se você estava com ciúme de mim. O menino queria ser meu amigo, o que tem demais nisso?

– Você não viu a cara de bobo dele olhando pra você? Se você estalasse o dedo ele vinha atrás.

– Bom, eu não tenho culpa disso, tenho? – ela apenas murmurou um “hm”, pensativa – É inveja?

– Não!

– Então é ciúme. – afirmei.

– Não tinha a menor necessidade de você dar seu número, ele é um estranho e vocês não vão passar de amigos se tiverem sorte.

– E daí? Eu dou meu número pra quem eu quiser, eu hein, garota louca. – chequei meu relógio. – A sessão começa em 15 minutos, vamos. – ofereci meu braço pra ela segurar e ela partiu marchando na minha frente. – Ciumenta esquentadinha. – ri sozinha dela com ciúme de mim, mas não fiquei iludida pensando nisso, apenas fui atrás dela.

Paramos pra comprar pipoca e refrigerante, paguei a dela mesmo contra sua vontade, e comprei um monte daqueles tubos doces/ácidos da Fini, adoro aquilo. Nossas poltronas eram no canto, deixei-a sentar perto da parede e sentei ao seu lado.

– Dá pra parar com esse bico e sorrir pra mim de novo? Eu não fiz nada demais, Lo. – engraçado como certas pessoas conseguem fazer com que mesmo que você esteja certa, você se sinta errada e peça desculpas, estando certa.

– Você é ridícula.

– Para com isso, desculpa, por favor? Me desculpa, vai. – fiz bico.

Aí, tá vendo? Eu estou coberta com toda a razão, mas estou pedindo desculpas. Eu poderia fazê-la me desculpar com um beijo, mas vale lembrar que ela não é minha namorada, é do Liamzinho, então apelei para cócegas.

– Idiota, para. – ela começou a rir.

– Isso, gosto de você sorrindo.

– Eu odeio essa merda de cócegas, para, caralho. – fiz mais um pouco, aproveitando da risada dela e parei.

– Ok, parei. Me desculpa agora?

– Aham, afinal você pode ficar com quem você quiser. Eu só fiquei chateada, até porque você não me chamou pra ficar flertando com ninguém, foi pra gente se divertir juntas.

– É, você se mordeu de ciúmes dessa sua amiga gata aqui. – ela revirou os olhos. – Mas vou te dizer uma coisa, é a mais pura verdade: eu gosto de pepecas, sabe? De xana. Xota. Vagina, boceta...

– Já entendi, pode parar.

– Mas é a verdade, eu gosto de mulher, de peitos, de tudo num corpo feminino, todas as curvas, a delicadeza, a sensualidade. – enquanto eu divagava pensando num corpo nu qualquer, talvez o da Hannah Davis, Lauren chupava o canudo do refrigerante igual a uma louca, quando olhei me senti seduzida, porque ela também me olhava. – Outro tipo de coisa você chupa desse jeito? – ela ficou toda vermelha.

– Não, para com isso. – respondeu sem jeito.

– Ok. – olhei para o lado, uma morena bastante gostosa entrava, ela deu uma olhadinha em mim e eu não perdi a oportunidade de sorrir sedutoramente, ela sorriu de volta e ficou por isso mesmo. Ouvi a Lauren bufar, mas nem liguei pra essa ciumenta.

O filme não demorou a começar, era uma comédia até bem legal, meio besteirol, tirou umas risadas de mim. Minha pipoca acabou em uma parte romântica lá pela metade, revirei os olhos pra tanto amor, me ajeitei melhor quando aquilo evoluiu pra uma cena de sexo. Eu não senti, nem costumo sentir nada com sexo hétero em filmes, não me despertam, mas acho que na Lauren sim, a vi ficar inquieta e cruzar as pernas, desencostando-se da poltrona, encostando o ombro direito em mim.

A cena não durou muito e eles supostamente gozaram, no filme. Senti sua cabeça deitar no meu ombro. Olhei pra ela, sem obter resposta do que significava aquele gesto, mas resolvi abraça-la.

Levantei o encosto do braço que separava a gente e passei o braço pelos seus ombros.

– Por quê? – ela perguntou.

– Achei que quisesse que eu te abraçasse. – fiz menção de puxar o encosto de volta, mas ela me parou.

– Acho que quero, você não me abraçou hoje. – ri e sua cabeça voltou a deitar no meu ombro.

– Estou aqui agora. – e ficamos daquele jeito, eu não parava de me perguntar se ela não tinha pelo menos uma ideia do que fazia comigo.

Precisava mesmo superá-la, de uma vez.

Pra me distrair, peguei um dos tubinhos doces que havia comprado e coloquei na boca apenas uma parte, o resto pendendo da minha boca e fiquei sentindo aquele gostinho bom do ácido que tem. Meu plano era ir chupando ele todo e depois mastigar, mas eu tive um empecilho.

Quando percebi o que acontecia, parecia que só tinha nós duas ali. Lauren pegou coma boca a outra ponta da minha bala, e não satisfeita, mordeu-a até muitíssimo perto da minha boca, quase senti os seus lábios. Não senti porque paralisei, se não teria agarrado logo sua nuca e transformado aquela putaria num beijo de verdade. Não ia ter filme, não ia ter porra nenhuma, só a gente se pegando.

– Vacilou, perdeu a bala. – ela riu franzindo o rosto, gesto que me fez sentir uma pontada lá em baixo. Perdi a calcinha também, pelo jeito.

– Não faça mais isso. – sussurrei rouca, a respiração estava precária.

– Ficou chateadinha por que eu comi sua bala? Uma delícia, por sinal. – ela chupou a pontinha do dedo, o que quase me fez gemer. Quase. Limpei a garganta, nervosa.

– É sério, não faça. – peguei outro e coloquei na boca novamente. Ela pegou novamente, mas apenas pegou dessa vez. – Solta. – murmurei como consegui.

– Você não manda em mim. – ela riu pelo nariz e me olhou nos olhos, com um sorriso maroto nos lábios. Eu não sabia o que dizer e faltava o mínimo para que eu ligasse o foda-se. – Tô me sentindo em A Dama e o Vagabundo. – liguei o foda-se e cheguei mais perto. Não me culpe, essa frase foi praticamente um “sua lerda, me beije logo”.

Nossos narizes se encostaram, ela estava tensa, mas não fez nenhum movimento pra se afastar, e meu braço a abraçando apenas facilitava.

A gente ia mesmo se beijar, produção?

Parei, quase vesga em olhar nos seus olhos, nossas respirações estavam misturadas. Calma gente, eu só parei porque queria que ela me desse à certeza de que queria mesmo, não ia força-la. Agradeci mentalmente a quem criou aquela bala em tubo, e comemorei internamente quando vi seus olhos me fitarem nervosos e sua cabeça inclinar levemente, me dando espaço para beijá-la.

E eu encostei de leve nossos lábios e ela fez o favor de fechar a mínima distância entre eles. Senti coisas inimagináveis com esse selinho, que não foi nada demorado - pra mim não -, ela mexeu levemente a boca me indicando para aprofundar, mas em seguida deu um leve salto da poltrona, quebrando todo o contato.

– Caralho. – ela lamentou, pegando o celular no bolso. Ele vibrava.

Comi a bala, tinha ficado comigo. Não sei o que ela viu, mas levou a mão à boca.

– O que foi, Lo? – ela, sem coragem de me olhar, apenas virou a tela do celular pra mim, onde o nome “Liam” piscava. Caralho, foi o namorado dela que nos atrapalhou. O namorado.

A porra do namorado!

Até eu senti culpa. E olha que minha parcela de responsabilidade na situação quase não tinha valor, porque não sou eu quem namora e não forcei ninguém a nada.

– Desculpa. – falei. Ela rejeitou a chamada.

– Você sabe que não é culpa sua. – apenas concordei com a cabeça e me senti mais relaxada.

Ela voltou a sentar encostada à poltrona, afastada de mim, na última meia hora de filme que ainda faltava. Como eu disse, minha parcela de culpa é mínima, mas eu estava me sentindo mal, prometi a mim mesma que não faria de novo, que a deixaria com o namorado.

E esse foi o pensamento ao sair da sala do cinema, ao entrar no carro com ela, ao enfrentar o engarrafamento, ao ouvi-la cantarolar baixinho as músicas do rádio, ao deixa-la em casa... Sim, fui calada o caminho inteiro, apenas fiz dar boa noite e comunicar ao Túlio que passaríamos primeiro na casa dela, mais nada. Dei um beijo na sua testa e fui embora, pensando como deveria pensar.

Vou seguir em frente, a Lauren vai virar passado.

Difícil vai ser manter a amizade enquanto tento me livrar desse sentimento. Mas eu sou forte.

Eu sou, né?

Point Of View Lauren

Que situação louca!

Começou com a minha crise de ciúmes, que porra foi aquela?

Ok, esquece. Tem coisa pior rolando.

Pegar bala da boca da Camila? Sério que eu achei que não ia dar em nada?

Se bem que não ia dar em nada se eu não deixasse, admito que queria, e que permiti. Ainda admito mais: fiquei no desejo de sentir o gosto da sua língua, de entrelaça-la na minha. Nem sei o que eu estava pensando. Sei lá, a boca dela é muito atraente, ela é muito atraente. Não estou falando como uma pessoa que sente atração por ela, e sim como uma pessoa normal, qualquer, que olhe pra ela.

Acabei de admitir que tenho atração por ela, não foi?

Atração curiosa, tá? Ela é um pedaço de mulher pra ninguém botar defeito.

E eu só me complico.

Puta que o pariu, ela me beijou, eu me entreguei e por mim aquilo viraria um amasso, mas quem nos interrompeu? Quem?

O Liam.

Eu não sei o que pensar. Estou confusa. Uma hora eu penso no Liam, pobre Liam, porque ele não merece nada disso, por mais mala que seja, às vezes. E outra hora eu penso no Liam, maldito Liam, em matar ele por ter me ligado justo naquele momento em que eu tinha meus lábios colados com os aveludados e macios da Camila.

E, com um beijinho na testa, e sem uma palavra durante mais de uma hora, ela me deixou em casa. Daria muita coisa pra saber o que ela estava pensando, mas espero que não esteja se culpando, afinal a traidora sou eu. Ela me desperta uma coisa que eu não sei explicar, um desejo, não sei, se um dia eu descobrir, conto pra vocês.

E continuo super confusa, sem saber o que fazer, e com um namorado que agora é corno.

I kissed a girl, and i liked it... – entrei cantarolando em casa. De propósito, fiquei pensando na letra dessa música, and “I hope my boyfriend don’t mind it” too. – Na verdade, sei nem se eu vou falar pra ele, acho que vou. – pensei alto enquanto trancava a porta.

Lá ia eu no meu caminho até o meu quarto, quando...

– Lauren. – paralisei. – Onde você estava até uma hora dessas?


Notas Finais


Leiam minha one shot de vercy: https://spiritfanfics.com/historia/spin-off-mammy-vercy-9169850

Se não me der preguiça, volto com mais um hoje, querem?


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