História Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 14


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Categorias Riverdale, Shadowhunters, Teen Wolf
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Allison Argent, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Clary Fairchild (Clary Fray), Clifford "Cliff" Blossom, Derek Hale, Jace Herondale (Jace Wayland), Jennifer Blake, Lydia Martin, Magnus Bane, Penelope Blossom, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Veronica "Ronnie" Lodge
Visualizações 48
Palavras 919
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Dna.


Fanfic / Fanfiction Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 14 - Dna.

— Alec, nós continuamos a análise das drogas, foi encontrado um pequeno pedaço de unha... Como se alguém tivesse roído e acabou caindo junto das drogas.

— Já fez o teste de DNA? Bate com o do suspeito?

— Na verdade não. 

— Tudo bem, vou pedir para que todos compareçam para fazer o teste. — Alec ligou para Veronica e explicou o que tinha acontecido é que todos da família precisavam comparecer imediatamente.

— Temos que ir agora, encontraram um pedaço de unha e se vocês não quiserem entrar na lista de suspeitos é melhor irmos.

— Tudo bem, nós vamos. — Lydia foi a primeira a se levantar.

— No meu carro cabem todos vocês, posso levá-los. — Veronica sugeriu e a maioria concordou, menos Clifford.

— Não, não quero ficar num lugar apertado com esse marginal, vou pegar um táxi.

— Ah, fala sério, você devia... 

— Lydia! — Archie interrompeu — Está tudo bem, vamos. — Veronica e Penelope foram na frente, Archie se sentou do lado esquerdo traseiro, Cheryl sentou ao seu lado e Lydia do lado direito, Clary ficou no fundo já que era de sete lugares. Todos foram calados todo o caminho, Cheryl aproveitou para fazer carinho na coxa do irmão que logo tirou a mão da garota, sabia bem suas intenções.

— Onde está o senhor Rot? — Alec perguntou com a chegada de todos menos de Clifford.

— Meu marido está vindo, pegou um táxi. — Penelope respondeu.

— Sei... Por favor me acompanhem. — seguiram até uma sala reservada — Esta é Lexie Grey, ela irá colher a amostra de sangue de vocês 

— Por favor, sentem-se. — a moça de aparentemente vinte e cinco anos colheu as amostras e imediatamente mandou para fazer o teste, todos estavam esperando na recepção.

— O senhor Clifford não vai aparecer? — Alec insistiu, a família se entreolhou, não sabia o que responder — Sabe que se ele fugiu se torna o suspeito principal não é? Principalmente se nenhum DNA bater com o da unha.

— Não me surpreenderia. — Lydia sussurrou e sua mãe a olhou incrédula.

— Vou tentar ligar para ele. — Penelope se levantou e foi até o lado de fora para pegar um sinal melhor.

— O resultado já saiu. — Lexie disse com alguns papéis na mão.

— E então? — Archie perguntou ansioso.

— Não é de nenhum de vocês. 

— Clifford Rot tem vinte e quatro horas para aparecer, caso contrário será caçado pela polícia. — Alec avisou — estão liberados. — a família voltou pra casa, Veronica tinha certeza de que Clifford era o verdadeiro criminoso mas sua família, tirando Lydia, insistia em defendê-lo.

— Ele deve ter tido um bom motivo...

— Clary, acorda... O papai armou essa pro nosso irmão, ele é um psicopata. — enquanto isso do lado de fora da casa Archie e Veronica conversavam encostados no carro.

— E se foi ele? O que pode acontecer?

— Ele no mínimo vai ser preso, Archie, Sei que é seu pai mas pelo que eu vi, ele não é flor que se cheire.

— Não, não é. — o homem suspirou.

— Eu tenho que ir, qualquer coisa me ligue por favor. — a mulher se despediu com um abraço e foi embora, o ruivo entrou novamente em casa dando de cara com Cheryl que estava espiando pela janela.

— Você está pegando ela, não está? Já comeu ela?

— Do que você está falando? — franziu o cenho.

— Qual é, Archie, eu tô aqui... Prontinha pra dar pra você... — sussurrava pra que ninguém ouvisse — Minha buceta quer você. — acariciou o rosto do irmão.

— Charyl, pare agora. — segurou o punho da garota com força e ela soltou um gemido de reprovação — Você está ficando obcecada... Está ficando louca, tem que parar, ou vou ser obrigado a contar pra...

— Eu nego. — interrompeu — Eu nego tudo, eles vão acreditar em mim... A garotinha inocente que foi molestada pelo próprio irmão... — falava manhosa, soltou o pulso e pegou a mão do ruivo colocando entre suas pernas — Estou tão quente. — Ele tirou a mão rápido.

— Eu vou mandar internar você, sua louca. — saiu andando pro banheiro e se trancou lá, sua cabeça estava cheia de problemas, seu pai, Cheryl... Tirou a roupa e tomou um banho quente para relaxar, enquanto a água escorria pelo seu corpo se lembrou da sensação de pegar na bucetinha da irmã mesmo que por cima do short jeans é isso o deixou de pau duro, teve que se masturbar para aliviar o tesão.

Lydia teve que voltar para a casa de Jennifer. De manhã cedo a família acordou com batidas na porta, era a polícia.

— Por acaso o senhor Clifford Rot já apareceu? — Penelope engoliu em seco se encolhendo em seu roupão, balançou a cabeça negativamente. — Bom, preciso de uma amostra de DNA dele, podemos entrar? — a mulher deu espaço e Noah entrou junto com Alec e outro polícial, abriram o armário de roupas — Ele só tem isso? 

— Não, na verdade... Está faltando roupas.

— Bom saber. — vasculharam ate achar um fio de cabelo numa das camisas — Vai servir. Tenha um bom dia senhora Rot, retornaremos com mais notícias. — quando os policiais foram embora a mulher começou a chorar sentada em sua cama, tinha certeza de que seu marido era culpado e por isso havia fugido.

Algumas horas depois foi confirmado, o DNA do fio de cabelo bateu com o da unha e o sumisso de Clifford só piorava as coisas. Agora ele era procurado pela polícia.




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