História Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 15


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Categorias Riverdale, Shadowhunters, Teen Wolf
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Allison Argent, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Clary Fairchild (Clary Fray), Clifford "Cliff" Blossom, Derek Hale, Jace Herondale (Jace Wayland), Jennifer Blake, Lydia Martin, Magnus Bane, Penelope Blossom, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Veronica "Ronnie" Lodge
Visualizações 50
Palavras 553
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Casa nova.


Fanfic / Fanfiction Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 15 - Casa nova.

— Então, família eu tenho uma surpresa pra vocês.

— Sem mais surpresas, Lydia, já chega. — Penelope se adiantou.

— Calma, é uma surpresa boa... Então a gente passou por tudo isso, ainda estamos passando... Mas resolvi aproveitar para manter vocês e a mim longe do papai eu comprei um novo apartamento.

— Tá falando sério? — Clary sorriu animada.

— Muito sério, peguem só suas roupas e nós vamos. — Cheryl, Clary e Penelope deram um abraço em grupo com Lydia e correram para arrumar suas coisas.

— Esse apartamento... — Archie começou — É com dinheiro de prostituição? Dinheiro sujo?

— Foi um empréstimo. — encarou o irmão — Pedi um empréstimo e estou pagando por ele.

— A quem pediu? Ao banco? — Lydia ficou calada — Ao seu patrão... Seu cafetão não é?

— Cafetina. — corrigiu — É uma mulher. — Archie abriu a boca pra falar mas desistiu quando Clary voltou para sala de mala pronta.

— Vocês não vai arrumar suas coisas? — a mais nova perguntou.

— Não, eu vou ficar.

— Mas Archie... Se o papai aparecer...

— Eu vou ficar bem, Clary. — interrompeu — Ele não vai aparecer e se aparecer... Eu sei lidar com ele. Agora vão.

— Vamos. O táxi está esperando lá fora. — todas saíram e entraram no carro, Lydia foi a última a sair, deu uma última olhada no irmão que fechou a porta em sua cara. Todas seguiram para o apartamento, subiram de elevador, era tudo muito chique. 

— Onde você arranjou dinheiro pra isso? — Cheryl perguntou. 

— Eu peguei um empréstimo no banco, agora que estou trabalhando posso pagar.

— Minha filha esse lugar é maravilhoso...

— Vou ter meu próprio quarto? — Clary perguntou, estava pulando de alegria.

— Sim, maninha, pode subir e escolher.

— Eu, espera aí eu quero o maior. — Cheryl correu subindo as escadas e Clary foi atrás.

— O que foi, mãe? Não gostou do apartamento?

— Na verdade eu gostei sim... Só... Queria que não fosse nessas circunstâncias...

— É, nem eu... — suspirou.

— Por que o Archie se recusou a vir? Vi voces conversando.

— Não sei... Ele não me disse. Talvez com tudo que aconteceu ele queira ficar um pouco sozinho. — Penelope engoliu a história, se acomodaram em seus quartos e depois pediram almoço em algum restaurante. Enquanto isso do outro lado da cidade: 

— Clifford... Quanto tempo você não aparece por aqui... O de sempre?

— Claro, você me conhece bem. — se sentou no banco.

— Cara... — disse servindo um copo de whisky — Achei muito corajoso de sua parte...

— O que? Do que está falando? — tomou um gole.

— Da sua filha, eu vi a foto dela no site esses dias... Se fosse a minha filha eu ficaria louco...

— Que site? 

— O da casa do prazer da Jennifer... Ruivinha Sexy, Ahm?! — Clifford sentiu o sangue ferver, não imaginava que Lydia podia estar se prostituindo, então sua fixa caiu, os presentes caros que ela deu aos irmãos, tudo faz sentido agora.

— Eu vou matar essa garota... — saiu deixando o copo pela metade e furioso, pegou o primeiro ônibus que apareceu em direção ao bairro onde ficava a casa do prazer.

— Mãe, eu vou ter que voltar ao trabalho, vocês vão ficar bem aqui?

— Claro querida, pode ficar despreocupada.

— Certo, então eu já vou. — pegou a bolsa e saiu. 




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