História Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 16


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Categorias Riverdale, Shadowhunters, Teen Wolf
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Allison Argent, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Clary Fairchild (Clary Fray), Clifford "Cliff" Blossom, Derek Hale, Jace Herondale (Jace Wayland), Jennifer Blake, Lydia Martin, Magnus Bane, Penelope Blossom, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Veronica "Ronnie" Lodge
Visualizações 52
Palavras 1.227
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*ALERTA DE CAPITULO COM CENAS FORTES*

Capítulo 16 - Pai...


Fanfic / Fanfiction Minefield - A cada passo uma explosão - Capítulo 16 - Pai...

Assim que Lydia passou pelo grande portão de ferro pôde sentir um frio na barriga, tinha algo diferente na áurea do lugar, apesar de todos estarem aparentemente bem. Logo Jordan veio ao seu encontro.

— Então, como foi? Sua família gostou do apartamento? 

— Sim, elas adoram. — sorriu tentando ignorar o que sentia.

— Elas? Seu irmão não foi? — perguntou confuso.

— Não, ele ainda está com raiva de mim por não ter contado onde estava trabalhando.

— Vem, vamos entrar, vou pegar uma cerveja pra gente. — os dois entraram na casa, Lydia se sentou no sofá e Jordan foi até a cozinha pegar a bebida. A mulher podia sentir a própria respiração. Enquanto isso Archie andava de um lado para o outro na casa que antes era de sua família, agora está vazia e silenciosa, falava ao telefone com Clary.

— Tem certeza que vocês estão bem?

— Claro que tenho, o apartamento é maravilhoso, você tem que vir pra cá... — pôde ouvir o irmão suspirar do outro lado da linha — Archie... Por que está perguntando se estamos bem? Aconteceu alguma coisa? O papai voltou?

— Não, não aconteceu nada... Eu só senti um aperto no peito... Talvez seja saudade.

— Nós acabamos de sair daí.

— Eu sei, é que... Essa casa não é a mesma sem vocês.

— Então maninho, vem pra cá, eu posso te passar o endereço. — Clary tentava convencer o irmão mas Archie não estava com cabeça para mudança, a angustia que sentia era quase palpável, desligou o telefone e tentou ligar pra Lydia, estava dando direto na caixa postal.

— Lydia?! — Derek adentrou a sala — Vá se arrumar, tem um cliente misterioso chegando, espere-o no quarto. 

— Tudo bem, eu já vou. — voltou a atenção para Jordan — Podemos continuar depois?

— Claro, vai lá. — a ruiva se levantou e foi pro quarto, vestiu uma lingerie rendada vermelha que combinou bastante com seu cabelo de curvas sensuais, se deitou de bruços na cama e ficou a espera do cliente. Ouviu três batidas na porta.

— Entre. — disse sem se virar, ouviu a trança da porta seguida de um silêncio, se virou e arregalou os olhos assustada — Pai?

— Ah, eu precisava ver isso com meus próprios olhos... 

— Pai, o que está fazendo aqui? — se levantou e se cobriu com o lençol.

— Não me chame de pai, eu não sou o pai de uma prostituta... — andou lentamente se aproximando da ruiva.

— Por favor, me perdoe eu só estou tentando ganhar dinheiro, pra melhorar nossa vida e...

— Claro a boca. — ele interrompeu e puxou o lençol de cima da mulher que já estava com lágrimas nos olhos.

— O que vai fazer? — estava tremendo.

— Vou ver se você é boa no que faz.

— Do que está falando?

— Tira a lingerie.

— Pai...

— Tire. AGORA. — dei-lhe um tapa no rosto encarando sério, Lydia caiu na cama com o tapa e começou a chorar — tudo bem, eu mesmo faço. — com as mãos rasgou a lingerie da filha — Sua vagabunda... — dizia palavras de baixo calão enquanto ela chorava e se debatia tentando se defender das mãos fortes do pai.

— Não, por favor, não. — a coitada esperneava e choramingava, enfim ele a soltou mas não pagaria por alí, Lydia ouviu o barulho mais aterrorizante naquele momento, o zíper da calça de seu pai sendo aberto.

— Vamos, faça seu trabalho, puta. — puxou a ruiva pelo cabelo — ANDE. — deu outro tapa em seu rosto — entrou pagando, quero que faça direito.

— Não... Não, por favor, não... SOCORRO! — Lydia começou a gritar, estava desesperada, prestes a ser estuprada pelo próprio pai.

— Você e seus irmãos acabaram com a minha vida... — falava enquanto distribuía tapas e murros pelo corpo da filha que só gritava e se encolhia — Não tenho mais de onde tirar dinheiro e agora você sujando mais ainda a porra do nome da família... SUA VAGABUNDA.

— Lydia? Lydia, está tudo bem aí? — era Stiles batendo na porta.

— SOCORRO! — conseguiu gritar antes de ter a boca tapada.

— É a Lydia? — Jordan perguntou, por sorte também estava passando pelo corredor.

— Sim, acho que estão machucando ela. — Stiles ficou nervoso e tentou abrir a porta — Está trancada, vou perguntar a Derek se ele tem a chave.

— Não dá tempo. — Jordan resolveu tomar uma atitude e arrombou a porta com o pé dando de cara com a cena de Clifford tapando a boca de Lydia que estava nua e toda machucada, sacou uma arma da cintura — SOLTA ELA. — gritou — É da polícia, solta ela agora. A mulher ficou surpresa com a revelação e aliviada por seus amigos arrombarem o quarto.

— Olha só, ele tem uma arminha de brinquedo... É assim que você brinca com seus clientes? — Clifford provocou e Jordan deu um tiro em sua perna fazendo-o cair e gritar de dor, Stiles correu até Lydia a cobrindo com o lençol.

— Que merda tá acontecendo aqui? — Derek entrou no quarto. Lydia chorava desesperadamente nos braços de Stiles e Jordan ainda apontava a arma pro homem. — Onde você arranjou uma arma?

— Policialzinho de merda! — Clifford berrou ainda no chão.

— Policial? — Derek encarou Jordan que o encarou de volta, o moreno tentou tirar a arma de sua mão e entraram em luta corporal.

— Vem, vou te tirar daqui. — Stiles pegou Lydia no colo e a levou para seu quarto. Derek conseguiu jogar a arma longe e imobilizou o policial no chão. 

— Ah, você está ferrado. — ameaçou.

— Espera, espera... Cadê o cara? — os dois olharam em volta e tudo que tinha era uma poça de sangue no chão, Clifford havia fugido. 

— C-chame meu i-irmão. — Lydia estava fraca mas clamava para que Stiles chamasse Archie. E assim o garoto fez, vasculhou o celular da ruiva até encontrar o contato e ligou para o ruivo do meio, contou por alto o que havia acontecido e pediu que ele viesse correndo. Archie mal conseguia respirar, pegou um táxi e foi o mais rápido possível até a casa.

— Onde está a minha irmã? — Disse entrando na casa. Nesse meio tempo Derek havia levando Jordan para o escritório e o amarrado em uma cadeira, provavelmente não sairia vivo dessa, mas precisava defender a mulher.

— Calma garoto... — Jennifer o olhou de cima a baixo — Nao foi nada demais, está no quarto lá em cima, pode ir. O garoto subiu as escadas correndo e entrou no quarto sem bater.

— Oh, minha irmã. — correu até a ruiva e abraçou forte — Não acredito que aquele monstro fez isso com você...

— Por favor Archie, me perdoa. — ainda chorava muito abraçada ao irmão.

— Tudo bem, tudo bem, eu te perdoo, vai ficar tudo bem. — acariciava os cabelos da ruiva e tentava acalma-la, Stiles resolveu deixá-los sozinhos e desceu as escadas.

— Onde está Derek? — perguntou a Jennifer.

— No escritório, mas seu eu fosse você, não iria lá agora.

— Se você fosse eu não seria essa cobra peçonhenta. — a morena riu da cara do menino e ele correu até o escritório — DEREK! Você não vai matar esse homem.

— Se você tentar me impedir vou ter que matar os dois.

— Então é melhor cavar logo duas covas. — ficou frente a frente a Derek o desafiando. 




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