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História MINERVA - Peter Parker x OC! Reader - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Capítulo 20


Minerva ficou desaparecida por três semanas; Steve, Natasha e seus pais iam todos os dias ao quarto ver ela havia retornado, mas nada.

Na noite em que as janelas tremeram e Tony voltou à Terra, a menina apareceu em seu quarto.

Os vingadores discutiam, ou melhor, Tony e Steve discutiam e ao menos perceberam a garota.

– Ei garota, como você tá? – Rocket perguntou assim que a menina entrou na sala.

Todos se viraram e viram seu estado, ela usava moletom e seus cabelos estavam amarrados de qualquer jeito. Pela primeira vez, em anos, eles a viam sem um sorriso no rosto.

Ela cruzou os braços e sentou.

– É inútil. Eu sou inútil...

– Minerva. – Steve começou, mas ela o ignorou.

– Eu sou uma arma e quando eu tenho que agir como uma, eu travo e não faço meu trabalho.

– Está tudo bem.

– Não, não está nada bem. Meus amigos, sumiram, Peter foi embora, meus animais estão mortos, Atena e Hécate só sabem me dizer que essa era a única forma. Única forma... A única forma seria todos estarem vivos! – A menina bateu com a mão na mesa e a quebrou.

– Criança. – Tony se arrastou até ela e pegou sua mão. – Eu sinto muito.

– Ele sofreu?

– Ele não queria ir, obviamente, mas disse que te amava. – Minerva olhou para o lado e secou as lágrimas. Tony se sentou à sua frente. – Eu o fiz voltar, mandei ele voltar, mas ele não voltou e disse que se fosse ao contrário você ficaria.

– Óbvio que eu ficaria, não sou tão egoísta a ponto de escolher entre a minha felicidade e o mundo. – Ela olhou em volta e viu Carol. – Quem é você?

– Carol, eu trouxe a nave pra cá.

– Ah.

– Sinto muito pelo seu namorado.

– É. – Ela se levantou e pegou a tigela de mingau, seguindo para seu quarto. Steve foi ao seu quarto e a encontrou deitada olhando para o teto.

– Nós vamos atrás do Thanos, quer vir? – Ela se sentou e o olhou.

– Não.

– Certeza?

– Certeza. – Ele concordou e lhe deu um beijo na testa.

Ela voltou a se deitar e as imagens voltaram a passar por sua mente; Thor matando Thanos e eles voltando sem as joias.

Duas noites passaram até eles voltarem; eles entraram e a menina os esperava, assim que eles passaram pela porta, ela pegou suas coisas e sumiu, indo para a Grécia.

Os cinco anos se passaram e cada dia foi um desafio; Minerva morava sozinha e mantinha contato com os pais e com Apolo. Com o passar do tempo, as pessoas começaram a reconhecer assim como reconheciam Thor ou Atena.

Era quarta-feira, ela dormia ouvindo o som do mar, quando outro som a acordou, um jatinho. A garota se levantou e passou pelos lobos ao chão, pegando um pedaço de madeira, que logo acendeu lhe dando luz ao longo do caminho, ao chegar na porta da frente viu Steve, Natasha e um homem.

– Vocês vieram de Nova York até aqui pra me ver?

– Claro. – Natasha respondeu.

– Sei, entrem. – A tocha apagou e as luzes da casa acenderam.

– Tem uma cobra em cima da mesa. – Scott exclamou e ela andou até a mesa.

– Oh, desculpe. Venha aqui garota. – Ela pegou o animal.

– Ela é uma Deusa do que?

– Bruxaria, Scott. – Minerva respondeu e eles se sentaram. – Não vieram aqui pra me ver, então, o que é?

– Tem uma forma de trazermos todos de volta. Vamos coletar as joias viajando no tempo. Estalar os dedos e pronto. – Steve explicou e ela concordou.

– Vamos precisar de você.

– Pra convencer o Tony?

– Também.

– Precisamos reunir todos.

– Vou arrumar minhas coisas.

– Fácil assim?

– Estou esperando por momento há cinco anos.

– O que elas te contaram?

– Nada. Mas vocês sabem que não é nada parecido com filmes de viagem no tempo, né? – Ela cruzou os braços e se encostou no portal.

– O quê? – Scott questionou e ela revirou os olhos.

– Você está diferente. – Natasha entrou no quarto e a viu fazendo as malas.

– Você também, nunca te vi com o cabelo grande.

– Você também, seu cabelo está bonito. Você mudou bastante.

– Obrigada, é o trauma.

– Tem bastante coisa na porta da sua casa.

– Eu sou uma Deusa, lembra? – Minerva piscou pra a espiã. – Eles me adoram, literalmente, fazem sacrifícios e em troca eu lhes dou as coisas o que eles querem, às vezes.

– Atena e Hécate disseram alguma coisa sobre o que vamos fazer?

– Não. – Natasha sabia que ela mentia, mas preferiu não falar. A menina realmente havia mudado. Parecia mais triste e mais forte.

Ela terminou de fazer sua mala e voltou para a sala.

– Por que você mora no topo de uma montanha?

– Aqui fica perto do Olimpo, a morada dos Deuses, o povo preferiu que eu morasse aqui, para que a Deusa que vive entre eles, fique mais perto de seu próprio povo. Eles sobem aqui toda lua nova, eles sacrificam alguns animais, às vezes me oferecem seus filhos e o que eu posso dizer, alguns valem a pena.

Natasha deu uma leve risada.

– Em troca eles pedem saúde, para ganharem alguma coisa ou então para seu amado lhe amar de volta. Eu só não ajudo com jogos de azar. Mas qualquer coisa relacionada as trevas, eu sou a garota certa.

– Por isso tem sangue na porta.

– Ah é, isso foi um acidente, os lobos saíram pra brincar e voltaram sujos. – A porta da casa abriu e um menino de aproximadamente 10 anos entrou na casa.

– Oi, eu peguei o leite pra você... Quem são? – O menino correu até Minerva e se escondeu atrás dela.

– Esses são parte da minha família.

– Quem é esse carinha?

– Eu sou Theo. – O menino de olhos azuis voltou a se esconder e atrás de Minerva.

– Vá fazer suas malas, você vai vir comigo.

– Sério?

– É. – O garoto correu para o lado contrário da sala.

– Quem é?

– Deixaram-no na minha porta assim que eu cheguei aqui, eles têm alguma coisa sobre olhos claros ou cabelos coloridos. O rejeitaram e eu o aceitei, eu acho.

– Arrumei minhas coisas, pra onde vamos?

– Nova York.

– Legal, fica na América do Norte? – Theo perguntou e olhou para a menina que concordou.

Você virou mãe? – Natasha perguntou em russo.

– Não. Eu tenho 21 e estou indo para uma missão suicida, uma mãe, não faria isso. – A garota respondeu e olhou pra trás vendo o menino guardando um dos filhotes de lobo dentro da mochila e pegando a cobra na mão. – Ele vai ficar com os meus pais, vai fazer companhia a Apolo.



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