História Minha Amada Amiga de Infância - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora pra postar saporra, eu estava sem criatividade. e depois de um bom tempo eu finalmente postei então vamo que vamo ler saporra

Capítulo 7 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction Minha Amada Amiga de Infância - Capítulo 7 - Mudanças

Dou uma coronhada na cabeça do Bob Z, e o mesmo acaba desmaiando. Vou para o quarto e chamo a Yukki para entrar, ela entra, rapidamente tiro minhas roupas.

-O q-que é q-que v-você tá f-fazendo? – Ela cora e esconde a cara.

-Temos que tirar nossas roupas e usar outras, vista uma arrumada por favor – Coloco uma roupa mais arrumada, um blazer e uma calça jeans colada, e um sapato social cinza.

-Por que?

-Não podemos deixar vestígios. Ele é da Yakuza, se ele sobreviver todos vão saber que ele falhou, e irão atrás da gente.

-Em resumo, vamos mata-lo “acidentalmente”

-Me deixe fora disso. – Ela faz uma expressão assustada e se afasta de mim

-Cala a boca e se veste logo – Eu gritei com ela e a mesma se assustou, e ligeiramente trocou de um pijama fofo, para uma roupa elegante. Eu nunca imaginei que ela teria uma roupa tão linda, quer dizer, tirando a lingerie. Yukki olha profundamente nos meus olhos, como se pedisse para eu não fazer isso.

-Pegou todo que precisa? – Pergunto para Yukki que estava segurando duas malas e a mochila da escola, todas estavam cheias.

-Sim – Ela me responde friamente.

-Você não precisa se sujar Yuu, eu vou assumir a responsabilidade – Seus olhos se enchem de lágrimas, ela não se segura e começa a chorar e me abraça. Ela prefere mesmo correr o risco de ser perseguida, do que matar, talvez isso seja porque a mãe dela quase morreu.

-Yuu.

-O que foi? – Ela pergunta entre choros e soluços.

-Ligue para os bombeiros, diga para eles que tem um grande incêndio na Avenida Kazuma 934, no apartamento Glicínia bloco 5 602. Me espere na escada.

-Tá certo – Ela continua chorando, e a própria saiu aos prantos.

Pego a gasolina que o Kiritsugu estava usando, e continuo espalhando pela casa, após terminar abro o paletó e pego um maço de cigarros e um isqueiro.

-Isso pode ser útil um dia – Escondo o maço de cigarro dentro do bolso interno do meu blazer, acendo o isqueiro e jogo na gasolina que derramei pelo resto da casa.

Saio correndo e pego minhas coisas que deixem em frente a porta, e me escondo na escada e vejo Yukki chorando.

-Você está bem?

-Se eu estou bem? Você tá completamente maluco por matar um Yakuza

-Eu não o matei, só deixei ele dormindo, a ambulância chega em 2 minutos.

Pegamos nossas coisas, e vamos até o térreo, Yukki tira de seus bolsos uma chave e um som de alarme escuto, viro para onde o barulho saiu e vejo uma Minivan, Yukki me sacude.

-Yuu, você sabe dirigir essa coisa?

-Não, é a primeira vez. – Ela diz sarcasticamente, e me faz entrar no carro. Ela dá partida no carro, e o carro sai do lugar.

-Você já tem a carteira, né?

-Mais ou menos – Um desconforto surge em sua expressão. Ela fez o teste, mas não passou né? Estou altamente fudido.

A velocidade do carro aumenta gradativamente, e conforme a velocidade aumentava, meus gritos também aumentavam com as curvas que o carro fazia. Por que eu não fiz minha carteira? Eu deveria ter feito isso quando tinha tempo, agora eu vou morrer. Minha consciência se vai.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-Acorde Haru, chegamos – Minha garota começa a me sacudir, lentamente abro meus olhos e....

 

 

 

 

 

 

MEU DEUSSS!!!!!

 

 

 

 

 

 

 

Eu não morri, ainda bem. Olho ao meu redor e percebo que ela estacionou em um motel, me levanto e beijo a Yukki que fica surpresa com minha ação.

-M-mas p-por q-que você f-fez isso?? – Seu rosto vira um tomate.

-Entendi.

-An?

-Eu realmente estou vivo – Ao falar isso, seu lindo punho entra na minha cara. Agora sim, eu vou morrer.

-Na próxima vez, não vou transar com você por um mês – Aí não pode minha fia. Rapidamente pulo do carro e me ajoelho, com minha testa no chão.

-Por favor não faz isso de jeito nenhum – Ela começa a rir, e logo eu rio junto com a Yukki.

-Enfim Yuu, aonde nós estamos exatamente? – Pergunto com curiosidade.

-Estamos entre nossa cidade e Kamigiri

-POR QUE É QUE VOCÊ FOI PRA TÃO LONGE?

-Porque estaríamos seguros longe da cidade

-Mas e a sua mãe doidinha?

-Você tem razão, e agora? – Sua expressão muda para algo mais desesperador.

-Eu tenho uma ideia, você não vai gostar

-Qual é a sua ideia? – Chego mais perto de Yukki e a beijo, a mesma retribui. Minha mão esquerda sobe até sua nuca, e rapidamente a deixo inconsciente.

-Desculpa bebê, mais só eu posso fazer isso – Pego ela em meus braços, e entro no Motel.

-Boa noite garoto – Uma linda moça morena me encara com um sorriso sedutor.

-Quarto pra 5 – A moça me olha com safadeza no olhar ao ouvir o que eu disse.

-Suruba?

-Pode crer Dona Milf – Entro no joguinho dela.

-Pode me chamar de nuvem

-Por que?

-Eu NU e tu VEM – ela morde seu lábio inferior, e abaixa um pouco a roupa que está usando, fazendo com que eu veja pouca parte de seu seio.

-Pode colocar ela na cama?

-Posso gostosão. – Vem cá, será possível que onde eu vá, eu tenho cara de 20 anos? Eu tenho 17 anos caralho. A “Nuvem” pega ela e me mostra o quarto. Vou para o carro e levo as minhas coisas e as dela até o quarto.

Antes mesmo que eu pudesse sair, a “Nuvem” tranca a porta e começa a se despir.

-Com licença, por mas que eu adoraria fazer sexo com uma mulher como você, eu preciso ir.

-Fica mais um pouquinho vai – Ela começa a miar como uma gatinha carente.

Essa mulher hein, fala sério, abro meu blazer e mostro minha carteira. Ela se assusta ao ver minha carteirinha, mas rapidamente se recupera.

-Foda-se sua idade. – PUTA QUE ME PARIU, sem paciência, eu acerto o pescoço dela e a faço desmaiar. Amarro ela na cama, saio do lugar, entro no carro e o ligo, volto para a cidade para salvar a mãe de Yukki e meus únicos amigos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estaciono a carro do hospital, e sorrateiramente vou até o quarto da mãe de Yukki, eu a sacudo e antes dela gritar, eu tampo sua boca.

-Ei ei ei, sou eu, o Haru

-Como você cresceu, mas o que você tá fazendo aqui? O horário de visita já acabou.

-É uma looonga história, mas em resumo preciso te sequestrar.

-Como é que é?

-Eu explico mais tarde, você confia em mim? – Sem hesitar ela aceita a proposta, cuidadosamente eu ponho uma corda na janela dela, e a Hina desce devagar até o chão. Ao chegar ao chão eu rapidamente desço usando pedaços da construção do hospital como vantagem e para ser mais rápido, corto a corda. E nós corremos até a minivan da Yukki, e durante o caminho peço para que ela espere no carro, minha próxima parada é na casa do Yoshimura, novamente entro na casa dela na maciota, ele rapidamente entende o porquê de eu estar na casa dele.

-Desculpe cara, mas eu não posso, essa cidade é tudo que eu tenho. Amanhã eu invento uma desculpa para os nossos amigos.

-Sinto muito por fazer você passar por isso Kotaro.

-Não se preocupe Haru, não importa o que aconteça eu irei proteger nossos amigos.

-Conto com você então – Um sorriso escapa de meu rosto, esse cara é realmente um idiota, mas isso não significa que ele não seja fraco. Estendo meu punho para ele bater o dele no meu.

-Pode crer mesmo. – Ele soca meu punho de volta.

Tudo que me resta agora é deixar as duas em um lugar bem longe das Industrias Reed. Volto para o carro, e levo a minha de Yukki até o motel, o rosto dela fica vermelho.

-V-você e-está d-doido?

-Olha aqui a prioridade é você sabia – Ela se tremia de vergonha.

-Mas e os sentimentos da Yukki...

-Mas é claro que ela aceita isso!

-QUE? S-se e-esse é o caso, posso começar?

-Seja lá o que for pode sim. – As mãos de Hina tremiam, e então lentamente...

-PERAÍ O QUE É QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? – Grito ao notar que a Hina estava abrindo meu zíper de minha calça.

-Mas você disse que podia!

-Não era nesse sentido, acontece que eu e Yukki paramos nesse motel sem a intenção de transar. Espera aí, você sempre teve tesão pelo seu “Afilhado”?

-A CULPA NÃO É MINHA SE VOCÊ FICOU GOSTOSO COM O PASSAR DO TEMPO! – Ela grita com o rosto completamente vermelho.

Um silêncio toma conta do ambiente durante o caminho, até que começarmos a rir juntos. Descermos do carro e mostro a ela o quarto, no começo Hina se assusta, mas logo em seguida ela se senta e começo a explicar as coisas para ela.

-É o seguinte, aparentemente meu pai se envolveu com a Yakuza, e agora eles querem me matar.

-S-sério? – Ela se assusta ao ouvir a palavra Yakuza, e seu olhar muda de para algo normal para “eu vi um fantasma”.

-Eu estou com cara de quem brinca com coisa séria? Não! Estamos perto de Kamigiri, lá é seguro, e com alguns de poucos contatos que eu tenho, vocês vão ter onde morar lá - Entrego a Hina um papel com o endereço da casa.

-Como você?

-Ah e tem umas roupas limpas na mala, veja se elas cabem em você, todo mês vou enviar 5.000 para ajudar a pagar as contas e tals.

-Por que é que não podemos ser felizes? Você e a Yukki poderiam ser felizes se não fosse pelo seu pai! – Entre choros e soluços sua voz tremia de tristeza, é fácil de entender, achar que tudo de ruim acabou, mas na verdade só piorou.

-É por isso mesmo que eu vou fazer isso sozinho, vocês só iriam me atrapalhar. – Ela corre até mim me abraça e chora nos meus braços.

-Eu sei que é impossível te pedir isso, mas por favor... – O que é que ela quer dizer com impossível? –Se case com a Yukki com isso tudo acabar. – Hina toca em minha mão ainda com lágrimas nos olhos.

-Eu vou! Agora temos que correr, eles podem estar nesse exato momento chegando nesse Motel. – Tiro meu blazer, junto as coisas da Yukki e levo para o carro, A mãe de Yukki carrega ela até a minivan.

-Entra

-Eu não posso esqueceu...

-Entre logo porque senão, você não vai conseguir voltar. – Puta merda, ela tá certa. Entro na minivan, e vamos até Kamigiri.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 Hora de viagem depois

 

 

 

Olho em volta e noto que essa cidade é linda, seria o lugar perfeito para passar as férias.

-Achou linda?

-A cidade? Sim – Continuamos até chegar na casa, que era comum, pelos padrões japoneses. Desço do carro e ajudo a deixar as coisas na casa, por sorte a casa era mobiliada, porque senão daria um trabalhão pra comprar os móveis. Termino de ajudar e volto para o carro.

-Você sabia não era?

-Do que você está falando? – Tiro do bolso do meu blazer uma caixa de anéis de casamento, e mostro pra ela.

-Disso! Quando foi que você descobriu?

-Na hora que eu te abracei, senti algo duro no seu peito.

-Já saquei, cuide da Yukki pra mim.

-Sim senhor! – Abro a porta da minivan e volto para cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu te prometo Yukki, eu vou voltar, e vou me casar com você


Notas Finais


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