História Minha Cara Psiquiatra - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Manicómio, Psicopata, Psiquiatra, Sasusaku
Visualizações 374
Palavras 3.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Perdido


Fanfic / Fanfiction Minha Cara Psiquiatra - Capítulo 6 - Perdido

O enterro é amanhã à tarde. Antes de morrer, Mikoto pediu para que seus filhos comparecessem ao enterro — ouvi Hidan soltar um riso nasal — Ela estava claramente delirando. Ela também citou seu nome, mas enfim, como você é psiquiatra de Sasuke, fica por sua responsabilidade trazê-lo.

— Entendo — respondi automaticamente.

Nós vemos no enterro. Tenha uma boa tarde. — ele desejou e desligou.

Repousei calmamente o celular em minha perna.

—... Qual o problema?

Meu coração pulou com a simples pergunta de Sasuke. Engoli em seco e o olhei pelo retrovisor.

— N-nada — balbuciei — é só um mal-estar.

Sasuke não respondeu, ele apenas voltou a sua posição anterior e fechou os olhos novamente.

Com as mãos tremulas, liguei o carro e comecei a retirá-lo da vaga para então retomar o caminho em que estava seguindo antes da ligação.

Travei minha mandíbula para não permitir que lágrimas descessem pelo meu rosto. A morte era algo triste, mas não era como se Mikoto fosse alguém que eu tivesse contato regularmente antes da tragédia, eu a conhecia e ela era a minha sogra. Mas Sasuke não tinha o mesmo sentimento que eu em relação à Mikoto, ela era mãe dele, e agora ela estava morta juntamente com os outros integrantes da família Uchiha.

Era totalmente frustrante saber que eu fui incapaz de prever os passos do assassino, era claro que: Mikoto seria uma vítima óbvia que estava debaixo de nossos narizes. Ela era a minha única fonte de informações e com mais um pouco de chantagem emocional, Mikoto nós daria toda informação necessária. Talvez a senhora Uchiha estivesse viva se eu não tivesse ido atrás dela, talvez a culpa fosse minha.

Quando chegamos, senti um alívio tomar meu peito. O clima tenso do carro fazia com que eu me sentisse cada vez mais culpada, e a vontade de gritar toda verdade para Sasuke dominava meu peito.

— Você quer ajuda com a mala? — perguntei me aproximando de Sasuke.

Ele negou e começou a andar em direção a porta de entrada da casa.

Mordi meus lábios trêmulos e limpei o canto dos meus olhos. Eu estava explodindo aos poucos, mas Sasuke não pareceu notar. Segui Sasuke que esperava pacientemente ao lado da porta.

— A casa está um pouco bagunçada — murmurei extasiada — Espero que não se importe.

Sasuke me encarou por alguns segundos antes de assentir. Retirei a chave da casa do meu bolso e abri a porta.

Bem-vindo — sussurrei e escancarei a porta para Sasuke entrar.

Andamos em silêncio para dentro da casa. Eu não estava emocionalmente bem para tentar começar um diálogo, e Sasuke parecia perceber isso. A morte de Mikoto estava tendo impacto aos poucos, era difícil acreditar que nunca mais iria ver aqueles longos cabelos pretos e rosto angelical da Uchiha. Não é como se fossemos melhores amigas antes de sua morte, mas também não éramos desconhecidas o suficiente para que eu não sentisse o peso da perda.

Voltei a prestar atenção em Sasuke quando senti sua mão entrar em contato com a minha testa. Ele segurava meu ombro com a mão esquerda, e pressionava minha testa com a direita.

— Você não está febril — ele decretou — Está enjoada?

Assenti e levantei minha cabeça para poder encará-lo.

— Você quer falar qual é o problema?

Eu neguei. Reprimi meus lábios ao sentir que estava prestes a explodir. Ouvi Sasuke soltar um riso nasal, em seguida, ele me puxou para um abraço.

Os braços de Sasuke me confortaram, mas não foi o suficiente para que eu explodisse em lágrimas; eu ainda precisava conta-lo sobre a tragédia. Se eu chorasse agora, não conseguiria contar nada a Sasuke, e ele era uma prioridade, aliás, ele sempre era prioridade.

Preciso te contar algo, Sasuke-kun — sussurrei.

Sasuke assentiu.

— Preciso de uma toalha.

— Tem no banheiro. — suspirei com dificuldade — Vou estar no meu quarto, ele é na última porta do corredor.

Sasuke analisou-me mais uma vez e assentiu.

Eu sabia o que ele estava fazendo, sempre que eu tinha algo para contar e estava com dificuldades, Sasuke me concedia um espaço para que eu pudesse pensar. Sua estratégia era de grande ajuda, isso fazia com que eu não me sentisse sufocada, e era uma das coisas que eu mais amava em nosso relacionamento.

Caminhei calmamente até meu quarto, peguei algumas roupas masculinas, que havia comprado antes de efetuar o plano, e deixei-as na porta do banheiro. Voltei ao quarto, sentei em minha cama e senti os meus lençóis me receberem com conforto. Meu coração já não palpitava como antes, mas o nervosismo ainda estava presente em meu corpo. Eu olhava para as minhas mãos, evitando qualquer contato visual com as coisas ao meu redor.

Ouvi Sasuke entrar no quarto. Seus passos eram leves, mostrando que ele estava descalço. Eu via seus pés vindo em direção a cama, e após alguns minutos, senti a cama afundar.

Com o pouco de coragem que me restava, levantei a cabeça aos poucos e me deparei com o olhar de Sasuke. Ele me olhava fixamente, esperando que eu estivesse confortável o suficiente para falar.

Você sofreu muito — sussurrei — e eu não posso nem imaginar o tamanho da sua dor. — uma lágrima escapou de meu olho — Então eu queria pedir perdão.

—... Perdão?

— Sim — reprimi meus lábios — Eu nunca vou conseguir compreender sua dor, nem sentir o ódio e a tristeza que você sentiu. — algumas outras lágrimas desceram — Sasuke-kun... Mikoto está morta.

Observei as expressões neutras de Sasuke, então ele disse:

— Eu sei.

Abri a boca surpresa com sua resposta, as lágrimas ainda desciam sem controle por minha bochecha. Fechei meus olhos por breves segundos e juntamente fechei minha boca.

— Eu sinto muito — desejei antes de me jogar em seus braços.

Apertei o corpo de Sasuke contra o meu, ele não retribuía o abraço, mas eu senti seu corpo amolecer ao meu toque. Sasuke não chorava, mas eu sabia que ele estava triste. Talvez o isolamento o tenha tirado toda esperança e boa parte do apego ao ser humano que ele tinha, mas mesmo assim Mikoto continuava sendo a sua mãe e uma das poucas pessoas que ele não perdeu naquele dia.

Sasuke deixou seu queixo ser sustentado pelo meu ombro. Eu estava sentada em seu colo com as minhas pernas rodeando a sua cintura.

— Que tal nós comermos algo, hm? — perguntei, limpando minhas lágrimas.

— Não peça perdão.

— Como?

— Não peça perdão sem necessidade, principalmente para mim.

Senti Sasuke afastar-se de mim, e automaticamente, um vazio tomou meu corpo. Ele levantou-se e saiu do quarto.

{...}

— Eu vou atender Deidara — expliquei — Então você pode vagar pelo manicômio, acredito que o rumor já tenha se espalhado. — cocei minha nuca.

Sasuke não respondeu, ele apenas continuou olhando para o nada.

Meu coração apertou por não poder fazer nada para acabar com o sofrimento de Sasuke. Ele não chorou, mas na madrugada eu o peguei sentado no corredor, seu olhar mostrava que ele pensava fixamente em algo. Após sair do meu quarto, Sasuke não voltou, mas eu ouvi o chuveiro sendo ligado. Chamei-o para comer alguma coisa, porém ele sequer respondeu.

— Por favor, tente comer alguma coisa — acariciei seu braço — Por favor.

Sasuke me olhou fixamente, e assentiu levemente. Instantaneamente fiquei aliviada, pelo menos ele ficaria nutrido.

— Estou indo — anunciei — Não precisa investigar nada, mais tarde vemos isso.

Lentamente me afastei de Sasuke. Olhei para trás e ele ainda estava parado me encarando fixamente, um arrepio subiu pela minha coluna.

Coloquei minhas mãos nós bolsos do meu jaleco e continuei a caminhar em direção a sala onde falaria com Deidara. Hoje era dia de consultar Sasuke, mas como ele já estava morando comigo, Deidara era o meu paciente principal.

Kiba não me acompanhou hoje. Eu soube por algumas mensagens de Karin que Kiba acabou comentando com Sasori sobre o ocorrido, e logo gerou a fofoca em que eu estava namorando um paciente. Para evitar olhares, fui pelos caminhos mais longos onde poucas pessoas passavam, mas as que trombavam comigo ainda me olhavam de cara feia.

Quem estava na porta era Gaara, o homem que eu havia derrubado há alguns dias para falar com Sasuke. Desejei um bom dia para o guarda e entrei.

Deidara estava sentado e com a cabeça baixa. Seu corpo estava preso em uma camisa de força. Aproximei-me calmamente do paciente e sentei na cadeira a sua frente.

— Bom dia, Deidara — desejei — Como você está?

— Bem — respondeu grosseiro — Agora não posso dizer o mesmo do seu namoradinho.

— Desculpe, mas... Não estou compreendendo — franzi o cenho e remexi-me na cadeira.

— Sasuke Uchiha — pronunciou o nome de Sasuke como se fosse um mel prazeroso — Soube que está transando com ele — Deidara riu — Me diga, doutora, ele é bom de cama?

— Senhor Deidara, por favor...

— Ah, não adianta negar, ele está na sua casa — revirou os olhos — Mas agora não posso garantir que ele não está fodido.

Fodido?

— Sim, ou você não reparou na mente arrombada que aquele filho da puta tem? — ele gargalhou — Não é possível que seja tão ingênua, doutora.

— Pare de jogos — mandei, com irritação — O que sabe de Sasuke?

— Nada demais — deu de ombros — Mas sugiro que procure bem antes de se precipitar.

— Nossa consulta acaba aqui — decretei com ódio.

— Mas estava tão bom — Deidara disse e gargalhou mais uma vez.

Levantei apressadamente e saí da sala. Desta vez, Gaara não tentou me parar, ele apenas deu espaço para que eu saísse furiosamente da sala. Andei rapidamente pelos corredores, eu não sabia para onde estava indo, mas meu único foco era ir para o mais longe possível de Deidara.

Não era uma novidade que Sasuke estava com a mente prejudicada, isso eu não poderia negar, mas insinuar que ele faria algo por estar “fodido” é demais para mim. Eu queria socar Deidara assim como eu soquei alguns meninos na infância, mas eu não era mais uma garota rebelde de dez anos ou uma adolescente de dezesseis, eu era uma mulher, e precisava agir como tal.

Limpei algumas lágrimas de raiva que desceram pelo meu rosto, e olhei para o lado tentando me acalmar. Assim que olhei para o lado, meu corpo entrou em modo automático; Sasuke estava do outro lado do manicômio onde ficavam as celas. Eu não conseguia ver seu rosto com clareza, mas consegui reconhecer a blusa azul de algodão que eu lhe entreguei está manhã.

Comecei a andar rapidamente para acompanhar a velocidade de Sasuke. Ele tinha pernas longas, sua velocidade era natural quando andava normalmente, mas minhas pernas eram curtas e isso dificultava meu trabalho de segui-lo. Ele já andava pelo corredor que ligava o outro lado do manicômio com o lado que eu estava, isso significava que se eu fosse rápida o suficiente, conseguiria trombar com ele.

Antes que eu conseguisse alcançar Sasuke, meu braço fora puxado e uma voz afirmou:

— Precisamos conversar.

Olhei fixamente para o meu braço que Kiba apertava.

— Me solte — mandei duramente — Agora.

Desviei o olhar para onde Sasuke estava antes, mas ele já havia sumido. Encarei Kiba com raiva e puxei meu braço evitando contato direto com ele.

— O que quer?

— Quero saber o que se passa entre você e o Uchiha. — cruzou os braços.

— Não é da sua conta, se meta na sua vida! — exclamei com raiva — Pronto, sua dúvida está respondida.

— Soube que eram namorados... — comentou e eu revirei os olhos.

— Eu soube que Elvis está vivo.

— Estou falando sério — rosnou — Eu quero saber o que está acontecendo.

— Então vai continuar querendo — sorri com cinismo — Tenha um bom dia.

Bati meu ombro com o de Kiba antes de sair andando.

Kiba estava me tirando do sério. Não era como se eu fosse à pessoa mais raivosa do mundo — apesar de ficar nós top dez —, mas além de se intrometer onde ele não era chamado, Kiba estava mexendo com Sasuke.

Comecei a tentar respirar com calma, o nervosismo ainda tomava meu corpo. Sentei no chão do corredor vazio e apoiei minhas costas na parede. Senti o celular que estava em meu bolso vibrar, peguei o aparelho e desbloqueei a tela me deparando com duas mensagens de Ino:

Estou chegando, testuda”.

Espero que meu quarto esteja pronto, se não cabeças irão rolar! Beijos”.

Após ler as mensagens, bloqueei o celular e o guardei novamente.

Eu não estava com cabeça para receber Ino e suas exageradas exigências, mas era um sacrifício que eu teria que fazer. Porém no fim, aquilo era bom, eu poderia deixar Ino tagarelando coisas aleatórias para Sasuke enquanto vinha aqui à noite. Não era normal Sasuke ter acesso ao outro lado do manicômio sem ter roubado a chave da grade que separava os dois lados, e eu não queria enche-lo com um bônus de preocupações do que eu queria achar.

Levantei do chão e passei a mão em meu traseiro para retirar a sujeira. Coloquei minhas mãos nos bolsos do meu jaleco e comecei a andar em direção a sala de refeição dos funcionários. Provavelmente, Karin estaria burlando o trabalho para beber ou roubar comida dos colegas, isso era típico da ruiva.

Abri a porta calmamente e, como esperado, me deparei com a ruiva atacando um macarrão ao molho.

— Quer um pouco? — perguntou, com a boca recheada de macarrão.

— Não, obrigada — suspirei — Os rumores ainda estão fortes. — comentei enquanto me sentava em uma das cadeiras disponíveis.

— Sim. Mas não se preocupe, um dia esses rumores passam — ela deu de ombros — Espero o dia que vai poder me contar o motivo daquele favor.

— Pensei que já havia descoberto — soltei uma pequena risada — Um dia você consegue.

— Te odeio.

Não respondi a provocação de Karin, apenas comecei a observar todo o seu jaleco, até que encontrei um pequeno enchimento no bolso do jaleco que ficava em seu peito.

— Preciso dessa chave.

— Para quê? — franziu o cenho.

— Vou te pagar cento e cinquenta dólares.

— Não, Sakura — foi a sua vez de suspirar — Preciso saber o que está acontecendo com você. Já é o segundo favor pago nessa semana! Me fale, o que está acontecendo?

— Eu prometo te contar... — molhei meu lábio inferior — Um dia — completei — Mas preciso urgentemente desse favor.

Karin suspirou e deixou seu macarrão de lado. Ela enfiou dois dedos no pequeno bolso do peito e me estendeu um pequeno circulo feito de arame que continha duas chaves anexadas.

— Aqui. Não perca.

— Você já foi lá? Na outra parte do manicômio — expliquei.

— Não, só me deram a chave para não vagar por mãos desconhecidas. Não sei o que você vai fazer lá, mas tome cuidado, nunca se sabe quando um paciente louco vai escapar e se esconder lá.

Arregalei os olhos assustada. Tinha possibilidade de algum paciente se esconder lá?

— É brincadeira — ela riu — Mas tome cuidado.

— Obrigada.

{...}

— Como você está enorme! — Ino exclamou enquanto olhava para Sasuke — Parece que cresceu dois metros.

— Não exagere, Ino — revirei os olhos — Vocês vão ficar bem?

— Eu e Sasuke não somos crianças — ela revirou os olhos e colocou a língua para fora — Não é, Sasuke? — dirigiu-se ao Uchiha, mas ele não se deu o trabalho de responder — Viu só? Ele concorda.

Eu já me arrependia de deixar Sasuke com Ino. Não que eles já não fossem adultos, mas a chance de Ino se irritar com o silêncio de Sasuke e o agredi-lo era absurdamente grande.

— Tudo bem. — concordei rendida.       

— Ele ficou mais frio ainda ou é impressão minha? — Ino sussurrou no meu ouvido.

Andei calmamente até Sasuke e acariciei sua mão.

— Eu não vou demorar, só preciso fazer uma coisa.

— Certo.

Sorri com sua resposta. Fora uma resposta curta, mas Sasuke havia ficado horas sem falar, era um avanço afinal. Senti meu corpo esquentar quando Sasuke retribuiu o carinho em minha mão, eu alarguei meu sorriso e afastei-me.

— Eu não vou demorar — virei-me para Ino — Não o mate, por favor.

Ino revirou os olhos, mas assentiu com um sorriso.

Peguei a chave de meu carro e sai da casa. Andei o mais rápido possível até o meu carro e entrei no mesmo. Eu corria contra o tempo para não chegar tão tarde no manicômio, aliás, quanto mais tarde pior.

Eu não me dei o trabalho de perguntar a Sasuke o que ele estava fazendo naquele lado do manicômio, aliás, ele precisava de espaço e eu confiava nele. Mas confesso que, uma das minhas motivações para ir ao manicômio à noite, é saber o que Sasuke procurava.

O caminho não fora tão longo já que eu abusei do acelerador. A única coisa que precisei para entrar foi falar com um dos guardas noturnos que eu havia esquecido meu celular lá dentro e mostrar o meu crachá. Por sorte, ou por azar, o manicômio era deserto a noite, eu conseguia ouvir o som do meu coturno batendo contra o piso com clareza, coisa que eu não conseguia fazer de manhã.

Retirei a chave de Karin do meu bolso e já a deixei em minha mão. Após alguns minutos de caminhada, eu já conseguia ver o corredor que ligava os dois lados do manicômio. Peguei meu celular, que estava em meu bolso, e liguei a lanterna para que conseguisse localizar a porta.

Passei a luz da lanterna por toda grade metálica e enferrujada. Um grande cadeado impedia a minha passagem para o outro lado. Com a mão direita, pequei o molho de chaves de Karin e comecei a testá-las no cadeado. A dificuldade para abrir o cadeado fora grande, mesmo com somente duas chaves, o cadeado estava enferrujado e isso dificultava o acesso.

O click que o cadeado fez ao abrir foi satisfatório. Retirei o cadeado e as correntes que estavam embutidas nele, os colocando no chão. Empurrei uma das partes da grade e entrei.


Notas Finais


Então, o que acharam?


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