História Minha Chefe Ninfomaníaca - Capítulo 3


Escrita por: e DeniseParkTae

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Chef, Chim Chim, Hot, Jeon Jungkook, Jeongguk, Jimin, Jungkook, Jungkook Hot, Kook, Park Jimin
Visualizações 228
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorou mas veio
Boa leitura ❤

Capítulo 3 - Provocações


Fanfic / Fanfiction Minha Chefe Ninfomaníaca - Capítulo 3 - Provocações

Anteriormente...

...Chegamos à porta da sala de Srta. Delphine e pedi que Jimin me esperasse do lado de fora. - Força Jeon Jungkook. Força! Suas mãos vieram de encontro a meu ombro em um encorajamento um tanto irônico e humorístico de sua parte. Bati a porta e fui recepcionado por uma voz feminina e um tanto autoritária que me fez arrepiar. - Entre!...

 

Cap. 03

A saliva desceu rasgando de garganta á baixo pela incerteza que aquela voz suscitava a minha mente confusa e amedrontada. Dois passos a mais e estava face a face com Srta. Delphine. Seu olhar não dava pistas que validassem minhas prováveis suposições do bendito assunto que estava me deixando louco.

- Sente-se Sr. Jeon – indicou a cadeira que estava a sua frente.

- Ah, não precisa! Estou bem aqui, obrigado!

- Insisto que sente-se Sr. Jeon! Seu olhar imperou autoritarismo me forçando a aceitar o pedido que logo tornou-se uma ordem.

- C-claro! O barulho de ranho da cadeira ao piso soou alto para nossos ouvidos por a rapidez que sentei.

- Está nervoso? – A resposta para essa pergunta tornou-se bem mais obvia, se é que antes já não estivesse. Após sua interrogação.

- Desculpe! – minha ansiedade somou-se a uma vergonha desnecessária.

– Vamos direto ao assunto! Acho que isso lhe pertence não é mesmo?! – suas palavras vieram junto ao meu celular posto por ela sobre a mesa.

– S-Sim, é meu. Esqueci no vestuário ontem, lembrei quando sai do restaurante. Obrigado por trazer, senti muita falta dele.

– Lembrou quando saiu do restaurante? E não pensou em voltar para pegá-lo? Tenho certeza que ele é bastante útil a você, como mesmo falou que sentiu sua falta.

– OH sim claro, voltei!...

– Voltou?

 Droga! Soltei tão automático retirando todas as formas de desculpas possíveis que eu podia proferir.

– É... É que na verdade...Eu fui mas imaginei que você não estivesse mais no restaurante por ter chamado mas não vi ninguém, apenas as luzes do recinto principal estavam acesas e resolvi voltar e pegar no dia seguinte no horário do estágio. Respirei fundo e comemorando mentalmente por ter pensado tão rapidamente em uma desculpa que se eu tivesse sorte ela cairia.

– E não pensou em verificar se as portas estavam abertas? Suas interrogações soavam mais como um interrogatório, e estava me deixando aflito.

– Bom... Sim, na verdade pensei, mas não fiz.

– Hum... Eu me encontrava no restaurante, que por sinal sai bem mais tarde que de costume. Provavelmente eu estava trocando de roupas no vestuário onde encontrei seu celular.

– Senhor Jeon, quando retornou não viu alguém nas proximidades do local?

– Alguém? Não muito próximo, apenas alguns funcionários no fim de seus expedientes, nada fora do normal. Aconteceu alguma coisa?

– Ontem quando eu estava me trocando, ouvi um barulho suspeito dentro do restaurante. Senti uma sensação de estar sendo ESPIONADA!

– E-espionada?  A palavra fora enfatizada de tal maneira que senti uma ponta de culpa e nervosismo percorrer minha espinha, seu tom de voz parecia querer arrancar algo de mim, contudo me mantive forte na encenação até então muito bem exposta por mim.

– Não é querendo me meter em sua vida, mas você deveria ter mais cuidado Srta. Delphine, não é porque é um bairro de classe alta que não vá ter pessoas de má índole, ainda mais, uma mulher como a senhorita... Sozinha altas horas, não é muito conveniente – um sorrisinho formou-se em seus lábios ao ouvir a parte: “uma mulher como a senhorita”

Não achava que minha atuação poderia ficar ainda melhor. Se ela soubesse que esta sensação foi realmente uma espionagem e o sujeito fora seu aluno e estava em sua frente agindo de forma brilhantemente mentirosa.

– Muito bem Sr. Jeon, está dispensado. nos veremos logo mais a noite no estágio. Peço que chegue um pouquinho mais cedo, hoje começam as tarefas individuais e preciso que tomem nota de todos os detalhes para não acorrer nenhum erro, estamos entendidos?!

– Com certeza Senhorita Delphine. Com licença. – Meu alívio durou apenas alguns segundos antes de ter minha atenção novamente voltada a ela.

– Mais uma coisinha Jungkook, mais cuidado com seus pertences, não quero meus alunos vagando tarde da noite sozinhos, como você mesmo colocou, é perigoso.

Suas últimas palavras vieram acompanhadas de um olhar pretencioso e sarcástico.

– Claro, terei mais cuidado. Obrigado pelo celular. – agradeci e sai de encontro a Jimin que estava em um pé e outro pela demora.

– Enfim! E como foi? Ela descobriu você? O que você disse? O que aconteceu? – disparou Jimin sem pausa entre as perguntas.

– Por sorte ela não descobriu. – Em alguns instantes achei que ela poderia ter alguma suspeita a meu respeito, pelo fato de me fazer perguntas estranhas, mas logo consegui contornar suas interrogações. Porém, confesso que a achei muito estranha, suas palavras carregavam um quê de sarcasmo nunca visto antes. Mas o importante é que ela não descobriu. – sorri aliviado.

- Espero que esteja certo. – observou Jimin alargando os passos até a sala, onde a aula já havia iniciado.

As horas passaram-se sem que me desse conta, já estávamos prestes a irmos para casa e minha cabeça ainda revirava com aquela atitude nada comum da Srta. Delphine. Nada do que o professor ministrava para mim era mais importante que as lembranças frescas em minha memória da maneira como se comportou comigo mais cedo.

Pensamentos a parte e já estávamos caminhando em direção ao carro de Jimin, com quem pegava carona todos os dias, pelo menos os dias em que seus pais o liberavam a ele, caso contrário usávamos nossos pés. Observando o movimento caótico dos carros na avenida perdi-me novamente em Srta. Delphine, mas dessa vez não pensava mais em sua atitude, mas sim no que presenciei na noite anterior.

- Até a noite Jungkook, passarei aqui para irmos juntos ao estágio. Quero me certificar de que você chegará no horário certo.

Joguei a mochila na cama e deitei logo em seguida como de costume. O silêncio perpetuou enquanto eu admirava o teto do meu quarto. As lembranças de minha professora vinham com mais frequência que a cada instante, tornou-se quase impossível não se lembrar de sua face que inevitavelmente levava a seu corpo.

Livrei-me dos devaneios momentaneamente e decidi tomar um banho bem gelado a fim de apagar o fogo entre minhas pernas.

Peguei a toalha jogada na cama que deixara mais cedo, e caminhei até o banheiro. A água gelada percorreu meu corpo deixando rastros em meus pelos eriçados, porém, como pensei a água gelada não fora tão útil em apagar o meu fogo.

Tentei ignorar a excitante imagem de sua pessoa que o momento me trazia; Delphine parada em minha frente mostrando-me as provocantes curvas que seu corpo lhe dera de presente, acompanhados de brinde a um rosto até então angelical conhecido por mim.

Por mais que lavasse minha face ou procurasse algum passa tempo, meus pensamentos ainda me levavam a ela fazendo-me consequentemente ficar como uma rocha.

Naquele mesmo dia, assim como vários outros em que minha cabeça perdia-se a pensamentos devastadores e excitantemente pervertidos, tive quase por obrigação me satisfazer sozinho... Sem nenhuma ajuda feminina.

O dia havia passado, chegando assim à maravilhosa noite onde já sabia perfeitamente onde seria meu destino; encontrar-me com minha professora.

Peguei novamente a mochila que havia jogado sobre a cama e rapidamente coloquei os pertences ao qual precisaria na aula de estágio. Enfiei tudo dentro da mochila com uma maça recém-comida em minha boca.

Não queria me atrasar novamente, pois sabia o quanto irritante e melancólico Jimin ficava. Seus toques perfeccionistas eram de um incomodo absurdo às vezes.

Abri a porta rapidamente e fui de encontro ao carro de Jimin, que como esperado já estava em frente a minha casa para irmos juntos.

 

10 minutos adiantado, foi o que diferenciou do meu primeiro dia de estágio. Estacionamos o carro e como previsto pelo horário, o movimento ainda era escasso, embora, mais tarde aquele lugar transformaria-se em um verdadeiro campo de batalha. Adentramos e fomos recepcionados por um dos ajudantes de chef, o qual gentilmente nos direcionou á cozinha a pedido de nossa professora tutora.

 

– Boa noite Srta Delphine – nosso cumprimento soou em perfeita harmonia.

– Boa noite Sr. Jeon e Sr. Park. – Sua resposta veio acompanhada por um sorrisinho de lado direcionado a mim.

– Como já sabem, peço que vistam seus trajes.

– Certo.

Minutos depois e devidamente trajados retornamos a cozinha que já estava com algum movimento.

– Hoje teremos como prato principal: Fois gras, um típico prato da culinária francesa e um dos principais pratos do nosso restaurante, quero que preparem individualmente. Irei analisar cada detalhe do prato, partindo do modo como irão manusear os equipamentos, ao ponto exato do prato. Surpreendam-me!

Fois gras considerado uma das maiores iguarias da culinária francesa, que consiste em fígado de ganso ou pato, que pode ser servido como aperitivo, acompanhado de pão, ou pode ser um ingrediente de outras receitas – Por exemplo: Peru ao molho de foie gras, e simplesmente uma das receitas em que me saia melhor que qualquer outro aprendiz de cozinha. Por mais que o movimento já estivesse caótico, não precisaríamos nos preocupar, porque na verdade nosso prato não fazia parte das refeições a serem servidas naquela noite ao público, mas sim como uma avaliação apenas para a professora.

Percebi que Jimin em alguns momentos perdia-se em alguns detalhes imprescindíveis do prato, porém, logo conseguia contornar o deslize, entretanto aos olhos da srta. Delphine algo estava muito errado. Já a mim seu semblante demonstrou-se bem satisfatório,

- Sr. Park, mais cuidado ao manusear o fígado, caso contrário perderá o sabor e qualidade do prato.

Minha concentração fora completamente perdida ao sentir suas mãos tocarem de leve em minha cintura.

- Muito bem Sr. Jeon, está se saindo perfeitamente bem. Como esperado de um aluno tão promissor. Acho que o ganso ficaria bastante feliz ao saber que foi afogado em um molho tão encorpado e saboroso, não acha Sr. Jeon?

literalmente suas palavras deixou meu “ganso” muito feliz...



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