História Minha Cinderela - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laki Olietta, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sayla, Sting Eucliffe, Wendy Marvell, Yukino Aguria
Tags Comedia, Dinheiro, Dragneel, Drama, Fairy Tail, Gale, Heartfilia, Lucy, Mistério, Nalu, Natsu, Romance, Yuri
Visualizações 32
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É, eu sumi. É, aqui estou eu. É, fiz outra fic kskskks perdão.
Espero que gostem.

Capítulo 1 - Em busca de uma nova vida.


Fanfic / Fanfiction Minha Cinderela - Capítulo 1 - Em busca de uma nova vida.

• O relógio marcou 5:20 da manhã e logo pude ouvir o som ensurdecedor do despertador ao lado de minha cama. Abri os olhos com um pouco de dificuldade e me espreguicei, antes de me levantar e ir em direção ao meu minúsculo banheiro.

Me olhei no espelho em frente a pia e pude ver se grandes olheiras. Suspirei, começando a tirar minha roupa para tomar um rápido banho de água gelada.

Entrei no banheiro e fechei o box de plástico com pequenos patinhos amarelos, e não tardei a abrir o registro e me enfiar debaixo da água. Trinquei os dentes quando senti a água extremamente gelada da madrugada bater em minhas costas, o que só me deu vontade de terminar aquele banho mais rápido do que antes.

Me chamo Lucy, e trabalho na cafeteria da minha madrasta desde que eu havia completado meus onze anos de idade. No começo não foi nada fácil, não que hoje seja, mas logo no início ela nunca pegou leve comigo e me fazia fazer quase toda a parte do trabalho pesado.

Todos os dias eu acordava exatamente as 5:20 da manhã, pois além do trabalho ser extremamente longe de onde moro, ainda preciso passar na padaria, onde compro meu café da manhã.

Sai do banheiro já enrolada na toalha e fui até meu armário, e peguei uma calça jeans surrada, uma blusa regata e um tênis Alls Star preto. Me olhei no espelho e amarrei o cabelo em um rabo de cavalo. Depois de arrumar minha bolsa e minha cama, sai de casa quando deu 5:35. Fechei a porta da minha pequena quitinete e guardei as chaves no bolso de trás da calça.

[7:50 AM]

Desci do ônibus já em frente a lanchonete e meu relógio de pulso marcava 7:50 da manhã, e olha que não houve engarrafamentos.

Minha madrasta já me esperava na frente da loja com os pés inquietantes. Tomei fôlego e me aproximei, sentindo seu olhar áspero sobre mim. Não que eu quisesse, mas não importava a hora em que eu saia de casa, eu sempre me atrasaria ao ver dela.

- Atrasada - ela disse quando olhou o relógio - outra vez! - terminou me seguindo para dentro da loja.

- Olha, me desculpe, Minerva. Eu realmente não tive e nem tenho a intenção de me atrasar, mas ainda não são nem oito horas. - a olhei com súplica e seu olhar nem mesmo hesitou, apenas me olhou com mais raiva e saiu.

Soltei o ar que nem havia percebido prender e fui até os fundos para colocar meu uniforme de trabalho.

Eu trabalhava em uma lanchonete no centro da cidade de Fiore, e por mais que aqui seja o bairro rico e que esteja sempre muito movimentado, as pessoas não costumam ser muito harmoniosas umas com as outras.

Ouvi o barulhinho do sino da porta quando eu acabava de colocar meu avental. Sai da parte dos provadores e fui atender uma mulher que acabava de chegar com um adolescente que deduzi ser filho dela. Me aproximei pronta para anotar os pedidos quando a vi se levantar sozinha, podendo ouvir uma parte do que ela falou.

- Vou aqui ao lado para ligar para a empresa, eu já volto.

Ela passou por mim e eu continuei meu trajeto.

- Já escolheu o que vai pedir, senhor? Recomendo o sanduíche de queijo ralado com suco de laranja, é o prato do dia. - disse tudo o que era ensaiada para dizer a todos os clientes.

O garoto levantou seu olhar até mim e abriu um pequeno sorriso.

- Será que não poderia ser você? - o sorriso dele aumentou, me deixando ainda mais desconfortável.

- Me desculpe, senhor, mas como poder ver, não estou no cardápio. - disse mantendo a calma - Então, o que vai querer?

- Eu já disse: não poderia ser você? - ele segurou meu pulso e eu o tentei puxar de volta, mas o garoto era muito mais forte do que eu.

- Me solta, garoto! - disse zangada, mas ele apenas apertou ainda mais meu pulso.

- Pare de querer dá uma de difícil, eu sei que você quer tanto quanto eu. - ele se levantou, aproximando-se mais de mim.

- EU DISSE PARA ME SOLTAR! - O empurrei com força, o que o fez cair encima da mesa e derrubar os potinhos com biscoitos. O som do vidro se espatifando no chão chamou a atenção da minha madrasta, que rapidamente apareceu no local feito um dragão em puro ódio.

- Ele tentou me aga-- - fui interrompida pela mãe do garoto que entrou na loja com um olhar perplexo.

- O que aconteceu aqui? - foi em direção ao garoto que ainda estava sobre a mesa.

- Essa garota me empurrou! Eu só tentei ajudar e essa maluca veio pra cima de mim! - o garoto disse raivoso, e logo pude sentir todos os olhares sobre mim.

- N-não é verdade. Ele tentou me agarrar! - falei desesperada.

- Lucy, saia daqui. - Minerva disse com a voz estranhamente calma.

- Mas...

- Agora! - aumentou o tom - Não a quero mais trabalhando para mim. Pegue duas coisas e suma de minhas vistas.

Sai dali com os olhos transbordando em lágrimas. Estava frustrada e chateada. Aquele trabalho poderia ser uma merda, e meu salário poderia não ser tão bom quanto deveria, mas eu precisava dele. Eu precisava pagar o aluguel, contas e comprar comida.

Me sentei ao meio fio e deixei que todas as lágrimas que eu falhava em prender caíssem e folhassem meu rosto.

- Droga! - praguejei. Aquele emprego era uma droga; a minha casa é uma droga; minha vida é uma droga. Mas, é tudo que eu tenho, ou tinha...

Me levantei e fui em direção a minha casa. Era umas 10 horas da manhã e tudo o que eu queria fazer era andar um pouco e tentar esquecer tudo o que aconteceu nessa merda de dia.

Essa sou eu agora; Lucy Heartfilia, vinte e dois anos, desempregada e gorda. Não que eu me importe com a última parte.

Cheguei ao ponto de ônibus e me sentei para esperá-lo. Se não me engano, o próximo chegaria em meia hora mais ou menos.

Encostei cabeça na parede a fechei os olhos, tentando pensar em pelo menos alguma coisa boa que tivesse acontecido em minha vida, isso claro, se tiver alguma.

Acordei quando senti alguém me cutucar. Me remexi um pouco desconfortável e abri os olhos, vendo que o céu já estava escuro.

- Aí meu Deus! - gritei quando olhei no relógio que marcava 20:13 da noite.

- Moça, tudo bem? - olhei para o lado e vi uma garotinha de olhar curioso e brilhante. Ao lado dela tinha uma mulher que supus ser a mãe.

- S-sim, eu acho. - olhei ao redor e notei a rua desesta. Me virei para a mulher mais velha e cocei a nuca envergonhada - Eeh, sabe me dizer quando sai o próximo ônibus?

- Sinto muito dizer, mas essa tarde a empresa responsabilizada por essas áreas entrou em greve por mal pagamento. Sinto muito. - a mulher disse com pesar, com certeza pode ver meu olhar de quem tinha acabado de ser demitida e não tinha como voltar pra casa, e eu literalmente estou vivendo isso hoje. Não tem como esse dia ficar mais ruim do que já está. - Bom, me desculpe mesmo mas temos que ir. Logo, logo cairá um enorme temporal. - ela pegou a mão da menina e saiu - Boa sorte ao voltar para casa! - ela disse antes de virar a esquina.

   E me arrependi amargamente de ter imaginado isso.

   Passei a caminhar calmante, e depois de alguns minutos senti meu celular vibrar no bolso da calça. O levei até o ouvido e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, o aparelho foi puxado de mim com brutalidade e percebi que eu havia sido roubada, e que levaram meu celular.

— Ótimo! Obrigada universo. O dia não poderia estar melhor. – nunca fui muito de usar sarcasmo, mas hoje eu estava tão na merda, que a noção das coisas já não estavam mais fazendo sentido para mim.

                 [Quebra de tempo, casa de Lucy]

Depois de muitas horas caminhando até chegar em casa, finalmente cheguei. Encharcada, exaustas e desempregada.

   Durante esse tempo de caminhada, decidi que amanhã mesmo, irei comprar uma passagem só de ida para fora desse inferno que eu chamo de cidade.



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