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História Minha estranha Casa Mágica. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Vamos ter Foco!!! Perseverança e tentar chegar ao segundo capítulo '-'.

Capítulo 1 - A casa da rua sem saída.


- Então... é Antônio Matheus de Oliveira, me diga o que pode incrementar nós serviços da empresa.

- B-Bem..eu.. sou alguém muito focado e trabalhador que conseguem realizar muitas tarefas diferentes e não tenho medo de aprender. Além disso..._

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- Ah cara, para com essa besteira, tenho certeza que não vai demorar muito para você conseguir um bom emprego.

- Diego, você fala isso toda vez, mas até agora eu sou o único do grupo que permanece desempregado... Já faz Um ano!!

Um ano era o período que havia passado desde o fim do ensino médio para Antônio, de todos os seus amigos que agora já trabalhavam em alguma empresa, ele era o único que permanência no ócio, mesmo que não seja algo desejado. Diego é um dos melhores amigos de Antônio, sempre acompanhando o amigo em todas as entrevistas para anima-lo e o convencer a perseverar, de todos os amigos de Antônio, ele era o único que não se preocupava com arrumar emprego, sua família era dona de uma empresa e ele estava cursando administração para um dia comandar a empresa.

- Droga, cara.. me fala novamente por que você não me arranja um trabalho na empresa da sua família??

- Isso seria trapaça, todos os outros conseguiram sozinhos, se eles conseguem você consegue também.

- É mais eu preciso comer pra conseguir. Pensava Antônio.

Os dois amigos continuavam a conversa enquanto andava pelas ruas do centro de Fortaleza, que como sempre estava repleto de visitantes e consumidores. 

- Acho que me resta começar a vender bombons nas ruas. 

Comentou Antônio que assistia um menino oferecendo seus produtos no outro lado da rua.

- Depois de ser negado por 5 empresas diferentes é provavelmente sua única opção. 

Diego esboçava um sorriso enquanto continuava a brincar com a situação do amigo.

- Seu desgraçado, apenas espere, vou me tornar mundialmente conhecido sendo um o chefe de uma grande empresa.

Antônio rebatia mas serviu apenas para Diego brincar ainda mais enquanto continuava debochando de Antônio. O jovem estava se controlando para não voar na garganta do companheiro e retirar o sorriso dele a base de socos. 

- Ei espera, vamos por aqui.. Eu quero jogar um pouco, nesse horário não tem fila.

Pegando algumas ruas laterais de menor movimento, os rapazes se encaminhavam para uma rua pequena e vazia onde ficava uma banca de loterias. 

- Me responde.. por que continuar a jogar? Você nunca vai ganhar, as chances estão contra você, e provavelmente tudo e organizado para outras pessoas ganharem. 

Diego nunca gostou de jogos na loteria, ele era do tipo que não acreditava na sorte.

- Qualé é só 4 reais, eu ia pagar a passagem, mas como eu tô contigo.. já posso pegar esse dinheiro e tentar, caso eu não ganhe e uma coisa. Mas e se eu ganhar?? Hehehe.. são milhões de reais.

- Vou começar a cobrar esse dinheiro para as caronas. 

- Por mim tudo bem, mas você inicia depois, agora eu vou jogar.

Ao entrar na banca, um senhor de terceira idade estava recebendo as apostas de algumas pessoas enquanto uma pequena fila se formava. Antônio se apressou ficando logo na frente e não demorando muito para chegar sua vez.

- Olá, seu João.. como vai??

- Novamente Antônio?? Assim que eu gosto, nunca desista garoto e que um dia você vai ganhar.

João era o dono da banca de loterias e tinha um grande apreço por Antônio, afinal o garoto sempre apostava e com isso aumentava a felicidade e a carteira do velho João.

- Vai jogar os números de sempre? 

- Pode botar aí seu João, é aqueles números e deles não saio..

Antônio logo saiu da banca com seu bilhete de aposta, esperando ele,Diego que olhava para seu amigo com um pouco de decepção. Os dois não se demoraram logo retornando ao seu caminho de origem em um estacionamento na avenida de acesso ao centro. Como filho único Diego sempre teve certos privilégios que a maioria das pessoas não teria, mesmo tendo acabado de conseguir sua habilitação o rapaz já tinha um carro bem atual e por isso sempre dava uma carona para os seus amigos.

Antônio morava do outro lado da cidade quase nós limites das áreas metropolitanas, levando muito menos tempo para chegar em sua casa, caso tivesse vindo de ônibus, o jovem feliz se despede do seu amigo enquanto se dirige para para um prédio antigo e precário, sendo recebido imediatamente por gritos de moradores e o barulho de brigas de dentro dos apartamentos.

Antônio sorria sem jeito enquanto caminhava para dentro do prédio. "Droga, minha vida é o clichê das pessoas pobres de filmes." Pensava enquanto abria a porta do apartamento e simplesmente se jogava em um colchão que ficava no meio do imóvel.




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