História Minha Garota - Camren - Capítulo 96


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Ally Brooke, Austin Marrone, Bruno Mars, Camila Cabello, Camren, Demi Lovato, Dinah Jane, Halsey, Justin Bieber, Lucy Vives, Normani Kordei, Norminah, Veronica Iglesias
Visualizações 286
Palavras 2.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 96 - Niver Sinuhe, hot no final.


L A U R E N

Dinah : Eu liguei hoje cedo para Normani e, ela estava em motel com a sua amiga. — falava minha amiga enchendo o prato com todos os salgados. — Cara, To revoltada.

Laur: E eu estou apaixonada. Dinah, eu amo Camila.

Dinah: Já sei disso. Sempre soube, mesmo você se fazendo de durona, babaca. Mas diga ai, Normani estar me provocando atoa, quando Vero retorna eu vou falar com ela, dai ela horrorosa vai ver como se faz ciúmes.

Laur: Credo mulher, esse é teu problema se toca! Mani não quer briga ou competição quer apenas que você, demonstre seu afeto, é você mesma quem estar fazendo-a se afastar... — deixei minha amiga sozinha com a cara de poucos amigos. Camila  estar sozinha próximo ao bar e só sinto vontade de ficar perto dela. Hoje é aniversário de Sinue.  Ela nos apresentou um rapaz, até muito atraente e mais jovem, eles estão se conhecendo. Acho legal, a coroa precisa de alguém.

No caminho fui interrompida por meu pai, parecia estar zangado.

Mike: Estou achando ridículo, esse moleque com Sinue. — Ah essa altura e depois de tantos copos de bebidas quentes, compreendi o fato de ele apresentar sintomas de embriagues, mais ciúmes? A maneira como ele falou foi muito suspeita.

Laur: E o que você perde pai? A vida é dela .— pergunto e arranco a bebida de sua mão. Ele colocou uma careta feia.

Paola: Ah qual é, toda certinha. Deixa o velho beber — chegou a gostosona.

Laur: Não ! o pai pé meu, e ele já deveria ter cortado o álcool a muito tempo.

Paola: por favor, deixa ele se divertir. — pediu. — afinal isso aqui estar chato demais.

Mike: eu gosto da Sinue. Eu estou traindo sua mãe, filha. Não praticamente, mas em desejos e pensamentos impuros. — confessou. Paola, ficou tensa. Eu não acredita em tamanha confissão. Logo meu pai, sempre tão certinho. — Eu não sei se ela sente o mesmo. E agora é que eu não vou mesmo demostrar.

Paola: Mike. Você é casado.

Laur: pelo menos alguma sensatez, vindo de você, sua besta. Quer conversar sobre isso, pai?

Mike: Não, deixa isso para lá, vou chamar sua mãe para sairmos daqui. Sabe, eu acreditei que ela estava afim também. Saimos algumas vezes e a notei tão estranha quando eu beijava sua mãe...

Paola: foi onde seu sentimento começou? – Ela perguntou e logo estávamos nos aproximando de Clara. Ela estava ao lado de Sinue, junto com seu novinho namorado.

Mike: Sei lá. Tem duas semanas que estou a olhando diferente e fazendo o máximo para que sua mae não perceba nada.

Laur: Então continua com essa estratégia , estar dando certo. — pedi e sentamos uma mesa antes delas. Camila estava vindo para perto de mim muito rápido. Talvez fosse por ver Paola, quase grudada no meu braço.

Mike: Isso morre hoje. — ajeitou a roupa. — Não me importa, se ela tem alguém ou não, vou vê-la somente como ela me ver.

Paola: Faz uma viagem, isso ajudar. E é ótimo, você vai poder relaxar tranquilamente.

Mike: Calem a boca. Mas prometam que isso não sairá daqui. Filha, nunca desrespeitei sua mãe, acredite em mim.

Laur: eu acredito pai. Não se preocupa, mas temos que conversar sobre isso. — falei.

Paola: é bom colocar sentimento frustrado para fora.

Mike: Nossa, você é péssima, garota. — ele negou s situação e nos deixou um beijo. Meu pai tem um coração enorme, mas o vendo deprimido e na base da bebida dar pena.

Camz: Oi. — todos nos paramos de falar, meu pai mesmo, se assustou um pouco com o pulinho que ela dera parando ao meu lado e me beijando a bochecha. Dinah saiu do nada e colou ao lado de Paola, que deu uma risadinha. — por que estão todos saindo? — perguntou meu amorzinho e não perdi a chance de puxa-la para mim, beijando seu pescoço tão cheiroso.

Dinah: por que nos chegamos, obvio. Eles são o trio do momento, não vê? — Disse Dinah cheia de charme. Mike deu de ombros e se foi sorrindo. Parou a três metros de distancia para Sussurrar algo no ouvido de Clara e saíram, sorridos. Ele ainda deu uma olhadinha para Sinu, que desviou o olhar por estar olhando para ele também.

Camz: o que você tanto observa, babe? — perguntou minha branquinha. E eu amando a curva do pescoço dela, estar tão quentinho.

Paola: Cade a Mani , que não chega logo. — Ouvi ela falar, ela estava querendo provocar e do jeito que DJ não estar nem um pouco boa com essa historia, derrubou o liquido rosa em suas pernas. — Oh garota estar maluca, POORRA?

Dinah: Oh me desculpe, Paolazinha, não foi por querer. — explicou DJ, mantendo a expressão mas chocante do mundo. Estava engraçado. Ela continuaram brigando e não me lembro de ter prestado muito atenção nas duas, que estavam do nosso lado, se metralhando.

— Quero sair daqui, Nico estar dormindo, essa é nossa deixa. — falou minha garota.

— Não. Vamos deixar isso pra depois. Prefiro em casa, aqui todos vão perceber,

—Lo. E o que  te importa isso? Nós vamos nos casar, e por favor, vamos. Quero muito te ter dentro de mim.

Dinah: Ah serio? Então volta de onde você veio, e não volte. — Dj E Paola, estavam aos gritos. Eu e Camz sorrindo mesmo sem entender o porque. E antes que pudéssemos tentar sair dali, formos todas chamadas por Sinue.

Sinuhe: Querida, Mani me ligou. Disse que não poderia vir, mas a noite estaria presente. — dizia tudo puxando Camila de mim. Sorri lamentando. Sinu , fez alguns agradecimentos pela presença de alguns amigos queridos e o tempo todo mantendo Camz a seu lado.

Paola: Tô achando tudo muito chato.

Laur: Também. Vamos fugir daqui? — perguntei e ela me olha estranho. — O que foi?

Paola: Voce quer fugir comigo? — parecia chocada.

Laur: Deixa pra lá, foi brincadeira. Mesmo assim Camz, ficaria chateada caso eu saia sem avisa-la.

Paola: Camz, Camz, Camz. Aff. Ter que suportar essa relação de vocês é um saco.

Dinah: Então vai embora! — falava a rainha da confusão.

Paola: Voce é sempre tão implicante assim, ou ta afim de me dar? Diz Dinah.— não esbanjou reação nenhum, ficou calada.

Dinah: Prefiro não arriscar a te frustrar, sou areia demais pro seu caminhão.

Paola: Ainda bem que sabe que sou caminhão, não carro de mão. Mas na moral te pego fácil, se quiser.

Dinah: acho melhor você ficar de boa.

Paola: Ah certo, por que você so gosta de ser comida por uma né, a Vero? — Dinah deu um empurrão na cadeira. Ficando de pé frente a ela. — vai me bater? Porque se for avisa, que eu amo uma masoquista.

Laur: Para Paola. Acho melhor você ir embora. — pedi. — você não sabe parar de brincar, nem muito menos conhece as pessoas daqui.

Paola: Desculpas mas não tenho culpa, se quem você ama, estar desamando você. Não é minha intenção ofender.

Dinah: Pode ficar com ela, sejam felizes. — minha amiga recolheu sua chave e seu celular e nos deixou a mesa.

Lauren: Por que você tem sempre que estragar tudo?

Selena: Oi meninas? — Sel, quebrou a tensão que se formava em nós. Paola nem se quer respirava. Poderia estar pensando no motivo que sempre a faz se afastar das possíveis pessoas que podem ama-la de verdade, boas amizades. — Lauren?

Lo: Oi Sel. — levantei para cumprimenta-la. — essa é Paola, afilhada do meu pai. Paola, Selena. Sel, Paola.

Paola: prazer querida.

Sel: gostei do seu sotaque, eis brasileira? — respondeu com um balançar de cabeça. E um sinal de beleza.

Laur: Desisto. Sel, Por favor resgata minha mulher daquela mulher louca. — Apontei Sinuhe, que continuava segurando Camila, possessivamente.

Sel: que é o carinha do lado? — perguntou a baixinha. — ele é o namorado?

Poala: Pois é, até julgaria o cara, só que ele também tem grana , então... Sinuhe, faz gostoso.

Sel: ECA!

Laur : Eca mesmo. Deixa de  ser nojenta, nem em sonhos eu pensaria em pegar Sinue.

Paola: você diz isso, por que ela é mae da sua garota. — deu de ombros, como se aquele assunto fosse tão natural.

Sel: Então você só curte pessoas mais velhas?— selena puxou uma cadeira ficando no meio, encarando-a.

Lo: E te mete com essa ai. — Desisti das duas e eu mesma fui ao resgate da minha gata. Que  pra começar gata é pouco, eu adoro quando ela colaca short curte e salto, nossa! Senti meu membro latejar. E percebi o olha dela queimar onde lateja. Fiz sinal para ela me seguir.

— Vamos sair daqui. — pedia, segurando minha mão. Aceitei de bom agrado.

Puxei Camz pelo braço e descemos as escadas. No ultimo degrau fui puxada por ela , para baixo da escada e me beijou. Levantei sua perna e senti sua mão, passeado por baixo da minha bermuda, me puxando para ela.

— Voce gosta disso, né? — ela suspirou.

C A M I L A

As mãos de Lauren, estava alternada entre minha bunda e meu seio. Senti sua rigidez contra meu quadril e comecei a despi-la.

— Acho melhor não fazermos isso aqui. — ela falou segurando minhas mãos. Realmente a casa de festa estava cheia com o convidados da mama. Mas estava de noite e um pouco escuro onde estávamos, seria difícil alguém nos pegarmos aqui, a menos que fizéssemos muito barulho. O risco era excitante.

— Lauren, pelo amor, não me deixa assim com essa vontade absurda de gozar no seu pau, caralho.

— Camila Calma. – pediu. E ferozmente enfiou o polegar em minha boca alisando meus lábios com o mesmo. —você estar muito mal acostumada.

— Voce me deixa assim. Quero te chupar como na noite do meu aniversario. — Sussurrei. — você nunca fez aquilo antes comigo.

— Eu estava bêbada. — brincou. Percebi que ela estava muito excitada. A conversas passou de sorrisos para palavras desconexas. Ela estava tentando abrir meu short e eu estava empenhada a descer sua bermuda. Me levou mais para o canto, arrancando minha blusa. Eu fiz o mesmo a deixando somente com seu top rosa muito sexy,  a cueca era da mesma cor, em tom mais claro.— porra, esse seu short é um desgraçado.

— eu te ajudo. — Arranquei meu short, estávamos apenas de roupas intimas em baixo da escada, onde varias pessoas estavam comemorando o aniversario da minha mae, seria louco alguém nos achar aqui. Mama ficaria furiosa. Tamanha era nossa proximidade, sussurros eram o suficientes para nós.  Eu queria que fosse bom pra ela, só assim eu teria o que tanto quero. Ela sabe muito bem como fazer o momento, arrancou minha roupa com agressividade.

— como você me quer babe? — pergunto, fui virada de costa para ela. Ficou apertando e me pressionando contra seu quadril. PQP. O pau dela estava muito rigido e o tesão que eu sentia estava me deixando louca.

— de todo jeito. — confessou mordendo meu lóbulo e puxando meu cabelo. Senti sua boca por todos os lugares, e gemi alto enquanto ela me beijava. — Porra Camila. — me empurrou com violência. — Não estraga tudo porra. — ela cruzou as pernas e esfregou seu membro. Ficou nua, finalmente e arrancou as minhas ultimas peças.

Meu queixo caiu, com o membro dela ereto. Porra Laur, é muito gostosa. Ela é muito grosa e o tamanho... salivei. Enfiei tudo em minha boca até o reflexo de regurgitação implorasse que eu parasse. Mas não a deixei perceber aquilo, mas a infeliz, não me deixou continuar...

— Lo, mente isso em mim!

—pede Por favor, pede. — segurou meus braços, imobilizando-me.

— Não faz assim ... — a provoquei. Não teria graça se fosse assim tão rapidamente.

— pede! — ela ordenou.

— Me come, com esse pau imenso, por favor. — ela meteu — Por favor, por favor. Me vi gritada abafada contra sua mãe, em meio as suas estocadas. Eu me preocupava em não fazer barulho. Mas eu queria que fosse alto e exagerado. Estava começando a ficar gostoso.

— Agora vira, Camz. Quero você de quatro. — Não hesitei e fiquei de quatro apoiada a um banquinho que estava ali. Tive um pouco de medo quando ela passou seu pau, em meu anus, quase o empurrando para dentro. Mas ela continuou metendo na frente . Segurou minha cintura e fazia como queria no seu ritmo delicioso.

Era constante, intenso e violenta suas estocadas. Ela gemia baixinho e nossa como aquilo estava gostoso. Juro, quando Lauren grita gemendo meu nome, é do caralho. Suas mãos foi escorregando e abrindo ainda mais minha bunda, não sabia o que ela queria com aquilo, Mas deixei. Senti um tapa leve e um comando para que eu rebolasse. Rebolei. E gemíamos cada vez mais. Sua mãos fugirão do meu corpo e me incomodei com aquilo. Até que senti se apoiar com os joelhos no chão e depois um dedo umedecido entrar  por trás, e sua outra mão descendo por meu abdômen e esfregando meu clitóris que chegava a doer.

Vou te dizer uma coisa:  ser fodida de quatro por Lauren Jauregui, e ter um dedo girando no seu cu e uma mão esfregando seu clitóris , é muito delicioso.

Gozamos uma gemendo o nome da outra. Me deitei em cima de nossas roupas, e ela completamente suada colou em mim. E nos beijamos intensamente entre sorrisos e caricias. 



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