História Minha Garota - Imagine I.M - Capítulo 3


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
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Palavras 1.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, minhas Cherries. 💜💛


Boa leitura 💜💛

Capítulo 3 - 3 - 3


Fanfic / Fanfiction Minha Garota - Imagine I.M - Capítulo 3 - 3 - 3

— Seu namorado te espera lá na sala, filha. — Mamãe entrou com um sorriso de orelha a orelha, por achar que somos um casal

Se ela soubesse que eu sou um animalzinho que I.M tem nas mãos, ela ficaria triste por mim e o odiaria. Mas eu saber ser firme com ele e dizer não, mas Changkyun me tem nas mãos de uma forma que eu até goste. 

Ele é tão mau, mas tão fofo as vezes comigo, querendo me proteger dos outros que tentam me fazer mau. Como aquelas garotas, que me deram uma surra causando meu atraso para a faculdade. 


S/N — Avisa que logo desço. — Sorriu e saiu do quarto, e eu encarei minha face no espelho.

Respirei fundo, por ser a primeira vez que dormirei fora de casa e com um cara ainda. Terminando a trança em meus cabelos, eu peguei a mochila e desci encontrando com I.M e mamãe em meio a um papo bom.


I.M — Oi, amor. Vamos ? — Sorriu como um garotinho. Mamãe sorria também, olhando o moreno que me abraçou por detrás. 


— Lindo casal. Ah, usem camisinhas. — Bastou apenas dizer isso pra criar um clima estranho. 


I.M — Sua mãe é muito idiota. — Comentou depois que entramos em seu carro, com sua carranca de sempre. 


(...)


S/N — Pode trocar de filme ? — Assustada eu estava com aquele conteúdo do filme, e o moreno só deu de ombros se ajeitando no sofá 


I.M — Minha casa, minha televisão e minha garota. — Me encarou, sorrindo ladino e logo voltando a atenção para o filme.

Na verdade nem posso classificar isso como filme, pois é pornô o que o moreno pôs pra nós assistir. O engraçado, é a forma dele agir naturalmente como se estivesse a ver uma comédia romântica, já que eu falto a me engasgar a cada grito de " dor " que a mulher solta.

O pior, é esse incômodo que sinto no meio das pernas, como se eu quisesse fazer xixi. Ainda tem I.M, usando apenas esse short fino que deixa evidente o volume na região do seu íntimo. E tem esses meus olhos teimosos, que deixa de fitar a televisão pra encarar o volume notável do moreno. 


I.M — Algum problema com meu pau, (s/n) ? — Subi meu olhar, percebendo que o moreno estava com uma sobrancelha erguida me encarando sério.


S/N — Não. O problema é com esse.. Essa bosta aí! — Irritada, alterei o tom da minha voz e ChangKyun apenas negou com a cabeça. — Isso me incomoda. 

Agora falei em um sussurro de voz, o suficiente pra ele ouvir e dá boas risadas levando a mão até seus fios negros. Em um reflexo e piscar de olhos, o moreno me fez deitar no sofá quando trouxe seu corpo pra cima do meu, se pondo no meio das minhas pernas e a saia rodada usada por mim, causou algo estranho ao encostar no volume dele. 


I.M  — O que incomoda ? — Passeou o dedo por meus lábios, desenhando os mesmo com a ponta do indicador. Mas sempre olhando nos meus olhos, que estavam mais esbugalhados do que nunca. 


S/N — Esse filme está me deixando com vontade de fazer xixi. — Avisei por não ver nada de mal nisso, e o moreno soltou uma risada. — Qual a graça ? 


I.M — Minha garota ficou excitada. — Voltou com a carranca séria, mas agora com um olhar diferente sob mim. 


Neguei com a cabeça, não sabendo o que isso significa. E sentando de volta, ChangKyun me puxou para o colo, e eu sentei de lado. 


I.M — Nunca sentiu isso ? — Neguei com a cabeça, e de novo ele sorriu. — Pena ter sido o pornô a te excitar, e não eu..

Murmurrou algo que eu não pude ouvir muito bem, levando seu olhar para minhas coxas desnuda e logo repousando uma mão na direita. Subindo e descendo, causando sensações estranhas no meu corpo, e me fazendo mexer no colo dele por estar inquieta. 


I.M — Pare, garota. — Disse autoritário, e eu o encarei. 

Seus lábios rosados estavam semi-abertos, dando um ar sexy ao moreno que me fitava sem desviar o olhar por nenhum segundo. 

A forma que I.M me olha, é como se eu fosse uma menininha burra que ele adora ter nas mãos. Mas de fato eu sou isso, apenas por ser distraída em certas coisas que nunca foram interessantes para mim. Como essa tal de excitação, que estou curiosa em saber. 


S/N — O que é excitação ? — Mordi meu lábio inferior, apreensiva e nervosa com a resposta. 


I.M — Seu corpo que está a desejar algo, e isso deixa você molhada em um certo lugar. — Juntei as sobrancelhas, ainda não compreendendo nada. — Como eu. Só que no caso eu estou duro. 


S/N — Seus pais cortaram sua mesada ? — Eu ter perguntado isso, causou uma crise de risadas no garoto. 

E pegando minha destra direita, ele foi a guiando na direção daquele volume que não sumia por nada. Medo. Foi o que eu senti, ao tocar aquela coisa dura como ferro por cima do short fino, e apertar foi o motivo do moreno gemer de dor. 

Rápido eu tirei minha mão dali, com medo de ter machucado ele e causar sua fúria para mim. 


I.M — Que houve ? — Me encarou confuso, e eu olhei minha mão. Abrindo e fechando a mesma, como se eu estivesse a recordar da espessura daquilo grosso. 


S/N — Eu não apertei por mal. Não brigue comigo. — Choramimguei de dor, com medo da fúria do moreno. 

Abraçando seu pescoço, afundei o rosto na curva do mesmo  tudo para ele não se irritar comigo. Em silêncio ele ficou por minutos, antes de passar o braço por debaixo dos meus joelhos e a outra no meio das costas, me pegando no estilo noiva no colo. 


I.M — Vamos dormir logo, sua tola. — Disse, levantando comigo assim e seguindo para o quarto. — Sorte tua, que esse jeito inocente me cativa. 

Confessou, me pondo deitada na cama dele e por confuso deixou um selar no canto da minha boca. Dando a volta, ele ocupou um lado e cobriu nossos corpos com a coberta, mas mantendo um certa distância de mim e ficando de costas também. 

Fiquei encarando o teto e brincando com meus dedos, que estavam repousados na minha barriga. Virando o rosto, fiquei a fitar as costa do moreno que parecia ter caído no sono já. E por achar isso, fui chegando perto dele, abraçando seu corpo por detrás e deixando a mão em seu abdômen, sentindo sua barriga descer e subir por conta da respiração do mesmo. 


S/N — Sinto frio de noite, e você não deixou eu trazer meu ursinho de pelúcia. — Expliquei, com medo que esteja acordado e brigue comigo. — Você é bem quentinho.. Melhor que o urso. 

Bocejei por conta do sono que anunciava, mas antes de cair no mesmo, pude sentir I.M se virar e abraçar meu corpo me ajeitando melhor ao dele. 


(...)


Acordei mais cedo que de costume em minha casa, mas o moreno ainda dormia agarrado a mim. Eu olhava seu rosto, vendo como o mesmo dorme sereno e calmo, e fui descendo o olhar para seu peito onde minha destra estava e por fim pro seu tronco, encarando sua virilha que continha poucas veias ali. 


I.M — Sinto que me olha. — Escutei sua voz rouca. Levantei a cabeça, e percebi que seus olhos estavam fechados ainda. 

Se livrando de mim, ele se ajeitou na cama ficando de costas como ontem. Um bico se formou nos meus lábios, assim que senti o frio da central e por vingança, puxei a coberta apenas para mim cobrindo todo meu corpo. E rápido, o moreno se virou de volta, com uma cara na boa que me fez engolir em seco, antes de esconder meu rosto com a coberta também.


S/N — Não brigue comigo. Por favor. — Choramimguei a pedido, e senti o lado da cama ficar leve.

Tirando a coberta do rosto, avistei o moreno indo na direção do banheiro e com segundos voltar apenas com a toalha em volta da cintura. 

Meus olhos sendo teimosos de novo, observava todo o corpo dele enquanto o mesmo escovava os dentes, escorada na porta do banheiro me olhando ainda deitada. E por curiosidade agora, desci o olhar para a região onde ele me fez pegar ontem, mas agora não continha um volume tão acessível assim. 


I.M — Levante, garotinha. — Indo lavar a boca na pia, ele ordenou calmo. E rápido obedeci, correndo até o banheiro pegando uma escova também. 


(...)


O café da manhã era um completo silêncio, mas apenas eu estava em volta da mesa, pois I.M estava na sacada fumando como de costume. 

Limpando minhas mãos uma na outra, peguei uma banana e fui atrás dele para o fazer comer pelo menos isso. Encontrei ele inclinado, segurando na barra de proteção e com o cigarro entre os dedos da mão direita, fora da sacada. Seu olhar estava para a cidade, mas após notar a banana que pendurei em frente a seu sorto, ele me encarou sério. 


S/N — Come. Eu trouxe para você. — Sorri gentil. Mas isso o irritou por algum motivo, já que pegou a fruta e jogou longe. 


I.M — Saia da sacada, (s/n). — Ordenou rude, mas eu bati o pé no chão e cruzei os braços. Dando a entender que não farei isso. — Não me queira ver irritado, garotinha. 


S/N — Por que é tão ruim para mim ? Eu sempre lhe trato bem, como um bom amigo. — Meus olhos ficaram úmidos, quando passei a abrir meu coração. 

O moreno mudou de posição, com os olhos um pouco mais abertos voltados para mim, como se estivesse surpreso com minha reação. E rápido, puxou meu corpo para um abraço e eu abracei sua cintura, deixando o rosto enfiado no peito desnudo dele. 


I.M — Não gosto que minha garota chore. — Me apertou mais contra ele, e eu também a sua cintura. — Mas eu preciso ser firme com você. Então, entre. 


Assenti ainda chorosa, mas entrando sem questionar mais nada. Voltei pro quarto dele, deitando na cama e puxando a coberta pra me cobrir dos pés a cabeça. Com minutos depois, senti um frio vindo por meus pés e percebi que era o moreno adentrando a coberta e, deitando do meu lado.

Meus olhos percorria todo o rosto dele, assim como ele fazia com o meu, e sua mão na minha cintura juntou nossos corpos, em uma pegada firme a me puxar para ele. 


S/N — Estou curiosa para ver. — Comentei e ele não pareceu entender. Então, apontei na direção citada e ele soltou uma risada. 


I.M — Quer ver meu pau, (s/n) ? — Sorriu, me fitando e eu assenti com as bochechas pegando fogo. — Garota atrevida.


Negou com a cabeça e rindo, levando as mãos no cós do short e o puxando um pouco pra baixo. Encarei sua cueca da cor preta que destacava a cor da sua pele e, em segundos ele tirou aquilo pra fora apertando com a destra livre. Com segundos, isso cresceu e ficou duro como antes, eu soube no momento que substitui a mão dele pela minha. 


I.M — Deixei minha garota satisfeita ? — O encarei após ouvir sua voz grave perto do meu ouvido. E com isso, nossos rostos ficaram bem próximos. 


Continua..


Notas Finais




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