História Minha Garota - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Sasusaku
Visualizações 1.292
Palavras 2.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Gente, olha a hora. Pois é, tem semanas que eu estava com o capítulo empacado, sem conseguir dar continuidade, então agora de madrugada resolvi botar pra lascar e escrever, coloquei meu fone e saí escutando todo tipo de música enquanto escrevia aksjakak

Desculpe a demora e o capítulo pequeno, enfim por tudo. Qualquer erro me perdoem, terminei de escrever agora e depois eu dou uma olhadinha ❤

Enfim, sobre o capítulo: não tá como eu queria, mas fazer o que. Outra, o Sasuke é um garoto cheio de problemas, que eu vou abordar mais para frente, só para vocês não estranharem.
E se vocês acharem que tá rápido ou intenso demais, me avisem. Mas na realidade é que Sasuke é intenso, então...

boa leitura ❤

Capítulo 12 - Minha garota


       Ino

Quando tudo aconteceu, eu estava com Sakura. O sinal soou, e como de costume, saiu todo mundo desesperado querendo ir embora. Nós duas conversávamos banalidades, até então, tudo normal, até o momento em que o babaca resolveu causar.

– Poxa, Sakura. – Sasori entrou em nosso caminho, com seu sorriso repugnante. Minha vontade era de soca-lo até morrer. Ele se inclinou e capturou uma mecha do cabelo de Sakura, enrolando no dedo. – Nem falou comigo. Pensei que você tivesse mais consideração por tudo que vivemos.

Sakura permaneceu quieta, sem reação, parecia ter entrado em estado de inércia. Mas, obviamente, eu como amiga, intercedi ao seu favor.

– Saia daqui, seu babaca! – Estapeei a mão dele, afastando do rosto de Sakura. – Não cansa ser nojento assim o tempo todo?

– Olha só, tudo bem loira? Sabe, que eu me lembre Ino, você era a pessoa que mais apoiava meu relacionamento com sua amiguinha.

Apertei minhas mãos em punho. Claro que Sasori jogaria isso na minha cara, mas infelizmente, ele falava a verdade. Isso sempre será um peso na minha consciência.

– Isso foi antes de descobrir o desgraçado, filho da puta doente, que você é!

Peguei Sakura pela mão, puxando-a para sairmos da presença tóxica de Sasori.

– Os caras querem saber se ela é rosinha mesmo, loira. – Disse meio a risadas. O montinho de pessoas curiosas se aproximavam, ouvindo a discussão.

Continuei puxando Sakura, mas meus esforços para sairmos dali sem causar maior alarde, eram inúteis. Sasori nos perseguia, lançando suas palavras destilando veneno.

– Não vai falar nada, Sakura? – Puxou-lhe o pulso, até que se soltasse da minha mão. – Eu queria que você...

O som ecoou pelo corredor como um eco seco. O silêncio entre todos foi geral. Cada aluno, inclusive eu mesma, estávamos completamente estarrecidos com a cena que desenrolou diante dos nossos olhos.

Sasori ainda estava com a cabeça virada para o lado, segurando a bochecha avermelhada, onde a marca dos cinco dedos de Sakura ficaram.

Sasori ainda estava com a cabeça virada para o lado, segurando sua bochecha avermelhada, onde marca dos cincos dedos de Sakura ficaram. Ele se manteve assim por alguns minutos, parecia absorver o impacto daquela ação de Sakura.

Sakura tinhas seus olhos arregalados, com a respiração ofegante. Sua reação fora tão espontânea que até ela mesma se surpreendera.

Sasori se virou lentamente, respirando pesadamente. Até eu mesma fiquei temerosa naquele momento, Sasori carregava um olhar inexorável.

– Sua vadia! Quem pensa que é, huh? – Sasori agarrou o braço de Sakura com força.

– Me solta seu imbecil! – Pela primeira vez Sakura se manifestou. Suas palavras aparentavam firmeza, mas qualquer mais atento perceberia seu medo. Sasori era um infame, capaz de qualquer coisa.

E foi naquele momento que o tempo pareceu entrar câmera lenta. Sasori balançou Sakura com forca, e o rosto dela se contorceu em expressão dolorida e ele gritava ofensas sobre Sakura, completamente insano pelo tapa.

Quando me veio a reação para ajudar minha amiga, um braço forte agarrou o braço de Sasori e liberou Sakura de suas mãos malditas.

– Você vai arrepender amargamente por isso.

Sasuke sempre fora um cara intimidante, mas de alguma forma, sua áurea leve amenizava essa postura, mas agora, cada pelo do meu corpo – e eu tô falando cada pelo mesmo – se arrepiou. A mão se manteve no braço de Sasori e seus lábios comprimidos, maxilar tenso. Minha nossa, ele vai explodir.

E então toda a confusão se formou, Sasuke deu um soco certeiro no queixo do ruivo, que cambaleou para trás, ele mal teve tempo para se recompor e Sasuke estava em cima de novo, completamente irado.

– Sai daí, Sakura. – Puxei ela para fora do centro da confusão, antes que se machucasse. – Tá doida, mulher?

– Ino, a gente tem que fazer alguma coisa! Sasuke vai matar ele, olha aquilo.

Olhei para a briga e de fato, Sasori apanhava como mala de mascate.

– Que mané fazer nada, esse idiota do Sasori merece! Olha o que ele fez com você! – Puxei um pouco a manga do seu uniforme para cima, apontando a mancha escura que se formava. – Tá vendo? Ele merece! VAI SASUKE, ACABA COM ELE!

– Mas ele pode se encrencar, Tsunade não tolera esse tipo de coisa.

– Bom, pensando nesse lado... Ih, ala – Apontei para Naruto que surgiu na multidão – é o Naruto, ele vai resolver.

Então observamos para ver o que aconteceria. Naruto tentou – só tentou mesmo – mas Sasuke, cego de raiva, só o empurrou para o lado e voltou a espancar o Sasori.

Eita, o negócio tá feio.

– Eu não posso ficar aqui parada, eu tenho que para-lo.

E antes que eu pudesse impedir, ela sumiu na roda de pessoas em volta da briga.

...

Sasuke

Minha cabeça me dizia já chega, mas meus instintos falavam mais alto. Meus olhos enevoados não enxergavam nada além da face de Sasori. A imagem dele segurando Sakura daquela forma, gritando com ela, apenas me davam mais ódio e gás para bater mais e mais.

Meus ouvidos não ouviam mais nada, mas era como se minha mente estivesse programada para sempre ouvir a sua voz; tudo que tinha Sakura no meio se transformava em prioridade. Como agora, quando pelo simples de fato de ouvir sua voz, todo meu corpo se retesou e quis imediatamente sentir seu calor.

Quando me virei, seu rosto banhado em lágrimas me cortou completamente por dentro. Imediatamente soltei o merda no chão, minha vontade era de acabar com ele totalmente, mas quem me chamava era minha garota, e eu tinha uma necessidade pulsante de atender seu chamado.

Sua mão veio de encontro ao meu rosto, acariciando suavemente é esse gesto veio como uma bomba de anestésico e mais nada importava. Quando seus braços me puxaram para abraça-la, eu não hesitei. Eu nunca me cansaria de senti-la. Porra, eu amo essa mina.

– Será que eu posso saber o que está acontecendo aqui?!

Depois que a raiva passa, as consequências dos atos caem no colo, mas se eu disser que estou arrependido, estrei mentindo.

Nós desvencilhamos do abraço e nos viramos, vendo Tsunade com sua melhor pose de diretora megera, nos observando com uma carranca, que significava que eu estava fodido, mas Sasori de fodia comigo.

...

Estávamos os três – eu, Sakura e Sasori – sentados na sala da diretora. Depois de perguntar para alguns alunos sobre a briga, ela achou nescessário a presença de Sakura.

– Engraçado, – Cruzou as mãos em baixo do queixo e olhou para Sakura, que se encolheu – a senhorita está sempre metida na maioria das confusões, não é?

– A culpa não é dela. – Parti em sua defesa, claro, não ia deixar uma culpa, que não era dela, reacair sobre Sakura.

– Só fale quando solicitado, senhor Uchiha. – Repreendeu-me, mas então soltou um suspiro. – Mas está certo. Antes de entrarem, enquanto o senhor Akasuna passava pela enfermeiria, eu assisti as gravações da câmera de segurança.

Sasori resmungou do meu lado e eu quase comemorei, ao menos, impune, ele não iria ficar.

– Sasori, eu lhe disse que, quando seus pais vieram pedir para que eu o aceitasse de volta na minha escola, eu só o receberia caso não se metesse em mais nenhuma confusão, já que, quando foi embora ano retrasado, cometeu um grande erro com Sakura. Mas você mal chegou e já voltou a atormentar a senhorita Haruno, portanto, está convidado a se retirar da minha escola. Amanhã, ligarei para seus pais e terei uma conversa séria e você não voltará a frequentar mais nossa escola.

– O QUE?!

– Controle seu tom de voz, Akasuna. Agora se retire por favor, eu resolverei sua questão amanhã, com seus pais.

Sasori se levantou irado e saiu batendo a porta com força. Tsunade nem ao menos se abalou, mas eu imaginava que aquilo era desgastante para ela.

– Agora você. – Olhou pra mim. – Eu sei que seus motivos foram nobres, mas bastaria o impedir de continuar a agressão e me chamar, que eu resolveria tudo da melhor maneira possível, mas o senhor optou pela violência desmedida, quase resultou em algo pior. Enfim, terá sua punição.

Eu imaginei que sim. Tsunade abomina violência na escola, mas do que qualquer outra pessoa.

– Bom, você será suspenso por uma semana e, se conseguir aumentar sua nota para poder voltar a jogar, de qualquer forma, você não participará do primeiro jogo.

Puta merda, o técnico me daria um esporro.

– Entendo.

– Sabe Sasuke, eu conheço sua mãe há muitos anos e sei dos seus problemas com raiva, entre outros. – Ela suspirou. – Aqui na escola temos uma psicóloga excelente, eu quero que converse com ela, ao menos uma vez por semana, tudo bem?

– Hm. – Mesmo a contra gosto aceitei.

Eu odiava ir as sessões, por isso parei de frequentar. Era estranho me abrir para uma estranha, mas depois de hoje eu sabia que eu precisava, e também, eu queria ser melhor para Sakura.

– Vocês estão liberados.

...

Sakura

Sasuke segurou minha mão quando saímos da sala da diretoria e andamos de mãos dadas até o estacionamento. A escola estava completamente vazia, todo mundo já tinha ido embora. Achei bom, não queria ter que ouvir comentários de ninguém, minha cabeça dói só de pensar e amanhã.

– Vamos, eu te deixo em casa.

Seguimos para sua moto, ele me entregou o capacete e quando eu montei, fiz questão de me agarrar a ele o máximo possível, eu precisava tanto desse aconchego.

Rapidamente chegamos na minha casa, eu não queira que Sasuke fosse embora e ele também parecia não querer ir, então ficamos nos encarando.

– Quer entrar? Você pode se limpar... – Usei a primeira desculpa que veio a mente, mas não era de todo mentira, ele estava com manchas de sangue na blusa e nos punhos, além de um corte no lábio.

– Claro.

Hoje era dia de promoção no mercado, então minha mãe saía para fazer suas compras, que demoravam horas e Konohamaru deve ter ido para a escola dele, então estávamos sós.

– Senta aqui, sim? Já volto.

– Tá bem.

Sasuke se sentou e eu subi rapidamente ao banheiro, para pegar a caixa de primeiros socorros, mesmo que não fosse tão nescessário. Desci e me sentei ao seu lado.

– Me dá aqui, – Puxei seu punho machucado pela infinidade de socos – deixe-me ver isso.

Fiz todos os procedimentos com cuidado e logo segui para seu corte no lábio, que não era muito grave, mas sangrava. Nossos olhos sempre se encontravam e atmosfera no ambiente tinha mudado bastante.

– Aliás, – Olhei em seus olhos – muito obrigado pelo que fez. Eu só sinto que tenha se prejudicado no time.

Ele sorriu e segurou minha contra seu rosto.

– Eu faria tudo de novo. Você não faz ideia do quanto eu sou louco por você.

Minha nossa, meu coração bateu acelerado e minhas emoções se afloraram completamente. Quando sua mão envolveu meu rosto e me puxou para junto dele, colando nossos lábios e mandando para o espaço qualquer receio da minha parte.

Tudo que eu queria agora era ficar aqui com Sasuke, curtindo esse momento e matando a saudade de seu beijo gostoso.

E quando percebi, eu estava sentada em seu colo, com as pernas de cada lado do seu corpo, com os botões do nosso uniforme abertos. Minhas mãos envolviam sua cabeça e puxavam seu cabelo para mais perto.

– Que saudade, puta que pariu. – Susurrou contra meu pescoço.

Seus lábios exploraram toda a extensão do meu pescoço, expandido meu tesão mais e mais. Me sentindo confiante e atrevida, dei uma rebolada generosa em sua ereção. Sasuke gemeu, usando as mãos para apertar minha bunda puxando-a para baixo, enquanto seu quadril se alavancou para cima, aumentando o atrito entre nossas intimidades.

– Quero você, Sakura. Quero demais.

Puxou minha blusa para baixo e abaixou lentamente as alças do meu sutiã, expondo meus seios. Com o lábio inferior preso entre os dentes ele me observava de uma forma que só me atiçava ainda mais. Sasuke tinha esse efeito devastador sobre mim.

Sua mão envolveu meu seio e sua língua macia passou sobre o bico e eu estremeci, então sem perder mais tempo, chupou tudo e com um vontade, daquele tipo que significa: estava com saudades.

O problema de estar assim tão envolvido com o tesão que Sasuke me proporcionava, era que a gente nem se dá conta do que acontece em nossa volta e quando percebe, a vergonha já está formada.

– Cadê meu bebê, Saku... AH, MEU DEUS!

Pulei rapidamente de cima de Sasuke, me cobrindo com uma almofada e olhando para os rostos chocados dos meus avós e meu pai.

– Queriam fazer uma surpresa para você. Bom, surpresaaaaa!

Konohamaru apareceu segurando duas malas e sua boca comprida mostrava sua vontade de gargalhar da minha vergonha.

       Cacete, alguém tem um cachorrinho por aí? Deixa eu enfiar minha cabeça no bumbum dele.


Notas Finais


Tô meio chata com meus capítulos e insatisfeita, mas eu espero que vocês gostem ❤
Até


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...