História Minha Luz - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Alcateia, Alfa, Guerra, Lobos, Possessivo, Sasuke, Sasusaku, Vampiros
Visualizações 484
Palavras 2.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, quantas pessoas favoritaram a história em tão pouco tempo!! Achei que seria algo mais tímido, até porque o primeiro capítulo não foi tão revelador, mas sim com cara de retrospectiva.. de qualquer forma, MUITO OBRIGADA!

No capítulo de hoje temos o primeiro passo efetivo para que a história comece a se desenrolar! Espero que gostem!!

Capítulo 2 - Vamos Para a França


 

POV Sasuke

 

 

 

Mais uma madrugada estava para chegar ao fim com a chegada do sol e na minha conta lá se vai mais uma noite sem dormir. Não conseguir pregar o olho por conta da insônia é aborrecedor, mas quando o motivo da ausência de sono é um pesadelo que pode tornar-se real, o sentimento é de exaustão.

 

Há meses venho constantemente sonhando com uma guerra entre lobos e vampiros. No começo, acreditei que meu cérebro apenas reproduziu o roteiro da Guerra de Sangue, como já acontecera outras vezes quando era mais novo e fascinado por toda essa história, mas eu estava errado. Com o passar das noites, o sonho foi ficando mais nítido e longo, as cenas que vinham mostravam um campo aberto, com um castelo medieval ao fundo. Era possível ouvir nitidamente o barulho de carne se chocando e sendo rasgada, gritos de dor e agonia, além do fedor de morte que parecia impregnado no lugar. O céu estava tomado pela escuridão e eu até preferia que continuasse assim porque, com os relâmpagos da tempestade, os inúmeros corpos mutilados de lobos espalhados pelo chão encharcado tornavam-se nitidamente visíveis.

 

O pesadelo em si já era perturbador o suficiente pra mim, mas a sensação de desespero total tomava conta do meu corpo no final, quando me via ajoelhado, segurando uma mulher de cabelos rosa, cujo rosto não conseguia enxergar. Era sempre do mesmo jeito, eu conseguia ouvir sua respiração fraca, senti-la agonizando, seu sangue por toda a minha roupa, e então sua pulsação parava e, nessa hora, era como se meu coração também parasse. Eu acordava suado, tremendo e com minha intuição gritando que isso não era apenas uma peça pregada pela minha mente, que essa batalha ainda não aconteceu, mas vai.

 

Repassava constantemente as imagens e acontecimentos, mas sempre me detinha na mulher morrendo em meus braços, na impotência e angústia que me assolavam ao perceber que eu estava perdendo-a. Perder? Sim, era um sentimento de perda e, naquele momento, eu só desejava morrer também. Todo esse turbilhão de emoções só podia indicar que ela era a minha companheira, mas, sendo esse sonho uma premonição do futuro, então eu iria perdê-la dessa forma brutal? Se for esse o desfecho, prefiro nem encontrá-la.

 

Sempre observei os lobos com suas companheiras e posso afirmar que é algo bonito de se ver. O amor, respeito e cumplicidade entre eles é real e genuíno. Ao encontrar sua destinada, a vida do macho passa a girar praticamente em volta dela; ele suprirá suas necessidades, será um amante, amigo e parceiro. O senso de proteção do lobo vai para as alturas, assim como o ciúme e a possessividade, sendo capaz de fazer estragos significativos em qualquer um que sequer olhar para ela, isso porque ele sente a ligação em seu aspecto mais intenso e primitivo.

 

Mesmo com tantos séculos de vida, não consigo decidir se ter uma fêmea destinada a si é algo efetivamente bom, sinto-me dividido para opinar. Eu sempre admirei o relacionamento dos meus pais, o que eles sentiam um pelo outro não precisava ser dito, era demonstrado constantemente com as coisas mais simples. Um lobo tomar uma humana como companheira não é usual, na esmagadora maioria das vezes, a companheira é loba e, mesmo na excepcionalidade de não ser, é comum que ela seja transformada. Os lobos que eu conhecia até então tinham suas destinadas ao seu lado, o que acabou por tornar perturbador para mim ver meu pai definhar de saudade e sofrimento todos os dias depois da partida de minha mãe.

 

Ele nunca mais foi o mesmo e eu me dei conta de que aquele amor arrebatador podia ser uma fraqueza na mesma proporção em que era uma força.

 

Eu estava atento ao nascer do dia numa tentativa falha de acalmar minha mente. Podia sentir meus olhos arderem pelo cansaço, as pontadas em minha cabeça e a tensão nos meus músculos. Meu humor estava, de longe, péssimo, mas as batidas na porta me tiram instantaneamente dos meus pensamentos e o cheiro já me diz quem está por trás do maciço pedaço de madeira.

 

- Pode entrar!- falei sem, ao menos, mover algo além da boca.

 

- Você agora só vive enfurnado nessa biblioteca, vai acabar virando parte da mobília.- fala Karin de maneira debochada se aproximando lentamente de mim.

 

Karin é uma loba da Primeira Alcateia e o meu caso fixo. Quando meu corpo precisa se saciar e me é conveniente, eu a procuro. É o mais próximo que já cheguei de um relacionamento, mas não se enganem, eu não sou exclusividade dela, da mesma forma que ela não se envolve só comigo, mas sim, é minha aventura mais duradoura.

 

- Não sabia que o tempo que decido passar em um dos cômodos da minha casa tem que ser cronometrado.- falo um tanto rude, vendo-a fechar os lábios brevemente para, logo depois, abrir um sorriso de canto. Ela não se deixa intimidar com pouca coisa.

 

- Uuuh! Vejo que temos alguém estressado aqui.- diz parando em minhas costas e massageando meus ombros- Eu posso dar um jeito nessa sua tensão, sabia?- sussurra em meu ouvido.

 

Eu não estava exatamente no clima para sexo. Na verdade, estava cansado e disperso, mas talvez me aliviar fosse uma boa opção para tentar relaxar, ao menos um pouco.

 

- Pode? E como você pretende fazer isso?- devolvo no mesmo tom baixo que ela usou e a vi se arrepiar.

 

- Ah! Vamos destravar primeiro os músculos das suas costas, eles estão duros, mas de duro em você eu só quero uma coisa.

 

- Karin, sem essa de destravar músculos! - solto e a puxo para o meu colo- Hoje eu estou sem paciência, então usa essa sua boca pra uma coisa produtiva e me chupa logo!- eu já estava ereto, só queria gozar e voltar a fica só.

 

- Humm, meu amor, com todo prazer!

 

No instante seguinte, ela se despiu, tirando o curto vestido com que veio, ajoelhando-se no meio das minhas pernas e acabei por sentir minha bermuda ser levada para baixo junto com a cueca.

 

- Nossa, Sasuke! Eu não consigo me acostumar com você, sabia? Mesmo que já tenhamos feito isso tantas vezes, me impressiono como se fosse a primeira.- fala envolvendo a mão no meu membro para colocá-lo no vale entre seus seios desnudos. Meu gemido foi automático.

 

- É? Então acho bom que você dê uma atenção especial pro meu amigo, se quiser que ele entre em você depois.

 

Bastou que eu terminasse de dizer essas palavras para que ela caísse de boca no meu pau. E porra! Aquilo era muito bom! Karin podia ser uma vagabunda, mas era uma vagabunda que sabia fazer um boquete decente. Ela me chupava como se eu fosse um doce, mas não conseguia engolir tudo, então, na parte que ficava de fora, ela usava as mãos. Eu gemia e olhava pra cara daquela safada, que mostrava toda a satisfação de estar fazendo um oral em mim.

 

Eu me levantei da cadeira e prendi seu cabelo com uma das mãos pra não perder o show que a morena dava no meio das minhas pernas.

 

- Abre essa boca que, eu vou fodê-la agora.- disse e ela na mesma hora obedeceu.- Você gosta não é? Gosta que eu foda sua boca assim?- e entrei com ainda mais força e rapidez.

 

Karin se engasgava com minhas estocadas bruscas e fundas, que chegavam a tocar em sua garganta, mas eu sabia que ela se deleitava ali, o cheiro de sua excitação e seus gemidos denunciavam isso. Eu já sentia meu gozo chegar e vi que ela, estando com as mãos livres, apertava um dos seios e brincava com o clítoris. Era hora de partir para a segunda fase.

 

- Levanta, vai pro sofá e fica quatro pra mim.- digo puxando sua cabeça pra longe do meu pênis, deixando-a ainda de joelhos- Fica bem aberta aí, porque eu vou te acabar contigo hoje.

 

- Hummm, Sasuke! Amo quando você me pega assim!- fala ofegante e já fazendo o que eu mandei.


 

- Eu sei que você gosta, vadia, e como eu sou bonzinho, vou te comer com tanta força, que amanhã você não vai nem andar direito! Agora, empina essa bunda pra mim.- rosno e coloco a camisinha no meu membro- Olha só como você tá molhada!

 

Aliso a sua entrada encharcada e introduzo dois dedos ali, fazendo-a se retorcer no lugar. Uso a minha força para mantê-la no parada, ao tempo em que começo a movimentar meus dedos e brincar com seu pontinho de prazer com o polegar.

 

- Ai, Sasuke!!! Vai mais rápido, por favor!!- grita.

 

- Quer mais rápido, é? Então toma.- e aumento a velocidade da penetração com os dedos ouvindo seus gemidos cada vez mais altos.

 

- Ahhhh! Não para, Sasuke! Não para!! Eu vou… eu vou gozar!!!!

 

No mesmo instante tiro minhas mãos do meio das suas pernas e ela me direciona um olhar furioso.

 

- Não olha assim pra mim, Karin, eu não tenho medo de cara feia. Você vai gozar, vai sim, mas na hora que eu quiser.- sentencio e já a penetro com tudo arrancando um gemido de prazer de sua garganta.

 

Meus movimentos já começam violentos, ali não havia espaço para carinho, era algo carnal. Eu estava duro, queria a minha liberação e ela também. Daria isso a nós dois.

 

O barulho de nossas carnes se chocando com rapidez preenchia a biblioteca e eu mirava o exato ponto onde nossos corpos se encontravam. O cheiro de sexo estava por toda a parte, o que deixava a atmosfera ainda mais excitante e me fazia perder o controle. Eu estocava dentro dela com ainda mais força, meu membro entrava e se perdia ali, a altura de seus gemidos só aumenta e isso me deixava irracional. Karin era loba, não tinha nada de frágil, logo, eu não precisava dosar minha força, inclusive, ela gostava de ser tomada assim e não precisava de palavras pra chegar a tal conclusão, a excitação escorrendo de sua vagina até as coxas e as palavras desconexas que saíam de sua boca já eram o suficiente.

 

- Ahhh! Você tá molhada pra caralho, vagabunda! Já quer gozar??- gemo em seu ouvido já sentindo meu gozo também se aproximar.

 

- Quero!! Por favor, por favor, continua me fodendo assim! Estou quase lá!- praticamente grita pra mim.

 

- Então eu vou continuar te fodendo sim e você vai continuar me engolindo por inteiro!

 

Puxo seu corpo para trás usando seus cabelos e deixo que meu quadril assuma um ritmo ainda mais veloz. O aperto da vagina dela se tornou maior e ela começou a tremer. Estava gozando. Eu não estava longe do meu ápice também. A sensação de formigamento se espalhou por mim e meu sangue corria rápido pelas minhas veias para, rapidamente, se concentrar em meu falo. Numa última estocada deixei que todo o prazer do gozo viesse à tona, enchendo a camisinha com meu esperma.

 

Larguei Karin ainda trêmula no sofá e sentei de novo em minha cadeira, retomando o fôlego. Não estava cansado, mas os efeitos do clímax ainda estavam frescos ali. Com a cabeça jogada para trás e tendo os olhos fechados, sentia as coisas começarem a se acalmar e agora viria a pior parte. O vazio começava a se mostrar presente. Essa era a resposta do meu lobo para o que eu acabei de fazer.

 

Sempre que me envolvia com alguma mulher, sabia que não conseguiria nutrir por ela algo além de atração e desejo. O amor, carinho e cuidado só seriam dados para aquela que nasceu pra mim. Eu não era uma exceção, isso era coisa de lobo. Apesar da ligação com a companheira ocorrer efetivamente depois que esta fosse encontrada, seus efeitos podiam se manifestar bem antes disso e, ao fazer sexo com outras mulheres, podíamos senti-los de forma mais concreta. O laço que une lobo e fêmea é demasiadamente puro, nenhuma mulher que não seja a minha destinada deveria me tocar, é isso que minha fera pensa. Então, quando eu deixo que meu lado humano, com necessidades carnais, fale mais alto, o animal me repreende depois, fazendo com que eu me sinta um lixo em seguida.

 

Isso explica o porquê do número de mulheres com quem já estive ser tão desproporcional à minha idade.

 

Paro de pensar nesse assunto quando Karin senta em meu colo e encosta a cabeça em meu peito. O incômodo é instantâneo e não parte somente da besta, o homem em mim também não se sente confortável com essa intimidade, parece estar tudo errado.

 

- Bom, eu vou tomar um banho e comer algo, daqui a pouco tenho que ir até a cidade para uma reunião com o conselho.- solto já me levantando e a tirando de cima de mim, numa tentativa de tomar espaço.

 

- Mas já? Há muito tempo que não nos víamos .. a gente pode tomar um banho, ter um segundo round, comer, ir para a cidade e passar um tempinho juntos. Eu senti sua falta... - fala provocadora colocando as mãos em volta do meus pescoço, para que eu, logo em seguida, tire-as de lá.

 

- Karin, você sabe que eu te respeito, crescemos praticamente juntos e eu sempre fiz questão de deixar claro que isso não é sério. Não quero que confunda as coisas.

 

- Mas, Sasuke, você já tem mais de setecentos anos, já rodou o mundo, conheceu tantas pessoas, tantas mulheres, nenhuma delas era a sua companheira. Eu sempre estive aqui por você, te esperando. Por que não dar uma chance para nós dois?- diz e eu sinto uma irritação contida em sua voz.

 

- Eu posso não tê-la encontrado ainda, mas isso não significa que  nunca irá acontecer…

 

- Você sequer sabe se tem uma companheira, não sabe nem se realmente quer ter uma! Por que agir desse jeito? Privando-se de viver algo real comigo para esperar uma estranha que nem sabe se conhecerá um dia? Chega a ser imaturo! Uma tremenda idiotice!! Faça o favor!! - se exalta me interrompendo.

 

Nessa hora, todo o estresse volta. Não admito que nenhum dos meus lobos se dirija a mim dessa forma.

 

- Escuta aqui, Karin- chego perto de seu rosto e o tomo com uma das mãos- nós fomos pra cama, mas não confunda as coisas. Primeiro, eu ainda sou o alfa e exijo respeito, então meça suas palavras e corrija esse tom de voz. Em segundo lugar, você, como membro da espécie, sabe muito bem como as coisas funcionam: lobos só conseguem desenvolver sentimentos por suas companheiras. Isso vai além da minha vontade. Você pontuou bem quando disse que eu já vivi e andei o suficiente para tê-la encontrado, que ela pode nem existir, mas não passa pela sua cabeça que, se eu não me apaixonei por ninguém durante todo esse tempo, é porque a minha companheira está por aí? Em algum lugar? Porque você sabe que a ligação, mesmo não estabelecida, nos impede de desenvolver sentimentos por outras mulheres.

 

- Mas eu, eu sou o melhor pra você! Eu te conheço como ninguém e nós estamos há anos juntos!- tenta argumentar.

 

- Juntos? Acho que deixei as coisas irem muito longe com você!- adoto um tom mais duro- Nós tivemos sexo durante esses anos, mas nunca estivemos realmente juntos. Você saía com outros homens e está ciente de que também me envolvi com outras mulheres. E só!

 

- Não, Sasuke..

 

- Eu que digo não, Karin!- interrompo-a – Essa conversa é desnecessária porque nossa situação sempre foi muito clara! Eu nunca fiz promessas ou te enganei!

 

Ela iria me rebater mais uma vez, mas, antes que sua voz saísse, vem o som de batidas na porta. Não poderia ter sido em um momento melhor.

 

- Entre!

 

- Bom dia, Alfa!- cumprimenta Naruto, meu beta- Desculpe interromper,- diz olhando de Karin para mim, percebendo nossa nudez e fazendo uma careta- mas o alfa da Terceira Alcateia nos mandou notícias preocupantes.- termina estendendo para mim o que parece uma página de e-mail impressa e algumas fotos escaneadas.

 

Meus olhos saltam assim que leio e observo as imagens. Gaara, o alfa responsável pela Terceira Alcateia, que fica no oeste europeu, relata ali um ataque de vampiros e as imagens mostram o que sobrou de um povoado no interior da França. As casas estão destruídas as crianças e idosos foram mortos, o sangue foi drenado de seus corpos e os jovens e adultos simplesmente sumiram. Devem ter sido levados como escravos ou alimento, penso logo.

 

Isso não pode estar acontecendo! Sou tomado por uma vontade absurda de me transformar e sair em busca do responsável por essa atrocidade. Meu corpo não treme, simplesmente chacoalha no lugar, a fúria me invade com tanta força que posso senti-la exalando pelos meus poros. Eu queria matar.

 

- Alfa?!- pergunta Naruto incerto ao ver meu estado.

 

- Chame Itachi agora, preciso falar com ele, depois reúna os guardas bando escalados para hoje e mande que todos façam as malas. Estamos indo para a França!- digo e me retiro para meu quarto.


Notas Finais


Amanhã não vou conseguir postar e, provavelmente, sexta também não :( então vou fazer o possível pra ter capítulo novo no ar mais tarde!

Beeijos!


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