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História Minha Mamãe — NCT Mark - Capítulo 1


Escrita por: e missjungjaehyun


Notas do Autor


Olá! Aqui é @missjungjaehyun dando as caras novamente nesse projeto lindão! Hoje trago a vocês essa one delicinha com meu amor Mark, espero que gostem. Espero a todos nas notas finais.

Capítulo 1 - Meu Bebê












Mark tinha se mudado para o Brasil tão cedo que seus dentes de leite ainda caiam naquela época. No começo, era tudo muito novo e confuso para o jovem menino, principalmente aprender uma nova língua.

Hoje com 21 anos, Mark Lee se sentia o dono do mundo, ou talvez apenas o cara mais sortudo. De alguma forma, — que ele não entendia — tinha chamado a atenção daquela mulher.

A prima de seu melhor amigo era apenas alguns dias mais velha que ele, mas isso não importava; ele sempre sentia como se tivesse apenas cinco anos quando estava perto dela.

Ela era linda, mais baixa que ele e com um corpo típico das brasileiras, cheio de curvas. E ele tinha a sorte de ter sido escolhido por ela. A jovem já trabalhava e estudava Propaganda, se desdobrava em duas para viver sua vida. Mark a admirava demais.

No começo, ele mostrava interesse, mas nunca realmente achou que ela pudesse notá-lo. Ele ainda lembrava como se assustou quando ela lhe roubou um beijo em meio à uma festa.

Mas o maior marco para Mark foi sua primeira vez. A primeira dele, de várias formas possíveis. Naquela noite, ela tinha lhe mostrado que ele sempre deveria ser o seu garoto obediente, assim ele sempre sairia ganhando.

E como ganhava! 

Mark sentia seu coração bater forte contra o peito apenas por lembrar de tudo que ela fazia com ele, como ela o torturava e ao mesmo tempo o mimava.

Agora ali estava ele, apenas de cueca, sentado sobre o colchão macio da cama de sua namorada. Suas mãos suavam e ele estava em pura expectativa, ansioso para que ela tomasse o controle.

“Senti tanto sua falta hoje Mark, passei o dia pensando em você.” A voz delicada lhe chama a atenção, encontrando aquela mulher encostada na parede do banheiro.

Mark engole seco ao descer seus olhos pelo corpo à sua frente, um robe de seda curto a envolvia, deixando à mostra todas as curvas que ele amava.

“Você sentiu minha falta?” Ela pergunta ao se aproximar.

“Sim… mamãe.” Ele já estava em modo submisso, como ela adorava. Quem ele queria enganar? Pertencia à ela.

A mulher para bem à frente dele, puxando com a ponta dos dedos o rosto de Mark. “Por agora não vou enrolar muito bebê. Passar o dia com você em minha mente me deixou extremamente carente.” As mãos pequenas puxam o laço, abrindo o robe em seguida.

Os olhos de Mark automaticamente varrem pela pele desnuda, com apenas uma calcinha fina, que escondia o tesouro. “Mamãe.”

A mulher sorriu e subiu em seu colo, uma perna em cada lado do Lee. Ele sente o já conhecido formigamento em suas mãos para tocá-la, porém precisaria de permissão. Seus olhos se fecham quando sente o turbilhão de sensações, os seios apertados contra seu tronco, os dedos apertando seus fios e a respiração quente batendo contra seu pescoço.

Aquela mulher lhe deixava louco.

“Quero beijar você, Mark. Beijar essa boca gostosa e tão macia. Pode me tocar, lhe dou permissão.” Ela diz rente ao ouvido dele, chupando levemente a pele macia do garoto. “Entendeu?”

“Sim, senhora.” Logo dito, a boca carnuda se junta ao do Lee.

Mark amava beijá-la, era sempre inesperado. Ele sempre pensava consigo que ela tinha vários tipos de beijos, e aquele era um de seus favoritos. Essa noite ela estava egoísta, necessitada de atenção e pedindo para que ele fosse seu bom menino. E Mark seria com prazer.

As mãos masculinas sobem pelas coxas fartas, apertando de leve até a cintura. Eles se beijavam com calma, mas intensamente. As línguas roçavam uma na outra, enquanto os lábios eram chupados. Seu pau já doía dentro da cueca, seu corpo automaticamente respondendo à ela.

Suspiros deixam a garganta dele ao sentir os movimentos que a mais velha fazia sobre si, seu quadril moendo no membro já duro. Mark a apertava entre suas mãos, demonstrando ainda mais seu contentamento.

“Me chama daquilo de novo.” A voz soa sem fôlego. Mark leva um segundo para perceber o que ela estava falando.

“Noona.” Um sorriso orna os lábios carnudos assim que ele diz. Noona era a forma que homens chamam mulheres mais velhas em seu país natal. Ela era sua noona.

Ela empurra seu peito e ele cai no colchão. Sua noona se ajeita sobre seu colo e permanece montada. “Não consigo escolher do que quero que me chame, mamãe ou noona.”

“O que você quiser.” Ele responde rapidamente. A posição era fantástica, principalmente para admirar os seios da sua amada. Tão grandes e apetitosos.

A mulher ri baixinho, notando o olhar do mais novo. “Você quer mamar bebê?” Ela pergunta ao apertar os próprios seios com as mãos.

Mark mais uma vez engole seco a cena que vê. “Sim.”

“Sim o quê?”

“Sim, mamãe.”

Ela abaixa o troco em direção a Mark, deixando os seios próximos da boca dele. Ela acarinha os cabelos claros, admirando a beleza asiática do Lee. “Pode se esbaldar, quero que você me deixe prestes a gozar apenas com isso.”

Era um desafio, e Mark daria seu melhor. Ele puxa o corpo dela para mais perto, acabando aquela separação. Sua boca logo estava ao redor do seio direito, enquanto uma de suas mãos agarrava o esquerdo. Sua noona gemia e suspirava, e ele apenas leva isso como um combustível para a agradar ainda mais.

Os lábios finos chupavam os mamilos duros, a língua dele circulava e acariciava aquele ponto a todo momento.  A mulher em cima de si gemia satisfeita, chocando os quadris nos dele numa fricção quase automática, apertando os fios lisos entre seus dedos. Mark tinha crescido tão bem, ela sentia orgulho de como ele sempre dava o melhor de si em tudo. Ali, ele a tomava como se fosse a última vez.

O garoto alterna os seios, dando atenção ao outro que estava em suas mãos. Ele parecia feroz, apenas preocupado em seu objetivo imposto. Seus dentes roçavam de leve, quase sem querer, mas o suspiro estasiante do seu amor o fez repensar na ideia de acrescentá-los.

Foi sua melhor escolha.

Ele quase sorriu quando a mais velha gemeu em alto e bom tom quando seus dentes puxaram levemente o mamilo rosado. Seu pau estava apertado dentro da cueca, sua noona nada ajudava ao roçar os sexos.

Ela sentia todo seu corpo entregue ao seu menino, ela queria ser durona, mas vê-lo tão obediente e centrado a deixava quente. Mark era seu garoto de ouro.

Cada centímetro da sua pele estava arrepiada com as carícias, sua calcinha já era uma bagunça anunciada, e ela sabia disso. O membro duro de Mark estava sendo mais um fator de tortura entre suas pernas, mais um pouco e ela gozaria.

“Oh bebê, espere.” Ela sussurra no ouvido de Mark.

Ele para por um momento, atordoado pelo pedido. “Você não está gostando?”

A mais velha sorri, empurrando o tronco dele até que o Lee volte a estar deitado sobre o colchão. Suas mãos puxam a cueca, jogando para longe logo depois.

Mark engole seco ao sentir os dedos delicados circularem seu membro, tentando controlar seus gemidos e suspiros. Ele deveria controlar seus sons, já que sua noona apenas tinha deixado tocá-la.

“Meu bebê foi muito bem, me deixou prestes a gozar apenas chupando meus seios. Acho que merece uma recompensa, o que acha?” A mão sobe e desce pelo membro macio, tão lentamente que Mark achava que iria morrer.

“Sim… uh… mamãe.” Ele diz com certa dificuldade. 

Uma punheta continua, a mulher estava extasiada de várias formas possíveis. Aquele garoto a deixava totalmente fora de si. O pau duro como pedra a deixava até com água na boca, mas ver o efeito que causava em Mark lhe dava um tesão ainda maior.

Ele suava levemente, o rosto rosado e os lábios presos. Nenhum som deixava sua boca, apenas alguns suspiros baixos; ele estava sendo tão bom, obedecendo de forma automática. Seu corpo se arrepiava a cada movimento, seus mamilos arrebitados como os dela. Mark Lee era perfeito. 

Sua boca começa a deixar beijos suaves na pelve branca, e sem parar sua mão, ela segue até o topo do membro. Olhando diretamente para o rosto de Lee, ela põe a língua para fora, lambendo a pontinha do membro rosado.

Mark joga sua cabeça para trás assim que sente o que sua noona fazia, seu corpo inteiro parecia ligado em uma tomada, ele estava totalmente à mercê daquela mulher. Seu único desejo era que ela não o torturasse tanto assim, Mark realmente precisava demonstrar seu prazer.

“Você não parece estar relaxado o suficiente Mark, será que você quer fazer algum barulho?” Ela pergunta cínica. É claro que ele queria, Mark era uma cadelinha manhosa.

O garoto abre os olhos acenando em quase desespero. Ela chega a sorrir, sempre amava ver o mais novo desesperado por demonstrar o prazer que sentia. “Vou ser boa para você e deixá-lo gemer, mas se começar a ser um menino desesperado, eu volto com a regra. Entendeu Mark?”

“Sim… senhora”. Seu pau parecia vibrar com tanto tesão, sempre que ela lhe dava permissão para algo era assim. 

Pensando que ela iria continuar com as carícias em seu membro, Mark não segurou o suspiro surpreso ao vê-la montar em cima de si. E muito menos segurou o gemido manhoso ao sentir a buceta quente e molhada encaixando seu pau entre as dobras rodadas.

“Porra.”

Seus olhos se fecham novamente, as mãos apertam o lençol entre os dedos, desejando a pele quente da mulher. Vários palavrões e gemidos se misturam à medida que ela desce em seu colo, o engolindo no seu calor. 

Lentamente, de um jeito torturante, Mark recebe cada estímulo daquele ato. Sentir seu pau ficar apertado dentro de sua namorada era algo que ele nunca cansaria. Ele sente cada parte de sua pele se arrepiar ao abrir os olhos e dar de cara com aquela deusa montada em si.

O que fiz para merecer isso?” Ele pensa. 

As unhas arranhavam levemente seu abdômen, apoiando-se ali. O corpo nu o deixava inebriado, e vê-la de olhos fechados, aproveitando tanto aquilo, fazia Mark se sentir nas nuvens. 

Suas mãos suavam com vontade de tocá-la novamente, de beijar sua pele e chupar aquele par de seios que amava. “Baby… me deixa, ugh...” Ela aumenta o ritmo assim que ele começa a falar. “Me deixe tocá-la de novo mamãe, por favor.”

Ele percebe que tinha atingido um ponto forte, ele sabia que ela amava quando ele a chamava daquela forma, como sabia. Os movimentos do quadril feminino param abruptamente, as mãos seguem ao seu cabelo e puxam os fios do Lee. 

Mark é erguido do colchão de um jeito rápido e duro, colocado sentado com a mulher montada em seu colo. A vontade de beija-lá lhe acerta em cheio, principalmente tão perto assim.

“Vamos fazer assim, você vai poder me tocar mais uma vez, e vai se esforçar para me fazer gozar do jeito mais gostoso possível. E se for bem nisso, pode até gozar. E então? Vai ser um bom garoto para mim, bebê?”

A voz baixa e rouca dela sempre causava efeitos em Mark, mas ele não achava que podia ficar ainda mais duro do que antes. “Sim, mamãe.”

Um sorriso mínimo aparece nos lábios rosados antes que ele junte sua boca na dela. As mãos finalmente seguem para onde deveriam estar, apertando tudo o que podia. Os quadris se chocavam num ritmo constante, quase desesperador.

Mark espalhava beijos enquanto metia e ajudava sua noona a se movimentar. Ela estava tão molhada, e tudo isso era fruto do seu trabalho. Ele gemia alto o suficiente para que ela ouvisse, para que ela soubesse que ele era totalmente dela. 

Ele a amava.

Os corpos tremiam, os gemidos se misturavam. Ele sabia que não ia durar muito, por isso começa a massagear o clitóris inchadinho da sua namorada, com os olhos bem abertos e ele sorri quando vê as expressões de prazer. 

Fica orgulhoso e trêmulo quando sente a buceta dela apertar ao seu redor, com o corpo tremendo em cima do seu. Ele tenta pensar em tudo possível, tenta esquecer sobre a sensação, mas falha miseravelmente.

Ele goza logo depois de sua noona, jorrando sua porra e sentindo-se ficar fora de órbita. Ele sente os braços ao seu redor, e a abraça de volta. Alguns minutos de silêncio se passam, mas Mark sabia que não iria sair ileso.

“Acho que meu bebê vai ter que aprender a se controlar, como devo castigar você, Mark?”

Um sorriso preguiçoso nasce nos lábios finos de Mark, ele mal podia esperar para sofrer nas mãos da sua mamãe.












Notas Finais


Obrigada à @blinblon pela betagem e à bebê @_nanette pela capa linda!! Vocês arrasam!

Quero muito saber o que acharam dessa estória, foi um certo desafio escrevê-la junto às coisas da faculdade, enfim, eu que lute. POR FAVOR, fiquem livres para acessar meu perfil @missjungjaehyun para dar uma olhada nas minhas outras escritas. É isso amores, se cuidem :)


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