História Minha metade - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Lucy, Nalu, Natsu
Visualizações 262
Palavras 2.905
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iurru! Uma onezinha do meu otp >^<!
Essa é uma das várias que eu tenho deles ;) espero que gostem.

Beijus, boa leitura 🖤

Capítulo 1 - Capítulo único - Pare de besteira.


Fanfic / Fanfiction Minha metade - Capítulo 1 - Capítulo único - Pare de besteira.

Apertei o botão de enviar, jogando meu celular para algum canto da cama, caminhei lentamente até meu bichinho de pelúcia e o puxei para meu colo, abraçando-o com toda a minha força, deixando as lágrimas escorrerem livremente pelo meu rosto.

"Qual o meu problema?"

Justamente, essa era a pergunta que me rodeava desde os meus 14 anos, desde meu primeiro namorado, desde a primeira pessoa quem eu gostei, desde muito tempo.

"Por que? Por que não consigo amar?"

Logo antes de entrar na faculdades, na época de escola, nenhum garoto me encantou, claro que teve aqueles que chamou-me atenção, aqueles ficas intensos, porém só foram casos ocasionais. Eu nunca tive o que tanto desejei, eu nunca senti nada o que as protagonistas de meus livros, e outros livros, sentiam quando o garoto por quem sentiam algo especial falavam com elas, ou até mesmo quando as mesmas repousavam seus olhos neles.

Talvez eu esteja fadada a não sentir amor por ninguém, não poder ter um alguém especial ao meu lado.

Sim!! Talvez seja isso, tantas pessoas que já machuquei e, não querendo me gabar mas, tantos corações que já parti.

Por que?!?!

Já fiz diversas pessoas chorarem, já fiz diversas pessoas gastarem seu tempo, tudo em vão, eu nunca sentia nada por elas, apenas um desejo sexual, todavia eu sempre quis me afastar, ou então, não fazia diferença esta pessoa está ou não ao meu lado.

Sempre foi assim... Sempre será assim...

No final.

Eles sempre desistiam, e com razão. Até mesmo eu desistiria de mim mesmo.

Entretanto, desde que entrei na faculdade, teve um garoto que chamou minha atenção, na realidade, eu o odiava.

Sempre fazendo brincadeiras bestas, sempre soltando alguma malícia aqui ou acolá, sempre chamando-me de burra, sempre irritando-me, parecia que seu dia não seria completo se ele não tirasse um pouco do seu tempo para me perturbar.

Maldito Dragneel!

Contudo, no final, depois de alguns meses, acabou que tivemos um envolvimento bem sério, nunca que tive algo tão intenso com alguém, e por incrível que possa parecer, ele havia sim me conquistado, de alguma forma.

Mas como sempre, eu estrago tudo.

Tivemos uma briga e, eu rompi nosso "relacionamento" sendo que não teve nenhuma pedido ou nenhum nem outro se relacionava um como 'namorado' ou 'namorada', apenas rompi e, ele aceitou de boas, dizendo que iria fazer o mesmo.

Os dias se passaram e, na segunda semana depois da nossa separação, eu recebi uma mensagem, nesse dia eu estava fazendo faxina em casa e como eu estava bem distraída com a música que tocava na rádio, enquanto eu rebolava, não me toquei de quem era o remetente da mensagem.

Mas depois de lê-la, lembro-me de deixar a vassoura, que estava em minha mão, cair, enquanto eu levava a mesma mão que antes segurava um cabo de vassoura, a boca, contendo o choque de surpresa do qual eu tinha levado, enquanto lia as palavras dos grandes textos.

"Sua amiga me contou das suas histórias. Por vezes Lucy, achou que eu desistiria tão fácil quanto aqueles manés? Olha pra mim loira, não sou idiota."

[08:03]

"Se eu tive um rolo contigo, é por que sinto algo por ti, sua loira burra. Achou que oq? Que eu iria simplesmente aceitar nosso rompimento? Caralho loira, se superou, pergunto-me como conseguiu entrar em uma faculdade de Letras, com bolsa, sendo que o cérebro deve ser menor que um caroço de areia."

[08:04]

"Aceitei, sem contestar, nossa separação, aquelas bostas que você teimava em dizer, por saber que sua cabeça tava quente, mas diferente de mim você é ainda mais cabeça dura"

[08:04]

"Então, projeto de gente, coloca uma coisa nessa sua cabeça inútil"

[08:04]

"Você ME ama e eu te amo, okay? Flw? Ótimo, agora para de cu doce e se prepara, que eu tô indo te pegar essa noite pra tu vir aqui pra casa jogar aquele jogo que a gente gosta, ou assistir alguma coisa"

[08:05]

Ele tinha me desestabilizado completamente aquele dia, porém mesmo assim, eu continuei não sentindo.

Ou achei que não sentia.

Ele veio aqui, contudo eu não abri a porta, fingi que não o escutava, enquanto ele gritava comigo do outro lado da porta, enquanto ele me xingava de todos os nomes do outro lado da madeira, eu chorei muito aquela noite.

"Desculpe, Natsu, eu não consigo."

Era isso o que me rondou aquela noite, e todos os restantes dos dias que se passaram, até hoje.

Faz uma semana, com hoje, que o ignorei completamente na faculdade, o que me ajudava era que ele era da ala de advocacia, e eu de literatura, isso me ajudou e ajudava bastante.

Porém hoje eu resolvi dá um basta nisso.

 

"Obrigada por tudo que tentou fazer. Entretanto Natsu, eu não tenho jeito, não consigo amar, nunca amei ninguém e nem amarei, os dias que passamos juntos foram ótimos e eu agradeço muito, mas... Eu não tenho concerto. Você tentou de tudo e eu te admiro por isso, contudo... Bom, eu vou me mudar para outro bloco, não precisará mais ver a minha cara, talvez assim as coisas facilitem para você"

[00:12]✓

Eu chorava que nem uma depravada, se tudo estava terminado, por que afinal eu estava chorando?

Por que não aquele despreocupar de sempre? Onde estava o alívio? Por que o arrependimento me batia tanto? Por que meu peito doía tanto? Por que? Para quê tantos gritos de desespero? Por que eu apertava meu urso, como se ele fosse amenizar o fogo em meu peito que se fez presente desde que eu enviei aquela mensagem? Por que meu deus? Por que isso estava acontecendo comigo?!?!

As respostas tiveram que esperar, depois que ouvi fortes batidas na porta de meu quarto, assustando-me, e fazendo eu parar de chorar quase imediatamente, olhando para a porta confusa e assustada.

Natsu- ABRA ESTA PORCARIA ANTES QUE EU MESMA A ABRA DO MEU JEITO - ouvi sua voz alta e nervosa do outro lado da porta, abafada pela mesma - MAS QUE PORCARIA DE MENSAGEM ERA AQUELA LUCY?!?!

Não respondi nada, apenas permanecia em silêncio.

Natsu- ME RESPONDA LUCY!!! - mais batidas intensas - ME RESPONDA O PORQUE DAQUELA MERDA TODA.

Lucy- Eu só disse o que tinha de ser dito! - exclamei, com a minha voz falha - Desista! Você só vai se ma-machucar - afundei o meu rosto molhado no urso, minha voz estava rouca, e talvez, denunciaria que eu estava chorando.

Natsu- Se esse foi o certo, loira, por que será que sua voz entrega que você está chorando? - não o respondi - Abra isso e me deixe falar com você!

Lucy- Não! - exclamei - você só vai piorar as coisas pra você.

Natsu- Você está piorando as coisas para nós dois Lucy - sua voz, suavizou rapidamente - abra a porta, me deixe falar com você, se você disser, nos meus olhos, que não sente nadica de nada por mim, saio daqui rapidamente, e nunca mais me dirijo uma única palavra a você - levantei meu rosto rapidamente, ao escutar a última parte.

Lucy- Eu-- - ele me cortou.

Natsu- sentiu, não sentiu? - calei-me, ouvindo surpresa ao que ele dizia - sentiu o aperto no coração, não foi? Quando eu disse que não nos falaríamos mais.

Lucy- Eu... Eu não quero que não nos falemos mais, eu só queria que-- - novamente, fui interrompida.

Natsu- Lucy, se você não abrir essa porta em cinco segundos, eu vou arrombar, e é com sua pouca grana que você terá de se virar pra concertar o prejuízo - Fechei meus olhos, pensando o tanto de trabalho que aquilo me daria e, sim, ele seria capaz de derruba-la, sem pensar duas vezes - 1... - apertei meu urso com força, junto aos meus olhos, eu não sei se conseguiria, eu não sei se terei coragem de vê-lo, não sei se terei forças para isso - 2... - abri meus olhos, e olhei para a porta - 3... - lágrimas começaram a cair, mais intensas do que antes, apertei meus dentes entre eles e tirei forças, da onde eu não tinha, para conseguir me levantar da cama, e andar até a porta - 4.... - girei a chave, destrancando a porta, logo, no mesmo segundo, nem mesmo tive tempo de o ver, ou muito menos de lhe mostrar a minha maior cara de merda que se encontrava no momento, completamente inchada e molhada pelas lágrimas.

Porque eu fui envolvida por um abraço seu, tão apertado e, por conta do mesmo ter praticamente se jogado para cima de mim, acabamos por cair no chão, senti que bateria minha cabeça no azulejo do chão, contudo o mesmo colocou uma mão embaixo bem a tempo.

Natsu- cinco - disse, com a voz falha - você realmente é uma loira burra, sabia?

Arregalo meus olhos ao, que eu levei a mão até seu rosto, sentir as lágrimas que caiam de seus olhos, na mão e no ombro, que era onde a cabeça do mesmo estava afundada.

Lucy- Natsu... - novamente, as lágrimas se sentiram libertas em sair - me desculpa, me desculpa, desculpa, desculpa - retirei minha mão de seu rosto, o abraçando com toda a minha força, enterrando meu rosto em seu ombro, como ele fazia comigo- eu sou um monstro, me desculpa, por favor, perdão por tudo, eu sou uma péssima pessoa, um ser horrível! - exclamo, sentindo as minhas lágrimas molharem meu rosto completamente, enquanto ele molhava meu ombro e pescoço, provavelmente eu fazia o mesmo com ele, eu podia sentir o quanto o mesmo chorava, e me sentia horrível por isso.

Natsu- Você não tem culpa - falou, com sua voz rouca e abafada - Levy me contou o que você passou, foi pelo bullying, não? Desde então, você não se sentia bem em se relacionar com outras pessoas, sentia que as mesmas poderia te atacar a qualquer momento, e você só se achava livre com um garoto sendo amigo dele.

Lucy- Natsu...

Natsu- Me desculpa por ter demorado a perceber, eu deveria ter percebido, eu deveria ter cuidado disso, e eu não tentei de tudo, eu não dei meu máximo loira, desculpa - senti o mesmo me apertar ainda mais em seus braços, e mais lágrimas saírem de seus olhos, também pude sentir a mandíbula do mesmo se intencionar - Eu fui... Fui igual aqueles idiotas, que só via sua beleza, mas não percebia o quão quebrada você é por dentro, o quão forte você demonstra ser, porém é muito delicada - ele retirou seu rosto do meu pescoço, e ergueu o mesmo, mostrando-me, permitindo-me ver o quão vermelho seu rosto estava no momento, o quão mergulhado seus olhos esmeraldas estavam naquele mar de lágrimas, e o quanto o mesmo estava machucado e frustado consigo - me desculpa - sussurrou.

Mordi meu lábio inferior, sentindo uma metade de meu coração se partir e sair de seu local, deixando lá uma buraco escuro, ao ver esta imagem. Em um ato completamente desesperado, eu levei minha mão ao seu rosto, e enxuguei suas lágrimas, logo depois, repousando a mesma ao lado de sua bochecha, deixando ali, um carinho carregado de amor, vendo o mesmo fechar seus olhos, e aproveitar-se do carinho.

Sim... Acho que eu estava descobrindo algumas coisas.

Lucy- Eu queria te perguntar algo... - disse, e o mesmo abriu seus olhos novamente, me fitando atento e curioso - quando eu te enviei aquela mensagem, não senti como se estivesse me livrando de um peso, não, foi completamente o contrário disso - sorri, meigamente pro mesmo, tentando tanto o tranquiliza-lo, quanto a mim - eu me senti, como se tivesse jogado meu coração no lixo, como se tivesse perdido algo importante pra minha vida, eu senti como se fosse te perder pra sempre - falei, de uma vez, sentindo rapidamente meu rosto arder - o que foi isso? Por que isso?

Natsu deu uma risada, como se realmente estivesse achando graça da coisa toda.

Lucy- o que foi?

Natsu- Loira, você realmente é burra, ou se faz, ou é esse curso de letras que está fritando os neurônios bons que te restam - soquei o peito do mesmo, em reclamação por falar mal de meu curso - não é possível que tenha nascido tão burra assim.

Lucy- O que você quer dizer?! A minutos atrás você tava todo choroso, e agora, tá me xingando e xingando o curso dos meus sonhos? Qual o se--- - fui brutalmente cortada, ao sentir seus lábios chocar-se rapidamente com os meus, o ato, sendo tão rápido, que muito menos percebi nossa aproximação.

Contudo, acabei por fechar meus olhos, e sentir o quanto sua língua já estava familiarizada com a minha, mas o quanto aquilo me trazia saudade, o quanto aquilo me tranquilizava, me fazia pensar o quão certo aquilo parecia ser, o quão certo era nós dois estarmos ali, no chão de meu quarto, aproveitando a boca dum do outro.

Sentia nossas línguas se mesclarem, para depois, explorar a extensão toda da boca, e eu o acompanhava, como sempre, em tudo, com minha pouca experiência nisso, sendo ele aquele que sempre me fazia aprender mais e mais sobre isso.

Senti a mão do mesmo subir até meu pescoço, deixando ali um carinho, contido, porém tivemos que nos separa pela falta de ar, mas mesmo assim ele continuou com o carinho.

Natsu- Precisa eu te dizer que, você me ama, pra você entender que realmente sente alguma coisa por mim? Vamos loira, aceite que eu te conquistei - senti uma veia de em minha testa estourar, perante a ousadia do mesmo, empurrei-o com o pé, levantando-se em seguida - loira?

Apontei para a porta - Vá ser o sabichão lá na casa do caralho vá!!! - vi o mesmo sorri maliciosamente, e levantar-se do chão - Natsu!!

Natsu- Ora vamos Lucy, agora que eu consegui botar uma coisa certa nessa sua cabeça, você quer me expulsar? Tantas coisas que poderíamos fazer aqui, no seu quarto, sozi--- - o cortei, jogando meu urso em sua cara, vendo o Juca ir ao chão, logo em seguida - sabe que não é com um urso que vai me tirar daqui né? Qual é? Vamos lá loirinha, você não tem nada a perder - foi se aproximando perigosamente - vem pro seu rosado, vem.

Lucy- Natsu, vá com sua pevertidade para longe de mim vá! - apontei para a porta aberta - mais precisamente, fora da minha casa.

Natsu- mas você já viu a hora loira? - fez um bico meigo, é nessas horas que eu fico surpresa pelo mesmo mudar sua personalidade tão drasticamente rápido - vai ser má assim? Deixar um jovem como eu, voltar para casa, uma hora dessas? Tarde da noite?

Lucy- pare de fazer show! Você tem vinte e dois anos, haja como um quase adulto que você é, e quem inventou de vir aqui em primeiro lugar foi você, vá embora como veio!

Natsu- falou a pessoa que haje como uma criança do fundamental 1.

Lucy- Eu não hajo assim! Quem vive inventando apelidos dignos de criança de dez anos de idade, para mim, é você, não eu.

Natsu- Ah! Mas você é uma exceção, é loira, e burra, não tem como se segurar - olhei para o mesmo irritadiça, pronta para pegá-lo com as mãos mesmo e o jogar pela janela de meu quarto.

Lucy- Aliás - mudei de assunto, ao lembrar-me de um detalhe - como você entrou aqui? Sendo que eu tranquei a porta da frente - o olhei, acusatória, ao ver que o mesmo fechou o bico por alguns segundos, bagunçando seu cabelo antes de me responder.

Natsu- Ah... Sabe... Um passarinho aí me deu a chave da sua casa hehe - forçou uma risada.

Lucy- Ora, é mesmo? - coloquei minhas mãos na cintura - e que cor tinha esse passarinho?

Natsu- O passarinho me disse pra eu manter minha boca fechada - disse, enquanto eu o olhava de olhos semi-cerrados.

Lucy- o passarinho te ajudou quantas vezes?

Natsu- Loira, desiste, eu prometi que não falaria nada sobre ela - percebendo a merda que tinha feito, fechou seus olhos fortemente - merda!

Lucy- Claro! Por que eu não estou surpresa? - revirei meus olhos - Levy.

Natsu- Merda! - repetiu.

Lucy- Ótimo, agora que sei, saia daqui! E me entregue a chave de meu apartamento - aproximei-me do mesmo, estendendo minha mão.

Natsu- Mas é claro que não - passou ao meu lado, jogando-se em minha cama - eu vou dormir aqui, final de conversa - pegou meu travesseiro e o colocou na cabeça, o abraçando.

Lucy- O que? Nem ferrado!! Saia já!! Natsu!!! - ele fechou os olhos, bocejando.

Natsu- Boa noite Lucy.

Lucy- Maldito!!! - desistente, eu peguei meu urso no chão, e me deitei na cama, completamente aborrecida com ele ali.

Bati na cabeça e na mão do mesmo, o ouvindo reclamar pelos tapas, puxando meu travesseiro o colocando debaixo de minha cabeça, sem deixar espaço para ele ali. 

Quem escolheu dormir ali foi ele, não eu, se eu pudesse eu chutava ele dá minha cama pra ele dormir no chão frio mesmo.

Contudo, a raiva foi passando, depois que o mesmo me enlaçou por trás, deixando um selinho em meu pescoço, descansando a cabeça ali.

Natsu- Boa noite, loira - repetiu.

Lucy- Boa - respondi, não deixando o mesmo ver o sorriso que eu tinha deixado se fazer em meus lábios.


Notas Finais


É isto, me perdoem pelos possíveis
erros, eu sei que são bestas, mas eu simplesmente devo não ter enxergado, pois a história foi corrigida em um outro app e aqui.

Obrigada por lerem, espero que tenham gostado 😘💙


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