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História Minha metade llTodoroki X OCll - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Aluno atrasado


Fanfic / Fanfiction Minha metade llTodoroki X OCll - Capítulo 1 - Aluno atrasado


    A turma 1A da academia de heróis U.A. já estava toda em sala de aula, aguardando o professor atrasado, exceto por Midoriya Izuku. A classe estava em um completo falatório e bagunça, o que era de se esperar de um bando de crianças grandes na puberdade confinadas em quatro paredes sem uma autoridade para controlá-los. Mas dessa vez havia um motivo plausível para tal comoção.


    Um boato interessantíssimo havia se espalhado por todos os alunos: um aluno entraria atrasado no primeiro ano, mais especificamente no 1B. Algo que nunca acontecera.


    A U.A.? Uma das maiores academias de heróis – senão a maior –, renomada e cobiçada por tantos, mas também com as provas de admissão mais rígidas, aceitando um aluno transferido? Era realmente um assunto digno da fofoca que criava teorias bizarras e deixavam as espectativas na lua.


    Logo Midoriya passou pela porta, apoiando as mãos nos joelhos ao notar a ausência do prof. Aizawa, tentando encher o pulmão de ar novamente. O seu celular não estava errado, o professor estava dez minutos atrasado, não que Izuku pudesse dizer alguma coisa já que tinha chegado só agora.


    – Deku! – Uraraka se aproxima do amigo, observando os cabelos e roupas bagunçados, traços nítidos de que havia se arrumado na pressa de sair correndo do dormitório – Onde estava?


    – Eu dormi demais. – Fala rápido, voltando a inalar oxigênio para não morrer ali mesmo – Cadê o Aizawa?


    – Não sei, ele já devia estar aqui. 


    – Eu ouvi dizer que ele está na diretoria. – Mineta diz ao passar por ali. 


    – Diretoria? Mas por quê? – Uraraka questiona ao baixinho.


    – Aí eu não sei. – Ele se dirige à cadeira de Kaminari, atrás deles.


    – Deve ser por causa do aluno atrasado. Gero. – Asui se aproxima.


    – O aluno novo não entraria na 1B? – Midoriya pergunta.


    – Mas o Aizawa é professor da U.A., talvez ele também tenha que estar lá. – Uraraka vasculha as informações sobre o aluno que entraria, mas não achou nada que o ligasse ao Aizawa diretamente.


    – O que você acha, Todoroki? – Tsuyu indaga.


    O garoto mencionado, em geral quieto em seu canto, direcionou o olhar à voz feminina que o chamara, se levantando e indo até eles a fim de ouvir o que quer que Asui fosse dizer, algo que não seria possível visando a distância da garota e o tumulto da sala.


    – O que?


    – Por que acha que o prof. Aizawa ainda não chegou? – A pergunta de Tsuyu não fez sentido na cabeça de Todoroki. Por que ele saberia?


    – Talvez ele tenha ficado preso no trânsito ou qualquer outra coisa, não sei. – Responde sem se importar.


    – Mas também pode ser sobre o garoto atrasado, não é? – Uraraka sugere.


    – Um aluno atrasado? – Todoroki repete as palavras sem entender sobre o que a garota falava.


    – Aquele que vai entrar no 1B. – O rosto do meio a meio continuou ligeiramente franzido em sinal de que ainda não havia entendido.


    – Você não ficou sabendo?! – Uraraka praticamente grita, era um crime federal não saber do assunto que estava, literalmente, na boca de todos.


    – Não. – Responde simples, sem sentir verdadeiro interesse no assunto que provavelmente era apenas uma baboseira criada por algum desocupado.


    Aizawa adentrou a sala depois de tanto se falar sobre sua demora – não que fosse algo a se lamentar –, indo para trás da mesa de professor. As duas dezenas de alunos se aquietaram em um piscar de olhos, cada um em seu devido lugar e com a atenção vidrada no homem.


    – Bom, alunos, como vocês bem ficaram sabendo, hoje não é um dia comum na U.A. – Ele anuncia sem enrolação – E como não sou bom com essas coisas, o diretor irá assumir a palavra.


    O pequeno roedor de pelagem branca passou pela porta, subindo na cadeira para dar altura na mesa do professor liberada por Aizawa, que agora se fechava em um saco de dormir amarelo no canto.


    – Bom dia, alunos! – Saúda alegremente e é respondido em coro: "Bom dia, diretor!" – Hoje, como o professor disse, não será um dia comum. Na verdade nunca fizemos isso antes. – Passa os olhos por todos à sua frente – Admitimos uma aluna transferida de outra academia na turma de vocês mesmo que não fizesse a mesma prova que vocês ou que entrasse por recomendação. – O rosto gentil estava sério pelo assunto  – Ouvi muitos boatos equivocados sobre um aluno que entraria atrasado no primeiro ano. Deixo bem claro que a aluna foi transferida, portanto está no mesmo nível de conhecimento de vocês. Não permitirei o menor comentário maldoso sobre a transferência ou sobre não ter feito a mesma prova que os demais. Saibam que se está aqui é porque há um motivo, e garanto que ela é tão merecedora de uma cadeira nesta sala quanto todos vocês.


    "Ela"?!


    Haviam dito que iria entrar um garoto!


    – Pode entrar, senhorita Mayurui. – O diretor olha para a porta e uma garota entra na sala.


    O uniforme escolar esquadrinhado perfeitamente em seu corpo e tênis amarelos nos pés, ela entrou com os cabelos ondulados balançando com os passos, preto em certas mechas e loiro em outras.


    – Essa é Mayurui Anako, a nova aluna da 1A. – Indica a garota que se curvou diante da classe e cumprimento –  Deixo vocês novamente com o professor. Boa aula! – Se despede e deixa a sala.


    – Então – Não se sabe exatamente quando, mas Aizawa havia saído do saco de dormir e se posto ao lado da nova aluna – , alguma pergunta para Mayurui? – Fala assim que o diretor sai e metade da turma ergue a mão – Que ótimo, nenhuma pergunta. – Mayurui prende o riso – Há uma cadeira vazia atrás de Yaoyorozu, pode se sentar lá. – Indica a aluna exemplar que se sentava na última cadeira colada à parede.


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    A aula começou e seguiu como outra qualquer, mesmo que os alunos não prestassem 100% de atenção na explicação, pensando na garota no fundão, às vezes olhavam para trás e, pela proximidade de seus lugares, os estudantes acabavam cruzando olhares com Todoroki que não estava muito receptivo.


    Mas o garoto não estava de fora, também possuía sua parcela de curiosidade sobre a garota transferida.


    O sinal tocou, o som milagroso apesar de estridente, só isso para fazer o professor encerrar o conteúdo massante da aula do dia. Alguns saíram para comer, outros ficaram na sala.


    Uraraka puxava Midoriya até Mayurui que ainda estava guardando suas coisas.


    – Mayurui Anako, certo? – Ela diz animada – Sou Uraraka Ochako e esse é Midoriya Izuku.


    – As pessoas me chamam de D-deku. – O garoto acrescenta e Mayurui se levanta com um sorriso.


    – É um prazer. – Diz alegre. 


    – Vem com a gente, vamos te levar para o refeitório. – Uraraka entrelaça um braço ao de Midoriya e o outro ao de Mayurui.


    – Okay. – Anako ri levemente da animação da outra.


    – Eu sou Kaminari Denki. – Chega do além, se apresentando.


    – Esse aí é gado. – Uraraka brinca em um sussurro para Mayurui.


    – Ei! Não esqueça que é o seu celular é o primeiro a descarregar. – O loiro ameça.


    – Ele é incrível, lindo, perfeito, individualidade divina! – Exagera, fazendo os outros rirem.


    – Boiei. – Mayurui comenta.


    – Ele carrega e descarrega eletricidade. – Explica Midoriya, divertido – Então é uma tomada ambulante. 


    – Cada porcento do celular é um beijo. – Denki zoa.


    – Para de falar essas coisas, cabeção, vai que ela acredita. – A menina de pele e cabelos cor-de-rosa apareceu no grupinho também, daqui a pouco a turma inteira estaria ali – Ashido Mina, prazer. 


    – Oi! – Mayurui cumprimenta a garota.


    O caminho até o refeitório foi bem longo, mas repleto de risos e piadas enquanto eles apresentavam tudo e todos à Mayurui. Se juntaram aos outras alunos da 1A em uma mesa para almoçar todos foram muito amigáveis e receptivos.


    – Mas qual é a sua individualidade? – Hagakure pergunta um tanto curiosa.


    – É Luz e Sombra.


    – Duas individualidades opostas? – Ojiro diz para si mesmo, como se achasse interessante.


    – Que nem o Todoroki.  – Asui comenta – Não é, Todoroki?


    – Sim. – Responde simples.


    – Sério?! – Mayurui ficou surpresa, procurando aquele que se apresentou como Todoroki, encontrando um garoto sério e distante. – Nunca conheci ninguém que também tivesse! Quais são as suas?


    – Pera. – Kirishima interrompe – Você não viu esse cara na T.V.?! Ele foi um máximo na... – Iida bate no topo da cabeça ruiva do garoto, calando-o – Que isso?!


    – Shiu, não interrompa a conversa.


    – Mas a gente tá em grupo, Iida, é claro que vamos nos atropelar. – Kirishima justifica, a mão onde havia sido atingido. A mesa riu da cena, até mesmo Anako que ainda se acostumava com os rostos e nomes.


    – Meio quente e meio frio. – Respondendo a pergunta feita por Mayurui, Todoroki  permite se demorar nos olhos azuis como o mar da garota às sua frente enquanto os outros zoavam ou riam de Kirishima e Iida – Queimo com o lado esquerdo e congelo com o direito. – Os olhos dela brilharam em admiração.


    – Woow, que incrível! Eu...


    – Chega e em um dia já pega o meu lugar?! – A pergunta agressiva direcionada à Anako atrai a atenção de todos às mesa.


    – Você geralmente senta aqui? – Ela pergunta.


    – Não é meio óbvio?! – Ele parecia que ia explodir por causa de uma cadeira.


    – Não precisa de tudo isso, Bakugou... – Izuku diz exitante – Eu pego outra cadei...


   – Cala a boca, nerd de merda! – Bakugou exaspera e, antes que qualquer um pudesse fazer algo, Mayurui se levanta e diz:


   – Ah, me desculpa, eu não sabia. – Pega a bandeja – Não vai acontecer novamente. – Da um sorriso pequeno, esperando o loiro sair da passagem para que pudesse lhe dar o assento.


    – Tá rindo de quê, novata?!


    – Meu querido, é meu primeiro dia aqui eu não consegui adivinhar que você se sentava nessa cadeira para almoçar, tudo bem? Mas eu estou na boa, então se você pudesse fazer a gentileza de dar espaço o suficiente para eu sair, ficaria extremamente agradecida, porque você parado aí gritando esse tipo de coisa é comprar briga comigo. – Não era um aviso, ela sustentou o olhar letal, que vindo de cima parecia fazer ela ficar ainda mais baixa do que realmente era, e seu sorriso não vacilou. – Obrigada. – Disse quando o garoto se afastou.


    – Eu pego outra cadeira, Mayurui. – Midoriya diz de prontidão.


    – Não precisa, já terminei.


    Assim que deixa a mesa ela pode ouvir alguns alunos chamando-a para se sentar novamente, mas ela recusa educadamente, seguindo para a sala de aula até então vazia.


    – Meu senhor da bicicletinha sem freio... – Mayurui suspira se sentando em uma das mesas e fechando os olhos para limpar a mente do recente ocorrido.


    – Bicicleta sem freio?


    – Ah! – Ela pula de susto ao ouvir Todoroki que tinha entrado na sala e se recostado na parede branca à sua frente sem que Anako percebesse.


    – Desculpa pelo susto.


    – Tranquilo. – Que nada o coração dela estava prestes a sair pela boca!


    – O que foi aquilo?


    – Eu nem sei, acho que se ele tivesse aberto a boca mais uma vez eu teria virado o socão. – Solta o ar aliviada por estravazar esse sentimento com alguém, mas logo ficou apreensiva. Não deveria ter dito isso à ele. – Ai caramba, não foi isso que eu quis dizer...


    – Não tem problema, não comigo, com ele sim. – Todoroki analisa as sardas decorando o rosto delicado de Anako – E, para ser sincero, todos já tivemos vontade de fazer isso. – Mayurui ri, mas o rosto sem expressões de Todoroki continua o mesmo.


    – Acho que cometi um crime, Todoroki, não vi as suas habilidades fabulosas de queimar e congelar na T.V. – Mayurui brinca, se sentindo confortável para fazê-lo e tentando arrancar um mínimo sorriso dele. Não deu certo.


    – Não se preocupe, vai ter oportunidades de ver de perto. – Assim que ele diz isso, Kirishima passa pelo batente da porta, indo até os dois.


    – Me desculpe pelo Bakugou hoje no almoço, ele estava estressado com outra coisa.


    – Eu não fiquei chateada com ele. – Mayurui diz sincera – Eu que estava errada de ter pego o lugar dele, não o contrário.


    – Ah – Kirishima sorri aliviado, exibindo os dentes pontiagudos –, normalmente o pessoal tem uma má primeira impressão dele.


    – Que bom que não me apego às primeiras impressões. – Fala na brincadeira.


    – Uraraka e Midoriya estão vindo fazer a mesma coisa. – Como se fosse mágica, assim que Kirishima termina a frase os dois passam pela porta.


    – Mayurui, me desculpe pelo comportamento do Kacchan no almoço, eu juro que ele não é assim! – Despeja as palavras sobre a garota.


    – Bakugou não está em um bom dia, isso não vai acontecer de novo! – Uraraka faz o mesmo que o esverdeado ao seu lado.


    – Gente, de verdade, eu não tô triste. – Mayurui sorri – Não fiquem preocupados pelo Kacchan. E como um jovem sábio me disse uma vez: Não tem problema... Não comigo. – As últimas palavras foram proferidas mais baixas que as demais quando ela não encontra Todoroki na sala para ouvir a menção dela.


    – O que? – Midoriya pergunta.


    – E o Todoroki? – Anako não notou o garoto sair.


    – Ele saiu quando eu cheguei. – Kirishima diz.


    – Ah... – Agora ela entende.


    – Você tava falando com o Todoroki? – Uraraka sem esconder sua surpresa.


    – A gente trocou meia dúzia de palavras depois que eu saí do refeitório – Mayurui não entendia o comportamento da garota –, por quê?


    – Nada não. – Midoriya responde rápido.


    – É, não é nada. – Uraraka concorda.


    – O Todoroki não me parece o tipo de pessoa que dá boas vindas paras os alunos recém chegados. – Kirishima comenta, fazendo os amigos virarem para o ruivo com de cara fechada, deixando ele confuso e fazendo Mayurui rir.


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    O Sol já estava baixo no céu alaranjado quando os alunos foram liberados para seguirem para os respectivos dormitórios. A 1A estava quase toda unida caminhando para o grande prédio que passaram a morar.


    – Agora que eu tô pensando... Aonde você vai ficar? – Uraraka pergunta. – Os quartos estão ocupados.


    – Na verdade não – Kaminari diz –, tem dois quartos sobrando, um do lado das meninas e outro dos meninos. 


    – O quarto feminino extra já está ocupado. – Jirou fala.


    – Com o que? – Asui pergunta.


    – Com alguns dos meus instrumentos e parte das roupas de Yaoyorozu.


    – Mas eu já montei o meu quarto. – Mayurui atrai a atenção deles – E não tinha nada dentro, pelo menos não quando eu cheguei.


    – Onde? – Uraraka, Jirou e Asui questionam em coro.


    – Quando? – Kaminari e Mineta falam juntos.


    – No fim de semana quando não tinha ninguém. – Responde os meninos – Achei que tinha montado do lado das meninas, mas com vocês falando desse jeito parece que não foi bem isso que aconteceu. – Solta uma risada nervosa.


    – Uma menina no dormitório dos meninos?! – Mineta quase grita e Kaminari cobre sua boca com um sorriso amarelo no .


    – Quem te colocou no quarto? Gero. – Aqui indaga.


    – Aizawa.


    – Então erro não tem. – Uraraka diz, otimista.


    O prédio era muito grande, dividido em: área comum e lado feminino e masculino. A sala grande o suficiente para se jogar uma partida de futebol sem dificuldades exceto pelo tapete ao chão e sofá enorme que comporta tranquilamente todos os 21 alunos da 1A, era a primeira coisa que se via ao entrar. Dando um crédito para a T.V. que era a única coisa no comodo além do sofá e tapete.


    O jantar fora feito com maestria de um grupo de pessoas que tinha costume em fazê-lo, Mayurui sempre perto de Uraraka e Asui que estavam na cozinha junto de Mina.


    Após estarem de barrigas cheias, alguns se sentaram na sala falando sobre coisas aleatórias por bastante tempo antes de subirem para seus quartos.


    – Gente, eu vou dormir. – Sero se levanta e puxa o bonde.


    Logo todos estavam de pé desejando boa noite.


    – É por aqui, Mayurui. – Mina diz quando Anako vai para o lado contrário, seguindo os meninos.


    – Não, é por ali mesmo. – Aponta o lado masculino do dormitório.


    – Tem certeza? – Tokoyami pergunta, talvez pensando que ela confundiu os lados.


    – Tenho. – Olha todos ali – Meu senso de direção não é tão podre assim, galera. – Brinca.


    – Então nos apresente seu quarto! – Yaoyorozu sugere animada – Fizemos um concurso de melhor quarto na primeira noite.


    – Então vamos!


    Mayurui abre a porta, revelando um quarto simples e bonito.


    A cama grande com a colcha em um degradê de um azul bebê à um marinho, com um criado mudo sustentando um abajur e um livro de umas 800 páginas, ao lado. O guarda-roupa tinha as portas espelhadas e a mesa de estudos estava com o notebook e um porta lápis de hipopótamo, ao lado uma estante de livros colorida e organizada. 


    No chão, um tapete azul marinho felpudo era uma benção para os pés. Nas paredes, pequenas luzinhas amareladas estavam acesas abaixo de prateleiras decoradas com porta retratos e com outras pequenas coisinhas. E a porta grande de vidro para a varanda comum entre os quartos estava coberta com cortinas transparentes.


    – É lindo! – Hagakure elogia.


    – Então ela realmente tem um quarto aqui... E perto dele. – Yaoyorozu diz para si mesma. Não havia gostado nem um pouco de ter uma menina entre os meninos.


    Anako não entendia o porquê de Yaoyorozu estar tão emburrada sendo que ela mesma havia tido a ideia.


    Pouco tempo depois, cada um segue para seu próprio quarto e Mayurui descobre ser vizinha de parede com Todoroki de um lado e Mineta do outro, tendo Bakugou na porta à frente.


    Coloca seu pijama e se deita. Ela não esperava que o primeiro dia fosse desse jeito. Mesmo entrando depois que todos já se conheciam e tinham seus grupos, ela conseguiu se sentir abraçada por todos, diferente do que aconteceu na outra academia.


    E, se descontasse o incidente infeliz com Bakugou no almoço, o dia foi perfeito.



Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui!
Beijo na nádega esquerda e até a próxima!


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