História Minha metade sua - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Blackpink, Bts, Drama, Jikook, Lgbt, Lisa, Mistério, Suga, Tragedia
Visualizações 1
Palavras 568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá.
Essa é minha primeira fanfic e eu espero que vocês gostem.
A história tem um tom bem denso e é um drama então, a narrativa dela é mais pesada.
Pretendo atualizar semanalmente e me desculpem qualquer erro,
Boa leitura

Capítulo 1 - 28 de Outubro de 2017


                                                                                            Prólogo
As imagens surgem como relâmpagos em minha mente, rápidas e fortes. Elas me deixam tonto e nauseado. Seguro a borda do quadro com tanta força que meus dedos começam a doer, lágrimas escorrem quentes pelo meu rosto. Ouço minha respiração, pesada, rápida e incontrolável. Lanço o quadro contra a parede. Moldura quebra e vidro se estilhaça no chão. Meu peito dói, minha cabeça dói, tudo em mim dói. Mordo o lábio inferior com força tentando conter os gritos que querem escapar, mas é inútil. Estou gritando. Todos ao redor devem escutar, mas eu não me importo. Derrubo o cavalete, viro todos os objetos em cima da escrivaninha, jogo o computador no chão. E nada parece suficiente para fazer com que a dor pare, nada alivia.
A porta do meu quarto se abre rapidamente e meu pai surge na entrada. Seus cabelos estão bagunçados, os olhos vermelhos, o terno está completamente amassado. Ele parece assustado e tão perdido quanto eu. Percebo que ele estava bebendo. Tenho vontade de socá-lo, quero bater nele até que toda essa raiva e dor que me pesa o corpo passe, quero bater nele por ter feito o que fez, por ter feito o que todos fizeram.
Ao invés disso eu me viro de costas, apanho o pote de pinceis no chão e lanço contra a janela, o vidro quebra com um som estridente. Ouço minha mãe chorando no andar debaixo e isso só me faz ter mais raiva ainda.
De repente, sinto os braços do meu pai em volta do meu corpo. Ele me segura com força, mesmo bêbado ele ainda é mais forte do que eu, seus braços são como barras de ferro me prensando contra seu corpo gigante. O fedor de álcool invade minhas narinas.
- Me solta! – Grito - Me solte! – Mas ele não me obedece.
Começo a me debater e gritar. Não quero ficar aqui. Quero que o mundo inteiro desabe sobre mim, quero ser esmagado pelos escombros e nunca mais retornar a superfície.
Coloco os pés no chão e o empurro para trás. Meu pai se desequilibra e cai no chão ainda me segurando. Bato minha cabeça contra o seu queixo. Dói, mas isso não importa. Seus braços se afrouxam e eu me levanto rapidamente. Quando estou prestes a continuar a destruição, vejo ele imóvel no chão. Os olhos fechados, sangue ao redor de sua cabeça.
Mais imagens surgem, mais lembranças.
Lama.
Sangue.
Chuva.
Eu fiz mais uma vez. Mais uma vez minha culpa. Por que tudo que eu toco se destrói?
E assim, rapidamente minha mente se aquieta. Existe uma névoa pairando sobre meus pensamentos. Os sons se tornam distantes, eu pareço estar flutuando no vazio, não existe direção, não existe esquerda ou direita, pra cima ou pra baixo.
Passo pelo meu pai caído no chão e vejo a expressão de choque e desespero no rosto da minha mãe no corredor. Ela passa por mim e corre até o meu pai gritando e pedindo socorro, desço as escadas e vou em direção a cozinha.
Ouço a voz do meu irmão. Ele fala algo inaudível como um sussurro. Não me viro para olhá-lo
Abro a gaveta, o brilho do metal parece ser capaz de cegar, ele me convida. Fecho os olhos.
Ouço a voz de Jungkook. A voz dele é mais alta, mais grave e parece ecoar nas paredes da minha consciência.
- Jimin! – Ele grita.
Eu avanço.
 


Notas Finais


Prestem atenção nas datas, por favor, elas são importantes para o desenvolvimento da história.
Comentem, por favor.
Até mais.
\o


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