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História Minha Musa - Zhong Chenle - Capítulo 1


Escrita por: e neozony


Capítulo 1 - O Seu Presente


Fanfic / Fanfiction Minha Musa - Zhong Chenle - Capítulo 1 - O Seu Presente

Hoje eram vinte e dois de novembro de dois mil e dezenove, um dia completamente normal para as pessoas, faltavam apenas trinta e nove dias para o ano se acabar e outro iniciar. Em todos esses anos que vivi a minha vida adulta - que cai entre nós, não era tanta assim -, eu poderia afirmar que nunca tive um ano tão maravilhoso como este, era tudo completamente mágico na minha vida, as coisas estavam sempre ao meu favor, até então. Me mudei para Xangai, na China, a exatos um ano e meio, consegui o meu tão famoso intercâmbio para esse país. Eu sempre tive uma admiração pela educação chinesa, a forma que eles sempre ensinavam bem os alunos, isso me motivava a lutar por um intercâmbio e de fato conseguir um com a bolsa de estudos. Pedi uma vaga em ciências contábeis, matemática sempre fora o meu forte e contabilidades era algo que estava decidida a pegar. Quando soube que passei em uma das universidades de Xangai, onde aceitavam estrangeiros e bolsistas, quase tive um 'treco', nunca imaginei que algo assim fosse acontecer na minha vida, afinal, eu sempre estava sendo bem desacreditada diante dos meus vizinhos do antigo país. Já tinha tudo pago pra mim na universidade, a bolsa que consegui junto com intercâmbio eram para poucos; e esses poucos incluíam a mim. Estudei mandarim durante dois anos antes de pedir o intercâmbio, aprendi tudo ao qual deveria e agora era considerada fluente na língua, vez ou outra conseguia pagar aulas particulares para outros estrangeiros e sempre me sentia feliz por conta disso.

Eu, honestamente falando, até então, não tinha nada ao quê reclamar da minha vida, estava tudo seguindo conforme sonhei e pedi, minha vida estava perfeita. Trocava mensagens com minha mãe todos os dias, eu nunca tinha visto os meus pais tão orgulhosos de mim como agora. Para eles, o fato de conseguir tudo isso era uma vitória, meus pais estavam mais felizes do que eu própria. A felicidade deles por minha pessoa era o que me fazia continuar cada degrau que percorria, e ainda tinha mais pela frente, pois sempre teria um pouco mais para me arriscar e se jogar. Agradecia todos os dias por toda essa felicidade que acontecia comigo. Quando entrei no meu curso desejado havia também diversos ocidentais comigo, eu não era a única e isso me deixava de fato; feliz. Conversei com muitos deles e tinha amizade com quase todos da universidade, os de ciências contábeis não eram os únicos que falavam comigo, eu era praticamente conhecida no campus inteiro, tanto pelos orientais e ocidentais, eles gostavam da minha presença e isso me alegrava. O fato de sempre ser espontânea, feliz e contagiante faziam eles gostarem de mim, ainda bem pois brigas era o que menos queria com eles, praticamente todos os orientais presentes na universidade eram de hierarquias, então gostava mais de não arrumar brigas com eles. Tudo que trocava com alguns eram "oi, tudo bem?", "como foi a sua aula hoje?", "boa sorte nas provas!" e eles retribuem da mesma forma.

Mesmo sendo uma 'popularzinha' eu tinha convivência com apenas quatro dos estrangeiros, os consideravam meus melhores amigos - já que estavam sempre comigo, seja em momentos bons ou ruins -. Nosso bonde era bem diferente e extrovertido, um de cada país e outro da China, porém não havia sido criado no país então se considerava estrangeiro também. Alice, Harley, Mark e Steven o chinês, todos nós fazíamos o mesmo curso, nos conhecemos através disso e, felizmente hoje somos bastante amigos. Praticamente todos os problemas que tínhamos eram compartilhados através do nosso grupo, tínhamos total confiança em cada um. Alice era portuguesa, então a gente costumava falar o português fluente quando os outros estavam longe, Harley americana, Mark canadense com família coreana e Steven nasceu na China mais se mudou para as ilhas da Grã-Bretanha ainda com meses, um britânico de fato. Eu amo muito todos eles e agradeço por serem os meus únicos amigos.

— O que será que tem no RU hoje?

— Não sei, mas eu espero que seja algo diferente, tô' enjoado de sempre comer as mesmas coisas. – Mark soltou uma risada com a resposta de Steven.

Hoje eu estava um pouco desligada com as conversas deles quatros, meus pensamentos estavam sempre em outra coisa, coisa essa que gostaria de esquecer, que pudesse empurrar para bem longe dos meus pensamentos, mais era difícil. Esquecer alguém que já te fez feliz um dia e até então faz era difícil, não são todos que conseguiam esquecer a felicidade e eu era uma dessas. Não conseguia tirar dos meus pensamentos do garoto, esse maldito garoto que mexeu com o meu coração. Hoje era o seu aniversário, dezoito anos de idade. Talvez ele pudesse esperar uma mensagem, texto ou até mesmo que pudesse ir vê-lo pessoalmente, mais estava sendo difícil. Quando decidi acabar com tudo que tínhamos não imaginei que doeria tanto assim em mim mas sim nele, ele quem se apaixonou por mim tão rapidamente. Estava completamente enganada, a única apaixonada aqui era eu, até hoje sofria com o fim que tivemos. Aposto que tudo isso doía mais em mim do que nele, doía tanto que muitas das vezes não conseguia pregar os olhos com saudades suas, do seu corpo, seu cheiro, de tudo. Ele me fazia uma falta tremenda, às vezes me pegava chorando pelo canto da casa tentando entender o porquê de ter-me apaixonado por esse maldito pirralha.

— O que você tem ________? Está um pouco abatida, parece-me triste. – pisquei duas vezes e então voltei para o meu consciente. Era incrível como minhas amigas conseguiam desvendar os mistérios dentro de mim em questão de segundos, apenas uma expressão minha poderia fazê-las imaginar que algo de estranho acontecia. Talvez seja pelo fato de que todos os dias minha expressão era bem mais alegre, de uma garota que não se deixava ser levada por nada; muito menos os domínios de alguém. O sorriso em meu rosto era o que motivava eles durante a manhã, eu os fazia rir, fazia alegres, mas hoje estava completamente diferente dos outros dias. — Hey, o que você tem? Você não é assim, nunca foi.

— Não é nada Harley, eu só me sinto um pouco cansada hoje. – sorri de forma discreta para ela, mais tudo que recebi foram negações dos três e uma cruzada de braços de Alice que semicerrou seus olhos pra mim. De repente, todos paramos na fila do RU - refeitório universitário -, e como hoje era sexta-feira seria o dia de Steven passar o seu cartão e pagar a nossa comida. — Uh, hoje eu vou pegar a comida mais cara, Steven.

— Jura que eu vou deixar? A fatura chegará ainda esse mês, meu cartão ainda não fechou.. pelo menos tenho o dinheiro do trabalho.

— Larga de ser pão duro Steven, você recebe mais que um salário mínimo, hoje vamos exagerar na compra. – batemos de leve no garoto que riu e assentiu em seguida. — Não sei ainda o que escolher para comer, precisa ser algo reforçado para aguentar a próxima aula. – como nosso grupo eram de cinco contando comigo, tínhamos a mania de cada dia uma pessoa pagar a refeição para todo mundo, o meu dia era nas quartas-feiras, pois além de serem mais baratas, eu tinha como pagar todas à vista com o dinheiro que recebia do estágio por mês.

— Bom, eu vou comer pouco e aproveitar o resto da comida na festa de hoje.

— Verdade, hoje é a festa de aniversário do Chenle.

— Caramba, eu esqueci completamente, não comprei o meu presente ainda. – Alice ditou depois de Mark e Harley.

— Alice, depois da faculdade eu vou passar numa loja e comprar o meu presente também, você não quer vir comigo?

— Só se antes disso a gente passar no meu flete, tenho que pegar o cartão e comprar algo. – Steven assentiu.

— Eu queria tanto ter um flete mais ainda divido o meu quarto com uma das bolsistas.

— Forças amiga, um dia você chega na burguesia como a gente. – fiz uma careta de quem queria dizer "muito engraçado" e eles riram em seguida.

— E você, o que vai levar para o seu namorado?

— O que? Eu e Chenle nunca chegamos a namorar, a gente só ficava.

— E você é muito sonsa. Claro que vocês namoravam, ele dizia para todos que você era a namorada dele, por que agora está negando? – eles riram baixinho.

— Não vamos falar disso por favor.. eu não quero lembrar dele. – me virei de frente para a fila e seguia os passos que a pessoa da frente davam.

— Mais você ainda vai para o aniversário não é?

— Não.

— Qual é _______, ele te convidou, você foi a primeira pessoa que ele chamou. – Mark tocou meu ombro e ficou bem ao meu lado. — Vamos por favor, ele gostaria de falar com você, de te ver.

— Sim, Chenle ainda gosta bastante de você e você dele, vamos com a gente? Por favor!

— Galera me entendam, eu não vou, não quero ir. Me deixem e respeitem a minha decisão. – suspirei fraco e continuei andando.

— Se você não for vamos ser obrigados a te arrastar até a festa. – revirei os meus olhos.

Zhong Chenle mais conhecido como; o garoto dos meus sonhos, o menino que tanto amei e desejava apenas pra mim, filho de pais com hierarquia, ele tinha tudo que desejava, menos as mulheres, eu era a principal e única para ele. O mais novo era único na minha vida também, o que sempre sonhei ter e realmente tive, passamos grande parte do ano juntos, aproveitando as sensações que meu corpo proporciona para ele. Nós conhecemos através de Mark, ambos eram grandes amigos e quando cheguei aqui, Lee apresentou rapidamente o garoto, ele tinha apenas dezesseis anos nessa época, muito novo para me relacionar, as diferenças de idades sempre eram um problema comigo, menos para ele. O chinês gostava de ser dominado, gostava da forma que eu me fazia de difícil; da forma que sempre negava ele pelas nossas diferença de idades. Mas isso mudou com os seus dezessete anos. No começo do ano começamos a nos relacionar, eu quem tirei a sua pureza, realizei os seus desejos e fiz dele o meu submisso, afinal, Chenle gostava disso, gostava de ser dominado, gostava de quando eu falava as regras, ele simplesmente amava a forma que o dominava na cama, seu corpo reagindo ao meu, era tudo que mais desejava em um homem. A fragilidade de Zhong era realmente o que mais gostava, ele nunca demonstrou ser um garoto rude, bruto e dominador, pelo contrário, gostava de quem fazia isso consigo e arrumou uma, uma que sabia tratá-lo, que sabia dividir seu espaço, que sabia como diferenciar a nossa intimidade de relacionamento. Depois que nos envolvemos ele me tratava como uma namorada, eram mimos o tempo todo, chegamos até a passar um final de semana fora da China, viajando e aproveitando nossos momentos, mais nunca foi um status de relacionamento sério, era um bastante aberto pra mim.. menos para ele. Ele achava que estava vivendo um relacionamento as mil e uma maravilhas.

Quando sua mãe soube disso tudo ela obviamente me procurou, conversou comigo de forma discreta, não queria parecer rude - já que não queria chamar a atenção das mídias para esse caso -. Eu entendi o seu lado, disse que não iria mais me envolver com seu filho. A senhora Zhong estava completamente certa; eu era uma adulta e seu filho ainda um garoto menor de idade, o que poderiam falar disso? Ou melhor, não estava indo nada bem pra mim mesma, a idade sempre era um grande problema para as pessoas, principalmente comigo que era bem mais velha. Quando faltava apenas um mês para o seu aniversário eu resolvi acabar com tudo, cheguei na conclusão de que nunca daríamos certo e o problema eram as nossas idades que não colaboraram. Não tive mais contato com lelê, eu bloqueei ele em todos os lugares, redes sociais e minha vida - ou pelo menos tentei -. Pedi para o porteiro do prédio ao qual era da universidade não permitir mais a entrada dele no apartamento, não queria vê-lo nunca mais na minha vida, mas sei que isso era uma tarefa difícil, eu gostava desse garoto, gostava mesmo. Sofria tanto com o nosso "término", não queria acabar assim sem mais nem menos, ele gostaria de uma resposta, gostaria de saber o motivo de ter tomado essa decisão, mais permaneci calada diante da minhas explicações para ele. Talvez hoje ele saiba o que me levou a fazer tudo isso, sua mãe disse-me que falaria com ele também, que a partir de hoje ele estava proibido de me ver. Eu entendia a sua decisão e respeitava ela também, sua mãe estava completamente certa. Talvez o meu pior erro tenha sido o nosso envolvimento, a forma como deixei tudo isso acontecer e se tornar.

— Acorda ______. – me assustei quando ouvi duas palmas bem perto do meu ouvido. Outra vez eu voltei a minha consciência tentando entender o que tinha acontecido. — Você é a próxima.

— Aproveita que eu vou deixar vocês pegarem tudo. – neguei com sua resposta e então pedi para a mulher servir minha comida, disse o que gostaria de levar comigo e nem foi muito.

— ______, me espera, eles ficaram para trás na confusão de furarem a fila. – olhei para eles que estavam atrás de mais três garotos, acabei rindo disso.

— A conta é com o Steven. – comentei para a mulher enquanto apontava para o garoto que levantava sua mão, ela assentiu e então e anotou os nossos pratos, saímos da fila segundos depois.

— Vamos na frente, ficaremos nas últimas mesas dessa vez. – Harley, Steven e Mark assentiram na mesma hora e então seguimos diante dos outros universitários que comiam. Seguir cuidadosamente para não derramar o refrigerante enquanto procurávamos alguma mesa vaga, mas como adivinhamos, teria apenas para o final, pegamos uma mesa que cabia seis pessoas, perfeita para o nosso grupo. Sentamos uma ao lado da outra e provei logo da minha comida, estava morrendo de fome hoje, antes de sair para a faculdade eu não havia tido uma refeição digna, só tomei café da manhã e vim pois acordei atrasada. — E então, gata, você está triste hoje.. eu já até sei o motivo disso. – encostei minha mão na bochecha enquanto com a outra segurava o garfo e comia. — Você não precisa ficar assim, Chenle quem te chamou para a festa dele.

— Eu sei, mas, eu não vou, não quero ser uma intrusa na sua festa.

— Para com isso, você foi a primeira pessoa que ele convidou, fez um cartão exclusivo com o seu nome e te enviou pelos correios ainda, por que acha que ele iria te achar uma intrusa? – suas palavras estavam nítidas e Alice também tinha razão.

— Não para ele mas sim para sua mãe..

— Por deus, você sabe quem fez os convites? A mãe dele. Se você fosse uma intrusa para ela obviamente que a mesma nem teria feito o seu convite.

— Ela poderia ter feito por pena, sabia que eu não iria aparecer então quis enviar o convite mesmo assim. – ela revirou os seus olhos.

— Não, claro que não gata. Ela te convidou porque quer que você apareça na festa.

— Eu queria pensar dessa forma também Alice, mas não entendo, você não sabe como ela é, do que falou comigo naquele dia.

— Eu sei amiga, você contou. Mas tu pensaste errado a respeito disso. – levei outra vez a comida até minha boca e em seguida o refrigerante. Eu nunca fui de comer tomando refrigerante ou algum líquido, sempre esperava quinze minutos, mais quando estava nervosa isso mudava, eu tomava tudo que tivesse na frente.

— Steven quase chorou quando viu o preço de tudo, mais passou o cartão. – eu e Alice rimos juntas quando os outros sentaram na nossa frente.

— Você tem que parar de ser tão mão fechada assim, tem dinheiro, Steven, deveria gastar mesmo.

— Não consigo, sempre acho que fará falta depois ou quando precisar. – revirei meus olhos enquanto Mark batia nele.

— Qual era o assunto de antes?

— A ______ ainda diz que não irá na festa, me ajudem a convencer ela.

— Olha, nem adianta, eu já me decidi, não vou e pronto. – mesmo falando dessa forma eu sabia que não ficaria assim, eles iriam dizer alguma coisa hora ou outra.

— 'Tá, então nos dê um motivo óbvio ao qual não irá comparecer na festa?! – Harley cruzou seus braços enquanto.

— Eu não quero vê-lo, não quero falar com ele, não quero tocar nele.. eu simplesmente não quero ver Zhong Chenle.

— Mentira, esse não é o seu motivo, está mentindo.

— Você mente muito mal. – Steven, que antes era o que menos se importava até então, agora estava falando também.

— Até você Steven?

— Olha, gata, eu sei quando uma coisa está errada, mesmo não parecendo ligar para a conversa de vocês, eu sei que você não deseja isso. ______, você não gosta de Chenle, você ama ele e eu consigo ver isso. – revirei meus olhos.

— Falou pouco mais falou bonito agora, 'tá de parabéns. – Mark comentou e Harley riu fraco.

— ______, Chenle gosta de você, bastante eu diria, então por que você não demostra que gosta dele também? Eu sei que seu lance é o domínio, mas poxa, você não poderia se submeter a comparecer na festa hoje? – respirei um pouco fundo e neguei em seguida.

— Desculpa galera mais eu realmente não quero ir na festa. – forcei um sorriso para todos eles. Steven, Mark e Alice voltaram a comer sem dizerem mais nada.

— Tudo bem, você é quem sabe. Só não se arrependa depois, talvez esse seja a sua única oportunidade de falar com Chenle.

Abaixei a minha cabeça um pouco e voltei a comer também como todos eles estavam fazendo nesse momento, havia ficado um clima estranho entre a gente ou era apenas eu que estava sentindo isso agora. Os três da frente começaram outro assunto aleatório atraindo a atenção de Alice também, já eu, estava quieta e na minha, eles também não queriam me atrapalhar nesse momento tão pensativo pra mim mesma. Minha cabeça dizia para não comparecer na festa, que isso seria como um suicídio sabendo como a mãe dele falou comigo naquele dia, quase como uma ameaça. Mais meu coração falava outra coisa, ele dizia para comparecer, para falar com o garoto e fazê-lo meu novamente, eu estava tão dividida entre meu consciente e coração nesse momento, os dois eram algo bastante fortes na minha vida, mais também os que mais me deixavam dúvidas e divisórias. O que faria? Deixaria um deles resolver isso? Não queria bater de frente com a sua mãe na festa e sei lá, ela acaba me tirando lá de dentro, mais também quero ir até lá e falar com ele; conversar com ele e fazê-lo meu mais uma vez.

Mais que grande confusão dentro mim.


22 de Novembro, Sexta-feira;

Às 18h12min PM, Xangai - China.

Abri a geladeira na frente e tirei lá de dentro uma pequena caixa com uvas que ainda tinham sobrado, por sorte, Lia, a chinesa ao qual dividia o apartamento da faculdade comigo, não comeu tudo e ainda deixou alguma coisa pra mim. Ela fazia o curso durante a noite, então era muito difícil da gente se ver, minha faculdade as vezes se estendia até a tarde e a dela às vezes começava pela tarde, quando voltava ao apartamento era no horário que ela estava a caminho da universidade. Nossos momentos juntas eram apenas durante os finais de semanas, isso quando não tinha semanários em grupos para apresentar na outra semana, sempre aproveitamos dos finais de semana para fazermos isso. Segui de volta para o sofá da sala e me joguei em cima dele, voltando a assistir o filme que estava passando. Eu costumava fazer isso com a presença dele comigo, deitado com a cabeça em meus seios enquanto aproveitava dos meus carinhos, isso quando eu chegava cansada da faculdade ou ele do colégio, normalmente o que fazíamos quando assistimos filmes não era de fato assistir. Eu sempre acabava em cima do menino enquanto ouvia ele gemendo o meu nome e implorando para cavalgar mais rápido.. ah lelê, que saudades de você e dos nossos momentos juntos, da sua submissão diante de mim.

Me lembrar disso era como uma excitação e eu de fato estava agora, apertei minhas pernas umas nas outras e suspirei fundo, tentando pegar um pouco de ar para os meus pulmões. Levei algumas das uvas sem sementes até minha boca e mordi levemente uma, isso também era a fruta favorita de Chenle, ele adorava quando mordia a fruta de uma forma sexy apenas para provocá-lo. As minhas provocações eram um dos seus fetiches, ele tinha vários, praticamente qualquer coisa que proporciona prazer para ele era um fetiche seu. Isso se tornava até mesmo engraçado. Escutei o telefone vibrando quase em cima de mim e peguei ele rapidamente, olhando pela tela inicial vi que era do grupo, grupo esse que estava apenas e meus amigos, Steven havia enviado uma mensagem para o grupo e então os outros estavam respondendo. Abri meu celular com a minha digital e cliquei diretamente para o grupo ao qual não era silenciado, vejo as conversas deles sobre a festa, fotos do presente que haviam comprado e fotos de agora, estavam todos muito lindos.

[Harley]: Você está pronta? Vamos passar aí as sete

[Eu]: Harley, você sabe que eu não vou, eu já disse isso.

Mark está digitando...

[Mark]: Olha _____, eu fiquei calado até então sobre isso mas preciso te falar… Você está sendo muito hipócrita! Chenle te convidou porque gostaria de te ver, falar com você, saber sobre você, ele quer transar contigo também se isso servir. E tudo que você fala é eu não vou. Me poupe e se poupe, ele quer você lá e se você não for infelizmente irá estragar a festa. Zhong pensou o tempo inteiro em você diante da festa, era a oportunidade de te ver e falar contigo, daí você agora não vai por motivos idiotas? Ah, mais você vai sim porque eu não quero ver meu amigo triste pelo motivo da mulher que ele gosta não apareceu. Saia de onde você está e vá se arrumar, iremos passar na sua casa às sete.

Estava simplesmente surpresa com as palavras de Mark, ele nunca era de falar assim comigo mas agora falou. E isso veio como um tapa bem dado no meu rosto, um que amei ler e refletir melhor, eu realmente precisava vê-lo e falar com ele, saber como estava nesses dias que não nos vimos mais.

[Eu]: Eu não comprei nem um presente para ele.

[Alice]: De todos que irão na festa, você será a única que Chenle não precisará de um presente.

[Steven]: Você só terá meia hora para conseguir se arrumar, já estou indo pegar os outros, beijos.

Bloqueei a tela do meu celular e peguei o controle de cima do sofá, desliguei a televisão e em seguida coloquei todas as uvas da vasilha na minha boca, eram poucas então não faria diferença alguma. Segui apressada para meu quarto enquanto já tirava as minhas roupas, joguei elas em cima do cesto de roupas sujas e fui até o banheiro para tomar um relaxado e prazeroso banho, gostaria de ficar especialmente sexy para o meu baby boy, se não irei levar um presente ao menos quero dar-lhe algo melhor e que ele conhecia muito bem. Depois de sentir a água gelada batendo contra o meu corpo eu já estava me sentindo um pouco mais relaxada, tirei toda a tensão que antes estava em meu corpo, resolvi não molhar os meus cabelos, iria com eles soltos e enxutos, me restava poucos minutos, não teria como arruma-lo. E por causa do relógio que estava contra mim, saí lá de dentro às pressas também, enxugando meu corpo e seguindo até meu guarda-roupas, precisava de algo chamativo no meu corpo. Achei um que gostava bastante, mais que nunca tive a coragem de usá-lo pois nunca aparecia ocasiões para isso, agora seria completamente diferente. Peguei apenas uma calcinha preta e vesti, o vestido em si não precisava de sutiã - pois suas alças eram finas -. Passei um pouco de hidratante pelo meu corpo e aos poucos e com cuidado fui colocando o vestido em mim, esse que era muito colado, e já que estava engordando, ficava pior do que havia provado antes de comprá-lo. Quando coloquei em mim, segui diretamente para uma das prateleiras e peguei um salto preto, um pouco alto que tinha também guardado, esse já era velho, sentia simplesmente medo de quebrar na hora da festa, mas espero que não.

Depois que calcei eles, levantei da cama e soltei os meus cabelos que estavam amarrados, passei apenas um creme para deixá-lo arrumado e em seguida o pente, eles ficariam soltos mesmo, dessa forma que estava. Peguei uma bolsa com alça fina, coloquei lá dentro o meu celular e o convite que achei guardado pelas gavetas. Passei um pouco do perfume que ele havia me dado de presente, era forte e eu amava perfumes masculinos por serem mais fortes que o normal, em mim ficava sempre muito cheiroso e maravilhoso e ele também amava. Passei apenas uma base e batom nos lábios, não era muito fã de maquiagem então nunca comprava muitas, apenas o que sabia usar e gostava. Me olhei no espelho nesse momento, eu realmente estava muito bonita e um pouco sexy também, esse vestido havia caído perfeitamente bem em mim, mesmo estando acima do peso. Sorri na frente do espelho e em seguida deixei meu quarto, fui até a sala e peguei as chaves de casa. Não consegui raciocinar perfeitamente, quando olhei para o relógio de ponteiros na parede ele marcava seis e cinquenta e cinco, apenas cinco muitos para as sete, eu demorei tanto assim? Achei que não havia passado nem dez minutos direito.

Saio lá de dentro segundos depois trancando a porta por fora, movi passos até o elevador onde esperei por um chegar. Enquanto isso, deixei as chaves dentro da bolsa e entrei no elevador sozinha. Depois que desceu até o solo deixei o prédio seguindo até lá fora, já tinha visto o carro de Steven estacionado e ligado, eles estavam me esperando e as garotas também, sorri ao vê-las pela janela e então entrei no carro com todos me olhando e sorrindo. Sentei perto da janela de vidro enquanto Alice se afastava para mais perto de Harley.

— Você vai matar o garoto desse jeito. – Mark soltou no banco da frente e eu deixei um tapa fraco na sua nuca.

— Quando vocês sumirem eu já até saberei o motivo. – os quatros riram, Steven deixou a frente do prédio e seguiu rumo da mansão do garoto. — Você disse que não queria vim para não vê-lo, imagina se quisesse. – Alice riu.

— Parem por favor ou eu vou ser obrigada a descer desse carro com essas palavras. – as duas se calaram enquanto os dois da frente tomavam algum assunto entre si.

— Você está nervosa? – Harley segurou a minha mão por cima das coxas de Alice, e eu voltei minha atenção para ela com um sorriso na ponta dos meus lábios.

— Um pouco… irei aparecer sem presente para ele.

— Amada, o presente do Chenle é você mesma, olha isso. – apontou pra mim mesma e eu soltei uma risada. — Ele pode até ter uma parada cardíaca antes mesmo de você o usá-lo. – revirei meus olhos.

— Vocês também estão bonitas, meninas. – elas sorriram.

— Bonitas sim, gostosas como você não. – Alice piscou junto com Harley.

— E a gente? – Mark ditou enquanto se achava do banco da frente, Steve olhou por um segundo e piscou, avisando para eu elogiar ele também.

— Vocês estão razoáveis meninos, parecem os mesmos nerds da faculdade como sempre né, isso nunca muda. – soltamos uma risada.

— Muito engraçado, muito engraçado.

Dez minutos depois no trânsito pacífico de Xangai, o carro estacionou um pouco longe da mansão do garoto por conta dos outros carros que haviam chegado antes, saímos todos lá de dentro e seguimos juntos para a entrada. Eu nunca havia pisado na casa dele, apenas passava em frente quando vinha deixá-lo em táxi, mais entrar nunca entrei, sabia que era grande o suficiente para muitas famílias morarem aí dentro, sua mãe tinha muito poder dentro de Xangai, por isso morava em uma mansão tão grande. Chenle sem dúvidas deveria ser muito rico. Aproveitei o momento que estávamos perto da entrada para tirar o meu convite de dentro da bolsa como faziam, observei cada um com um na mão e estranhei, o meu era o único diferente deles.

— Por que o meu é diferente do de vocês? – levantei o convite na altura do meu rosto e mostrei para eles que fizeram a comparação.

— Porque o seu é entrada vip diretamente para o quarto dele. – Mark ditou e eu levantei uma sobrancelha, o Lee estava organizando a festa com o garoto então isso poderia ser verdade. — Estou brincando, ele só quis fazer o seu diferente.

Paramos de frente para um dos seguranças que olhava os convidados e os convites de cada um, eu havia sido a primeira logo então mostrei, o segurança não pegou da minha mão e nem conferiu nada, apenas abriu rápido a entrada e deixou-me passar. Estreitei os olhos nesse momento mais entrei, olhando rapidamente para os garotos que tinham os seus confiscados diferente do meu.

— Por que ele olhou o de vocês e o meu não? – levei o convite para dentro da bolsa novamente e andei junto com eles, todos estavam com um presente nas mãos, alguns grandes e outros não.

— Eu já disse, o seu convite é diferente do nosso porque é especial. – se aproximamos mais um pouco dos presentes que estavam em volta de uma mesa, havia presentes muito grandes, não tinha como não sentir vergonha por não ter trago nada ao olhar aquilo.

— Tem muitas pessoas e presentes. – Steven comentar.

— Acho que metade são amigos da mãe dele, eles são um pouco velhos. – Alice ditou poucos segundos e eu soltei uma risada com isso. — São todos ricos, será? Sua mãe é da sociedade de Xangai.

— Provavelmente os únicos pobres sejam nós mesmo. – soltamos uma risada mas não deixei de confirmar.

— Achei ele! – Mark ditou enquanto eu arrumava meu vestido, pelo canto dos olhos vejo o mesmo levantar sua mão e movimentou

— Ele te viu... Já está vindo… – olhei para Harley enquanto a mesma falava e olhava para a frente, aproveitei para olhar também e vejo o que ela estava se referindo. E lá estava ele, o garoto de cabelos tingidos no vermelho escuro, aparência de mimadinho e um rosto encantador, tão jovem e atraente para as mais novas, porém seus gostos eram peculiares, Zhong Chenle gostava de mulheres mais velhas, mulheres que assim como eu; gostaria de dominá-lo. Ao caminho todo, seus olhos não saíram de mim, ora ele sorria ora ficava sério, não sabia mais ao certo o que fazer. Soltei uma risada fraca e abaixei meu olhar por um segundo.

— Olha o aniversariante da noite. – Steven soltou mais seu amigo não deu a mínima para isso.

— Fico feliz que tenha vindo, _____. – encarando o mais novo e vejo o seu sorriso no canto dos lábios. — Você era a mais esperada por mim.

— A gente ainda está aqui, Chenle. Pode nos dá atenção também? – soltei uma risada e ele parou de me olhar, encarando agora os seus amigos e sorrindo.

— Eu fico feliz em saber que estejam aqui também, vocês eram os mais esperados por mim.

— Mentira, você acabou de falar que era ela. – os três soltaram uma risada junto com ele também.

— Eu também estava esperando por vocês, meus amigos. – ele saiu abraçando os garotos e segurando os presentes de cada um, eu estava mesmo no meio, entre Harley e Mark, Alice e Steven, mais ele não passou por mim, pulou para os outros dois. Andou até a mesa de presentes e deixou o de todos lá.

— Chenle, desculpa não ter trago presente para você, eu…

— Você ter vindo para cá já é o meu presente. – suspirei fundo e escutei a tosse fingida de Mark.

— Então, a gente vai andar um pouco.

— Vamos olhar as comidas Steven, vai ser melhor. – os quatro falaram ao mesmo tempo e então saíram de perto, acabei sorrindo com a forma de falar deles.

— Sua casa é grande. – parei meus olhos nele que sorria pra mim enquanto me olhava.

— Você está tão… Linda.

— Obrigada, baby. – sorri e achei um lugar vazio entre um dos sofás, me aproximei de um deles e sentei quase na ponta, o garoto seguiu os meus passos e sentou-se bem ao meu lado. — Como anda no colégio? Vai bem?

— Estou bem, irei me formar no próximo mês.

— Fico feliz por isso. – cruzei minhas pernas. os olhos de Chenle desceram até minhas coxas, ele tirou seu casaco ao qual usava e colocou diante das minhas pernas, apenas para deixá-las cobertas e nada aparecer diante daqueles homens.

— Cubra as suas pernas, mommy, eu não quero que olhem para você e sintam atração sexual como eu sinto. – soltei uma risada abafada com a sua resposta e mordi os meus lábios. — Minha mãe chamou muitas pessoas de idade, eu não quero perder para eles.

— Você não vai, baby, eu sempre terei olhos apenas para você, meu garotinho lindo. – passei as mãos pelos seus cabelos na tinta, mais ele segurou rapidamente, me fez tocar sua blusa com mangas ao sentir o seu coração um pouco fraco.

— Você sente? Ele bate por você, apenas você. Por que fez isso comigo? Eu estava tão feliz com o nosso relacionamento, estava achando que daria tudo certo entre a gente e então isso acontece.

— Chenle olha…

— Eu sei, eu sei que minha mãe fez isso tudo, mas agora ela não pode mais escolher quem eu quero para a minha vida ou não.

— Não é bem assim. Você ainda mora com ela, se ela decidir que não ficará comigo então estará valendo.

— Não, eu quero você, só você mesmo e nada mais. – ele suspirou. — Eu sinto falta dos nossos momentos, de você em cima de mim me dominando.

— Não vamos falar sobre isso agora.

— Você quer conhecer o meu quarto? – levantei uma das minhas sobrancelhas e em seguida soltei uma risada. — Você nunca entrou na minha casa, não quer conhecê-lo?

— Uh, a sua casa? – ele assentiu. — Não sei, parece muito grande.

— Eu posso te apresentar, vamos lá… – o mais novo tocou meu ombro e esperou uma resposta minha sobre isso. — Eu já disse que você está linda?

— Chenle você já disse isso. – soltei uma risada abafada.

— Desculpe, você me deixa nervoso na maioria das vezes. O seu batom, ele está tão chamativo e bonito, isso me deixa animado para começar. – ele suspirou fundo e passou as mãos por seus cabelos, consegui ver que estava suando frio.

— Está suado baby? Aconteceu alguma coisa?

— É que eu sinto sua falta amor, você vestida dessa forma me deixa suando frio. – mordi meus lábios. — Vamos conhecer meu quarto, você vai gostar.

— Você tem convidados para receber, Chenle, não pode ficar exclusivamente comigo.

— Você é a minha convidada exclusiva, eu quero ficar apenas com você. – passei minhas mãos por seu rosto sentindo a pele macia do menino. Ele fechou seus olhos por um momento enquanto aproveitava dos carinhos. — Vamos por favor.

— Você tem uma festa agora.

— Eu não me importo, quero ficar com você.. por favor amor.

— Baby não me chame assim.

— Então vamos, vamos conhecer o meu quarto. – ele fez uma enorme cara de pidão e cruzou seus olhos com os meus. — Por favor…

— Tudo bem, vamos lá. – seu sorriso aumentou nesse momento, segurei o casaco de Chenle em uma das minhas mãos enquanto a outra era segurada pelas suas, saindo de perto dos convidados vejo que eles estavam muito envolvido na conversas ou decoração do local.

Subimos as escadas juntos, eu nunca havia visto uma escada tão gratificante e bonita dessa forma, era toda no piso de mármore, maravilhosa de fato. No andar de cima era tudo dividido por portas e corredores, muito lindo também. Eu sentia a tensão sexual em Chenle, ele me queria, bastante, estava esperando apenas uma oportunidade para isso acontecer, e agora era a hora de tê-lo pra mim mais uma vez. A porta de um dos quartos se abriu devagar, ele entrou junto de mim e então soltou minhas mãos, escutei a porta sendo trancada por dentro e sorri com isso. O ambiente do seu quarto estava completamente luxuoso, havia luzes de neon em cores vermelhas, ele havia decorado tudo de uma forma sexy e luxuosa para essa festa, ou talvez apenas para me receber aqui. Seu quarto também era grande, não muito assim mais ainda sim grande, estava completamente encantada com a riqueza que a família Zhong esbanjava.

— Você dorme nessa cama?

— Sim. Ela é muito grande apenas pra mim dormir. – me aproximei da mesma em poucos segundos e toquei, era macia e os panos finos também, fechei meus olhos e então sentei nela de frente para o garoto.

Chenle sorriu com isso e se aproximou rapidamente de mim, se manteve de joelhos agora na minha altura, se aproximou de mim e ficou bem próximo do meu rosto. Suas mãos tocaram minha cintura e foram subindo até os meus seios, onde pararam ali e começaram a explorar mais aquela região. Abri um pouco minhas pernas e trouxe ele para mais perto de, prendendo as mesmas em sua cintura.

— Estava com saudades de mim? – ele confirmou me olhando intensamente. — Você se tocava enquanto pensava em mim, bebê?

— Era impossível não fazer isso, seu corpo nu e em cima de mim estava sempre nas minhas visões. Eu queria tanto você, estava com tanto desejo sexual, não queria ter que passar necessidade.. você entende não é?

— Fez certo... Errado, mais ainda certo. – aproximei seu rosto para mais perto do meu.

— Amor, eu estive pensando, eu quero um presente de aniversário.

— Você quer, lelê? O que deseja meu bem? Diz pra mim.

— Eu quero você, em cima de mim amor. Quero entrar em você e te sentir por completo. – apoiei minhas duas mãos no colchão da cama que afundou com isso, soltei minhas pernas de sua cintura e o olhei rapidamente.

— Tira a roupa pra mim, lelê. – mordi meus lábios. Meus olhos estavam vidrados nele e nos seus movimentos, ele levantou do chão e deu dois passos para trás, estava prestes a tirar suas roupas. Primeiro foi sua blusa com mangas, ele tirou e jogou para o lado, em seguida os tênis e a calça de couro. Vejo sua cueca boxer da Calvin Klein, até achei estranho pois ele não vestia muito esse tipo de marca mas realmente ficou atraente.

Enquanto olhava ele e o físico do mesmo que a cada dia que passava estava melhorando, parecia até mesmo que ele estava na academia. Observei ele de cima a baixo o tempo inteiro, não queria tirar os meus olhos em momento algum, ele estava tão sexy. Levantei da cama em seguida e fui até ele com um sorriso no rosto, passei minhas mãos por seu abdômen e os quadradinhos formados, parei de frente para suas costas e continuei tocando e arranhando aos poucos seu abdômen.

— Que idade você tem agora, lelê? – sussurrei no seu ouvido e ele se arrepiou. Eu estava bem mais alta que ele por conta dos saltos, tirando eles, ele seria um pouco mais alto que eu.

— Eu tenho dezoito, mommy.

— Isso agora é bom para a gente, não é?

— Sim, é bom, eu poderei ser seu. – segurei seus ombros e o virei de frente para o meu corpo.

— Você já é meu! – empurrei ele para trás até se deitar na cama, antes de me deitar na mesma eu tirei os meus dois saltos. Passei minhas pernas em volta de cada lado da sua cintura e sentei mesmo em cima do seu pênis, comecei um pequeno movimento ali por cima enquanto minha calcinha se roçava com sua box. Segurei sua nuca e então puxei seu rosto iniciando um beijo entre mim e ele. Ah sua boca, eu estava com tantas saudades daquele beijo, de sentir minha língua invadindo a sua, da forma como ele ficava agitado em sentir meus lábios.

— Amor por favor, sem preliminares hoje.. vamos pular. – seus olhos estavam de uma forma tão pidona, seria impossível não fazer os seus desejos.

— Apenas hoje eu irei fazer o que pede lelê, mas não se acostume. – ele sorriu de lado e assentiu em seguida. Desci minhas mãos por seu abdômen e então cheguei na sua cueca, me levantei de cima dele e tirei a mesma em seguida observando que o garoto já começava a ficar duro. — Você sempre era tão bom comigo e eu nunca retribua isso.. que tal agora?

Comecei a deixar beijos por seu pescoço e fui descendo aos poucos, passei pelo seu abdômen, os quadradinhos que se formava e cheguei bem onde queria. Passeio minhas mãos em volta dali e vejo sua áurea de insatisfação se formando, ele queria bem mais que isso é de fato teria, apenas tenha calma meu baby boy. Segurei o seu pau rosinha e comecei uma masturbação muito lenta, não queria acelerar as coisas; mas também não queria devagar demais, então, acelerei um pouco mais só um pouquinho mesmo, apenas para animar o seu amiguinho e o meu pau favorito. Ele começou a soltar arfares baixos diante disso e eu já me animei também.

— Eu sempre faço esses movimentos mais suas mãos são bem melhores… mommy, por que nunca fez isso no seu baby boy? – levou suas mãos até a testa e tirou os seus cabelos dali os jogando para trás. Sorri fraco com isso e passei minha língua pela sua glândula rosada e já 'animada', oh, aquele sabor do seu pau que sempre me deixava animada para meter tudo dentro de mim logo. Empinei minha bunda um pouco para trás e então meti minha boca de uma vez só no pênis do garoto, comecei de cima para baixo rapidamente, minhas mãos também ajudaram nisso e no maior prazer que eu poderia dar-lhe agora. — Oh… ____.. por favor.

Subi novamente uma das minhas mãos até seu peitoral e deixei arranhões pela região, algo que fez ele reprovar por conta das dores que sentia nesse momento, sorri com isso afinal era o que queria. Com a minha outra mão, eu masturbei muito bem ele enquanto o chupava, a sensação de tê-lo assim realmente era a melhor de todas da minha vida, ele era simplesmente maravilhoso pra mim. As mãos do garoto tocaram minha cabeça e ele tentou me pressionar um pouco mais para baixo, tirei rapidamente suas não dalí e o olhei.

— Eu falei para você me tocar? – ele negou. — Então não faça mais isso, eu quem decido o que fazer com você. – ele assentiu e então voltei aos movimentos de antes; masturbando e chupando a outra parte. Com a minha língua, eu às vezes chegava a cobrir toda a extensão do seu pau com minha saliva, deixando bem lubrificada e deslizante para entrar na minha garganta. Ele ainda continuava gemendo ali em cima, estava adorando a forma como eu deixava tudo ainda melhor antes de começarmos o essencial para essa noite.

— Amor… por favor.. estou perto. – sorri ao escutar isso e então comecei a passar apenas minha língua pela sua glândula, mexia de um lado para o outro naquela região que estava começando a inchar e mostrando suas veias do pau, estava quase chegando, faltava tão pouco.

— Solta dentro da minha boca amor, tudo isso. – ele levou suas mãos até a testa e então limpou o suor que escorria. Depois de certo cinco minutos apenas chupando e passando minha língua pela sua glândula inchada, ele finalmente soltou aquele orgasmo acumulado dentro da minha boca.

— Desculpa ter gozado tão rápido assim, eu estava acumulado desde ontem. – ele sorriu fraco e tentou controlar sua respiração. — Minha mãe atrapalhou no momento em que estava perto. – soltei uma risada fraca e consegui engolir tudo, soltei o seu pau e me sentei na cama olhando para ele, lelê fez a mesma coisa, mas manteve uma distância de poucos metros diante de mim. — Não é justo, apenas você tirou as suas roupas. – soltei uma risada fraca.

— Então as tire por mim. – ele se aproximou rapidamente do pequeno espaço que tinha entre a gente, o ruivo me beijou com vontade e rapidez, tocava meu vestido e o subia para cima aos poucos até tirá-lo completamente do meu corpo e me olhou curioso, ele sorriu ao me olhar e já se manteve completamente animado com isso, tocou minha cintura e me puxou novamente para perto dele, beijando o meu pescoço e tudo mais, deixei isso acontecer pois achei bom o seu tipo de carinho em meio ao nosso sexo. Suas mãos deslizaram até a barra da calcinha e ele puxou para baixo, passando por minhas coxas, joelhos, pernas e até sair completamente de mim, agora os dois iriam se amar por completo.

Afastei ele de perto de mim ao lembrar de algo preciso e essencial para agora. Chenle ao notar o meu afastamento de si; juntou as duas sobrancelhas e me olhou um pouco curioso, tentando entender o que acontecia.

— Esqueceu? Sem camisinha eu não faço nada com você. – ele soltou uma risada fraca e levantou da sua cama, andou diante da iluminação vermelha que ainda estava no quarto, abriu o seu closet e entrou lá dentro, não o segui pois queria esperá-lo aqui na cama. Dois minutos depois ele voltou de lá, abrindo o pacote da camisinha e colocando diretamente diante do seu pau, o mesmo se sentou na cama outra vez e me olhou com um sorriso, estava esperando os meus próximos passos consigo. — Já que você fez tudo certo, eu quero que fique por cima de mim agora.

— ______, você sabe que eu não gosto assim, eu não sei dominar. – alisei seu rosto um pouco.

— Será apenas um pouco, você não vai dominar, apenas me foder. – me deitei na cama com ele me olhando, abri as minhas pernas lentamente e passei minhas mãos pelos clitóris e o piercing, ele teve seus olhos fixos em mim mais não demorou para subir até onde eu estava. — Fode a sua mommy Chenle.

— Como você quiser, amor. – ele sorriu e ficou de joelhos na cama, segurando seu pau e pressionando na minha entrada principal.

Até que senti ele por completo dentro de mim, soltei um gritinho baixo quando o mesmo me invadiu da forma como eu queria, ele se movimentou fraco, estava ainda testando e tentando fazer isso de uma forma boa. Não era algo difícil pra mim, mais para ele sim, lelê não era o típico que dominava e quase nunca fazia isso, foram apenas duas vezes enquanto estava comigo — três com essa —, seu jeito mesmo era a submissão, que, entre nós, era perfeito com ele. Um baby boy tão bom e obediente comigo, era impossível não gostar de como ele era, da sua forma de ser um 'ômega'. Ele acelerou um pouco enquanto se decidia onde deixava as suas mãos; minhas pernas, cintura ou seios? Esse era a sua única dúvida nesse momento. Acabei segurando suas mãos que antes estavam em minhas pernas — ao qual deixei na sua cintura — e então o trouxe para meus seios, fazendo ele apertar aquela região que tanto gostava do meu corpo.

— Lelê chupa os meus seios, eles também sentiram falta da sua boca. – o menino não demorou para fazer o que havia pedido, sua boca já estava em contato com um dos meus seios, chupando e mordendo como ele sabia fazer, a outra estava no esquerdo, apertando o bico e puxando também. Suas estocadas passaram para fundas e rápidas também, estava admirada com ele e seu possível "domínio" agora, não era que ele estava evoluindo nisso também, porém ainda continuava sendo apenas o meu submisso. Talvez a convivência comigo e o nosso sexo diário tenha o feito melhorar em todos os aspectos. Praticamente estávamos na minha cama em todos os momentos, de tarde e noite, aos finais de semana eu gostava de fazer pela manhã cedo; quando ele dormia na minha casa nas sexta-feiras e acordava já comigo em cima dele.

Chenle, depois de muitos tempo apenas chupando um dos meu seios, passou para o outro mais contínuo alisando o que antes estava na sua boca. Algumas vezes ele diminuía o ritmo pelo cansaço mais sempre aumentava depois, sabia que iria reclamar por conta disso então resolveu não testar nada. Mesmo não se mostrando com prazer pela forma que estava, ele queria me deixar feliz e obedecer às minhas ordens também, ele ainda gemia diante dos meus seios quando atingia o seu prazer. Depois de ter abusado dos meus seios, o garoto colocou suas duas mãos diante do meu corpo e ficou com o seu rosto perto do meu, aproveitei para subir minhas pernas até sua cintura e continuar com elas presas naquela região, nossos olhares se cruzaram por um segundo, escutei ele gemer o meu nome fraco e quase como um sussurro. Puxei as partes detrás dos seu couro cabeludo e então trouxe seu rosto para perto do meu, beijei sua boca com vontade e rapidez, fazendo questão de gemer diante do beijo para agradá-lo mais ainda.

Zhong nunca se mostrou um garoto dominador na frente dos outros e quando começamos a se envolver, todos sabiam que ele era um submisso, não apenas pelo seu modo de ser mais também por me conhecer bem. Eu não era uma mulher que gostava de levar regras mas sim de fazê-las e Chenle era a pessoa certa pra mim, o garoto que nunca discutia com a forma que eu era, ele mesmo gostava de ser dominado por mim; apenas por mim.

— Oh… amor. – desgrudei os nossos lábios ao escutá-lo gemendo pela forma rápida que se mantinha dentro de mim, fechei os meus olhos por impulso enquanto ainda aproveitava aquela sensação boa dele por cima de mim.

Mas não demorou muito para tomar o controle da situação outra vez, isso era o meu maior Hobby.

— Você ainda me quer cavalgando em você, bebê? Ainda gostaria de me ver por cima de você?

— Por favor ____... eu quero muito isso. – suas falas saíram como gemidos de prazeres e agonia, ele queria isso mais que tudo.

Parei as suas estocadas que até então estavam maravilhosas dentro de mim, investi as nossas posições e fiquei como ele sempre gostava; me vendo por cima de si. Deitei Chenle perto da cabeceira da cama, segurei o seu pau e coloquei dentro de mim novamente mais agora eu quem iria fazer como ele sempre gostava. Lelê gemeu quando me sentei completamente em cima dele e encostou suas mãos na cama, deixando seu corpo um pouco esticado e melhor para os meus movimentos, foi então que, aproveitando a ocasião eu me movimentei de trás para frente, como ele realmente gostava.

— É assim que você gosta, uh? É assim que gosta que eu faço com você? – acelerei minhas cavalgadas dentro de mim mesma escutando os seus gemidos de reprovação por tal ato nesse momento, isso pra mim era magnífico, seus gemidos eram músicas para os meus ouvidos.

— Você é… tão maravilhosa comigo.. mommy, uh. – ele mordeu seus lábios e eu então beijei sua boca como realmente queria, uma imensa vontade de fazer isso, de sentir os seus lábios aos meus, de saber que ele era extremamente meu por completo.

— Meu baby está gostando? Quer que eu vá mais rápido em você, uh? – ele sorriu fraco e assentiu poucos segundos, puxei seus cabelos para trás e segurei sua garganta nesse momento, não aperte tanto assim mas queria fazer isso. — Eu quero que você fale.

— Por favor amor, me fode mais rápido. – soltei uma risada fraca com isso afinal quebrava todos os estereótipos das mulheres falarem no ato sexual. Fiz o que ele me pediu e acelerei minhas cavalgadas em cima dele com toda a força que tinha em meu corpo, estava suando demais porém queria continuar com isso, continuar sentando fundo e forte, me proporcionando prazer também. — Isso… assim amor.

— Você todo submisso para mim é a melhor coisa do mundo, Chenle. – deixei um beijo no seu ombro e então soltei seus cabelos, mais continuei com as mãos em volta do seu pescoço, ele me olhava de uma forma única e sexy, parecia extremamente feliz com o que tinha dito e também por me ver assim, em cima dele.

Chenle, você está aí? Por que trancou a porta? – escutava perfeitamente a mais velha tentando abrir a porta mas não conseguia. — Zhong Chenle você está com a ______?

— Sim ele está, agora saia daqui e me deixe foder com seu filho. – encostei a cabeça de Chenle na cabeceira da cama e levantei a mesma, deixando mordidas e alguns chupões pela região, queria fazê-lo gemer o mais alto possível para sua mãe escutar.

Garota eu vou te matar! Chenle abra essa porta agora, volte para a festa, tem convidados querendo te ver. – cavalguei um pouco mais rápido e as mãos dele foram para minha cintura impulsionando minha rapidez e ajudando também. — CHENLE… – ela bateu na porta com força.

— Ela consegue abrir? – perguntei um pouco preocupado enquanto olhava ele com os seus olhos fechados e uma expressão prazerosa no seu rosto.

— Não… só existe uma única chave e está comigo. – mordeu seus lábios e subiu suas mãos até meus seios os apertando. — Amor.. vá mais rápido.

— Lelê eu estou cansando.. ajude-me uh? – rapidamente o ruivo tirou sua cabeça de cima da cabeceira e voltou com as mãos para minha cintura, começou a me ajudar nas cavalgadas enquanto se movimentava também. — Oh.. isso lelê, vai assim.. mete com mais força vai, você consegue não é baby?

— Faço tudo pela minha musa. – sorri com o que havia escutado e aproximei minhas mãos de seu rosto beijando sua boca e gemendo ali mesmo apenas por provocação, ele gostava disso. Puxei seus lábios de baixo com força e chupei em seguida, escutei seu gemido de reprovação e seus movimentos diminuírem com isso. Segurei seu pescoço com força e soltei seus lábios; olhando para ele com uma carinha brava.

— Eu falei para você diminuir? – apertei seu pescoço e então ele voltou os seus movimentos de antes, olhando para baixo e vendo seu pau entrando e saindo de mim.

— Isso é tão bom.. você é tão boa.

O que são esses rangidos? Meu deus. Chenle quando você sair desse quarto... – revirei meus olhos.

— Ela ainda está aí? – prendi minhas mãos em seu pescoço.

Joguei metade do seu corpo para trás e ele deitou-se na cama um pouco torto. Pousei minhas mãos sobre seu peitoral fazendo com que permanecesse deitado na cama, e agora voltei a tomar controle da situação. Voltei a cavalgar em cima dele bem melhor do que antes, agora estava indo um pouco mais rápido, muito mais, ele por sua vez apenas gemia enquanto tentava — de alguma forma — deixar as suas mãos fixas em algum lugar do meu corpo; seios, cintura, costas. Chenle resolveu apertar os meus seios com força e provocar os bicos dele, algo que me fez gemer novamente mas em reprovação pela dor, os meus seios sempre eram o que mais deixava-me sensível na hora do sexo. Coloquei meus cabelos para trás e acelerei muito mais, estava vendo a hora dessa cama quebrar por conta da velocidade que estava, nunca imaginei que pudesse ter essa força toda no sexo, que bom saber disso. Eu já estava com tanto tesão sexual nele que agora queria apenas soltar tudo, soltar aqui mesmo, em cima dele, vendo-o todo submisso assim — que era meu ponto fraco —. Ele gemia, se calava, gemia novamente e soltava algumas reprovações também, as expressões de Chenle diante dos prazeres eram outras, diferente do que costumava ver.

— Mommy.. está pertinho.. mais rápido.

— Meu baby boy está perto? Será que deixo você gozar? – cravei minhas unhas em seu peitoral.

— Por favor.. deixe-me soltar tudo dentro de você.

Sorri fraco ao ouvi-lo e então parei meus movimentos, tirei seu pau de dentro de mim, estava tão inchado; pronto para o orgasmo dentro da camisinha. Deixei ele reto na cama  e encostei minha vagina no seu pau, começando a roçar ali e simular uma cavalgada de verdade, mas lelê gostava disso, gostava das minhas provocações e as preliminares também. Fui um pouco mais rápido em cima dele, de um lado para o outro antes de meter dentro de mim novamente. Eu gostava disso, gostava de cavalgar no seu pau antes de meter dentro de mim, gostava de simular e roçar minha buceta no seu pau antes de tudo. Mordi meus lábios ao sentir uma sensação boa dentro de mim, era a minha vez de soltar o meu em cima dele. Pousei minhas mãos na minha própria coxa e acelerei mais um pouco isso, antes de mim, eu queria vê-lo gozando a segunda vez.

— Lelê, goza primeiro que depois eu te dou meu presente. – ele assentiu com um pouco de dificuldade e então fechou os seus olhos, segurou minha cintura e pressionou melhor minha buceta em seu pau que estava com pré-gozo, ele estava tão perto novamente, isso era maravilhoso pra mim.

O orgasmo de lelê veio depois de cinco minutos só comigo roçando no seu pau, ele se desmanchou completamente dentro da camisinha e isso me animou bastante, ele tinha se saído realmente muito bem, nunca imaginei que iria gozar duas vezes seguidas. 

— Agora chupa a sua mommy, me faz gozar na sua cara. – ele sorriu e se arrumou no colchão, me movimentei até seu rosto e fiquei de joelhos na cama, apoiando minhas mãos na cabeceira e fechando os meus olhos em seguida. A língua de Chenle invadiu meus clitóris e começaram a chupar aquela região e o piercing que ali tinha, ele puxava, movimentava e fazia como bem ensinei para o mesmo meses atrás. Joguei minha cabeça para trás e movimentei meu corpo de um lado para o outro contra sua língua e seu rosto, ele por sua vez prendeu as mãos nas minhas coxas e me parou, deixei isso passar pois se era melhor para ele quem seria eu para atrapalhar. Segurei seus cabelos com força e puxei para cima avisando que estava fazendo um ótimo trabalho em mim, novamente sua língua invadiu minha entrada e então senti chegando, bem mais perto agora; faltava pouco. — Quase lelê.. – depois que disse isso, ele passou suas mãos pelos meus clitóris e o piercing que tinha sido colocado bem ali, movimentou o seu polegar diante do clitóris como uma masturbação e enfiou sua língua outra vez. Aquele momento tinha sido o último. — CHENLE...

Eu me derramei completamente dentro da sua boca e gritei pelo seu nome - espero que sua mãe não esteja na porta -. Levei minhas mãos até o rosto e tirei meus cabelos ali da frente para conseguir vê-lo melhor, o suor escorria tanto pelo meu rosto quando pelo corpo dele, isso mostrava o ótimo trabalho que havia feito agora. Suspirei fundo nesse momento e então saio de cima do mesmo, me sentando na cama e tentando voltar ao meu consciente depois do que aconteceu.

— Isso… foi…

— Maravilhoso, eu sei. – suas mãos puxaram as minhas e eu voltei a olhá-lo. — Você nunca me decepciona, amor, você é maravilhosa comigo, você é tudo pra mim. – eu sorri com isso, vejo o suor escorrendo pela sua bochecha e então resolvi limpar.

— Esse era o único presente que eu poderia te dar, lelê.

— Foi o melhor presente que eu poderia ter recebido. – sorri ao escutar isso, beijei os seus lábios, que, até então, estavam com gosto do meu orgasmo, em seguida me deitei em cima dele deixando todo o meu peso ali. — Vamos tomar um banho?

— Claro, mas agora não… vamos apenas aproveitar o momento.

— Faça como você quiser, mommy. – sorri fraco com o que ele disse. As mãos quentes dele passaram por minhas costas e começaram um carinho bom na parte nua. — Você agora namora comigo?

— Sim amor, agora podemos ser namorados, isso se você quiser. – soltei uma risada pois já sabia a sua resposta.

— Namorar com você é o meu maior sonho. – ele beijou minha cabeça.

— Baby boy?

— Sim?

— Feliz aniversário. – deixei um beijo em seu pescoço e então me aconcheguei melhor nele; deitando meu rosto na curvatura do seu pescoço.

Lelê realmente era o melhor que eu poderia ter na vida. Zhong Chenle seria o garoto que eu nunca me cansaria de fato, jamais iria trocar o meu garotinho por outra pessoa, ele tinha um lugar especial dentro do meu coração; seria o único na minha vida até então pois Chenle conseguia ser submisso na cama de uma forma que nem um outro homem sabia. Agora com a sua maioridade e a formatura se aproximando, teria a plena certeza de que iríamos aproveitar melhor dos nossos momentos entre quatro paredes. Eu queria ele, queria demais apenas por um simples motivo;

Ele era o melhor baby boy.


Notas Finais


Coletânea Mommykink (fem!dom):
https://www.spiritfanfiction.com/listas/femdom-mommy-kink-3196525

— Parabéns para as guerreiras que leram tudo. 👉😵👈
Espero que tenham gostado e comentem o que acharam, logo mais voltarei com outras histórias para vocês, meus amores e eu espero que gostem de todas! 🤗💜

Meu Perfil: @Sweetback


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