História Minha nada doce vida - Capítulo 19


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Categorias A Culpa É Das Estrelas, Divergente
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Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei meus demônios maravilhosos!

Capítulo 19 - Tudo afeta tudo


- isso não é muito bom.

- É puro álcool então não tem um gosto muito agradável.

- Agradável? Quem usa essa palavra para descrever bebida? - coloco o copo no balcão decindo que realmente não queria mais

- Eu.

- Faz sentido - realmente minha pergunta foi idiota.

Passo algum tempo encarando ele, e quando estava preparada pra dizer algo alguém me interrompe.

- O que foi? - pergunto para a pessoa parada no meio de mim e meu amigo.

- Victória Clark numa boate como essa...

-Conheço você?.

- Duvido muito, acho que princesinhas como você não prestam atenção no resto de nos - ela sem dúvida está bêbada por que o cheiro de álcool é mais forte nela do que no meu copo.

Falou pouco mas falou merda.

- todo mundo resolveu encher o meu saco hoje? - pergunto pra Marcus claramente sabia menos do que eu.

- Se você não lembra foi culpa da sua família tudo que aconteceu comigo.

- Do que você estaria falando? Por que sinceramente não lembro de você.

- Mas lembra do meu pai, Aquele que sua família acusou de roubo sem ter provas, por sua culpa tudo ficou uma bosta.

Eu acho que lembro dele mas o que tenho haver com isso?

- Ah, tudo bem mas eu não participei de nada haver com ele...então se quiser conversar com a minha mãe ou um advogado arrume um tempo e vá na empresa.

- Não começa com esse papo de boazinha e compreensível!! Você não presta igual a sua familiazinha de merda.

- Por favor vai pra casa, você está sendo uma pessoa CHATA - minha paciência acabou.

- Victória...- Marcus diz tentando manter minha vontade de ser grossa com ela afastada.

- Ela tá com namoradinho - A doida ri olhando pra Marcus mas volta logo a me encarar - ele sabe o que você fez?.

- Eu já falei que não tenho nada haver com o seu pai...

- Não, isso não! - nossa como ela grita - Ele sabe o que você fez com o grande Tom Clark?.

- O que? - Só pode ser brincadeira.

- Sei que você é culpada, tudo culpa da mimadinha.... Seu pai bem que mereceu a filhinha que tem.

Quando tudo parece bem, isso volta. Tudo volta como se fosse uma grande onda que me levasse dos bons momentos pro inferno novamente.

- Não sei do que você está falando, por favor vá embora - como ela sabe de tudo isso?.

- Sabe sim, Victória Clark é uma filha ótima...tanto que não se importou de fuder com a vida do próprio pai...coitadinho nunca mais voltou.

Tudo isso é demais pra mim, eu simplesmente não posso lidar com isso. Levanto sem dizer e nada...eu preciso me livrar dessa sensação...

Pov's Marcus

Victória sumiu, simplesmente não consigo encontrar ela em lugar algum, mas o pior é não saber o que fazer se encontrar, como posso melhorar as coisas pra ela? É uma Merda tudo isso.

- Ei Marcus!

- Anne.

- Acabei de ver vick entrando no banheiro. Se você estiver procurando ela ainda....

- estou,Obrigado.

Esse lugar é maior quando precisamos achar alguém, depois de entrar em dois banheiros no terceiro dou "sorte".

- Você não pode entrar aqui - Uma garota diz.

- Não me importo - Vick mal olha pra minha cara enquanto a garota desiste e vai embora.

- O que você quer em?.

- Vick...eu sei que é uma droga tudo isso...

- Não sei do que está falando se puder sair da frente. - Ela ta sendo fria...ok ela tem direito.

- Victória você não precisa enfrentar tudo sozinha.

- Marcus você é tão gostoso, pena que só serve pra sexo. Eu não preciso de você ok? - ela tenta se equilibrar se apoiando numa das portas.

- Não importa.

- Vai embora! Eu não preciso da sua compaixão!.

- Você acha que tudo isso é por compaixão? Eu te amo porra você é minha amiga, eu prometi cuidar de você.

- Eu... Não preciso de você

Resolvo que o melhor é deixar ela falar, a mesma senta no chão e percebo que está bem pior do que eu achava.

- Você tá drogada?

- Talvez, mas são só remédios. Nada de pesado papai.

- não grite - Digo me aproximando dela.

-O que vai fazer?.

- Tirar você daqui, não me ofenda...não sou capaz de te fazer mal - pego seus braços e a levanto fazendo ficar pressionada contra mim.

- Eu...não quero ir embora.

- Não vou te deixar assim sozinha, vamos pra casa. Consegue andar?.

- Talvez.

- É a última vez que te carrego Victória Clark - ela sorri o que já torna tudo melhor.

......................................................................

Saí pelos fundos da boate, carregar Victória no meio de várias pessoas não é uma boa ideia.

- Ta tudo uma merda... - Escuto ela dizer enquanto coloco a mesma no banco de trás

-Vai ficar tudo bem.

- Não vai e a culpa é minha.

- Fique quietinha ou não ganha sorvete - Tento fazer piada para animar a situação não muito boa.

- Você é incrível, por que insiste em ficar perto de mim...eu vou te destruir como fiz com ele.

- Ei a senhorita não fez nada.

- Não faz ideia como sou...

Aqui não é um bom lugar para conversar, muito menos com ela drogada. Entro no carro e começo a dirigir o mais devagar possível, não quero que ela caía do banco nem nada parecido.

Nova York iria começa a acordar, possivelmente não passa das cinco da manhã mas o transito logo aumentaria. Vick ainda está desacordada, mas pelo menos está se mexendo toda vez que cansa de ficar numa posição. Quando chegamos entro com o carro na garagem e estaciono.

- Chegamos pequena.

Estou ficando profissional em tirar ela de dentro do carro, não que sempre seja por estar mal...na maioria ela só tem uma súbita preguiça.

Respiro fundo tentando fechar o carro e segurar vick no colo, finalmente missão feita com sucesso.

- Falta pouco

Agradeço pelo elevador não demorar e logo estamos entrando no meu apartamento.

- Quero um unicórnio...

- Sim também quero.

Coloco ela no sofá e tranco a porta.

- Fofinho...

- Doidinha, agora vamos pra cama.

- Que safadinho

Ignoro o que a mesma fala, com cuidado levo ela até a cama, tirando seus sapatos e depois de ter certeza que a não passaria frio resolvo que é a hora de dormir também.

Pov's Victória

Acabei apagando de vez, quando acordo sentido minha cabeça girar percebo que estou sozinha na cama.

- Marcus...

- O que foi?

- Me faça companhia.

Sinceramente achei que ele não iria nem responder mas logo sinto deitar do meu lado. Irritado? Muito mas ele tem motivo, me viro deitando em seu peito.

- Desculpa ter sido escrota.

-Você é doida, maluca mesmo.

- Eu sei, mas você me ama por isso.

- Tenho serios problemas.

- Obrigado por cuidar de mim...sempre.

- Eu faço qualquer coisa por você, Victória Clark.

O meu maior medo sem dúvida é fazer algo de ruim para Marcus, causar dor em alguém que só me dá amor é a maior erro  que posso cometer novamente.












Notas Finais


Próximo capítulo vai ser mais demorado, muita coisa pra estudar sorry💔


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