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História Minha namorada (não) é uma sereia - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Esse capítulo é inteiramente dedicado a Vitória. Parabéns meu amor, você merece isso e muito mais. Espero muito que goste disso. Te amo ❤❤❤

Boa leitura!

Capítulo 2 - Eu sou a Ariel, Sasuke! (part.2)


— Você finalmente voltou! — Ignorei as perguntas dela e a abracei fortemente. Eu estava aliviado, mas isso não significava que eu a abandonaria se ela continuasse naquela situação, eu nunca faria isso, mesmo que ela continuasse pensando que era outra pessoa por mais um longo tempo. Para mim, a única maneira de escapar de Sakura e evitar o grande amor que eu sinto por ela, era se eu nunca houvesse a conhecido. Se alguém me fez acreditar que o amor verdadeiro existe, esse alguém foi Sakura.

— Voltei de onde? Não me confunda ainda mais — disse saindo do meu abraço e me olhando irritada com os braços cruzados. — Acho que você enlouqueceu e algo do tipo aconteceu comigo. A nossa última aventura foi tão maluca assim? O que eu aprontei? — Ela sorriu e logo soltou uma risada, sim, ela já estava mais do que acostumada com a vida que levava e adorava aquilo. — Pela sua expressão eu te dei trabalho, não foi? Me desculpe, Sasuke, você parece bem frustrado. — Sakura abaixa a cabeça e fica séria.

— Eu estou um pouco frustrado, a situação é mais séria do que você imagina, então por alguns instantes eu fiquei um pouco irritado com a sua reação. Porém eu logo entendi que você só riu porque não faz a mínima ideia do que ocorreu. Por isso me perdoe, eu agi precipitadamente, então agora sente-se aqui, vou te contar tudo o que aconteceu — falei apontando para a minha perna direita assim que me encostei na parede. Sakura sorri e se senta no meu colo, agarrada ao meu pescoço ela sorri e diz que estava pronta para ouvir todos os detalhes do que eu tinha para lhe contar.

Assim eu comecei a contar para ela tudo o que aconteceu. Sakura não falou nada, não fez nenhuma pergunta durante a minha explicação, o que não era normal para uma pessoa como ela que adorava falar. Ela ficou atenta a tudo, eu não via nenhuma expressão no seu rosto e comecei a desconfiar que ela não estava acreditando naquela história toda, então só me restou mostrar todas as provas de que aquilo havia mesmo acontecido. Depois que eu terminei de falar, Sakura viu tudo aquilo e permaneceu estática. Depois de um tempo ela me olhou por alguns segundos e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela riu, isso mesmo, a sua reação para tudo aquilo foi uma longa risada.

— Me perdoa, mas achei tudo isso muito engraçado, no começo eu estava até duvidando, mas agora estou incrédula que tudo isso realmente aconteceu. Eu achei muito engraçado, não consigo parar de rir. — Ela continuou rindo muito, eu estava meio nervoso com aquilo, eu pensava que Sakura levaria aquilo a sério, mas eu errei, justo eu que a conhecia tão bem. — Não fica assim meu bem, eu sei o quanto você deve ter sofrido com tudo isso e não foi nada fácil para você mesmo. Com certeza o meu acidente foi algo muito ruim e preocupante, mas eu estou viva, não estou? Não vamos ficar dando atenção para esse lado da história, afinal eu virei a Ariel por um tempo e tudo o que aconteceu foi muito louco. Tinha que ser eu para proporcionar ao mundo algo assim. — Ela continuou rindo e eu não consegui me segurar também, a minha Sakura havia voltado com tudo.

— Você não sabe como é bom tê-la de volta, eu fiquei muito preocupado com tudo o que aconteceu, porque eu realmente não me vejo sem você. — Eu a abraço e dessa vez Sakura retribui o meu abraço, eu não trocaria aquele momento por nada. — Com tudo isso eu pude perceber que você e a Ariel não são tão diferentes, as duas adoram uma aventura e dão um brilho a mais ao mundo. Eu te amo muito e a cada dia a necessidade de te falar isso ficava maior, por isso eu quero que fique bem claro o quanto eu te amo. — Ela solta um sorriso e logo após isso me beija, naquele gesto havia saudades e até mesmo desespero, por isso durou mais do que o normal.

— Você sabe que eu te amo mais, não sabe? — Ela sorri próximo a minha boca e me olha provocativa. Sakura era muito competitiva, então eu não fazia a mínima questão de discutir com ela, eu só sorria e concordava com a cabeça. — Claro que você me ama muito também, disso eu sei, seus olhos não podem mentir sobre isso, eles brilham quando você me olha, sempre achei isso muito lindo. Pelo que você me contou até a minha outra versão percebeu o quanto nos amávamos, então isso é irrefutável, fomos feitos um para o outro, quer mais? — Sakura começa a passar as mãos pelo meu corpo, o que no começo era algo inocente, acabou criando uma tensão sexual entre nós, o que só ficou pior quando ela passou uma das mãos pela minha intimidade. — Meu corpo está com saudades disso, será que ele cresceu ainda mais durante esse tempo? — disse se referindo ao meu membro, enquanto lambia os lábios e me direcionava um olhar cheio de desejo. — Estou louca para descobrir! 

— O que acha de sairmos hoje? Um jantar romântico seria legal... — falei interrompendo o movimento dela em direção a minha calça, pronta para realizar o seu maior desejo naquele momento. Sakura me dirigiu um olhar mortal, ela odiava ser interrompida, mas eu só queria ir com calma, ela havia acabado de voltar ao normal, então seria legal comemorarmos de outra forma antes. — Não me olhe assim, eu só estou tentando ser romântico. Essa será a nossa primeira comemoração, depois que voltarmos você pode me jogar na nossa cama e saciar todos os seus desejos, acredite ou não eu também tenho os meus, mas acho melhor esperar a hora certa para saciá-los. O que acha? Argumentei bem? — O seu semblante melhorou quando eu sorri e fiz carinho em seus lindos cabelos rosas. 

— Até que você argumentou bem, deixa eu pensar… — Ela desvia o seu olhar para o teto e sorri após pensar por alguns segundos. — Tudo bem, eu aceito, mas depois que voltarmos não tem desculpa, vamos seguir conforme o planejado. Vou me arrumar e é bom você se preparar, porque hoje você pagará a conta e eu estou morrendo de fome. — Antes de sair do meu colo ela me dá um selinho, eu só conseguia pensar no quanto ela estaria sedenta quando chegássemos em casa. 

Sakura arrumou-se mais rápido que o normal, ou ela estava com muita fome ou queria mesmo que aquele jantar acontecesse o mais rápido possível para que assim voltássemos dele e o resto vocês sabem muito bem. Não é nem necessário eu comentar o quão ela ficou maravilhosa naquele vestido bordô, ele simplesmente valorizava todas as suas curvas, eu tive um bom gosto quando o dei de presente para ela. 

Nosso jantar foi maravilhoso, tínhamos tanto para conversar que acabamos ficando mais do que o planejado, Sakura sempre era a minha melhor companhia, éramos diferentes em muitas coisas, mas um sempre respeitou o espaço do outro e adorávamos compartilhar nossas experiências dos mais diversos assuntos. Eu sempre fui uma pessoa mais fechada e de poucas risadas, mas Sakura conseguia mudar aquilo em segundos, eu realmente acabei descobrindo a minha verdadeira essência quando ela surgiu na minha vida. Eu serei eternamente grato por tudo o que ela me proporciona, nenhuma outra pessoa conseguiria isso, só perto dela eu sinto que posso ser quem eu realmente sou. Afinal ela adora dizer com um sorriso no rosto a seguinte frase: ‘‘Não se preocupe com as suas inseguranças, Sasuke. Olhe para mim, eu também tenho as minhas, mas elas nunca irão me impedir de ser feliz!’’. 

Sakura sabia ser extremamente fofa, mas isso não queria dizer que ela não sabia ser extremamente safada, muito pelo contrário. Por vezes no restaurante ela tentou me seduzir e até deixou claro com palavras o quanto estava ansiosa para depois, eu dava alguns sorrisos e tentava disfarçar a minha excitação. Sentia o meu rosto quente, provavelmente eu estava muito vermelho, mas mesmo me vendo naquele estado, Sakura me provocava ainda mais. 

Ela só parou com aquilo quando a sua sobremesa chegou, só assim eu consegui ter um pouco de paz e me recompor. Antes de irmos finalmente para casa (porque naquela hora eu já estava doido assim como ela) Sakura inventou que queria um picolé, inocentemente eu atendi a seu pedido. O que eu não esperava era que ela fosse usar um simples picolé para me provocar, não bastava ela chupar o doce de uma forma toda maliciosa, ela ainda tinha que me olhar e dar alguns sorrisos. Eu pensei que não poderia piorar, mas isso aconteceu quando ela decidiu falar algumas de suas besteiras.

— Você sabe no que eu estou pensando enquanto chupo esse picolé? — Eu só respondi que não, mas eu sabia muito bem o que todos aqueles gestos dela significavam e o que ela queria dizer. Mesmo estando naquele estado, totalmente excitado e pronto para cometer uma loucura, eu decidi ouví-la para assim ver até onde Sakura chegaria. — Adoro sua falsa inocência, sei muito bem que você quer escutar da minha boca, então vamos lá… — Ela se aproxima ainda mais de mim, estávamos já no estacionamento do restaurante, e sussurra em meu ouvido. — Eu só consigo pensar em como vou te chupar bem assim daqui a pouco, você realmente não perde por esperar, meu amor! — Ela dá um sorriso e logo após isso continua chupando o picolé como se nada tivesse acontecido. Porém aquelas simples palavras haviam mexido comigo, e naquele momento quem mais queria que fôssemos para casa o mais rápido possível, era eu.

— Vamos para casa, Sakura. Já está mais do que na hora de continuarmos o que planejamos mais cedo. Não se preocupe com o picolé, dá tempo de terminá-lo até chegarmos em casa. — Peguei-a pela mão que não estava segurando o doce e com uma certa pressa a conduzi até o carro. Eu queria muito que fizéssemos aquilo ali mesmo, mas não era o local mais apropriado, porém eu sabia que se sugerisse aquela ideia para ela, Sakura não recusaria. Até mesmo durante o caminho ela não parou com as provocações, era difícil controlar os meus desejos quando Sakura estava daquela forma, mas com o tempo eu fui criando um controle melhor com relação aos meus desejos.

Quando fechei a porta do apartamento me desfiz de todos os meus controles, Sakura só ficou na minha frente e sorriu para mim, sorriso esse que eu sabia muito bem o que significava. Dominado pelo desejo fui até ela e colando seu corpo no meu iniciamos um beijo, eu estava matando o desejo e não conseguia ir devagar, fazia um bom tempo que não a beijava, então naquele momento eu só queria liberar todas as minhas vontades. Sakura também me acompanhava naqueles beijos selvagens, ela adorava quando fazíamos daquela forma. 

Era difícil acompanhar os nossos movimentos, só posso dizer que as minhas mãos percorriam todo o corpo dela, mas onde elas mais adoravam tocar era na traseira farta de Sakura, esta que me deixava cheio desejo, fazendo com que eu não economizasse nos apertões e nos tapas. Sakura dava sorrisos quando eu fazia aquilo, tudo isso enquanto nos beijávamos loucamente, ela também passava as mãos por todo o meu corpo, mas na maior parte do tempo usava o meu pescoço como apoio para o beijo e cravava suas unhas nele. Dávamos leves pausas no beijo para recuperar o nosso ar, mas nossas bocas se uniam novamente, como se fossem dois pólos de um imã, assim como os nossos corpos também.

Peguei-a no meu colo e a carreguei até um móvel da sala, acabou que tudo o que estava em cima dele foi parar no chão, isso era algo que já ocorreu outras vezes, não havia um cômodo daquela casa que nós não tivéssemos cometido aquelas loucuras, somente alguns móveis foram poupados naquelas horas em que o desejo havia falado mais alto. Enquanto a beijava eu fazia leves movimentos com a minha mão em sua intimidade, Sakura ainda estava de calcinha, mas gemia com os meus toques. 

Eu só senti um choque por todo o meu corpo quando com uma de suas mãos ela apertou o meu membro já completamente duro, nessa hora eu interrompi o nosso beijo e fechei os meus olhos sentindo os seus toques por toda a minha intimidade, Sakura sabia bem de todos os meus pontos fracos e fazia questão de usá-los a seu favor. Abri os meus olhos quando parei de sentir os seus toques, quando fiz isso, Sakura estava me olhando da maneira mais maliciosa possível, enquanto mordia os lábios e com uma das mãos tocava a própria intimidade. Eu estava pronto para cair de boca em sua buceta, quando ela me impediu.

— Parado aí, Sasuke Uchiha — Falou segurando a minha cabeça e empurrando o meu queixo para cima, assim fazendo com que eu a olhasse. Eu só dei um riso anasalado, enquanto ela me olhava poderosa. — Quero que façamos o resto na cama, além de ser mais confortável, teremos mais liberdade para fazermos tudo o que desejamos. Vamos lá, porque a noite só está começando e eu não fiz nem a metade de tudo o que eu quero fazer contigo. — Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Sakura sai de cima do móvel e enquanto nos beijávamos ela me conduz até o nosso quarto. Quando chegamos neste, ela me joga na cama, não tirando seus olhos nem por um segundo de mim, ela retira os seus brincos e pulseiras. Quando termina ela vem até mim, ficando por cima do meu corpo e muito próximo da minha boca, eu pensei que ela me beijaria, mas fui enganado. 

— É melhor você não se esquecer de quem é a mais velha aqui, eu tenho vinte e três e você vinte e dois anos, sou só alguns meses mais velha que você, mas é normal que às vezes eu queira estar no controle. — Ela morde os meus lábios e sai de cima de mim, ficando mais uma vez em frente a cama. Ela adorava jogar na minha cara que era mais velha que eu, mesmo que fossem só alguns meses, aquilo fazia parte de mais uma de suas brincadeiras. Eu achava aquilo engraçado, minha namorada realmente tinha maneiras diferentes de me provocar.

Sakura começou a tirar lentamente seu vestido, meus olhos atentos acompanhavam cada movimento seu. Ela me olhava fixamente, dando sorrisos e mordendo os lábios, eu sabia que naquela noite eu não teria descanso. Se livrou de todo o vestido e me deu a visão de suas curvas bem acentuadas, curvas essas que eu já tinha me aventurado tantas vezes, mas o tesão ao fazer isso só ficava cada vez maior. Caminhou até mim e sentou-se em cima do meu corpo, me olhando cheia de tesão e sem pudor algum roçou lentamente sua intimidade na minha, depois sorriu ao ouvir meu gemido rouco.

— Você gosta disso, Sasuke? Posso continuar? — Sim, quando pervertida ela ficava ainda mais má. Eu só assenti com a cabeça e sorrindo ela continuou com os movimentos que só ficavam mais rápidos. — Imagine quando isso for diretamente no seu pau, como eu quero senti-lo dentro de mim e escutar aqueles seus gemidos roucos. Sabe por que eu os adoro, Sasuke? — fala se aproximando do meu ouvido. — Porque eu sou e sempre serei a única que irei arrancá-los — sussurrou fazendo com que o meu corpo ficasse inteiramente arrepiado. Aquilo mexeu tanto comigo que eu a pressionei ainda mais contra o meu corpo, Sakura entendeu o recado e continuou rebolando, ela não tirava o sorriso do rosto. Depois de alguns segundos ela pega o meu celular para colocar a playlist que ela havia feito para quando estivéssemos transando. — Eu preciso disso, as músicas me inspiram, você sabe, não é mesmo?! — Eu respondo que sim e ela finalmente liga as músicas. — Provavelmente quando chegar na Wallflower eu já estarei quicando loucamente em você! — Eu bem sabia que ela levaria aquilo a sério.

Depois que a música começou a tocar, ela deixou os seus movimentos serem guiados pelo toque. Sakura tirou aos poucos a minha camisa, enquanto beijava e dava leves mordidas em todo o meu abdômen. Eu peguei nos seus cabelos e a guiei para onde eu queria, mas aquilo nem era muito necessário, já que ela sabia muito bem onde colocava a boca. Quando chegou em minha calça o seu sorriso se intensificou, não demorou muito e ela já havia se livrado da peça. Antes de tirar a minha cueca, Sakura distribui beijos e leves mordidas em meu membro, ela não tirou sequer um minuto os seus olhos dos meus, eu sabia bem que ela só estava começando. Sakura tirou a única peça que restava no meu corpo e agarrou meu pau com vontade, ela deu uma única lambida antes de fazer um dos seus típicos comentários.

— Você nunca me decepciona… ele só melhora a cada dia, eu estava certa — disse rindo enquanto observava com atenção o meu membro. — Eu sinceramente espero que você esteja preparado para a melhor chupada que eu já te dei, meu amor. — Tínhamos tanta intimidade que eu sabia muito bem o que aquele ‘‘meu amor’’ significava, o negócio iria ficar sério pro meu lado. Ela dá um último sorriso e depois coloca o meu membro por inteiro em sua boca, os seus movimentos já começaram frenéticos, os barulhos causados pelas suas chupadas me deixavam ainda mais louco. Prendi o seu cabelo em um rabo de cavalo e assim pude ter a visão do seu rosto por completo. Acabei jogando a minha cabeça para trás e fechei os meus olhos, aquilo estava muito bom, ela simplesmente estava usando todos os meus pontos fracos de uma vez só. Ela revezava entre chupadas e lambidas, mas a sua mão não parava de me masturbar loucamente. Tentei me segurar o máximo que pude, mas uma hora simplesmente não deu mais e eu acabei gozando em sua boca. — Isso é sempre incrível — disse após engolir todo o líquido em sua boca e o pouco que havia saído para você. 

— Minha vez agora, Sakura — falei depois de ter me recuperado um pouco do estado que ela havia me deixado. Me sentei na cama e a trouxe para o meu colo, a beijei com vontade enquanto ela não parava de roçar nossas intimidades. Eu sabia que ela estava louca para ser chupada por mim, então interrompi o nosso beijo e assumi o controle. — Não quero que pense que é a única que sabe usar bem a boca, farei questão de relembrar você desse fato. — Sakura se ajeitou na cama e eu comecei a tirar seu vestido aos poucos, eu adorava admirá-la enquanto fazia aquilo. Depois que tirei a peça por completo, fui até sua barriga e comecei a beijá-la enquanto passava meus dedos suavemente pela sua cintura, lhe causando arrepios. Eu sabia que isso a deixava em chamas, ela não precisava nem dizer, eu podia sentir só pela sua respiração descompassada e pelos movimentos que seu corpo fazia a cada toque meu. — Você é maravilhosa em tudo, Sakura. Nunca se esqueça disso — falei depois de acariciar o seu corpo por inteiro e antes de tomar seus lábios novamente. Dessa vez o beijo foi mais calmo e aproveitei para tirar o seu sutiã, parei de beijá-la e tive a visão de belos seios prontos para serem acariciados.

Comecei chupando o direito, mas sem deixar de estimular o esquerdo com uma das minhas mãos. Sakura passava seus dedos pelo meu cabelo enquanto dava leves gemidos de prazer. Eu movimentava minha língua suavemente em ambos, alternando entre um e outro. Aquela era uma região sensível para ela, então eu não precisava de muito para proporcionar prazer à Sakura ali. Um tempo depois ela me fez olhar em seus olhos e soltou um ‘‘eu te amo’’, só deu tempo de eu dizer que também a amava e já iniciamos outro beijo novamente, este foi bem diferente do último e nos devolveu o mesmo fogo do início. 

Alguns segundos depois a deitei na cama e tirei com pressa a sua calcinha. Quando fiz isso, Sakura deu uma risada e abriu bem as pernas, mostrando bem aonde ela queria que eu estivesse. Correspondi o seu sorriso e segurando suas duas pernas eu comecei a chupá-la, dando fortes sugadas em seu clitóris. A cada chupada minha ela se agarrava cada vez mais ao lençol da cama e seus gemidos ecoavam por todo o quarto. Sakura não teve piedade quando puxou os meus cabelos, me forçando a intensificar ainda mais os meus movimentos. Ela ficou ainda mais louca quando eu decidi usar os meus dedos para masturbá-la.

— Porra, Sasuke… nem ouse parar — falou entre um gemido e outro. — Eu vou gozar... — Sua última frase saiu fraca depois de eu intensificar os meus movimentos mais uma vez. Quando as pernas dela começaram a tremer, eu sabia bem o que significava. Depois de alguns segundos ela deu um grito e puxou com mais força ainda o meu cabelo, chegando assim a seu orgasmo. Dei mais algumas lambidas em sua buceta e logo fui para o seu pescoço, o beijando com vontade e dando leves mordidas. — Sabe que eu adoro quando você me domina dessa forma, né? Se eu acordei os vizinhos a culpa foi sua. — Sorrimos juntos e eu voltei a beijá-la. 

Sakura pega um preservativo em sua bolsa e toma o controle novamente. Colocando aos poucos o meu membro dentro de si ela vai rebolando aos poucos até que eu estivesse por completo dentro dela. No começo os seus movimentos eram mais lentos, mas foram ficando mais rápidos gradativamente. Nossos gemidos se misturavam e nossos corpos suavam. Sakura passava as unhas pela minha barriga, deixando algumas marcas vermelhas no local. Nossos movimentos rápidos foram saindo do controle, a cada segundo queríamos mais, nossos corpos pediam por mais. Sakura jogava seu corpo para trás e gemia o meu nome, falando também outras sacanagens. Quando a música que ela tanto esperava começou, Sakura ficou mais animada ainda.

— Viu só, eu estava certa… — falou com a voz falhada. Sakura se ajeitou em uma posição melhor que a de antes e durante toda a música ela fez o que prometeu. A sensação que eu senti com tudo aquilo é indescritível, eu só sabia que estava com muito tesão e sentia cada vez o meu corpo ficar mais fraco, estava quase chegando ao ápice novamente. Entre gritos e gemidos Sakura dava sorrisos, eu sabia que ela estava feliz e realizando todas as suas vontades. Quando a música estava quase acabando as pernas de Sakura começaram a tremer novamente, até que ela gozou mais uma vez e soltou uma respiração profunda. — Sasuke! — Quando ela gritou o meu nome dessa maneira e deu uma última sentada forte, eu cheguei ao meu ápice também.

Sakura se jogou em cima de mim e eu abracei o seu corpo, nem conseguimos falar de tão cansados que estávamos, mas eu podia sentir que ela estava feliz e satisfeita. Fiquei passando a mão por seus cabelos e também acariciando as suas costas. Era maravilhoso tê-la novamente em meus braços, naquela noite eu me senti completo, e eu sabia muito bem que eu devia muito daquela felicidade à Sakura. Naquela noite fizemos um amor louco, que me tirou dos eixos e me fez queimar de prazer.

— Você é única, Sakura. Única em tudo, é por isso que eu te amo tanto. Eu admiro a sua alegria, a sua loucura, eu admiro você. Quando você sofreu aquele acidente eu fiquei morrendo de medo de te perder, mas fiquei aliviado que foi só um susto. Muito obrigado por voltar para mim, a partir de agora vou cuidar ainda mais de você. — Ela olha para mim e dá um sorriso, suas mãos macias em meu rosto fizeram com que os meus olhos se fechassem automaticamente. — Eu te amo, Sakura!

— Eu te amo muito também, prometo que não vou te dar mais tanto trabalho. — Eu dei risada com aquilo e sabia que não era algo que ela cumpria, mas eu não ligava, eu me apaixonei justamente pela Sakura que me dava um certo trabalho. Eu a amava assim. — Muito obrigada por tudo, essa noite foi ótima! — Ela sorri sapeca e volta a deitar em meus braços. Dormimos daquela forma, contentes por tudo o que aconteceu naquela noite e por tudo o que ainda iria acontecer.


Notas Finais


Espero muito que tenham gostado. Agradeço muito por todos os favoritos, eu realmente fiquei muito supresa e feliz também com todos os comentários do outro capítulo.

Até a próxima, amores ❤


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