História Minha Neko - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Neko, Romance, Sasuhina
Visualizações 320
Palavras 2.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nada importante:
Era para eu ter postado ontem, mas a chuva não deixou.
E hoje minha internet está vindo de jegue. Vai demorar um ano para carregar o capítulo.

Boa Leitura!!

Capítulo 3 - A Primeira Vez é Mais Difícil


A PRIMEIRA VEZ É MAIS DIFÍCIL

 

Fiquei doente de mentira por três dias. Kakashi me mandou trabalho por e-mail e não questionou se eu falava a verdade sobre estar com uma virose horrível.

 

Na verdade eu estava tentando estabelecer que tenho uma gata meio humana na minha vida. E que mesmo que eu não saiba o que significa eu sou seu guardião.

 

—Que barulho chato. —Hinata diz sobre meu despertador. —Quero dormir Sasuke.

 

Ela está deitada no meu peito e usando apenas uma camiseta minha. Não tive tempo de comprar roupas para ela e também não era para ela estar na cama comigo. Era para estar dormindo na cama que fiz para ela no chão.

 

Estou todos esses dias falando que ela não pode fazer certas coisas. Como ficar nua na minha frente, fugir do banho ou pular no meu colo a todo tempo.

 

—Tenho que trabalhar —digo ao tentar levantar.

 

Hinata então passa a perna sobre a minha, nunca tive um grau de intimidade tão grande com uma mulher. E ela chegou no meu apartamento ficando nua na minha cama já no primeiro dia.

 

—Tenho que ir mesmo. —Acaricie atrás de sua orelha até ela ronronar.

 

—Fica comigo? Fica comigo para sempre? —Envolveu me ainda mais em seus braços.

 

E muito assustador ter um gata alienígena falando isso. E também como homem ouvindo isso, dá vontade de correr para sempre isso sim. Mas é Hinata, uma gata de pelos brancos e olhos de pérola. Inocente e boba feito criança.

 

—Vamos tomar banho? —Sei que sua resposta vai ser não.

 

—Pode ir. —Ela larga meu corpo e se enrola no outro lado da cama.

 

Gatos de outros planetas tem também um grande problema com água. O primeiro banho dela foi horrível. Tive que encher a banheira, vestir uma venda e a colocar praticamente dentro da água.

 

Se contar isso para alguém vão pensar que sou um tarado. Fico imaginando se seu guardião fosse outro homem ele já teria se aproveitado dela. Apesar de não saber se a anatomia dela é totalmente humana.

 

Eu tenho curiosidade sobre isso, passei o chuveiro para água gelada. Tenho tomado muito banho gelado, Hinata não sabe o quanto fica sexy de quatro ao caminhar até mim.

 

Nunca pensei que fosse ver seu rabinho branco como algo sexy, mas quando ela mexe ele para mim em felicidade. Preciso de um banho gelado.

 

Sinto me meio zoofílico por isso, é penso o quanto é horrível sentir tesão por uma mulher meio gata ou por uma gata meio mulher.

 

Apesar que a ciência não tem nada publicado sobre isso, se sou algum tipo de doente ou se é normal sentir o que sinto quando ela esfrega o nariz contra meu peito buscando carinho.

 

—Vou deixar seu café da manhã pronto —falei mais com a parede do que com ela que está apagada na cama.

 

Gatos tem muito sono, e dormem em qualquer lugar. Foi o que descobrir quando Hinata dormir sobre o balcão da cozinha.

 

—Volto para dar seu almoço. —Senti me ignorado outra vez.

 

Fechei o apartamento sentindo me um pai deixando o filho sozinho pela primeira vez ou um animalzinho sem saber se ele vai destruir tudo ou sobreviver.

 

É a primeira vez que trabalho tão preocupado com outra coisa. Não consigo fazer nada direito. Fico pensando se Hinata comeu, se colocou fogo em tudo, apesar de ter feito ela jurar que não vai ligar o fogão. Telefonei, tocou uma, duas, três.

 

Talvez ela e o outro gato saquearam meu apartamento.

 

Liguei de novo. Um, dois, três, quatro.

 

—Hinata. —Ela atendeu o telefone.

 

—O que foi? Estou com sono.

 

—Está tudo bem? Comeu?

 

—Estava delicioso. Obrigada… S-Sasuke. —A ouvi abrir a boca como se o sono fosse maior do que ela.

 

—Bons sonhos —digo ao desligar.

 

Até que ela aprende rápido, eu a ensinei a atender o telefone ontem. E também a só responder se fosse eu a ligar.

 

—Você está com uma cara de bobo Sasuke. —Naruto diz ao se aproximar da minha mesa.

 

—Porque não vai trabalhar no lugar de me encher o saco? —digo brincando com ele.

 

O meu humor está melhor que o de sempre. Talvez eu devesse ter arrumado um animal de estimação antes, o que estou dizendo? Desde quando Hinata é um animalzinho, ela me deixa muito confuso a respeito de tudo.

 

Nunca saiu na hora do almoço. Essa vai ser a primeira vez talvez em muito tempo. Peguei minhas coisas e corri para o elevador que vai descer lotado. Encontrei Kakashi entre a porta e uma mesa.

 

—Parece bem melhor. Espero que esteja bem agora.

 

—Estou sim, foram três dias difíceis. —Levei a mão a barriga para dar mais ênfase a minha mentira.

 

—Está indo almoçar Sasuke? —Sakura aparece do nada. —Podemos almoçar juntos?

 

—Na verdade tenho que ir alimentar a minha gata. —As palavras fugiram da minha boca.

 

—Você tem uma gata? —Kakashi pergunta curioso e espantado.

 

—Agora tenho. —Corri até o elevador.

 

Sakura veio atrás, o elevador está lotado. Esses é um dos motivos de não sair para o almoço, o outro é que perco muito tempo indo e vinda até meu apartamento.

 

—E de raça? —Sakura estudou meu rosto.

 

Hinata tem raça? Não faço ideia.

 

—Não sei, a encontrei na rua.

 

—Tadinha. —Ela diz ao fazer bico. —Posso conhecer ela?

 

Quero falar não, mas seria mal educado e estou tentando melhorar minha avaliação na empresa. E um dos requisitos e relacionamento com outros funcionários.

 

—Ela ainda está meio arrisca. Assim que ela se acostumar comigo eu deixo você a conhecer.

 

—Vou passar no pet shop e comprar algo para ela. Você está dando ração? Não pode deixar ela comer comida humana faz muito mal.

 

—Estou sim —menti assim que as portas se abriram. —Tchau.

 

Sai em disparada até meu apartamento. Nunca quis um carro, Konoha tem um ótimo transporte público, assim como o caminho que faço todo dia é bom para uma caminhada. Mas estou fatigado ao andar rápido.

 

—Hinata? —digo assim que abri a porta.

 

Não há resposta. Andei até a sala, está vazia. O quarto também. Porque estou tão preocupado? Se ela foi embora é a melhor coisa para mim, conversei com ela é dei um mês para ela sair da minha casa.

 

—Hinata? —perguntei ainda sem acreditar que ela pode ter ido embora sem se despedir.

 

A louça suja está na pia, a porta estava trancada por fora e ela não tinha a chave. Fui até o banheiro, uma vez ela dormiu na banheira, mas nada dela.

 

Estou sentindo algo que não pode ser tristeza, não a conheço bem para sentir esse sentimento.

 

—Miau. Miau.

 

Meu coração dispara com esse som. Vem da varanda. Espero que ela não tenha pulado ou se machucado.

 

—Miau. Miau. —Ela está em forma de gatinha.

 

Não acredito que ela está deitada no sol.

 

—Miau.

 

Ela se levanta com preguiça e trança minhas pernas.

 

—O que está fazendo aqui fora? —perguntei ríspido.

 

—Ouvi passarinhos —responde ao lamber as patinhas.

 

Ela vai para o quarto para passar para a forma humana, foi uma das coisas que tive que a ensinar. Afinal ela sempre está nua quando muda de forma. Vou pra cozinha preparar nosso almoço.

 

Ela realmente ama peixe, e não importa como eu o prepare sempre os devora. Gosto de seu apetite insaciável, Hinata sempre come demais, depois deita no tapete satisfeita com a barriga para cima e um ar felino de preguiça.

 

    Fiquei a observando dormir até a hora de ter que voltar ao trabalho, a deixar sozinha na parte da manhã foi mais difícil. Tenho que admitir que estava com medo que ela fizesse alguma loucura, se tratando dela nada é impossível.

 

—Você tem que ir de novo? —diz ainda de olhos fechados quando estou pegando minhas coisas.

 

—Volto logo. Pode assistir televisão até eu chegar.

 

—Televisão? —pergunta ao sentar no sofá. Apenas sua curiosidade é maior que seu sono.

 

—Vou ligar para você.

 

Tenho uma televisão que serve mais para enfeite, quase nunca a ligo. Acho que só comprei porque todos tem uma em casa nos dias de hoje, mas eu acesso tudo que quero pelo celular ou computador.

 

—Você usa esse botão para mudar de canal e esse para o volume, mas não faça muito barulho. —A ensinei a usar o controle remoto.

 

Ela não parece me ouvir quando está passando um jogo de tênis de mesa. Hinata acompanha atentamente todas as jogadas, mexe a cabeça em movimento rápido para lá e para cá.

 

—Isso vai te deixar entretida até minha volta —digo ao sair.

 

Não consigo evitar de olhar a hora a cada momento que termino alguma de minhas tarefas. Nunca liguei para o horário da empresa, digo a mim mesmo que só estou assim porque tenho medo que meu apartamento não esteja mais lá quando eu voltar.

 

    Liguei para Hinata na parte da tarde, estava chorando depois de ver uma novela onde a personagem está doente. Não sabia que gatos alienígenas eram tão sensíveis.

 

    —Trouxe para você Sasuke. —Sakura estende uma sacola para mim quando o expediente está acabando. —É para sua gatinha. Qual o nome dela? —acrescenta quando estou com receio de pegar a sacola.

 

    —Nome? —perguntei ao pegar a sacola e voltar a digitar no computador.

 

    —Não diga que não deu um nome para ela? —diz rindo.

 

    Se eu disser que minha gata já veio com nome vai soar estranho, mas é exatamente assim. O que estou dizendo, Hinata não é minha ou é?

 

    —H —falei ao pensar em algo, Sakura é muito fofoqueira e melhor ela espalhar um nome falso.

 

    —H? —repete incrédula.

 

    —Combina com ela. Preciso terminar de revisar um texto. —Virei para ela encerrando aquela conversa. —Obrigado —digo olhando a sacolinha, minha avaliação precisa ser boa.

 

    —De nada. —Sakura sorri para mim como a mulher mais feliz do mundo.

 

    Se ela não tivesse os cabelos rosa, fosse tão escandalosa, meio irritante eu podia até sair com ela. Afinal Sakura é uma boa profissional, simpática e uma mulher atraente, mas na verdade não estou a procura de um relacionamento.

 

    Não vou fazer hora extra hoje, peguei minhas coisas e desci mesmo com o elevador lotado. Naruto está enchendo meu saco, desde que entrei para a revista ele decidiu que seria meu amigo e posso dizer que ele é insistente.

 

    —Soube que arrumou uma gatinha? —pergunta zombeteiro e usa um tom de segundas intenções. —Essa gatinha anda com duas pernas.

 

    —Às vezes —digo sorrindo de lado para o deixar curiosos. E não sei porque faço isso, nunca brinco com ninguém.

 

    Talvez seja algum tipo de doença contagiosa e extraterrestre.

 

    —E quando vou conhecer essa gatinha? —Naruto fala muito alto fazendo todo o elevador ouvir sua voz.

 

    —Nunca.

 

    —Você vai guardar segredo do seu melhor amigo? —Naruto bate nas minhas costas assim que deixamos o prédio da revista.

 

    —É uma gatinha de rua. —Não acho uma boa ideia apresentar o tarado do Naruto para alguém tão inocente como Hinata. —E você não gosta de animais.

 

    —Eu adoro gatinhas. —O tom de voz malicioso que adverte para que eu nunca o deixe chegar perto dela.

 

    —E por isso mesmo vou te manter bem longe da minha.

 

    —Não é justo Sasuke. —Naruto diz triste. —Eu não sei mais se estamos falando de gatos ou garotas. Ficou tudo muito confuso.

 

    —Gatos Naruto, eu tenho um animal felino.

 

    —Eu pensei que você tinha falta esses dias para ficar com uma garota e você está me dizendo que é uma gata de rua mesmo? —Naruto é um pouco lerdo às vezes.

 

    —Tenho que ir. —Bati contra as costas dele como sinal de despedida.

 

    —Você não vai virar um daqueles velhos cheios de gato que nunca vão se casar vai? —Ele grita quando estou me afastando.

 

    Apenas virei-me e sorri para ele.

 

    Cheguei ao apartamento e ela está ainda enfrente a televisão, está passando um programa de culinária. Hinata está babando pela ave suculenta da televisão, ela sabe que entrei, mas não olha para mim.

 

    —Eu quero frango para o jantar —diz ao lamber os lábios e posso ouvir a saliva em sua boca.

 

    —Não tenho frango no freezer. —Tirei a gravata e deitei no sofá.

 

    Talvez eu devesse ter arrumado um cão do espaço. Passei o dia inteiro longe e a primeira coisa que ela fala e que devo preparar o jantar. Animais de estimação não deviam fazer a festa quando seus donos chegam.

 

    —Mas eu quero frango. É tão suculento. —Hinata ainda não tirou os olhos da tela, está hipnotizada pela ave que está sendo pincelada com manteiga e ervas. —S-Sasuke.

 

    Não gosto quando ela me olha assim, com duas pérolas brilhosas, um ar fatal de felina ao caminhar de quatro até mim. O rabo branco que vai de um lado para o outro, as orelhinhas fofas.

 

    Tem lábios rosados e as bochechas coradas. Hinata continua caminhando até mim manhosa e não sabe o quanto fica sensual ao fazer isso ou talvez saiba e por isso mesmo o faça.

 

    —Podemos ir comer fora? —Ela pergunta com as bochechas vermelhinhas. —S-Sasuke —diz meu nome lentamente. —Miau.

 

    É difícil não ficar duro com toda essa pose de gatinha inocente dela. Aceno que sim quando ela coloca as mãos no meu joelho, Hinata sobe no meu colo e a puxei para sentar sobre minha barriga, não quero que ela saiba o quanto estou excitado.

 

    Será que é muito errado ficar excitado por uma gata meio humana?

 

    —O que foi? —perguntei ao ver que ela está mexendo o nariz em busca de algo.

 

    —Cheiro de outra fêmea.

 

    Hinata desce do meu colo e vai até a sacola que Sakura me entregou mais cedo. Achei que os cachorros tivessem super faro.

 

    —Foi uma colega do trabalho que mandou para você.

 

    —O que é? —Hinata sentou-se no tapete com os braços cruzados sobre o peito brava.

 

    Não sabia que ela sabia fazer bico, e faz um enorme.

 

    —Se você abrir vai descobrir. —Fui para o banheiro, preciso de um banho frio.

 

    Tomei um banho demorado quando ouvi sons estranhos vindo da sala, Hinata está em forma de gatinha e jogando para todos os lados do tapete uma bolinha com uma sineta.

 

    Senti me um homem horrível, tenho tesão por uma gatinha que está brincando no chão da sala. Devo reconsiderar a ideia dos relacionamentos, é melhor eu arrumar alguém para sair.

 

    —Você vai me dar banho? —Hinata volta a forma humana completamente nua.

 

    Virei de costa para ela, não é fácil ter alguém assim em casa. É apenas por um mês não é? Posso suportar isso.

 

    —Já disse para ficar nua por aí.

 

    —D-desculpa. —Hinata diz baixinho. —Pronto já vesti sua camisa. Agora banho e depois frango.

 

    —Você precisa de roupas femininas para sair de casa, talvez não seja uma boa ideia.

 

    —Podemos ir comprar roupas também? —diz toda animada. —Quero um vestido e um casaco peludo, quero muito um casaco peludo eu vi uma mulher usando hoje na novela.

 

    —E você não viu que garotas não ficam nuca por aí?

 

    —Não vou mais fazer. —Ronrona pra mim baixinho.

 

    —Vamos ao banho e depois penso no que vamos fazer.

 

    Enchi a banheira e a deixei entrar sozinha. Entrei depois que ela estava completamente dentro da água, Hinata ergueu os pés para que os esfregue. Depois tenho que lavar seus longos cabelos e as costas.

 

    —Por que você nunca me lava inteira? —diz quando estou a mandando lavar as outras partes de seu corpo.

 

    —Porque sou homem e você mulher. —Respirei irritado.

 

    —Mas eu sou sua gatinha e você tem que cuidar de mim. —A voz melosa de novo.

 

    Ela se vira na banheira e me olha toda inocente, suas orelhinhas estão molhadas e não quero pensar que ela está coberta apenas por espuma.

 

    —Você precisa aprender a se secar sozinha, vou estar na sala te esperando.

 

    —Nós vamos comer frango?

 

    —Você ganhou, nós vamos.

 

    Precisei deixar o banheiro, não quero pensar no que posso fazer com ela.

 

    “Eu sou sua gatinha” martela nas minhas duas cabeças. E que ideia idiota concorda que vamos comer fora.

 

    —S-Sasuke. —Hinata grita meu nome no quarto. —Seca os meus cabelos.

 

    Tomei o ar diversas vezes antes de entrar no meu quarto, ela ainda vai estar enrolado só em uma toalha e vai me olhar com seus olhos claros enquanto vou estar perto demais do seu cheiro.

 

    Se não estou louco ainda, estou perto disso.

 


Notas Finais


Essa história é bem rapidinha.
O que será que vai acontecer nesse passeio?
Dicas, críticas e comentários são bem vindos sempre!!
Até quarta-feira que vem se tudo der certo.
Beijos♥


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